Mostrando postagens com marcador ditadura militar chilena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ditadura militar chilena. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de dezembro de 2012

Militares são processados pelo assassinato do cantor chileno Víctor Jara

Sete ex-oficiais do exército chileno serão julgados pelo assassinato do cantor Víctor Jara, morto em 16 de setembro de 1973, logo após o golpe de Estado encabeçado pelo ditador Augusto Pinochet. A decisão do juiz especial Miguel Vásquez, da Corte de Apelações de Santiago, envolve oficiais que estavam encarregados das centenas de prisioneiros confinados no Estádio Nacional, na capital chilena.


Confira no Opera Mundi

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Os generais civis do golpe de Estado

AGUSTIN Edwards: pediu aos EEUU
que implementasse um golpe militar no Chile.
Não parece explorado a fundo o papel que os civis tiveram na conspiração que ao longo de mais de três anos culminou com o golpe militar de setembro de 1973, quando se abriu a porta a uma ditadura que mudou profundamente o Chile. Os "generais civis" não hesitaram em produzir o caos e, em seguida, respaldar sem maiores escrúpulos as atrocidades selvagens que se prolongaram dezessete anos. Muitos deles se enriqueceram e até hoje se esquivam de responsabilidades e vergonhas. Engendraram para empurrar os militares e para executar a política que mais convinha aos interesses da oligarquia.
À cabeça da conspiração esteve Agustín Edwards Eastman, então diretor proprietário do grupo El Mercurio e cabeça de um grupo econômico. Edwards sofreu uma verdadeira comoção pelo triunfo de Salvador Allende e a derrota do candidato de direita, Jorge Alessandri. Havia acreditado nas pesquisas e nas opiniões de Edward Korry, embaixador dos EEUU. Os piores pesadelos pareciam materializar-se. El Mercurio havia planejado que a decisão do povo se daria entre democracia e comunismo. Havia triunfado o comunismo. E isso era o que temia Edwards. Dois anos antes, quando o general Roberto Viaux havia se aquartelado no Regimento Tacna tentando derrubar o presidente Eduardo Frei Montalva, o dono do El Mercurio -segundo se diz- conspirou nas sombras. E para assegurar-se, havia viajado aos EEUU. 

Vejam o texto original em punto Final ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Homenagens a assassinos e torturadores no Chile não são mais aceitas

No Chile, a dor e as feridas causadas pela ditadura estão longe de fechar. Ainda mais quando diversas autoridades, inclusive algumas de dentro do governo de direita de Sebastián Piñera, insistem em olhar para o lado e fazer de conta que não aconteceu nada. 

Um exemplo desta situação foi protagonizado pelo próprio Piñera, pelo prefeito da acomodada e conservadora localidade de Providencia, o ex-coronel de Exército, Cristián Labbé, e seu ex-superior hierárquico, o brigadeiro reformado Miguel Krassnoff, acusado, este último, de delitos de lesa humanidade nos tempos em que Pinochet governava o país.

A indisposição cidadã começou na semana passada quando Labbé –reconhecido amigo do defunto ditador chileno- anunciou que faria uma homenagem à Krassnoff, o que foi valorizado e respaldado pelo palácio de La Moneda. A opinião pública levantou a voz por meio das redes sociais, pela qual Piñera se retratou alegando que uma colaboradora havia falado por ele. Sua mensagem foi via twitter e não de frente ao país como a situação merecia.





Continue lendo na Agência Carta Maior.

sábado, 14 de maio de 2011

Neruda foi “assassinado”


Por Francisco Marín*

Estava tudo pronto para que o poeta e prêmio Nobel de Literatura Pablo Neruda se exilasse no México. Havia viajado de sua casa na Ilha Negra a Santiago do Chile em um avião enviado pelo governo mexicano pronto para busca-lo. No entanto, teve que ser internado na clínica Santa Maria. Avisou por telefone a sua mulher, Matilde Urrutia, e a seu assistente Manuel Araya que um médico havia dado uma injeção em seu estômago. Algumas horas depois morreu. Araya - que esteve ao lado do poeta em seus últimos dias -conta ao processo um segredo que o sufoca: o poeta "foi assassinado".


Vejam o texto completo (em castelhano) em CUBADEBATE

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Obama deve explicar golpe de Estado no Chile

O Partido Comunista do Chile (PCCH) solicitou hoje ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, explicar porque seu país a explicar el porqué su país impulsionou, respaldou e financiou o golple contra o ex-mandatário Salvador Allende.

Num encontro com a imprensa em Santiago, Juan Andrés Lagos, membro da Comissão Política do Comitê Central do PCCH, disse coincidir com Fidel Castro, que se referiu à véspera da visita de Obama ao Chile em março próximo e ao papel de Washington no golpe contra o governo da Unidade Popular.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Chile pedirá processo para quatro oficiais pelo assassinato de Víctor Jara (+vídeo)

O governo chileno, através do Programa de Direitos Humanos do Ministério do Interior, voltará a pedir o processo de quatro oficiais aposentados que declararam como culpados pelo assassinato do cantor e compositor Víctor Jara, cometido em 1973, disseram hoje à Efe fontes do órgão estatal.

O Programa já solicitou esta medida em dezembro passado, mas a Justiça se negou a acolher essa primeira petição.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

França julga a cúpula militar de Pinochet

Natalia Chanfreau esperou cerca de 40 anos para que a justiça ousasse ajuizar aqueles que sequestraram e assassinaram seu pai sob a ditadura chilena. "Temos esperado quase nossa vida para obter justiça", disse ontem em París a filha de Alphonse Chanreau, o líder estudantil do MIR chileno (Movimento de Izquierda Revolucionario), sequestrado em Santiago em 30 de julho de 1974. Os advogados e familiares das vítimas de desaparecimentos apresentaram ontem em París o contexto do processo em ausência contra 13 militares chilenos e um argentino, responsáveis pelo desaparecimento de quatro cidadãos franceses em pleno pinochetismo.


Vejam mais detalhes em PÁGINA/12

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Os nazistas que assassinaram a outro nazista

A Corte Suprema condenou a dois membros da antiga colônia que funcionou durante a ditadura. O chefe do centro nazista, Paul Schaefer, um ex-SS que vivia no Chile, era o principal acusado, mas já morreu na prisão.
(...)
Paul Schaefer faleceu enquanto cumpria varias condenações por tráfico de armas, associação ilícita, abuso sexual, violação de meninos e delitos contra os direitos humanos, desde 2005 no Cárcere da Alta Segurança (CAS) de Santiago. Nasceu em 4 de dezembro de 1921 em Sieburg, pertenceu às Juventudes Hitleristas e serviu como enfermeiro na II Guerra Mundial, alcançando o grau de suboficial.
(...)

Depois da guerra criou um Lugar Evangélico para meninos, mas em 1959 fugiu da Alemanha devido a denúncias de abusos sexuais, chegando dois depois ao Chile, donde foi autorizado a fundar a Sociedade Benfeitora e Educacional Dignidade próxima da cidade de Parral, a 400km de Santiago. O lugar chamado Villa Baviera por sus moradores se transformou num enclave hermético, dotado de escola, hospital e cemitério fechado por cercados e guardas à margem da lei.

Durante la ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), o lugar foi utilizado como campo de concentração e torturas da polícia secreta, cujo chefe, Manuel Contreras, era amigo do hierarca.


Vejam mais detalhes em PÁGINA/12

domingo, 15 de agosto de 2010

O mistério da fuga de Serra para os Estados Unidos

A biografia de José Serra (PSDB/SP) tem uns buracos difíceis de explicar.

Após a implantação da ditadura no Brasil, ele fugiu para o Chile.

Em 1973, quando houve o golpe de Pinochet no Chile, com apoio da CIA (Agência de Inteligência dos EUA), ele fugiu do Chile justamente para os Estados Unidos, que apoiou o golpe chileno.

É preciso entender que nesta época era em pleno governo Nixon, com a política estadunidense de apoio às ditaduras militares, na época de Kissinger. Até John Lennon estava ameaçado de expulsão dos EUA nesta época.

Como Serra conseguiu o green card nos EUA? Como ele se sustentou lá? Como ele conseguiu estudar nas caras Universidades estadunidenses? Ainda mais sem ter o diploma de Bacharel em Economia? E quem pagou essa conta, já que ele diz que o pai não era rico?

É um dos mistérios mais bem guardados da política brasileira.

É bastante improvável que um latino-americano exilado, realmente de esquerda, escolhesse os EUA como destino, nesta época. E se escolhesse, soa estranho encontrar facilidades de permanência, inclusive financeiras.


Postado no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Adiós a Víctor Jara

Chile vela los restos del cantante 36 años después de su asesinato

Centenares de personas empezaron ayer a dar el último adiós al cantautor Víctor Jara, asesinado en 1973 por militares, en el inicio del velatorio de sus restos, que se extenderá durante tres días.


Vejam mais em EL PAÍS.COM

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Bachelet quer limitar poder de tribunais militares no Chile

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, enviou ao Congresso um projeto de lei que, se aprovado, limitará os poderes e a competência dos tribunais militares para julgar civis.

Segundo a presidente, a lei tem o objetivo de fazer com que "nunca mais um civil seja julgado pela justiça militar".

Pelas leis atuais, que ainda guardam o legado do período militar que governou o Chile entre 1973 e 1990, civis que cometem ofensa contra um membro das Forças Armadas devem ser processados por tribunais militares.

Com a nova lei, a Justiça militar atuaria apenas no âmbito militar. Civis que cometerem delitos, inclusive contra os militares, estariam sob competência da Justiça civil.

Para o ministro chileno da Justiça, Carlos Maldonado, a lei elimina "uma intromissão indevida, excessiva e exorbitante, da Justiça militar sobre os civis".

Continua na BBC Brasil.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Los estremecedores testimonios de cómo y quiénes asesinaron a Víctor Jara

Jacmel Cuevas P

A casi cuatro meses de conmemorarse 36 años de la muerte del destacado folclorista chileno, el tesón de su viuda Joan Turner y de sus hijas, logró que la investigación judicial llegara al punto que se creía imposible: individualizar al grupo de oficiales y conscriptos que perpetraron el asesinato. Las confesiones de los involucrados, entre ellos un conscripto que participó en forma directa en el crimen, permiten conocer las estremecedoras últimas horas de vida de Víctor Jara: un subteniente jugó a la ruleta rusa con él hasta que le descerrajó un tiro en su cabeza. Después ordenaron acribillarlo en un camarín de un subterráneo del Estadio Chile. También revelamos la historia nunca antes contada de cómo se rescató su cuerpo desde la Morgue. Junto al artista, fueron acribilladas otras 15 personas, entre los que se encontraba el ex Director de Prisiones, Litre Quiroga. Los detalles del homicidio fueron recabados en la presente investigación de Ciper que reproduce Clarín.

El caos, la incertidumbre y el miedo que reinaron en el país durante los primeros días tras el golpe militar de 1973 parecían, hasta ahora, haberse conjugado de manera perfecta para que el asesinato del destacado folclorista Víctor Jara siguiera siendo un enigma judicial, llevando incluso al juez que instruye el proceso, Juan Eduardo Fuentes, a cerrar el caso a mediados del año pasado, con un solo procesado como responsable del crimen: el comandante (r) César Manríquez Bravo, jefe del improvisado campo de prisioneros que se instaló en el Estadio Chile a partir del 12 de septiembre de ese año.


Vejam o texto completo ENCONTRARTE-Aporrea