Uma onda de otimismo se extende entre as organizações feministas egípcias, após a participação massiva de mulheres na revolução popular. A experiência de liberdade vivida na praça de Tahrir e a possibilidade de envolver-se desde o princípio nas mobilizações, através de uma plataforma segura como é a internet, são algumas das causas que se escondem por trás desta nova situação.quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
As mulheres egípcias reivindicam seu lugar na revolução
Uma onda de otimismo se extende entre as organizações feministas egípcias, após a participação massiva de mulheres na revolução popular. A experiência de liberdade vivida na praça de Tahrir e a possibilidade de envolver-se desde o princípio nas mobilizações, através de uma plataforma segura como é a internet, são algumas das causas que se escondem por trás desta nova situação.quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Hoje serão apresentadas duas fortes denúncias em Compostela e A Coruña contra o Papa
Mulheres Transgredindo antes de apresentar esta denuncia, já havia realizado outras ações contra a igreja católica como o ya había realizado otras acciones contra la iglesia católica como o precintado simbólico de várias iglejas e da Catedral de Santiago, já que para elas: "O Papa representa a organização que mais dano tem feito às mulheres no mundo desde tempos imemorais". Além disso, o coletivo censura "o financiamento da visita com dinheiro público em tempo de crise" e pede "que as administrações devolvam o dinheiro com que financiam a visita e não contribuam nem um euro a mais à igreja católica".
Vejam mais detalhes em ALASBARRICADAS
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Para Dilma Rousseff: o feminino e a política atual
A reflexão antropológica dos últimos anos tem mostrado que masculino-feminino não são entidades autônomas, mas princípios ou fontes de energia que continuamente constroem o humano como homem e mulher. Estes são resultado da ação destes princípios anteriores e subjacentes que se realizam em densidades diferentes em cada um deles.
O feminino no homem e na mulher é aquele momento de integralidade, de profundidade abissal, de capacidade de pensar com o próprio corpo, de decifrar mensagens escondidas sob sinais e símbolos, de interioridade, de sentimento de pertença a um todo maior, de cooperação, de compaixão, de receptividade, de poder gerador e nutridor e de espiritualidade.
Vejam o texto completo em ADITAL
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Diálogo con mujeres luchadoras del continente
Mujeres de Venezuela, Colombia, Nicaragua, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México y Brasil llegaron al XXIV Encuentro [en Tucumán, norte de Argentina] para contar la experiencia de su organización, con especial hincapié en el trabajo relacionado con la problemática de género y para empezar a planificar estrategias conjuntas de lucha contra el capitalismo y el patriarcado.A continuación, una entrevista colectiva a Sofía del grupo MAIZ (Alternativa de Izquierda) de Costa Rica; Juliana, Hozana y Débora de la Marcha Mundial de las Mujeres de Brasil, y Mónica de Rescate del Sandinismo de Nicaragua.
MAIZ es una organización en la que confluyen diversas formaciones de izquierda, tendencias y sectores sociales de Costa Rica. En palabras de Sofía, integrante de la Mesa de Género: “nuestro objetivo es construir desde lo histórico una nueva izquierda, que deje atrás las divisiones que han perjudicado a la izquierda latinoamericana. Nuestros pilares son el consenso, la diversidad y la horizontalidad”. Con respecto al trabajo de género en MAIZ, se plantean la formación en género hacia el interior de la organización y en conjunto con otros colectivos: “trabajamos el tema ampliamente, los feminismos, las masculinidades y la diversidad”.
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Seminário encaminha formação de rede pelo controle social da mídia
Do Seminário Nacional o Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia
SP, 12 a 15 de março de 2009
A plenária do seminário encaminhou a formação de uma rede, composta por movimentos e entidades, a fim de ampliar o trabalho realizado pela Articulação Mulher e Mídia – que já vinha desenvolvendo debates sobre o controle social da imagem da mulher na mídia, além das ações que culminaram neste seminário.
Leia mais AQUI.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Feminicídio ao vivo – o que nos clama Eloá, por Maria Dolores de Brito Mota
Tudo o que o Brasil acompanhou com pesar no drama de Eloá, em suas cem horas de suplício em cadeia nacional, não pode ser visto apenas como resultado de um ato desesperado de um rapaz desequilibrado por causa de uma intensa ou incontrolada paixão. É uma expressão perversa de um tipo de dominação masculina ainda fortemente cravada na cultura brasileira.
No Brasil, foram os movimentos feministas que iniciaram nos anos de 1970, as denúncias, mobilização e enfrentamento da violência de gênero contra as mulheres que se materializava nos crimes cometidos por homens contra suas parceiras amorosas. Naquele período ainda estava em vigor o instituto da defesa da honra, e desenvolveram-se ações de movimentos feministas e democráticas pela punição aos assassinos de mulheres.
A alegação da defesa da honra era então justificativa para muitos crimes contra mulheres, mas no contexto de reorganização social para a conquista da democracia no país e do surgimento de movimentos feministas, este tema vai emergir como questão pública, política, a ser enfrentada pela sociedade por ferir a cidadania e os direitos humanos das mulheres.
Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo