domingo, 1 de julho de 2012
Fora do ar “A Voz do Brasil”?
segunda-feira, 28 de março de 2011
Suco de caixinha tem mais açúcar que refrigerante
sábado, 20 de novembro de 2010
A Irlanda como exemplo
Embora poucos agora se recordem, a Irlanda aprovou, antes de todos os demais, um grande pacote de austeridade e contenção de despesas: reduziu em 20% os vencimentos dos funcionários públicos e em 10% os benefícios sociais, além de efetuar cortes em diversos programas de gastos públicos e sociais. Enquanto isso colocou à disposição de bancos quebrados dezenas de bilhões de euros que jogaram às nuvens o déficit e a dívida do Estado.
Ao tomar estas medidas, a Irlanda foi novamente citada como um exemplo a ser seguido por outros países. Os meios de comunicação neoliberais, a Comissão Europeia e – claro – o FMI aplaudiram sua política de austeridade e contenção de gastos frente à crise.
Este último organismo, gabando-se de sua forma desavergonhada de fazer prognósticos econômicos, afirmou, para poder aplaudir as medidas adotadas como se tivessem fundamento, que graças a estas a economia irlandesa cresceria cerca de 1% em 2009.
Sem embargo, seu efeito real foi diverso, como os economistas críticos previam que iria ocorrer, tanto ali como em outros países onde aquelas políticas fossem aplicadas: em 2009, o PIB irlandês, em vez de crescer, baixou 11%.
Confira o texto, oriundo do Rebelión, no blog do Luís Nassif.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Editorial da Carta Maior
Vejam em CARTA MAIOR
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Adeus liberalismo!
Como a crise econômica expõe a ideologia de mercado e seus ideólogos - Realmente, o feitiço virou contra o feiticeiro! Enquanto os órgãos da ideologia liberal tentam dar adeus aos seus grandes críticos, a sua mais importante fonte ideológica – o liberalismo – dá adeus.Realmente, o feitiço virou contra o feiticeiro! Enquanto os órgãos da ideologia liberal (principalmente dos Estados Unidos e da Europa) tentam (desesperadamente e sem nenhum êxito) dar adeus aos seus grandes críticos (como Lênin, por exemplo); a sua mais importante fonte ideológica – o liberalismo – dá (esse sim, mais uma vez) adeus.
Vejam o texto completo no Pravda.Ru