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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Promotor que incitou violência policial investigará PMs acusados de execução em SP

A Corregedoria da Polícia Militar vai solicitar ainda hoje (14) a prisão preventiva de seis policiais acusados de participar de uma execução de Fernando Henrique da Silva no último dia 7. Ontem (13), dez PMs já haviam sido detidos administrativamente para serem ouvidos sobre o crime.
As imagens, feitas pelo celular de uma testemunha, mostram um policial jogando o suspeito rendido de um telhado no Butantã, zona oeste da capital paulista. “É aquela pessoa que é algemada no teto de uma casa, jogada para o local onde estavam os policiais militares aguardando. E ali, ela é executada”, ressaltou o promotor Rogério Zagallo, que acompanha o caso.
(...)
Em 2011, Zagallo pediu o arquivamento de um inquérito sobre um caso em que um policial civil matou um suspeito que teria tentado roubar seu carro. Escreveu: “Bandido que dá tiro para matar tem que tomar tiro para morrer. Lamento que tenha sido apenas um dos rapinantes enviado para o inferno. Fica o conselho ao [policial] Marcos Antônio: melhore sua mira”.
Dois anos depois, numa série de reclamação sobre os protestos, imortalizou seu perfil no Facebook: “Alguém poderia avisar a Tropa de Choque que essa região faz parte do meu Tribunal do Júri e que se eles matarem esses filhos da puta eu arquivarei o inquérito policial”.

Veja também:

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Drone dos EUA mata número 2 do Taleban paquistanês, dizem autoridades

Um ataque de avião teleguiado dos EUA matou o número dois do Taleban paquistanês, Wali-ur-Rehman, na região do Waziristão do Norte, nesta quarta-feira, disseram três autoridades de segurança, no que seria um golpe decisivo na luta contra a militância.


Notícia da Reuters, disponível no UOL

quinta-feira, 23 de maio de 2013

EUA admitem que drones mataram quatro norte-americanos

O governo dos Estados Unidos admitiu formalmente que seus ataques com drones (aviões não-tripulados) no Iêmen e no Paquistão mataram ao menos quatro norte-americanos. Em documento divulgado nesta quarta-feira (22/05) pelo jornal The New York Times, o procurador-geral Eric H. Holder Jr assume a responsabilidade pela morte do clérigo muçulmano Anwar al-Awlaki, em setembro de 2011.


Leia mais no Opera Mundi.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Mortos de Boston são notícia; os das nossas periferias, não


A Comissão da Verdade investiga tortura e assassinatos durante a ditadura militar. Antes tarde do que nunca. A Comissão da Verdade nasceu com mais de 25 anos de atraso. E investiga a responsabilidade de agentes do Estado nos assassinatos durante a ditadura.
 
Isso serve como exemplo. A não ser nos casos previstos em lei, óbvio, mas necessário repetir, é crime um agente do Estado matar. Se o Brasil tivesse investigado os crimes da ditatura -e os seus responsáveis- talvez não vivesse a barbárie que vive hoje.
 
Ótimo que a Comissão esteja investigando os crimes de décadas atrás. Mas cabe uma pergunta: e a tortura sistemática e os assassinatos de hoje? Quando uma nova Comissão da Verdade vai investigar?
 
Quem não sabe que Esquadrões da Morte, quase sempre com policiais fazendo parte, estão matando Brasil afora? São Paulo começou a investigar seu Esquadrão há uma semana. Ali pela região de Osasco, e não apenas. PMs são suspeitos. Mas isso não se restringe a São Paulo.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Esquadrão da morte age em São Paulo; PMs suspeitos


O que já sabia quem é do ramo começa a vir a público depois de mais quatro homicídios na noite da quarta-feira,17, na região de Osasco e Carapicuíba: há um esquadrão da morte operando em várias áreas da capital e da Grande São Paulo. E crescem os indícios de quem seriam, de que corporação seriam os integrantes.
Em entrevista ao SPTV da Tv Globo, o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Maurício Blazeck, afirmou não existirem dúvidas de que quatro assassinatos nos municípios de Osasco e Carapicuiba, na noite da quarta-feira,17, foram praticados “pelas mesmas pessoas”.



terça-feira, 5 de março de 2013

EUA têm base de drones na Arábia Saudita desde 2011


Era um segredo guardado pelos media norte-americanos há quase dois anos, mas o prazo de validade expirou esta semana, com a revelação de um documento confidencial do Departamento de Justiça que justifica o assassínio de cidadãos dos EUA suspeitos de serem "líderes operacionais da Al-Qaeda".
Na sequência da divulgação deste memorando de 16 páginas, pela NBC, o jornal The New York Times decidiu tornar público que os EUA mantêm uma base para o lançamento de ataques com drones (aviões não tripulados) na Arábia Saudita desde 2011.
Num artigo sobre a audição no Senado, esta quinta-feira, do principal conselheiro da Casa Branca para o contraterrorismo, John Brennan – indigitado pelo Presidente Obama para o cargo de director da CIA –, o New York Times revelou que "a CIA começou a construir em segredo uma base dedrones na Arábia Saudita para lançar ataques no Iémen". O primeiro ataque, segundo o jornal, aconteceu a 30 de Setembro de 2011 e teve como alvo Anwar al-Awlaki, um norte-americano nascido no Novo México, formado nas universidades do Colorado e de George Washington, e tido pelos serviços secretos dos EUA como um importante membro da organização terrorista Al-Qaeda. O seu filho de 16 anos de idade e outros dois norte-americanos foram também mortos em ataques distintos, mas as autoridades dos EUA classificam-nos como "baixas resultantes de ataques contra operacionais da Al-Qaeda".
Washington Post confirmou também a existência de uma base de dronesna Arábia Saudita, mas esclareceu que se "absteve de revelar a localização a pedido da Administração", que era conhecida por vários media: "O Postficou a saber na terça-feira à noite que uma outra empresa de notícias estava a planear revelar a localização da base, pondo fim a um acordo informal entre várias empresas de notícias, que tinham conhecimento da localização há mais de um ano."
A revelação de que os EUA têm uma base de drones na Arábia Saudita é particularmente preocupante para a Adminstração Obama. 

Confira no Público.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Nova pornografia


Cheguei a pensar que havia acordado na década errada. Seria fevereiro de 2003? Um documento obtido por um repórter atentava contra a Constituição e a língua inglesa, costurando um arrazoado para assassinar cidadãos americanos no exterior, se considerados um perigo iminente para a segurança americana. Definição de perigo iminente? Confie em nós, povo.
Grandes jornais confessaram que, há um ano, escondem dos leitores, a pedido da Casa Branca, o fato de que há uma base secreta na Arábia Saudita de onde decolam os drones, os aviões sem pilotos comandados por controle remoto. Os drones que matam não só os suspeitos de terrorismo no Paquistão, no Iêmen, na Somália, mas também civis transformados em dano colateral.
Será que ouvi mal ou o candidato da esperança, em 2008, havia prometido o mais transparente governo do novo século, depois de oito anos de abuso do poder executivo?


sábado, 29 de dezembro de 2012

A polícia da ditadura


Reportagem publicada na edição de sexta-feira (28/12) do Estado de S. Paulo, com destaque na primeira página, dá ao fim de ano cores muito sombrias: diz o jornalão que a polícia paulista mata uma pessoa a cada 16 horas, tendo acumulado até novembro passado um total de cadáveres maior do que a mortandade ocorrida em 2006, quando a principal organização criminosa em ação no estado promoveu uma onda de ataques a policiais, instalações oficiais e ônibus.
A reportagem tem números preocupantes: há seis anos, quando a capital paulista e outras cidades foram paralisadas pelos criminosos, 495 pessoas foram mortas em ações policiais. Neste ano, o número de vítimas chegou a 506 até novembro.
O jornal certamente colheu essa estatística ao preparar a retrospectiva do ano que se encerra. Só então seus editores parecem ter despertado para um dos aspectos mais graves da onda de violência que, desde o mês de maio, assusta a população do estado mais rico do país.

Continue lendo no Observatório da Imprensa

terça-feira, 27 de novembro de 2012

São Paulo é negligente no combate à onda de violência, diz Anistia

Autoridades de São Paulo estão falhando em garantir a segurança pública e punir abusos a direitos humanos cometidos por agentes do Estado, afirmou a Anistia Internacional em entrevista exclusiva à BBC Brasil. A afirmação ocorre em meio a uma onda de violência que já resultou nas mortes de mais de 90 policiais desde o início do ano e levou o número de vítimas de assassinatos no Estado para 571 só em outubro.

"Condenamos a negligência do Estado em duas questões: garantir segurança pública ampla e respeitosa e assegurar justiça para as vítimas de violações cometidas por agentes do Estado", afirmou Tim Cahill, pesquisador da Anistia Internacional, especialista em assuntos brasileiros.

A Anistia Internacional citou suspeitas de envolvimento de policiais em homicídios motivados por vingança e disse que tais casos não foram investigados adequadamente "durante muitos anos".


Confira a notícia da BBC Brasil, disponível no UOL.

sábado, 24 de novembro de 2012

A ordem era matar quem foi a Cuba, diz Fonteles

Ao ligar documentos esparsos que encontrou no Arquivo Nacional, o coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Claudio Fonteles, concluiu que havia ordem do regime militar para que militantes de esquerda trocados por diplomatas ou que fugiram para Cuba deveriam ser executados ao retornar ao Brasil.


Confira no blog Poder Online, do IG

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

"Nunca vi algo tão desumano", conta perito ao lembrar Massacre do Carandiru

Naquele 2 de outubro de 1992, uma sexta-feira, quando foi chamado para fazer a perícia no Pavilhão 9, na Casa de Detenção de São Paulo, mais conhecida como Carandiru, o perito Osvaldo Negrini Neto achou que se tratava de um evento de resistência seguida de morte, ou seja, que os detentos haviam morrido em decorrência de confronto com a Polícia Militar, mas logo mudou de ideia.

“Depois percebi que foi um massacre seguido de muitas mortes”, disse o ex-perito, em entrevista à "Agência Brasil". Na época, contou, era perito de uma seção especial do Instituto de Criminalística de São Paulo que analisava exatamente os casos de resistência seguida de morte. Após o episódio, chegou a sofrer ameaças.


Confira a reportagem da Agência Brasil, disponível no UOL Notícias

sábado, 29 de setembro de 2012

Defesa estuda pedir suspensão de júri dos réus do caso do Carandiru

A defesa dos policiais militares, réus no processo do caso do massacre do Carandiru, informou nesta sexta-feira (28) que estuda pedir à Justiça a suspensão do julgamento dos acusados de matar os presos da Casa de Detenção marcado para 28 de janeiro de 2013. De acordo com a advogada Ieda Ribeiro de Souza, ela recebeu com “perplexidade” a decisão do juiz José Augusto Nardy Marzagão em designar a data do júri popular somente para 28 dos 79 réus que ela defende no processo de homicídio. No total, 111 detentos foram mortos no dia 2 de outubro de 1992, quando a Polícia Militar entrou no complexo para conter uma rebelião.


Confira no G1

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Pai manda para a cadeia 5 PMs que mataram seu filho

Na segunda-feira, cinco policiais militares do 14.º Batalhão (Osasco) tiveram prisão temporária decretada por suspeita de executar César Dias de Oliveira e Ricardo Tavares da Silva, ambos de 20 anos, na madrugada de 1.º de julho na zona oeste. O pai de César, Daniel Eustáquio de Oliveira, de 50, não acreditou na versão de "resistência seguida de morte". Pediu licença no trabalho e passou a investigar o caso, dando subsídios para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pedir a prisão dos PMs. Oliveira contou sua história ao jornal O Estado de S.Paulo.




Leia o caso da Agência Estado, disponível no UOL

domingo, 22 de julho de 2012

Todos são suspeitos até que se prove o contrário

Um empresário foi morto após levar dois tiros na cabeça durante uma abordagem policial em um bairro nobre da capital paulista na noite de quarta (18). Um estudante de 19 anos também foi alvejado e morto, nesta quinta, após perseguicão policial na cidade de Santos. Em janeiro, um estudante foi agredido e ficou sob a mira do revólver de um policial militar no campus do Butantã da USP porque não quis mostrar a sua documentação. Neste ano, a PM foi acusada de usar métodos de tortura para desocupar a comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, e a Cracolândia da Luz, na região central de São Paulo. No ano passado, a mesma polícia reprimiu passeatas de jovens que defendiam o debate sobre a descriminalização da maconha com balas de borracha, gás lacrimogênio e bombas de efeito moral. Isso sem contar os que tombam diariamente em bairros pobres, cujas mortes são registradas como “autos de resistência” ao invés de execução.




Confira no Blog do Sakamoto

quarta-feira, 16 de maio de 2012

EUA podem ajudar Brasil a abrir 'caixa de Pandora' do regime militar, diz especialista

Os Estados Unidos devem ajudar o Brasil a abrir a "caixa de Pandora" do seu regime militar, contribuindo com a Comissão da Verdade que inicia os seus trabalhos nesta quarta-feira, disse à BBC Brasil um especialista americano em obter acesso a arquivos confidenciais históricos.

Peter Kornbluh, diretor de documentação sobre o Brasil no National Security Archive (Arquivo Nacional de Segurança), uma organização sem fins lucrativos vinculada à Universidade George Washington, acredita que o Brasil deu um passo histórico com a criação da Comissão, após o qual será impossível retroceder.


Texto da BBC Brasil, disponível no UOL.


Leia também: 


- Comissão da Verdade enfrenta críticas e iniciativa paralela de militares.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Planalto anuncia nomes dos 7 integrantes da Comissão da Verdade

O Palácio do Planalto anunciou nesta quinta-feira sete nomes que vão integrar a Comissão da Verdade, criada para esclarecer violações de direitos humanos durante a ditadura militar. Os nomes serão publicados na edição de amanhã do Diário Oficial da União.
A presidente da República, Dilma Rousseff, convidou pessoalmente cada um dos integrantes durante o dia. Ela vetou todos os nomes ligados a parentes de vítimas da ditadura para que a comissão tenha um trabalho imparcial e equilibrado.
A posse dos membros da comissão será realizada no dia 16 de maio, com a presença dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda não foi escolhido o presidente do grupo.

Quem são os sete integrantes:

José Carlos Dias, ex-ministro da Justiça
Gilson Dipp, ministro do STJ
Rosa Maria Cardoso da Cunha, advogada de Dilma durante a ditadura
Claudio Fonteles, ex-procurador-geral da República
Paulo Sérgio Pinheiro, diplomata
Maria Rita Kehl, professora
José Paulo Cavalcante Filho, jurista


Mais no Terra

quarta-feira, 2 de maio de 2012

“Militantes de esquerda foram incinerados em usina de açúcar”


Cláudio Guerra conta, por exemplo, como incinerou os corpos de dez presos políticos numa usina de açúcar do norte Estado do Rio de Janeiro. Corpos que nunca mais serão encontrados – conforme ele testemunha – de militantes de esquerda que foram torturados barbaramente.
“Em determinado momento da guerra contra os adversários do regime passamos a discutir o que fazer com os corpos dos eliminados na luta clandestina. Estávamos no final de 1973. Precisávamos ter um plano. Embora a imprensa estivesse sob censura, havia resistência interna e no exterior contra os atos clandestinos, a tortura e as mortes.”
Os dez presos incinerados 
-- João Batista e Joaquim Pires Cerveira, presos na Argentina pela equipe do delegado Fleury;
-- Ana Rosa Kucinsk e Wilson Silva, “a mulher apresentava marcas de mordidas pelo corpo, talvez por ter sido violentada sexualmente, e o jovem não tinha as unhas da mão direita”;
-- David Capistrano (“lhe haviam arrancado a mão direita”) , João Massena MelloJosé Roman eLuiz Ignácio Maranhão Filho, dirigentes históricos do PCB;
-- Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira e Eduardo Collier Filho, militantes da Ação Popular Marxista Leninista (APML).


Confira no IG

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Brasil completa um ano de desrespeito à Corte da OEA sobre Guerrilha do Araguaia

Esta semana, vestindo uma camiseta com a foto dos irmãos mortos e desaparecidos, onde se lia a frase "A única luta que se perde é a que se abandona", Laura foi mais uma vez para as ruas cobrar do Estado brasileiro o direito de enterrar seus entes queridos. Ao lado de outros familiares de vítimas da ditadura militar e ex-presos políticos, Laura Petit participou de um ato pelo cumprimento da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA condenando o Brasil a reparar as famílias dos mortos da Guerrilha do Araguaia. Nesta quarta-feira, dia 14 de dezembro, venceu o prazo para que o país cumprisse os doze pontos da sentença, mas praticamente nada saiu do papel até hoje.

Entre as determinações da Corte da Organização dos Estados Americanos estão a investigação e punição dos responsáveis pelas torturas, homicídios e desaparecimentos forçados durante a Guerrilha do Araguaia; a identificação e entrega dos restos mortais dos desaparecidos aos familiares; o acesso, sistematização e publicação de documentos sobre a guerrilha em poder do Estado; e a implementação de programas de educação em direitos humanos permanentes dentro das Forças Armadas. A sentença diz ainda a Lei de Anistia de 1979 está em desacordo com a jurisdição internacional de direitos humanos, pois impede que perpetradores da ditadura sejam julgados, e que o Brasil deveria alterar sua legislação para permitir sua punição.




Confira o texto completo na Agência Carta Maior

sexta-feira, 19 de março de 2010

Medo impede moradores da região do Araguaia de procurar corpos de guerrilheiros, diz procurador

Membros do Ministério Público Federal em Marabá, no Pará, buscam paralelamente ao Ministério da Defesa descobrir o paradeiro de corpos de guerrilheiros que atuaram na região do rio Araguaia na década de 1970. Mas informantes locais evitam apontar pontos de enterros improvisados por medo de represálias, disse nesta quinta-feira (18) o procurador da República Tiago Modesto Rabelo.

Depois de conversar com moradores de Tabocão e de Brejo Grande, a cerca de 90 quilômetros de Marabá, Rabelo afirmou que alguns dos informantes aceitam dizer onde estariam mais corpos de guerrilheiros, mas se recusam a ir ao local. “Tudo que envolve aqueles combatentes e o Exército tem aura de muito mistério, muita repressão na cabeça daquelas pessoas simples”, disse o procurador ao UOL Notícias.

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quinta-feira, 18 de março de 2010

Ossadas que podem ser da guerrilha do Araguaia são encontradas no Pará

Restos humanos que podem ser de um guerrilheiro do Araguaia foram encontrados nesta semana na região conhecida como Tabocão, no de Brejo Grande do Araguaia, a 90 quilômetros de Marabá, no Pará.

A descoberta da ossada foi feita por parentes do guerrilheiro Antônio Teodoro de Castro (que usava o codinome Raul na guerrilha) após um informante, que prefere não se identificar, indicar vários locais onde poderiam estar sepultados guerrilheiros.

Mais na BBC Brasil