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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Monsanto, além da justiça

 Mauro Santayana

Agricultores brasileiros, também cúmplices da agressão química contra a natureza, estão em litígio contra a Monsanto, que lhes cobrou royalties pelo uso de uma tecnologia cuja patente expirou em 2010, de acordo com a legislação brasileira. As leis nacionais estabelecem que o início da vigência de uma patente é a data de  seu primeiro registro. A Monsanto invoca a legislação norte-americana, pela qual a patente passa a vigorar a partir de seu último registro. Como sempre há maquiagem dos processos tecnológicos, a patente não expira jamais.

Vejam o artigo completo no JORNAL DO BRASIL

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Brasil contabiliza mais de 180 pedidos de patentes em nanobiotecnologia

Estudo divulgado nesta semana pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) apontou que entre 2000 e 2008 foram contabilizados 186 pedidos de patentes publicados no Brasil em nanobiotecnologia. 

Vejam mais em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O lado 1.0 do Facebook

O mundo 2.0 tem por baixo uma filosofia, ou várias, do compartilhamento humano, da comunicação horizontal, do questionamento dos direitos autorais no modelo da Idade Mídia.

Da valorização e do afinamento entre o que se diz e o que se faz.

É uma herança do mundo hippie/socialista/igualitário/meritocrático/empreendedor (Leiam Castells "Sociedade em Rede"), que deu na indústria do computador, na rede e nos projetos inovadores, como o Google, o Facebook e o Twitter.

Os caras entraram no mercado, mas deveriam manter uma atitude coerente com a filosofia que propagam em seus projetos.

Mas não.

Isso é papo de folder!

O Facebook resolveu processar um site de professores, que trocam material de sala de aula, por ter usado o nome Book.


Também forçou o PlaceBook, site de viagens, a alterar seu nome para TripTrace no final de agosto.

Não satisfeito, quer ser o dono da palavra Face na Internet para projetos de rede social.

Pera aí!


Confira o texto completo no IMasters.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Microsoft (mais uma vez) condenada por pirataria

A Microsoft, uma empresa que adora acusar o movimento de software livre e os usuários Linux de desrespeitar patentes, acaba de ter a sua condenação por pirataria reafirmada por uma corte de apelação nos EUA, neste dia 16 de novembro. A maior ironia no caso é que a empresa de Bill Gates pirateou exatamente o sistema anti-pirataria que ela utiliza no Windows XP e no MS Office. A empresa foi acusada de desrespeitar os direitos de patente da empresa Z4, uma pequena empresa do estado de Michigan.

Juntamente com a Microsoft foi condenada também a empresa Autodesk, pelo uso do mesmo sistema no AutoCAD. As empresas foram multadas em US$ 160 milhões, um aumento da penalização em mais de US$ 25 milhões em relação à condenação inicial de abril do corrente ano.

Esta é a terceira maior multa a ser paga pela empresa por ações judiciais que a condenaram por pirataria. Por outro lado, suas alegações de que o Linux estaria desrespeitando seus direitos de patente NUNCA foram objetivamente sequer formulados.


A notícia continua no UnderLinux.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Microsoft versus União Européia: Patentes

Veredito da União Européia que pune Microsoft por monopólio abusivo terá pouca eficácia, segundo a FFII (Fundação para uma Infraestrutura de Informação Livre). Microsoft pode evitar competição utilizando patentes de algoritmos.
O Presidente da FFII, Pieter Hintjens, explica: "A decisão parece positiva mas está cinco anos defasada. Durante esse tempo, Microsoft tem feito lobby por patentes de software na Europa e obteve patentes sobre muitos conceitos triviais. Ela tem acusado Linux de violação de patentes, colocado 'bombas-relógio' em formatos e interfaces, e tornado o medo de patentes numa parte central de sua estratégia de negócios. Ela irá agora abrir seus formatos, porque isso a leva a expandir ainda mais sua franchise de patentes."

Em inglês:
No sítio FFII
Em espanhol:
No sítio Rebelión

N.E. Patentes "de software" não são legalmente sólidas na União Européia assim como no Brasil (diferentemente dos EUA). LEIA MAIS...

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Franco-brasileira Mandriva rejeita acordo com Microsoft

A franco-brasileira Mandriva, resultado da conexão com a francesa Mandrake e a brasileira Conectiva, e dona de uma distribuição Linux, se juntou a outras empresas que mantém versões próprias do popular sistema de código aberto e rejeitou um acordo sobre patentes com a Microsoft.
[...]
É que a Microsoft alega que aplicações de código aberto (que podem ser modificadas por programadores) infringem centenas de suas patentes, embora não tenha explicitado publicamente quais até hoje.
LEIA AQUI

terça-feira, 12 de junho de 2007

Mark Shuttleworth compartilha seu ponto de vista: Microsoft pratica extorsão baseada em patentes contra o mercado

Mark Shuttleworth compartilha seu ponto de vista: "Microsoft pratica extorsão baseada em patentes contra o mercado".
Mark Shuttleworth é fundador de uma das mais populares distribuições do sistema operacional Linux, o Ubuntu.
Mais sobre isso no sítio do BR-Linux.