Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de junho de 2011

Ricardo Kotscho: defesa de Palocci na TV Globo é um desastre

Se já estava insustentável, a situação de Antonio Palocci, ministro-chefe da Casa Civil, ficou ainda pior, depois que ele quebrou, nesta sexta-feira (3), por determinação da presidente Dilma Rousseff, o silêncio sobre as acusações de enriquecimento ilícito que pesavam contra ele.

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho

Palocci, finalmente, falou nesta sexta-feira, como antecipamos ontem à noite aqui no Balaio, mas não convenceu ninguém, que eu saiba. O caminho que ele escolheu – dar uma entrevista exclusiva ao Jornal Nacional da TV Globo – foi um completo desastre.

Não por culpa do repórter Júlio Mosquera, que cumpriu seu papel, e fez todas as perguntas que todos nós gostaríamos de lhe fazer, mas pelas respostas evasivas de Palocci, que não explicou nada. O ministro foi muito mal preparado pelos profissionais do midia training que ele contratou. A meu ver, não convenceu ninguém da sua inocência, nada explicou, só fugiu das perguntas.

Vejam mais no PORTAL VERMELHO

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dilma Jane: “Tentaram ganhar na base da calúnia, mas não pegou”

Passada as eleições o jornal O Globo "descobre" o lado humano e familiar da presidente eleita Dilma Rousseff, e entrevistou por telefone a mãe dela, Dilma Jane, de Belo Horizonte.

Ao atender o telefonema e ao ser perguntada se era dona Dilma que estava falando, respondeu de pronto: “É a Dilma Rousseff. A verdadeira Dilma Rousseff sou eu, a Dilminha é Dilma Vana”.

Globo – Dilma lhe deu muita preocupação?
Dilma Jane - Dilminha nunca me deu trabalho. Toda filha escuta a mãe. Só não escuta mais quando não precisa. As preocupações começaram quando ela foi defender o país contra a ditadura. Eu não sabia de nada. Só fiquei sabendo quando ela foi presa. Nunca falei nem pedi para ela deixar de fazer as coisas dela. Quando descobri, ela estava naquilo e presa.

Vejam mais no blog OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA

domingo, 2 de maio de 2010

ZÉ SERRA, O JUSTICEIRO


Recife (PE) - Para comentar a entrevista de José Serra ao apresentador José Datena, melhor seria narrar o gênero de instigadores de violência em programas policiais na tevê. Para os limites desta coluna, falemos então do estilo desse indivíduo alto, gordo, cheio de certezas da classe média, mais conhecido por José Luiz Datena. Corajoso por roteiro, o que vale dizer, fanfarrão o tempo todo, Datena fala alto, grosso, raro deixa o entrevistado falar. O diabo é que, nesse particular, ele sofre do estrelismo de quase todos entrevistadores da televisão, que sempre sabem mais que o entrevistado. Jamais compreenderão que o brilho é da entrevista.

Mas vamos ao que interessa.

O estilo Datena de apresentação do programa na tevê é o velhíssimo estilo de programas policiais: ele transforma todo público em cães raivosos. “Ah se eu te pego”, é conduzido a dizer para si o mais pacato telespectador. Datena usa ao limite do abuso o recurso da narração nas imagens. Ele faz ver o que os olhos não veem. Se me entendem, ele põe molduras, percepções arbitrárias nas pessoas, ora pessoas!, nos bandidos. Se o miserável sorri, ele pontua: “olha o cinismo dele, olha a frieza do marginal”. Mas se o miserável chora, “esse cara num tá chorando, é tudo mentira, é um canalha”. Datena transforma pessoas em feras, tanto as do lado de lá da tela, quanto as do lado de cá, que o veem. Datena detona. No seu comum, o apresentador, com o à vontade dos ignorantes, exibe "reportagens" que, não bastassem a violência dos crimes, são envenenadas por ele, que insinua, induz e leva todos à conclusão, “bandido tem que ser morto”.

Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO

sexta-feira, 12 de março de 2010

Para jornal israelense, presidente brasileiro é o “profeta do diálogo”

O jornal israelense Haaretz publicou nesta sexta-feira (12/3) ampla reportagem sobre a entrevista que fez com o presidente Lula em Brasília no início da semana, tratando de dois temas centrais: as negociações de paz no Oriente Médio e o programa nuclear do Irã.

Sob o título “Profeta do diálogo”, o texto que ocupa o alto da primeira página do caderno de fim de semana – e está na capa da edição online do jornal - afirma que o presidente brasileiro está convicto de que é possível obter sucesso na solução de conflitos por meio do diálogo.

(...)

Ao ser perguntado pelo jornalista se teria o mesmo diálogo com Adolph Hitler se estivesse no poder entre 1938/39, Lula foi enfático: quem faz tal comparação da Alemanha nazista com o Irã de hoje, está tendo o mesmo comportamento radical que acha que o Irã tem.

Vejam a entrevista no BLOG DO PLANALTO


domingo, 15 de fevereiro de 2009

Itália insulta o Brasil no caso Battisti, diz filósofo italiano Toni Negri

UOL - Como o senhor vê a posição da Itália no caso Battisti?

Antonio Negri - A posição italiana é uma posição muito complexa. Com se sabe, o governo italiano é um governo de direita e é um governo que, depois de 30 anos, retomou a perseguição das pessoas que se refugiaram no exterior depois o final dos anos 70, depois do final dos anos nos quais na Itália houve um forte movimento de transformação, de rebelião. E portanto o governo italiano retoma hoje uma campanha pela recuperação destas pessoas. Em particular, tentou fazê-lo com a França, para conseguir a extradição de Marina Petrella [condenada por subversão pela justiça italiana] e não conseguiu porque o governo francês, a presidência francesa [Nicolas Sarkozy], impediu. Neste ponto, aparece em um momento exemplar o caso Battisti.

Entrevista completa no UOL Notícias.