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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cientistas criam mosquito transgênico para conter dengue

Pesquisadores americanos e britânicos estão criando um tipo de mosquito transgênico em um esforço para conter a propagação da dengue.

O vírus que provoca a dengue se propaga através da picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti e não há vacina para a doença.

Segundo especialistas, a dengue afeta até 100 milhões de pessoas por ano e ameaça mais de um terço da população mundial.

Cientistas esperam que os machos transgênicos que estão criando cruzem com fêmeas para produzir outras fêmeas que herdem um gene que limita o crescimento das asas.

Essas fêmeas têm sua capacidade de voar limitada, o que resultaria na supressão da população do mosquito.

Notícia completa na BBC Brasil.

Marcadores: "OGM", "organismos geneticamente modificados"

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Vírus capaz de infectar outro vírus

RIO - Virófago rouba informação genética do invasor e replica-se.

Foi descoberto um vírus que, além de infectar organismos, tem capacidade de contaminar outros vírus e obter os genes dos atacados. Assim, consegue evoluir geneticamente. A equipe da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, França, responsável pela estudo, nomeou o tipo de vírus de virófago.

Segundo contaram na revista Nature, cientistas observavam, através do microscópio, uma ameba infectada por uma cepa de mimivírus – o maior conhecido – quando descobriram um pequeno vírus, batizado de Sputnik, aderido à “fábrica de vírus” – local estabelecido por eles na ameba.


Texto completo no JB Online.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Bá, Quitéria! Frankenstein cresceu, multiplicou-se e estão à solta!

Pesquisadores transformaram uma espécie de bactéria em outra pela troca de seus genomas. A iniciativa acelera a corrida pelo desenvolvimento de microorganismos sintéticos. Leia no JB.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Lavouras transgênicas contaminam lavouras convencionais a mais de 15Km de distância

Trechos:

Porto Alegre, RS - Novas pesquisas desenvolvidas pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, demonstram que os campos experimentais conduzidos para determinar as distâncias mínimas que devem separar lavouras transgênicas de não transgênicas a fim de evitar a contaminação genética têm levado a resultados subestimados.

O estudo ainda revela pesquisas que já demonstraram que o pólen transgênico pode fertilizar lavouras convencionais num raio de mais de 16 km.
Ou seja, a cada dia aparecem novas evidências mostrando que a questão da contaminação genética é muito mais complexa do que qualquer norma de coexistência existente no mundo pôde até hoje prever.
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