segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Especulacões sobre coerência
terça-feira, 18 de novembro de 2014
A receita de Eduardo Cunha para virar heroi da mídia
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Especial Crise Hídrica na Folha: como a nossa imprensa isenta o Governo de SP?
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Governador de Sergipe, Marcelo Déda morre aos 53 anos em São Paulo
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Tradição familiar da política brasileira, que remonta à colonização, deve manter-se na eleição de 2014
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
A PRESENÇA DA OPUS DEI NA POLITICA NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA
terça-feira, 28 de agosto de 2012
O julgamento do mensalão
Por um lado, porque não agrega nada a cultura política do país (os equívocos dantes cometidos são sumariamente repetidos – especialmente os vinculados ao financiamento das campanhas), fica como um erro pontual e não sistêmico, que é o caso – bem citado no texto "As lições não aprendidas do mensalão", do Luis Nassif.
Só pra deixar bem claro: os problemas éticos e morais que o presidente Lula teve em sua base de apoio não foram muitos até o mensalão (quando supostamente teria sido descoberta e alterada a forma como se praticava a interlocução governo-congresso), os problemas com certeza foram muito mais graves depois do mensalão, pois, para garantir que não haveria contestações institucionais ao seu governo (já que a porca oposição udenista que temos tentou dar um golpe com um impeachment no presidente Lula – plano malfadado pela falta de apoio popular), ele ampliou imensamente a base de sustentação do seu governo, assimilando a pior escória da política brasileira. Assimilou esta escumalha do jeito clássico criado por FHC: via emendas parlamentares e cargos governamentais.
É isto que a ignorância moralista não consegue enxergar: o mensalão é um embuste, mas coisa pior é aplicada sumariamente nos governos federal, estaduais e municipais, o “mensalão branco”, via emendas e cargos.
Vejam o texto completo em POLÍTICA NADA IMPARCIAL
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Pussy Riot e o perigo que alguns não viram
Berna (Suiça) - Meus amigos já me alertaram - "você
tem instinto suicida e mete seu dedo com frequência em vespeiros". Nada
mais normal que ser picado. Mas o que vou fazer, se é instinto, não
posso me conter.
Fiquei preocupado ao ler um artigo de Paul
Craig Roberts sobre o recente caso das meninas do Pussy Riot (foto),
circulando já traduzido na mídia alternativa. O nome do grupo pode ferir
a sensibilidade de alguns, mas é isso mesmo, Pussy é xoxota ou vagina
ou, como se traduziu, está certo, pode ser Agito das Bucetas.
Para
quem não sabe, essas meninas agitadas foram numa igreja ortodoxa e
cantaram em outro tom e ritmo uma ladaínha anti-presidente russo Putin.
Foram presas, processadas e agora condenadas a dois anos de trabalhos
forçados.
Pois bem, não vou entrar no mérito dessa história, se
deviam ou não ousar criticar o presidente Putin numa igreja.O que me
interessa nesta coluna é se religião virou tabu e se não se pode mais
brincar no meio do incenso e das velas sem o risco de tomar um pesada
pena de prisão.
Meu colega do Institut for Political Economy diz o seguinte no seu texto -
"Meu
coração está com as três mulheres da banda russa Agito das Bucetas
[orig. Pussy Riot] – que foram brutalmente manipuladas e usadas por ONGs
pagas por Washington infiltradas na Rússia. A banda Agito das Bucetas
foi mandada cometer crime, enviada em missão absolutamente ilegal. O
pique das moças é admirável. Mas é triste a facilidade com que se
deixaram enganar e manipular".
Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Dois pesos e dois mensalões
quarta-feira, 28 de março de 2012
Nove décadas de todos nós
sexta-feira, 2 de março de 2012
Uma imagem suja da política
Por Bruno Carmelo, do Discurso-Imagem.
A Dama de Ferro é o típico filme de forma sem fundo. Para representar Margaret Thatcher, personalidade facilmente reconhecível mas de quem se conhece pouco, a diretora deste drama teve que nivelar por baixo: falar da personalidade política sem falar de política, ou seja, destacar as intenções sem julgar as ações.
Vejam o texto completo em OUTRASPALAVRAS.NET
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A voz do Brasil que nunca teve voz
A economia e a sociedade que essa voz ajudou a construir hoje falam por ele. E torcem por ele, na certeza de que ele ainda falará por ela durante muito tempo, como líder político incontestável da grande frente progressista que deu voz a um Brasil que nunca antes teve voz nem vez na política nacional.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Rigotto desiste para “ajudar o PMDB”
Da Redação do Jornal JÁ.
O ex-governador Germano Rigotto reuniu ontem a imprensa e “ditou” o que está nos jornais de hoje: que sua decisão é pessoal, que com isso quer “ajudar o PMDB e Simon” (ao acabar com a dicotomia entre seu nome e o do prefeito José Fogaça, o que retardaria a definição de alianças), que “seria muito ruim afastar qualquer possibilidade de coligação”, e que uma das razões é que ele já foi governador, e Fogaça, não. Por três vezes, quase chorou.
Não está nos jornais: perguntado pelo JÁ se pesou na decisão o fato de estar na internet que sua família está processando um jornal, respondeu o mesmo que já “ditou” [sic] ao blogueiro Políbio Braga esta semana: não tem nada com isso. Acrescentou, sem que fosse questionado: “Nunca indiquei ninguém pra governo”. Referia-se, sem citá-lo, ao irmão Lindomar Rigotto, principal implicado na fraude da CEEE, que gerou um processo judicial que corre em segredo de justiça há 14 anos.
sábado, 29 de agosto de 2009
Ética na Política?
Da sagrada ingenuidade dos céticos ao realismo maquiavélico
Até que ponto a política é compatível com a ética? A política pode ser eficiente se incorporar a ética? Não seria puro moralismo exigir que a política considere os valores éticos?
Quando se trata da relação entre ética e política não há respostas fáceis. Há mesmo quem considere que esta é uma falsa questão, em outras palavras, que ética e política são como a água e o vinho: não se misturam. Quem pensa assim, adota uma postura que nega qualquer vínculo da política com a moral: os fins justificam os meios.
O ‘realismo político’, ou seja, a busca de resultados a qualquer preço, subtrai os atos políticos à qualquer avaliação moral, entendendo esta como restrita à vida privada, dissociando o indivíduo do coletivo.
Vejam o texto completo em NOVAE
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Internet 2: Internet tem papel fundamental em campanhas políticas, conclui estudo
Um estudo representativo apresentado nesta quarta-feira (19/08) pelo instituto de pesquisas de opinião Forsa e a Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) demonstrou o papel fundamental da internet principalmente entre jovens eleitores.
Na faixa etária entre 18 e 29 anos, a internet é considerada por 77% dos entrevistados a fonte mais importante de informação política. Do total de entrevistados, 45% disseram se informar sobre política pela internet, embora as mídias tradicionais – televisão, jornais, rádio e conversas pessoais – continuem a ser as mais importantes, nesta ordem.
Mais na Deutsche Welle.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
O coronel e o dono da bola no playground do Congresso
O texto continua no blog do Sakamoto.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
SER POLÍTICO

Existe um argumento frequentemente invocado até por autoridades esclarecidas para condenar ou minimizar determinada iniciativa, seja ela reivindicatória, contestatória ou pró ativa. Trata-se de classificar tais atitudes como políticas, atribuindo à palavra um tom pejorativo, que retiraria das manifestações toda a legitimidade que reivindicam.
Vejam o texto completo em Direto da Redação
terça-feira, 17 de março de 2009
O aval de cima
(Luis Nassif)No final da entrevista dada a Kennedy Alencar, na TV!, Fernando Henrique, de fato, se refere assim a três personagens polêmicos:
Gilmar Mendes: corajoso.
Protógenes: amalucado.
Daniel Dantas: “não conheço bem, mas dizem que é brilhante”.
Nada mais disse, nem seria necessário.
O elogio a Dantas, a não menção a nenhuma das acusações contra o banqueiro, comprovam que, a partir de um certo momento, na história do Brasil, política e crime organizado passaram a caminhar juntos.Vejam o texto completo no blog do Nassif
terça-feira, 10 de março de 2009
Coisas da Política - O século das mulheres
Mauro Santayana
Meses antes de sua morte, em 1982, conversei com Alceu Amoroso Lima, em uma entrevista para a Folha de S. Paulo. Ele havia perdido, pouco antes, a sua mulher, e a lembrança de Maria Tereza intervinha, sempre, enquanto ele tratava das ideias de seu tempo e das previsões sobre o século que viria. Busquei, de sua inteligência do mundo, o que era possível no diálogo de um dia inteiro. Ele recordou sua vida e, nela, o surgimento das ideias, dos compromissos, das revisões ideológicas e políticas, das influências poderosas, como as de Jackson de Figueiredo, da admiração pelo sogro, Alberto de Faria, e pelo cunhado, o romancista Otávio de Faria. Quando chegamos à atualidade em que estávamos, e entramos no terreno das perspectivas, Alceu me disse que o século 21 seria o das mulheres e dos negros.
Vejam o texto completo no JBOnline
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Amorim diz que Brasil pode ir à OMC contra 'Buy American'
"É uma análise legal complexa, mas estamos fazendo. (Ir à OMC) é uma opção real", afirmou Amorim, segundo a agência de notícias Reuters, durante uma entrevista à rede estatal TV Brasil que vai ao ar na próxima quarta-feira.
A cláusula em questão estipula que somente aço, minério de ferro e manufaturados produzidos nos Estados Unidos poderão ser utilizados em projetos contemplados pelo pacote US$ 787 bilhões.
Após protestos da União Europeia, do Canadá e do Brasil - que classificaram a legislação como "protecionista" -, no entanto, os senadores americanos votaram por amenizar a cláusula, prevendo que ela só poderá ser aplicada na medida em que não interfira nos acordos comerciais firmados pelos EUA.
Mais AQUI.