Mostrando postagens com marcador movimentos feministas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador movimentos feministas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

As mulheres egípcias reivindicam seu lugar na revolução

Uma onda de otimismo se extende entre as organizações feministas egípcias, após a participação massiva de mulheres na revolução popular. A experiência de liberdade vivida na praça de Tahrir e a possibilidade de envolver-se desde o princípio nas mobilizações, através de uma plataforma segura como é a internet, são algumas das causas que se escondem por trás desta nova situação.


Vejam mais detalhes em Diagonalweb

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Hoje serão apresentadas duas fortes denúncias em Compostela e A Coruña contra o Papa

Tendo em vista a visita de Joseph Ratzinger à Galiza, esta não tem sido as únicas denúncias perante os tribunais . A primeira denúncia foi apresentada em 26 de outubro perante o Juizado de Instrução nº 1 de Santiago de Compostela por Mulheres Transgredindo, um dos coletivos que integra a Rede Feminista Galega.

Mulheres Transgredindo antes de apresentar esta denuncia, já havia realizado outras ações contra a igreja católica como o ya había realizado otras acciones contra la iglesia católica como o precintado simbólico de várias iglejas e da Catedral de Santiago, já que para elas: "O Papa representa a organização que mais dano tem feito às mulheres no mundo desde tempos imemorais". Além disso, o coletivo censura "o financiamento da visita com dinheiro público em tempo de crise" e pede "que as administrações devolvam o dinheiro com que financiam a visita e não contribuam nem um euro a mais à igreja católica".

Vejam mais detalhes em ALASBARRICADAS

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Para Dilma Rousseff: o feminino e a política atual

Leonardo Boff

A reflexão antropológica dos últimos anos tem mostrado que masculino-feminino não são entidades autônomas, mas princípios ou fontes de energia que continuamente constroem o humano como homem e mulher. Estes são resultado da ação destes princípios anteriores e subjacentes que se realizam em densidades diferentes em cada um deles.

O feminino no homem e na mulher é aquele momento de integralidade, de profundidade abissal, de capacidade de pensar com o próprio corpo, de decifrar mensagens escondidas sob sinais e símbolos, de interioridade, de sentimento de pertença a um todo maior, de cooperação, de compaixão, de receptividade, de poder gerador e nutridor e de espiritualidade.

Vejam o texto completo em ADITAL

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Diálogo con mujeres luchadoras del continente

“Se cuidan, se cuidan los machistas, América Latina va a ser toda feminista” :: Mujeres de toda América Latina en el XXIV Encuentro Nacional de Mujeres en Tucumán

Mujeres de Venezuela, Colombia, Nicaragua, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México y Brasil llegaron al XXIV Encuentro [en Tucumán, norte de Argentina] para contar la experiencia de su organización, con especial hincapié en el trabajo relacionado con la problemática de género y para empezar a planificar estrategias conjuntas de lucha contra el capitalismo y el patriarcado.A continuación, una entrevista colectiva a Sofía del grupo MAIZ (Alternativa de Izquierda) de Costa Rica; Juliana, Hozana y Débora de la Marcha Mundial de las Mujeres de Brasil, y Mónica de Rescate del Sandinismo de Nicaragua.

MAIZ es una organización en la que confluyen diversas formaciones de izquierda, tendencias y sectores sociales de Costa Rica. En palabras de Sofía, integrante de la Mesa de Género: “nuestro objetivo es construir desde lo histórico una nueva izquierda, que deje atrás las divisiones que han perjudicado a la izquierda latinoamericana. Nuestros pilares son el consenso, la diversidad y la horizontalidad”. Con respecto al trabajo de género en MAIZ, se plantean la formación en género hacia el interior de la organización y en conjunto con otros colectivos: “trabajamos el tema ampliamente, los feminismos, las masculinidades y la diversidad”.

Vejam mais em LA HAINE

quarta-feira, 18 de março de 2009

Seminário encaminha formação de rede pelo controle social da mídia

Do Seminário Nacional o Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia
SP, 12 a 15 de março de 2009

O Seminário “O controle social da imagem da mulher na mídia” terminou com o apontamento de tarefas importantes para o movimento de mulheres. A combinação do feminismo com a luta pela democratização da comunicação traz uma agenda de desafios, mobilizações e a necessidade de uma articulação permanente, capaz de formular posicionamentos e propor alternativas.

A plenária do seminário encaminhou a formação de uma rede, composta por movimentos e entidades, a fim de ampliar o trabalho realizado pela Articulação Mulher e Mídia – que já vinha desenvolvendo debates sobre o controle social da imagem da mulher na mídia, além das ações que culminaram neste seminário.

Leia mais AQUI.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Feminicídio ao vivo – o que nos clama Eloá, por Maria Dolores de Brito Mota

Para Maria da Penha Maia Fernandes – Inspiradora da lei Maria da Penha 11340 e Coordenadora de Honra da Coordenadoria da Mulher da Prefeitura Municipal de Fortaleza.

Tudo o que o Brasil acompanhou com pesar no drama de Eloá, em suas cem horas de suplício em cadeia nacional, não pode ser visto apenas como resultado de um ato desesperado de um rapaz desequilibrado por causa de uma intensa ou incontrolada paixão. É uma expressão perversa de um tipo de dominação masculina ainda fortemente cravada na cultura brasileira.

No Brasil, foram os movimentos feministas que iniciaram nos anos de 1970, as denúncias, mobilização e enfrentamento da violência de gênero contra as mulheres que se materializava nos crimes cometidos por homens contra suas parceiras amorosas. Naquele período ainda estava em vigor o instituto da defesa da honra, e desenvolveram-se ações de movimentos feministas e democráticas pela punição aos assassinos de mulheres.

A alegação da defesa da honra era então justificativa para muitos crimes contra mulheres, mas no contexto de reorganização social para a conquista da democracia no país e do surgimento de movimentos feministas, este tema vai emergir como questão pública, política, a ser enfrentada pela sociedade por ferir a cidadania e os direitos humanos das mulheres.




Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo