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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Wikileaks: Fala-se de tudo, menos da execução das crianças manietadas.

4 Septiembre 2011

David Ballota
Nación Red

Em fevereiro, dois jornalistas do The Guardian, David Leigh e Luke harding, único jornalista ocidental expulso de Moscou depois da guerra fria, publicaram no livro "Wikileaks. Inside Julian Assange's War on Secrecy" como o australiano facilitou-lhes a contra-senha para acessar os documentos da organização.

Assange escreveu para Leigh num pedaço de papel e lhe disse: "Esta é a contra-senha, mas você deve introduzir uma palavra adicional quando escrevê-la. Deves por "Diplomatic" antes de "History". Você se lembrará?".


Vejam o  texto original em  NACIÓN RED ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

domingo, 12 de setembro de 2010

Matavam civis afegãos e usavam partes de seus corpos como troféus

O Pentágono reconheceu que pelo menos 12 militares que constituiram uma "equipe assassina" estariam implicados nesse caso horrível difundido por uma publicação destinada aos familiares dos soldados enviados ao Afeganistão.

O governo e o exército dos Estados Unidos enfrentam um novo escândalo depois de reconhecer que pelo menos 12 militares das tropas de intervenção no Afeganistão haviam constituído uma equipe assassina que matava indiscriminadamente civis, mutilava seus corpos e os guardava como troféus: dentes, dedos e até o crânio de um dos assassinados. "Matavam por esporte" qualquer afegão e diziam a seus superiores que eram "terroristas perigosos", revelou a revista Army Times, próxima ao Pentágono e vorazmente consumida pelos militares e suas familias. A nota ficou conhecida depois que o influente The Guardian, de Londres,
afirmara ontem que "a equipe assassina matava por diversão".


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

domingo, 18 de julho de 2010

Registram altas cifras de suicídios no exército estadunidense

Washington, 16 jul (Prensa Latina) Junho deste ano foi o pior mês para o Exército dos Estados Unidos quanto a cifras de suicídios entre soldados ativos, reservistas e tropas da Guarda Nacional, confirmou hoje relatório oficial.

Nesse período registraram-se 21 mortes por tal causa entre os soldados em serviço e 11 entre os demais elementos militares mencionados, para um total de 32 suicídios neste ramo das forças armadas.

No início do mês passado, oficiais do Pentágono se congratularam depois de vislumbrar o que parecia uma suposta redução deste flagelo em comparação com cifras de 2009, ano quando se computaram 162 falecimentos.


Vejam mais em PRENSA LATINA-Agencia Informativa Latinoamericana

terça-feira, 28 de abril de 2009

CADELA, PUTA OU LÉSBICA


As mulheres que servem ao exército norte-americano no Iraque têm que enfrentar dois inimigos: os iraquianos , que querem matá-las, e os próprios americanos, que querem violentá-las se elas não os atendem em seus instintos sexuais. Leia o relato de Mickiela Montoya, que passou onze meses na guerra.

Montoya conta que, certa noite, quando terminava sua guarda, o companheiro que veio substitui-la lhe disse:

"Sabe de uma coisa, eu poderia te possuir agora mesmo e ninguém te ouviria gritar ou ficaria sabendo do que aconteceu".

Com presença de espírito, Montoya respondeu: "se você tentar, eu mato você com o meu punhal ".

Ela não tinha o punhal, mas daquele dia em diante passou a andar com um punhal amarrado à perna. Não para se defender dos iraquianos, mas dos próprios companheiros.

Montoya termina seu depoimento com uma afirmação que é, ao mesmo tempo, um desafio aos comandantes militares e ao próprio governo dos EUA: “Só há três coisas que eles deixam a mulher ser no exército: cadela, puta ou lésbica”.



Vejam o texto completo em Direto da Redação