Pessoas mais ricas e de classes elevadas são mais propensas do que as de
renda mais elevada a ter comportamentos antiéticos, revelou um estudo
publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.
A pesquisa,
realizada em sete etapas por psicólogos da Universidade da Califórnia em
Berkeley e da Universidade de Toronto, analisou o comportamento das
pessoas por meio de uma série de experiências.
Motoristas de
carros caros, por exemplo, se mostraram mais propensos a violar as leis
em interseções e a interromper a travessia de pedestres do que os
condutores de automóveis mais baratos.
A notícia da AFP está disponível no UOL Tecnologia.
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Por que nós, economistas, nos equivocamos?
By Alberto Garzón Espinosa ⋅ August 28, 2011
Se há uma profissão verdadeiramente desprestigiada essa é a do economista. E é normal. Cada dia vemos como os economistas inundamos os meios de comunicação com previsões e sisudas análises, muitas delas contraditórias entre si, que depois de um certo tempo demonstram-se profundamente errôneas. É tanto assim que popularmente considera-se que o melhor trabalho do economista é o de predizer o passado. E se às vezes acerta alguma previsão, como se de um ritual se tratasse o economista que averiguou o futuro de alguma forma estranha passa a merecer ser o guru de todos nós. A questão é, por que isto acontece?
As pessoas veem os economistas como cientistas experts em seu campo, o que é certo, mas o que se esquece com facilidade é que este campo é em si mesmo bastante tormentoso. A economia não é uma ciência exata, como a física, e não pode predizer o futuro com a mesma precisão que se poderia predizer o ponto de colisão de um foguete lançado de uma elevação em projeção parabólica e com uma velocidade determinada. Pelo contrário, a economia, como ciência social que é, tem que conformar-se com o estudo de sujeitos sociais cujos comportamentos são, por definição, imprevisíveis. E além disso, com o principal inconveniente de não poder repetir um mesmo experimento, aspecto básico das ciências exatas. Sendo assim, como nós economistas operamos?
Vejam o texto original em PIJU$ ECONOMICUS ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
Se há uma profissão verdadeiramente desprestigiada essa é a do economista. E é normal. Cada dia vemos como os economistas inundamos os meios de comunicação com previsões e sisudas análises, muitas delas contraditórias entre si, que depois de um certo tempo demonstram-se profundamente errôneas. É tanto assim que popularmente considera-se que o melhor trabalho do economista é o de predizer o passado. E se às vezes acerta alguma previsão, como se de um ritual se tratasse o economista que averiguou o futuro de alguma forma estranha passa a merecer ser o guru de todos nós. A questão é, por que isto acontece?
As pessoas veem os economistas como cientistas experts em seu campo, o que é certo, mas o que se esquece com facilidade é que este campo é em si mesmo bastante tormentoso. A economia não é uma ciência exata, como a física, e não pode predizer o futuro com a mesma precisão que se poderia predizer o ponto de colisão de um foguete lançado de uma elevação em projeção parabólica e com uma velocidade determinada. Pelo contrário, a economia, como ciência social que é, tem que conformar-se com o estudo de sujeitos sociais cujos comportamentos são, por definição, imprevisíveis. E além disso, com o principal inconveniente de não poder repetir um mesmo experimento, aspecto básico das ciências exatas. Sendo assim, como nós economistas operamos?
Vejam o texto original em PIJU$ ECONOMICUS ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
terça-feira, 26 de outubro de 2010
TUCANO DE BOCA SUJA E FICHA IDEM INSULTA JORNALISTA NOS BASTIDORES DO DEBATE
O senador eleito por São Paulo e ex-assaltante de trem, Aloysio Nunes Ferreira Filho, do PSDB, demonstrou, com palavras precisas, sua índole democrática e seu espírito conciliador e fraterno. Mal chegara ontem aos estúdios da TV Record, para assistir ao debate entre os presidenciáveis, o amigo de Serra não se pejou em fazer de penico os ouvidos à sua volta. Do alto de sua imanente lhaneza, tascou na lata do repórter João Peres, da Rede Brasil Atual e Revista do Brasil, a seguinte sentença, primor de candura: “Não vou conversar com você, seu pelego filho da puta! Esta revista é bancada pelo PT”.Para ler a reportagem sobre o episódio, clique aqui.
Para saber quem é (ou foi) Aloysio, clique aqui.
Visto no blog CLOACA NEWS
Visto no blog CLOACA NEWS
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Os Dez Mandamentos
Os Mandamentos abaixo elencados têm um denominador comum: todos já foram experimentados e estão sendo aplicados em diversas regiões do mundo, setores ou instâncias de atividade. São iniciativas que deram certo, e cuja generalização, com as devidas adaptações e flexibilidade em função da diversidade planetária, é hoje viável. O artigo é de Ladislau Dowbor.
Ladislau Dowbor
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
segunda-feira, 30 de março de 2009
Lech Walesa ameaça devolver o Nobel e deixar a Polônia
VARSÓVIA (Reuters) - O líder anticomunista polonês Lech Walesa ameaçou na segunda-feira devolver o prêmio Nobel da Paz que recebeu e deixar a Polônia depois que um livro - o segundo em um ano - o acusou de ser informante da polícia secreta durante o antigo regime.
Walesa -- antigo líder do sindicato Solidariedade que derrubou o comunismo na Polônia em 1989 e o primeiro presidente pós-comunista do país, disse estar cansado de se defender contra as acusações de que ele teria cooperado com o regime comunista.
Walesa -- antigo líder do sindicato Solidariedade que derrubou o comunismo na Polônia em 1989 e o primeiro presidente pós-comunista do país, disse estar cansado de se defender contra as acusações de que ele teria cooperado com o regime comunista.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Massacres são cada vez mais frequentes em escolas no mundo ocidental
O fenômeno de atiradores que disparam aleatoriamente foi estudado pela primeira vez por pesquisadores do sudeste asiático, que voltaram a atenção pela primeira vez para jovens do sexo masculino, cujo comportamento psíquico causava estranheza e era caracterizado por imprevisibilidade, agressão gratuita e absoluta predisposição à violência. Característico deste tipo de comportamento é o fato de o atirador ferir e até matar várias pessoas, em princípio sem motivo aparente.
Leia mais aqui na Deutsche Welle.
Leia mais aqui na Deutsche Welle.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Pesquisa mostra o otimismo do brasileiro
CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2009
Resultados de uma pesquisa feita com 17 países revelaram que o brasileiro está entre os mais otimistas do mundo em relação aos efeitos da crise econômica internacional. O levantamento nos 17 países ouviu 16 mil pessoas entre novembro e dezembro de 2008. No Brasil, foi realizado pelo Ibope com 2 mil entrevistas. Os indianos são os líderes, com 39%, seguidos pelo Brasil, com 34%, e pela China, com 27%.
PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2009
Resultados de uma pesquisa feita com 17 países revelaram que o brasileiro está entre os mais otimistas do mundo em relação aos efeitos da crise econômica internacional. O levantamento nos 17 países ouviu 16 mil pessoas entre novembro e dezembro de 2008. No Brasil, foi realizado pelo Ibope com 2 mil entrevistas. Os indianos são os líderes, com 39%, seguidos pelo Brasil, com 34%, e pela China, com 27%.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Vázquez veta legalização do aborto no Uruguai
Marcia Carmo
De Buenos Aires para a BBC Brasil
O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, vetou nesta quinta-feira o artigo que previa a legalização do aborto e fazia parte do projeto da Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva, aprovado pelo Congresso Nacional.
A decisão de Vázquez, que já era esperada, ocorreu dois dias após a votação no Senado e contraria deputados e senadores da base governista Frente Ampla que defenderam a medida.
De Buenos Aires para a BBC Brasil
O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, vetou nesta quinta-feira o artigo que previa a legalização do aborto e fazia parte do projeto da Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva, aprovado pelo Congresso Nacional.
A decisão de Vázquez, que já era esperada, ocorreu dois dias após a votação no Senado e contraria deputados e senadores da base governista Frente Ampla que defenderam a medida.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Un hito más allá de las fronteras uruguayas
Mariana Carbajal, para Página/12
Con el voto unánime de los senadores del Frente Amplio, ayer se aprobó en Uruguay la histórica ley que despenaliza el aborto, aunque la amenaza de veto presidencial pone en riesgo su promulgación.
Con el voto unánime de los senadores del Frente Amplio, ayer se aprobó en Uruguay la histórica ley que despenaliza el aborto, aunque la amenaza de veto presidencial pone en riesgo su promulgación.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
BIENAL
'Os q picharam a Bienal, nao era bem isso, nem mesmo era 1 protesto'
blue bus
"Olá, pessoal! Eu estava na Bienal justamente no momento em que os pichadores iniciaram a açao. Esses cabras nao queriam apenas pichar, protestar, mas vandalizar. É, porque além de picharem, quebraram diversos vidros do pavilhao. A menina que foi presa estava ao meu lado quando foi agarrada pelas seguranças do local. Ela estava tao pilhada, tao agressiva e agitada, que foi difícil segurá-la. Ela dizia - "Vai, coloque a mao em mim, que eu vou à delegacia e te acuso de agressao". Nao ouvi ninguém aplaudindo, mas, sim, correndo e gritando, as pessoas assustadas com a açao dos pichadores - um grupo de aproximadamente 20 adolescentes".
"Aquilo nao foi protesto, ou um tipo de manifestaçao supostamente condizente ao conceito etc, mas foi uma demonstraçao típica de adolescentes agressivos, vazios e problemáticos. Muitos, estou certa, nem sabiam o que estavam fazendo ali. Além do mais, nada, n-a-d-a, justifica a depredaçao que fizeram. Fora uma fotógrafa, sem credencial, que também deu um showzinho histérico quando abordada por um PM. Enfim, foi um festival patético de agressividade gratuita e sem fundamento".
"Por fim, é óbvio, que quem foi à Bienal para realmente apreciar as obras, teve de dar meia-volta, pois barraram o acesso ao piso superior, onde havia a exposiçao. Espero que essa moda ridícula nao pegue!".
27/10 Adriana Hanna
blue bus
"Olá, pessoal! Eu estava na Bienal justamente no momento em que os pichadores iniciaram a açao. Esses cabras nao queriam apenas pichar, protestar, mas vandalizar. É, porque além de picharem, quebraram diversos vidros do pavilhao. A menina que foi presa estava ao meu lado quando foi agarrada pelas seguranças do local. Ela estava tao pilhada, tao agressiva e agitada, que foi difícil segurá-la. Ela dizia - "Vai, coloque a mao em mim, que eu vou à delegacia e te acuso de agressao". Nao ouvi ninguém aplaudindo, mas, sim, correndo e gritando, as pessoas assustadas com a açao dos pichadores - um grupo de aproximadamente 20 adolescentes".
"Aquilo nao foi protesto, ou um tipo de manifestaçao supostamente condizente ao conceito etc, mas foi uma demonstraçao típica de adolescentes agressivos, vazios e problemáticos. Muitos, estou certa, nem sabiam o que estavam fazendo ali. Além do mais, nada, n-a-d-a, justifica a depredaçao que fizeram. Fora uma fotógrafa, sem credencial, que também deu um showzinho histérico quando abordada por um PM. Enfim, foi um festival patético de agressividade gratuita e sem fundamento".
"Por fim, é óbvio, que quem foi à Bienal para realmente apreciar as obras, teve de dar meia-volta, pois barraram o acesso ao piso superior, onde havia a exposiçao. Espero que essa moda ridícula nao pegue!".
27/10 Adriana Hanna
domingo, 19 de outubro de 2008
Brigada Militar usa força para tentar esconder fragilidade política do Governo Yeda
Um efetivo de cerca de 400 policias, fortemente armados e equipados com cachorros, cavalos e motos, foi usado na tarde de quinta-feira 16 para reprimir manifestantes que participavam da 13ª Marcha dos Sem, no centro de Porto Alegre. Mais de 20 trabalhadores ficaram feridos, nove foram conduzidos ao Hospital de Pronto Socorro da capital. Um deles ainda continua hospitalizado. A Marcha dos Sem ocorre anualmente, e nunca na sua história tinha sido reprimida com tamanha violência.
LEIA MAIS AQUI.
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Os governos tucanos e as Polícias
Quinta-feira, dia 16 de outubro. Em São Paulo, milhares de policiais civis, que estão em greve há um mês, fizeram caminhada pacífica para pressionar o governador. José Serra não recebeu os líderes do movimento grevista e colocou a cavalaria e a tropa de choque da PM contra nossos colegas manifestantes. O saldo é de 22 colegas feridos. Em Porto Alegre, o comandante da Brigada Militar, coronel Paulo Mendes, que já avançou contra professores desarmados (um deles deficiente físico), cometeu mais uma de suas investidas contra manifestação pacífica. O lamentável episódio deu-se durante a Marcha dos Sem, que acontece há 13 anos. Governos tucanos de São Paulo e do Rio Grande do Sul, além de pagarem os piores salários do Brasil aos seus policiais, parecem não entender qual é o papel constitucional das polícias.
Já é passada a hora de o comandante da Brigada Militar sofrer repreensão pública dos segmentos que zelam pela democracia no Rio Grande do Sul – inclusive dos editoriais da imprensa gaúcha. “Não importa se as pessoas concordam ou discordam das reivindicações do professores gaúchos, dos policiais paulistas ou da Marcha dos Sem. Importa saber que todos têm o direito de manifestação pacífica e os comandos das Polícias Militares de São Paulo e do Rio Grande do Sul têm que respeitar esse direito. O comandante da Brigada Militar, antes de obedecer aos desmandos da governadora Yeda Crusius, tem o dever de respeitar a Constituição Federal. Eu testemunhei o que aconteceu e a postura do comando da Brigada é condenável”, avalia o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz.
LEIA A ÍNTEGRA AQUI.
LEIA TAMBÉM RS URGENTE.
Já é passada a hora de o comandante da Brigada Militar sofrer repreensão pública dos segmentos que zelam pela democracia no Rio Grande do Sul – inclusive dos editoriais da imprensa gaúcha. “Não importa se as pessoas concordam ou discordam das reivindicações do professores gaúchos, dos policiais paulistas ou da Marcha dos Sem. Importa saber que todos têm o direito de manifestação pacífica e os comandos das Polícias Militares de São Paulo e do Rio Grande do Sul têm que respeitar esse direito. O comandante da Brigada Militar, antes de obedecer aos desmandos da governadora Yeda Crusius, tem o dever de respeitar a Constituição Federal. Eu testemunhei o que aconteceu e a postura do comando da Brigada é condenável”, avalia o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz.
LEIA A ÍNTEGRA AQUI.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A polícia mais violenta
Naciones Unidas denunciará ante el Consejo de DD.HH. que la fuerza brasileña cometió una "significativa parte de todos los asesinatos".
A Q U I.
A Q U I.
Corrupção é prática tradicional na Siemens
Documentos datados da década de 1950 mostram que o "caixa dois" já era prática corrente nos negócios da empresa fora do país. Sem subornos, afirmava antigo presidente, "não há comércio exterior".
LEIA MAIS.
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domingo, 17 de agosto de 2008
Professores poderão dar aula armados em escola do Texas
Professores de um distrito no Estado americano do Texas obtiveram permissão para levar armas para a sala de aula no próximo ano letivo, que começa ainda este mês, no que pode ser o primeiro caso do tipo.
LEIA A ÍNTEGRA.
LEIA A ÍNTEGRA.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Estudo | A violência domestica cresce quando o time inglês vence
BLUE BUS:
A Euro Copa começa no sábado e médicos europeus estao divulgando numeros e informaçoes que alertam os torcedores sobre os riscos de assistir a um jogo de futebol. Falam em aumento do numero de ligaçoes para os serviços de emergência, problemas cardíacos, violência doméstica, brigas, motoristas bêbados, depressao, pessoas que ferem a si mesmas e até suicidio. Se o jogo é muito importante, o risco aumenta, diz a Clinica da Universidade de Munique, na Alemanha. Durante a Copa de 2006, o numero de episodios de problemas cardiacos mais que triplicou entre os homens e dobrou entre as mulheres. Na Inglaterra, o Governo alerta que os casos de maridos batendo nas mulheres aumentaram nos dias de jogos da seleçao nacional, durante a ultima Copa do Mundo - 31% acima do normal. Ao contrario do que se poderia imaginar, a violência domestica cresce quando o time inglês vence, diz a Cardiff University Wales. Noticia da France Presse. 02/06 Blue Bus
A Euro Copa começa no sábado e médicos europeus estao divulgando numeros e informaçoes que alertam os torcedores sobre os riscos de assistir a um jogo de futebol. Falam em aumento do numero de ligaçoes para os serviços de emergência, problemas cardíacos, violência doméstica, brigas, motoristas bêbados, depressao, pessoas que ferem a si mesmas e até suicidio. Se o jogo é muito importante, o risco aumenta, diz a Clinica da Universidade de Munique, na Alemanha. Durante a Copa de 2006, o numero de episodios de problemas cardiacos mais que triplicou entre os homens e dobrou entre as mulheres. Na Inglaterra, o Governo alerta que os casos de maridos batendo nas mulheres aumentaram nos dias de jogos da seleçao nacional, durante a ultima Copa do Mundo - 31% acima do normal. Ao contrario do que se poderia imaginar, a violência domestica cresce quando o time inglês vence, diz a Cardiff University Wales. Noticia da France Presse. 02/06 Blue Bus
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Funcionários de templo na Índia ganham direito de usar cuecas
Jyotsna Singh
De Nova Déli para BBC News
Depois de 10 anos de proibição, 200 funcionários de um templo hindu no Estado de Kerala, no sul da Índia, poderão usar cuecas durante o turno de trabalho.
PARA LER MAI CLIQUE NO TÍTULO.
De Nova Déli para BBC News
Depois de 10 anos de proibição, 200 funcionários de um templo hindu no Estado de Kerala, no sul da Índia, poderão usar cuecas durante o turno de trabalho.
PARA LER MAI CLIQUE NO TÍTULO.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Iglesia pide más terremotos en China
CRÍTICA DIGITAL:
La Westboro Baptist Church, de Estados Unidos publicó el pasado 13 de mayo en su diario, WBC Chronicles, que era una bendición de Dios la muerte de más de 40.000 chinos, víctima del terremoto que sacudió a ese país.
En ese escrito, que se distribuye entre sus fieles, se leía: “Gracias Dios por el Gran Terremoto Asesino que mandaste para matar a millones de rebeldes chinos de corazones de piedra anti Dios. Nuestra plegaria es para que más terremotos maten millones de desagradecidos chinos. Por siglos estos viles ingratos orientales han despreciado a Dios, escupiendo en su cara. Ahora, el Día del Juicio ha llegado, cuando todos deben saludar temerosos a Jesucristo (aunque besen humildemente a su hijo). Ahora.
‘En el nombre de Jesús deben arrodillarse e inclinarse. Y que cada lengua pueda confesar que Jesucristo es el Señor, a la gloria de Dios Padre’. Dios Odia a China”
PARA LER MAIS, CLICAR NO TÍTULO DESTA.
La Westboro Baptist Church, de Estados Unidos publicó el pasado 13 de mayo en su diario, WBC Chronicles, que era una bendición de Dios la muerte de más de 40.000 chinos, víctima del terremoto que sacudió a ese país.
En ese escrito, que se distribuye entre sus fieles, se leía: “Gracias Dios por el Gran Terremoto Asesino que mandaste para matar a millones de rebeldes chinos de corazones de piedra anti Dios. Nuestra plegaria es para que más terremotos maten millones de desagradecidos chinos. Por siglos estos viles ingratos orientales han despreciado a Dios, escupiendo en su cara. Ahora, el Día del Juicio ha llegado, cuando todos deben saludar temerosos a Jesucristo (aunque besen humildemente a su hijo). Ahora.
‘En el nombre de Jesús deben arrodillarse e inclinarse. Y que cada lengua pueda confesar que Jesucristo es el Señor, a la gloria de Dios Padre’. Dios Odia a China”
PARA LER MAIS, CLICAR NO TÍTULO DESTA.
sábado, 17 de maio de 2008
El show tiene que empezar
CRÍTICA DE ARGENTINA:
Los/las travestis safadinhas de ronaldo filmarán una porno
Sólo se necesita una dosis de bizarría y de morbosidad para alcanzar los 15 minutos de fama. Otros casos: la valijera de Antonini y la amante del presidente del Senado brasileño, a Playboy. Belén Téllez a Bailando... y Jessica Almada, desnuda, a Interviú.
PARA LER MAIS, CLIQUE NO TÍTULO DESTA POSTAGEM.
Los/las travestis safadinhas de ronaldo filmarán una porno
Sólo se necesita una dosis de bizarría y de morbosidad para alcanzar los 15 minutos de fama. Otros casos: la valijera de Antonini y la amante del presidente del Senado brasileño, a Playboy. Belén Téllez a Bailando... y Jessica Almada, desnuda, a Interviú.
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sexta-feira, 7 de março de 2008
Chamem a juíza Karam!!!
IVANA BENTES, PARA CARTA CAPITAL:
Assistir Meu Nome Não é Johnny depois de Tropa de Elite é ótimo para perceber os discursos estéticos e políticos que atravessam os filmes e seus personagens frente a questão das drogas e da violência: de um lado o mais novo herói brasileiro, o garoto propaganda da cerveja turbinado como Capitão Nascimento e defendendo a “moral da tropa”, a “boa” policia que destila ódio e ressentimento contra Ongs de “menininhas bonitas bem intencionadas”, demoniza jovens que fumam maconha (“quantas crianças vão para o tráfico para esse cara fumar um baseado”) , e rotula todos com a mesma insígnia de “inimigos públicos número 1”: consumidores, traficantes, policia corrupta, ongs, todos merecem um “corretivo” dos camisas-preta.
O filme e o personagem não criam nenhuma brecha para qualquer questionamento, a ação arrasta o espectador para um discurso regressivo e vingativo, bastante popular, de culpabilização, moralismo e terror, sintetizados na cena em que o Capitão Nascimento, enfia a cara de um consumidor num cadáver ensangüentado berrando “veado, maconheiro é você que financia essa merda!!!”
O prazer, o gozo regressivo do personagem em estado de excitação vai produzindo uma comoção fácil na platéia, a verdade da fúria santa e da “indignação”, o mesmo tipo de denuncismo e indignados que a mídia não cessa de repercutir e incensar, com a propagação de idéias e slogans simplórios, “contra a corrupção”, “contra dar dinheiro aos pobres”, contra qualquer política que crie uma real ruptura no estado das coisas.
Narrados na primeira pessoa, os dois filmes constroem uma identificação imediata, cinematográfica, entre o espectador e os personagens-narradores a partir desses momentos de catarse. O Capitão Nascimento excitando nosso devir-fascista, com sua “expertise”, frases-feitas, camisa-preta e apologia da tortura, do extermínio e celebração da morte. Ou seja, o terror de Estado legitimado cinematograficamente e socialmente. E, de outro lado, o narrador-experimentador, João Estrela, também falando na primeira pessoa do singular e partilhando seu devir-consumidor, devir-traficante, devir-família, devir-presidiário, devir-careta, sem que nada disso seja “incompossível”, nem tenha que ser demonizado e negado.
A primeira vítima da narrativa de Tropa da Elite é portando o espectador, tornado refém da lógica do Capitão Nascimento e de Matias, aspirante a Capitão, que só têm um devir: virarem assassinos fardados e arrastar o espectador no gozo regressivo da repressão, da tortura, e da infantilização, o Bope é o “bicho papão” de preto e caveira, fantasia carnavalesca que as crianças adotaram no Rio de Janeiro, “e que vai pegar você”.
O filme cola nesse discurso de tal forma que é impossível não querer o que ele quer e não justificar suas ações. O espectador se torna refém. Não é coincidência que o símbolo do Bope é a mesma caveira-símbolo dos esquadrões da morte. A pulsão de morte e a adrenalina, o gozo imperativo e soberano em ver, infligir e se expor a violência está presente em todo o cinema de ação comercial, numa regressão planetária que reafirma a "autoridade absoluta", o poder que normalizaria o caos e regraria a catástrofe, mesmo que utilize para isso a violência e arbitrariedade máximas. Toda a ideologia Bush, anti-terrorista, cabe aí. É o mesmíssimo discurso! A guerra infinita, a guerra total permanente.
O dualismo e pragmatismo do personagem do Capitão se repetem em cenas catárticas em que esculacha e sufoca com um saco plástico gosmento de sangue um garoto do tráfico, chutado, espancado, torturado, para passar mais informações. O filme justifica a tortura da “boa” policia como parte de sua expertise e eficiência. A tortura é apenas mais uma “tecnologia”, como o Caveirão, totalmente justificada, “moralmente” e cinematograficamente, como num “institucional do Bope”, como já disseram.
Meu nome não é Johnny aposta num anti-Capitão Nascimento, um anti-herói hedonista e sedutor, “no stress”, que cheira para se divertir, para amar, sem deixar de ser afetuoso, família, amigo, amante. A figura não-clichê de João Estrela sugere que o pressuposto de “um mundo sem drogas” é no mínimo hipócrita, e não leva em consideração a cultura e o desejo humano e um componente importante no cenário contemporânea, o risco assumido e livre. Como a gordura trans e o álcool, qualquer droga seria um “direito” do consumidor contemporâneo. Por que não?
É sabido que o consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social, é uma decisão, um risco individual. O consumo de drogas não seria menos epidêmico e arriscado que o consumo de gorduras, aditivos cancerígenos, miríades de estimulantes, calmantes, excitantes e no máximo poderia ser um caso de saúde pública, não um caso de polícia se não houvesse a ilegalidade na produção e consumo.
É a ilegalidade e o proibicionismo que levam a criação de sistemas violentos para assegurar a produção e comércio das drogas. Grupos armados e para-militares para assegurar a produção e venda e defender o negócio da polícia e de outros concorrentes, acertos de contas internos, zonas de controle de territórios pela violência armada, corrupção, subornos, assassinatos para assegurar a lavagem de dinheiro, cultura da delação e da traição, delação premiada, produzindo ódio, desconfiança e vingança generalizados.
Sobre a legalização das drogas, o Capitão Nascimento age como uma toupeira. Essa hipótese não existe para o personagem, nem para o filme, dramaturgicamente. Em Meu Nome não é Johnny a questão aparece de forma mais interessante e complexa, mas não faz parte do mundo mental ou social dos personagens.
As hipóteses e explicações nos filmes patinam em clichês já sabidos (mas não custa repetir, Meu Nome não é Johnny é muito mais sofisticado e sutil).
Afinal, por quê não circulam outros discursos sobre as drogas, como os da juíza de direito Maria Lúcia Karam ou do advogado carioca André Barros, que defendem e militam pela descriminalização, a medicalização e a legalização das drogas, com avanços gradativos?
O usuário podendo fazer uso de consumo individual, freqüentar salas de consumo, ter acompanhamento médico e controle da qualidade do produto, até chegarmos a legalização e controle do comércio de drogas, seja por empresas privadas ou pelo estado.
Legalizar, defende a juíza, é quebrar o ciclo da violência das armas, da corrupção (da policia, de políticos, de empresários), da guetificação da violência e da repressão policial infringida às favelas e aos pobres, do uso e extermínio da mão de obra infantil e de jovens, da degradação da saúde, através do uso seguro, é romper um ciclo vicioso de violência já instalado.
Legalizar é acabar com a hipocrisia e combater a violência extrema e o regime de exceção e arbitrariedade legitimados pelo Estado, pela polícia, pela sociedade-anti-pobres e pelo tráfico, sócios na produção da atual barbárie.
Nem corrupção, nem omissão, nem guerra. A questão é de guerrilha, é não ficar refém do Capitão Nascimento, é minar os clichês e discursos conservadores. Chega de vingança regressiva, chamem a juíza Karam!
Assistir Meu Nome Não é Johnny depois de Tropa de Elite é ótimo para perceber os discursos estéticos e políticos que atravessam os filmes e seus personagens frente a questão das drogas e da violência: de um lado o mais novo herói brasileiro, o garoto propaganda da cerveja turbinado como Capitão Nascimento e defendendo a “moral da tropa”, a “boa” policia que destila ódio e ressentimento contra Ongs de “menininhas bonitas bem intencionadas”, demoniza jovens que fumam maconha (“quantas crianças vão para o tráfico para esse cara fumar um baseado”) , e rotula todos com a mesma insígnia de “inimigos públicos número 1”: consumidores, traficantes, policia corrupta, ongs, todos merecem um “corretivo” dos camisas-preta.
O filme e o personagem não criam nenhuma brecha para qualquer questionamento, a ação arrasta o espectador para um discurso regressivo e vingativo, bastante popular, de culpabilização, moralismo e terror, sintetizados na cena em que o Capitão Nascimento, enfia a cara de um consumidor num cadáver ensangüentado berrando “veado, maconheiro é você que financia essa merda!!!”
O prazer, o gozo regressivo do personagem em estado de excitação vai produzindo uma comoção fácil na platéia, a verdade da fúria santa e da “indignação”, o mesmo tipo de denuncismo e indignados que a mídia não cessa de repercutir e incensar, com a propagação de idéias e slogans simplórios, “contra a corrupção”, “contra dar dinheiro aos pobres”, contra qualquer política que crie uma real ruptura no estado das coisas.
Narrados na primeira pessoa, os dois filmes constroem uma identificação imediata, cinematográfica, entre o espectador e os personagens-narradores a partir desses momentos de catarse. O Capitão Nascimento excitando nosso devir-fascista, com sua “expertise”, frases-feitas, camisa-preta e apologia da tortura, do extermínio e celebração da morte. Ou seja, o terror de Estado legitimado cinematograficamente e socialmente. E, de outro lado, o narrador-experimentador, João Estrela, também falando na primeira pessoa do singular e partilhando seu devir-consumidor, devir-traficante, devir-família, devir-presidiário, devir-careta, sem que nada disso seja “incompossível”, nem tenha que ser demonizado e negado.
A primeira vítima da narrativa de Tropa da Elite é portando o espectador, tornado refém da lógica do Capitão Nascimento e de Matias, aspirante a Capitão, que só têm um devir: virarem assassinos fardados e arrastar o espectador no gozo regressivo da repressão, da tortura, e da infantilização, o Bope é o “bicho papão” de preto e caveira, fantasia carnavalesca que as crianças adotaram no Rio de Janeiro, “e que vai pegar você”.
O filme cola nesse discurso de tal forma que é impossível não querer o que ele quer e não justificar suas ações. O espectador se torna refém. Não é coincidência que o símbolo do Bope é a mesma caveira-símbolo dos esquadrões da morte. A pulsão de morte e a adrenalina, o gozo imperativo e soberano em ver, infligir e se expor a violência está presente em todo o cinema de ação comercial, numa regressão planetária que reafirma a "autoridade absoluta", o poder que normalizaria o caos e regraria a catástrofe, mesmo que utilize para isso a violência e arbitrariedade máximas. Toda a ideologia Bush, anti-terrorista, cabe aí. É o mesmíssimo discurso! A guerra infinita, a guerra total permanente.
O dualismo e pragmatismo do personagem do Capitão se repetem em cenas catárticas em que esculacha e sufoca com um saco plástico gosmento de sangue um garoto do tráfico, chutado, espancado, torturado, para passar mais informações. O filme justifica a tortura da “boa” policia como parte de sua expertise e eficiência. A tortura é apenas mais uma “tecnologia”, como o Caveirão, totalmente justificada, “moralmente” e cinematograficamente, como num “institucional do Bope”, como já disseram.
Meu nome não é Johnny aposta num anti-Capitão Nascimento, um anti-herói hedonista e sedutor, “no stress”, que cheira para se divertir, para amar, sem deixar de ser afetuoso, família, amigo, amante. A figura não-clichê de João Estrela sugere que o pressuposto de “um mundo sem drogas” é no mínimo hipócrita, e não leva em consideração a cultura e o desejo humano e um componente importante no cenário contemporânea, o risco assumido e livre. Como a gordura trans e o álcool, qualquer droga seria um “direito” do consumidor contemporâneo. Por que não?
É sabido que o consumo de drogas não fere nem ameaça a rede social, é uma decisão, um risco individual. O consumo de drogas não seria menos epidêmico e arriscado que o consumo de gorduras, aditivos cancerígenos, miríades de estimulantes, calmantes, excitantes e no máximo poderia ser um caso de saúde pública, não um caso de polícia se não houvesse a ilegalidade na produção e consumo.
É a ilegalidade e o proibicionismo que levam a criação de sistemas violentos para assegurar a produção e comércio das drogas. Grupos armados e para-militares para assegurar a produção e venda e defender o negócio da polícia e de outros concorrentes, acertos de contas internos, zonas de controle de territórios pela violência armada, corrupção, subornos, assassinatos para assegurar a lavagem de dinheiro, cultura da delação e da traição, delação premiada, produzindo ódio, desconfiança e vingança generalizados.
Sobre a legalização das drogas, o Capitão Nascimento age como uma toupeira. Essa hipótese não existe para o personagem, nem para o filme, dramaturgicamente. Em Meu Nome não é Johnny a questão aparece de forma mais interessante e complexa, mas não faz parte do mundo mental ou social dos personagens.
As hipóteses e explicações nos filmes patinam em clichês já sabidos (mas não custa repetir, Meu Nome não é Johnny é muito mais sofisticado e sutil).
Afinal, por quê não circulam outros discursos sobre as drogas, como os da juíza de direito Maria Lúcia Karam ou do advogado carioca André Barros, que defendem e militam pela descriminalização, a medicalização e a legalização das drogas, com avanços gradativos?
O usuário podendo fazer uso de consumo individual, freqüentar salas de consumo, ter acompanhamento médico e controle da qualidade do produto, até chegarmos a legalização e controle do comércio de drogas, seja por empresas privadas ou pelo estado.
Legalizar, defende a juíza, é quebrar o ciclo da violência das armas, da corrupção (da policia, de políticos, de empresários), da guetificação da violência e da repressão policial infringida às favelas e aos pobres, do uso e extermínio da mão de obra infantil e de jovens, da degradação da saúde, através do uso seguro, é romper um ciclo vicioso de violência já instalado.
Legalizar é acabar com a hipocrisia e combater a violência extrema e o regime de exceção e arbitrariedade legitimados pelo Estado, pela polícia, pela sociedade-anti-pobres e pelo tráfico, sócios na produção da atual barbárie.
Nem corrupção, nem omissão, nem guerra. A questão é de guerrilha, é não ficar refém do Capitão Nascimento, é minar os clichês e discursos conservadores. Chega de vingança regressiva, chamem a juíza Karam!
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