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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Os melhores filmes sobre o fim da Segunda Guerra

Cada nação envolvida da Segunda Guerra Mundial tem sua maneira própria de recordar os acontecimentos ao fim do grande conflito. Assim, para outros países o 8 de maio de 1945, dia da capitulação da Alemanha nazista, não é tema necessariamente central de exploração cinematográfica.
Já em 1946, Roberto Rossellini rodou o filme em episódios Paisà, em que encenava a libertação da Itália das tropas alemãs, com grande impacto. Dois anos depois, documentava suas impressões da Berlim bombardeada pelos Aliados. Em Alemanha, ano zero, o menino Edmund, de 12 anos, vagueia pela metrópole devastada para garantir sua sobrevivência e de sua família.
No entanto, o diretor italiano constitui uma exceção: a maioria dos cineastas do pós-guerra preferiu lançar o olhar sobre os destinos de seus próprios compatriotas. Entre eles, o celebrado Andrzej Wajda, que traçaria em seus próximos filmes um panorama da Polônia nos últimos meses da guerra.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Japão irrita China ao pedir que ONU proteja cartas de kamikazes

A China criticou na segunda-feira o Japão por ter solicitado à Unesco (órgão cultural da Organização das Nações Unidas) que coloque cartas de dois kamikazes (pilotos suicidas da Segunda Guerra Mundial) em pé de igualdade com documentos como o diário de Anne Frank e a Magna Carta.
O pedido foi feito na semana passada pela prefeitura de Minami Kyushu, no sul do Japão, com relação aos testamentos e às cartas de despedida de dois pilotos que morreram voluntariamente ao cometerem ataques contra navios aliados.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

França vai devolver três pinturas roubadas pelos nazistas durante a Segunda Guerra

A França vai restituir três pinturas roubadas pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, anunciou nesta terça-feira a ministra da Cultura, Aurélie Filippetti.

"Três obras serão restituídas sem demora", declarou a ministra. Trata-se de uma "Paisagem montanhosa" do pintor flamengo Joos de Momper, um retrato de uma mulher do século XVIII e uma pintura a óleo sobre madeira representando a "Madonna com a Criança".

Dois quadros estavam expostos no Louvre e o terceiro, no museu de Dijon (centro-oeste da França). (...)


Leia mais no Correio do Povo

sábado, 18 de janeiro de 2014

Morre soldado que ficou 30 anos na selva sem acreditar no fim da II Guerra

O soldado japonês que se escondeu na selva filipina durante quase três décadas porque não acreditava que a II Guerra Mundial tinha acabado morreu em Tóquio, aos 91 anos. Hiroo Onoda empreendeu uma guerrilha contra as tropas americanas na ilha de Lubang, perto de Luzón, até que finalmente foi convencido, em 1974, que o conflito tinha acabado. 

Confira no Correio do Povo

terça-feira, 14 de maio de 2013

Prefeito japonês: crimes sexuais na 2ª Guerra foram necessários


O prefeito de Osaka, no Japão, afirmou nessa segunda-feira que a prostituição forçada pelo Exército de milhares de pessoas na Ásia antes e durante a 2ª Guerra Mundial foi necessária para “manter a disciplina” nas tropas e proporcionar descanso aos soldados que arriscavam suas vidas no campo de batalha, de acordo com informações da agência Associated Press.
Os comentários de Toru Hashimoto já causaram ira nos países vizinhos que sofreram com a violência cometida pelos japoneses durante a guerra e  que se queixam que o país nipônico não fez o suficiente para reparar os danos causados pelas atrocidades.

Confira no Terra

sábado, 11 de maio de 2013

Filme alemão sobre Segunda Guerra Mundial choca russos

Focada nos excessos isolados dos militares soviéticos na Alemanha, obra deturpa essência do conflito.  

Filme alemão sobre Segunda Guerra Mundial choca russos
Foto: kinopoisk.ru
O filme “Nossas mães, nossos pais”, exibido pelo canal de televisão alemão ZDF, conta a história de cinco jovens para os quais a Segunda Guerra Mundial se torna um desafio moral e ético, deixando a impressão de que a Alemanha está cansada de arrependimentos e tenta jogar a culpa sobre os outros. O filme basicamente apresenta os soldados soviéticos como estupradores, os poloneses como antissemitas desumanizados e os ucranianos como sádicos.  

A diplomacia russa considerou inaceitável o filme e enviou uma carta ao embaixador da Alemanha dizendo que a “maioria absoluta dos russos que teve a oportunidade de assistir ao filme” o achou inaceitável. Também foram criticadas as tentativas de equiparar as atrocidades cometidas pelas tropas hitlerianas na URSS aos excessos isolados perpetrados por militares soviéticos na Alemanha, os quais foram severamente punidos pelo comando militar soviético. 
 
Vejam mais em GAZETA RUSSA
 

domingo, 31 de março de 2013

Para que desta vez a história não se repita

  Ato do Amanhecer Dourado na Grécia.

O autor, um dos impulsionadores do Manifesto Antifascista Europeu, defende a conformação de uma frente comum contra o fascismo.

Uma coisa que os europeus tem tido tempo de aprender bem é que nem a crise, nem as tragédias sociais que a acompanham são especificamente gregas. E, desgraçadamente, tudo já indica que outra coisa que terão todo o tempo para aprender é que o Amanhecer Dourado neonazista tampouco é exclusividade dos gregos. Sem dúvida esta afirmação será recebida por alguns com muito ceticismo: "Aqui, nem nossas tradições, nem nossa cultura, nem nosso temperamento permitirão jamais tais fenômenos". É exatamente o que os gregos -inclusive os mais prevenidos pelo pessoal de esquerda- diziam há apenas nove meses, quando um ou dois "loucos" de imaginação transbordante os advertiam de que a peste negra estava invadindo sua sociedade. Quanto ao resto, nada de novo. É como a história -aquela entre as duas guerras- se repetiu: Na realidade, quem imaginaria que "as tradições", "a cultura" ou "o temperamento" dos italianos ou dos alemães teriam permitido o nascimento e a ascensão ao poder do fascismo e do nazismo?  

Visto em DiagonalLibertades  

Tradução livre do texto em NEBULOSA.DE.ÓRION

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Hiroshima e Nagasaki: Estados Unidos impõe seus interesses no mundo por meio da barbárie

Em Hiroshima e Nagasaki foram massacrados crianças, adultos e anciãos com mais de 80.000 e 140.000 pessoas mortas respectivamente, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945. Tudo isto após a capitulação nazista em 7 de maio de 1945, a qual os EEUU haviam contribuído muito pouco ou quase nada, já que não foi seu principal inimigo e não os enfrentou diretamente até o final do conflito, quando então os nazistas já estavam muito debilitados e haviam perdido qualquer opção de vitória. Há que se recordar que os EEUU entraram na Normandia em junho de 1944, menos de um ano antes da capitulação alemã. Nesta situação os EEUU não poderiam pretender ter um grande direito militar ou moral sobre o resultado final da guerra, já que outros que outros adversários como Inglaterra ou especialmente a Rússia tinham muito mais a dizer porque haviam sofrido e sacrificaram-se muito mais. Por isso ante a falta de boas razões para convencer por algum motivo legal, moral ou ético, a administração ianque marcou e pôs as condições da negociação sobre o pós-guerra mediante o uso, fora de lugar e extremamente criminoso, da força, com as novas tecnologias das armas nucleares. Tratava-se de condicionar e intimidar a União Soviética, a qual queria indenizações pelos danos e ataques sofridos, entre estas concessões estariam que nem a Polônia ou Alemanha tivessem governos hostis à URSS para evitar os fatos recentes.

Vejam o texto original em Terc3ra Información ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

sábado, 30 de junho de 2012

O início nazista da OTAN: Como o Ocidente implementou os objetivos de Hitler

Quem deu a NATO o direito de governar o mundo? Este autor elucida como a elite ocidental, da qual muitos integrantes eram apoiadores de Hitler, resgatou uma grande parte da hierarquia nazista e a colocou em posição de continuar a luta de muitas décadas contra a Rússia. O "Um Por Cento" da época e o "Um Por Cento" de hoje enviou milhões para a morte, formulando e adotando a promessa de Winston Churchill de 1918 de "estrangular no seu nascimento" a ameaça bolchevique. O controle total dos ditos meios de comunicação tradicionais promoveu essa tarefa odiosa.

Robert S. Rodvik
Internet activist and the author of  


Vejam o texto integral em Red Voltaire

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Morre Raymond Aubrac, um dos líderes da Resistência Francesa





Raymond Aubrac, importante figura da Resistência Francesa durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial, morreu na noite de terça-feira, aos 97 anos de idade, em um hospital de Paris, informou sua filha.
Nascido Raymond Samuel, filho de pais judeus deportados para Auschwitz, ele e sua mulher, Lucie Bernard, adotaram o nome de guerra Aubrac após entrarem para a Resistência.


Mais na Folha.com
Foto por Joel Saget para a France Presse - 05/05/2009.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Herói da resistência contra os nazistas, agitador para a polícia grega

Manolis Glezos, um dos nossos !!

Atenas * Rep Grécia

"Não tem idéia do que significa um levantamento do povo grego. E o povo grego, sem importar sua ideologia, tem se levantado". Esta é a contundente advertência de um homem de 89 anos que combateu a invasão nazista durante a II Guerra Mundial, Manolis Glezos, e que foi agarrado pelo tronco pela polícia de seu próprio país durante os protestos ocorridos em Atenas contra os cortes dos últimos dias.

 Vejam o original em SARE ANTIFAXISTA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Museu de Viena vai devolver seis telas a herdeiros de colecionador

O ministério da Cultura austríaco pediu, nesta terça-feira, ao Museu Albertina, de Viena, que devolva aos herdeiros do colecionador judeu Oskar Reichel seis telas do pintor austríaco Anton Romako, roubadas pelos nazistas. O museu adquiriu quatro destas pinturas de Romako (1832-1889) entre 1939 e 1940 e as duas restantes, depois da Segunda Guerra Mundial.




Mais no Correio do Povo

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Por que Joseph Stalin pactuou com Adolf Hitler?

Miguel Ángel del Pozo
Publicación Barómetro

O historiadores tem refletido sobre algumas realidades históricas que tem se desenrolado no acontecer internacional com suas incidências nas relações internacionais tanto pelos próprios conteúdos daquelas realidades como pelas consequências que, evidente e objetivamente, incidem nos desenvolvimentos históricos globais e, portanto, na geopolítica e geoestratégia internacionais. Referimo-nos a decisões políticas passadas por um determinado ator buscando a consecução e/ou seu desenvolvimento segundo finais pré-determinados que buscariam consolidar a preeminência e controle de poderes em suas relações com outros atores internacionais. Quiçá haja sido uma dinâmica histórica que as "potencias temporais" tenham exercido em suas expansões tanto de caráter imperial como sub-imperiais; por exemplo, em datas recentes, as decisões tomadas por Washington são profundamente diferentes das tomadas em Paris, Roma, Madrid e Londres quando nos referimos ao "caso Líbia" logo que se "protegeram" sob o teto da OTAN. O mesmo se poderia propor para os casos do Iraque, Afeganistão e o da Síria "em pleno desenvolvimento".


Vejam o texto original em REBELION.ORG e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

sábado, 6 de agosto de 2011

Hiroshima lembra 66º aniversário de bomba atômica à sombra de Fukushima

Hiroshima lembrou na última sexta-feira (05/08) os 66 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade, em um aniversário marcado pela crise na central de Fukushima, com uma chamada ao desarmamento e à revisão da política nuclear do Japão.

Às 8h15 hora local (20h15 do horário de Brasília da sexta-feira), um minuto de silêncio e várias badaladas lembraram o momento em que a primeira bomba atômica caiu sobre a cidade, três dias antes de uma segunda bomba ser lançada sobre Nagasaki. 





Mais no Opera Mundi

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Deus abençoe os EE.UU.. E a suas bombas

Quando bombardearam a Coréia, Vietnã, Laos, Camboja, El Salvador e Nicarágua eu não disse nada pois não era comunista. 

Quando bombardearam a China, Guatemala, Indonésia, Cuba, e o Congo eu não disse nada porque não sabia.

Quando bombardearam o Líbano e Granada, não disse nada porque não entendi.

Quando bombardearam o Panamá não disse nada porque não era narcotraficante.

Quando bombardearam o Iraque, Afeganistão, Paquistão, Somália, e Yemen não disse nada porque não era terrorista.

Quando bombardearam a Yugoslávia e a Líbia por razões "humanitárias" não disse nada porque não parecia ser honorável.

Logo bombardearam a minha casa e não restou ninguém que dissesse algo a meu favor. Mas na realidade não importava mais. Eu estava morto.(1)

(1) Lista completa dos bombardeios dos EE.UU. desde a II Guerra Mundial.


Vejam o texto completo (em castelhano) em CUBADEBATE

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ecos da IIª Guerra Mundial - EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto

Cerca de 5,5 mil judeus receberam de forma fraudulenta US$ 42 milhões nos Estados Unidos pagos pela Alemanha, fazendo-se passar por vítimas do Holocausto, informou nesta terça-feira a promotoria de Nova York. Dezessete pessoas, responsáveis pela armação do golpe, foram acusadas de usar um fundo destinado a ajudar vítimas da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial, informou em um comunicado a promotoria.

Os supostos golpistas, em maioria de origem russa, aprovaram "mais de 5,5 mil candidaturas fraudulentas, que resultaram no pagamento a candidatos que não se qualificavam para os programas", acrescentou. "Se há uma instituição que se poderia supor imune à ganância e à fraude criminal é a Claims Conference, que ajuda diariamente milhares de pobres e idosos vítimas da perseguição nazista", disse o promotor do distrito sul de Nova York, Preet Bharara.

Vejam mais detalhes em DEFESA.NET

domingo, 9 de maio de 2010

Secretário geral do Conselho da Europa adverte contra intenções de tergiversar a história da II Guerra Mundial

Moscou, 9 de maio, RIA Novosti. O Secretário geral do Conselho da Europa, o norueguês Thorbjorn Jagland, declarou hoje que são inadmissiveis as intenções de tergiversar a história da II Guerra Mundial.

"Não permitirei que tergiversar os resultados da II Guerra Mundial. É indiscutível que seria impossível ganhar a guerra sem o sacrifício do povo soviético", expressou Jagland que cumpre uma visita a Moscou.

Vejam mais em RIA NOVOSTI


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Batalha de Kursk e a falsificação da história

Miguel Urbano Rodrigues
Fonte: Pravda.ru
Salvo raríssimas excepções, os historiadores militares da burguesia omitem qualquer referência à batalha de Kursk, “a maior batalha da História, de importância decisiva para o desfecho da II Guerra Mundial. “A omissão não resulta de ignorância. Tornar pública a verdade sobre Kursk pulverizaria os mitos forjados por Hollywood sobre a participação dos EUA na II Guerra e arrancaria a máscara à moderna historiografia norte-americana, tirando-lhe credibilidade”.
As comemorações do desembarque anglo–americano na Normandia, em Junho de 44, serviram mais uma vez de pretexto para uma campanha de falsificação da História de dimensão planetária. Este ano, pela primeira vez, até a Alemanha, o país vencido, se fez representar através da chanceler Angela Merkel.


Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Senador russo solicita a criação de base legal para penalizar as intenções de reabilitar aos nazistas

Kíev, 12 de abril, RIA Novosti. O presidente do Conselho da Federação (cãmara alta do parlamento russo), Serguei Mirónov, ao participar hoje em uma conferência organizada por RIA Novosti e dedicada ao 65 aniversário da Vitória na Segunda Guerra Mundial, declarou que se deve criar uma base legal para impedir as intenção de transformar em heróis aos nazistas e seus cumplices.

Vejam mais em RIA NOVOSTI

quarta-feira, 17 de março de 2010

"Utopia e barbárie" chega aos cinemas em abril

Documentário de Silvio Tendler reconstrói o mundo a partir da II Guerra Mundial. O filme, que percorreu 15 países, faz uma revisão nos eventos políticos e econômicos, que desde a metade do século XX elevaram ao risco e até ao desaparecimento dos sonhos de igualdade, de justiça e harmonia, em busca de entender as questões que mobilizam esses dias tumultuados: a utopia e a barbárie. Ao longo de quase duas décadas de trabalho, Silvio Tendler fez uma minuciosa pesquisa e reconstruiu parte da história mundial, através do olhar de diferentes personagens.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR