segunda-feira, 15 de julho de 2013
Raio-x dos bombeiros: Capital tem apenas 330 profissionais
Em razão da população local, Porto Alegre precisaria ter 1,8 mil profissionais para atender as necessidades.(...)
Confira no Correio do Povo.
A capital do título, como se pode constatar é Porto Alegre.
Confira também: - Quartel improvisado atende 16 cidades no Médio Uruguai.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Movimentos festejam resultado de manifestação na periferia de São Paulo
da Rede Brasil Atual
Começou pouco depois das 7h de hoje (25) o ato público organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), o grupo Periferia Ativa e o Movimento Passe Livre (MPL) em bairros da periferia paulistana. O objetivo é reforçar as ações por melhoria dos serviços públicos e contra a violência policial. O protesto antecede reunião de representantes do movimento com a presidenta Dilma Rousseff, prevista para hoje – o horário foi alterado das 14h para as 16h30.
Visto em REDE BRASIL ATUAL
sábado, 10 de setembro de 2011
País tem espaço para contratar mais servidores federais, avalia Ipea
A forte incorporação de novos trabalhadores no serviço público federal, no entanto, não acarretou em aumento dos gastos com salários, segundo o Ipea. De acordo com Junior e Nogueira, os gastos com pessoal não “saíram do controle” do governo. Os economistas partem da comparação anual entre as despesas com pessoal e a evolução da receita corrente líquida. Em 2010, as despesas com funcionários públicos federais corresponderam a 18,7% do total arrecadado pela União. Ainda que o resultado seja muito superior aos 15,7% registrados em 2005, a relação, apontam os economistas, “permaneceu praticamente constante ao longo da primeira década de 2000, num contexto de retomada relativa do crescimento econômico e também da arrecadação tributária”.
A notícia continua no Valor online.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Brasil tem baixa proporção de empregos públicos, mas a custo alto, diz OCDE
Confira a notícia na BBC Brasil.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Telecom: por que é tão ruim?
Idec: Por que antes da privatização era tão difícil conseguir um telefone fixo? Houve época em que as linhas eram investimento, como um carro, um imóvel...
VF: Era tão difícil e caro porque assim queria o governo federal. Era do interesse do Delfim Netto, que era ministro do Planejamento na época, e de seus seguidores que isso acontecesse. Isso não acontecia porque a Telebrás e suas subsidiárias eram incompetentes e não tinham dinheiro. A Telebrás não tinha a liberdade que a Petrobrás e o Banco do Brasil tinham como estatal e foi isso que provocou seu engessamento. Enquanto os milicos governavam, as telecomunicações, por questões estratégicas militar, eram consideradas prioridade. Com a redemocratização, a Telebrás e suas subsidiárias tinham muitas linhas e recebiam muito dinheiro. Existia, inclusive, o Fundo Nacional de Telecomunicações, cujo objetivo era recolher o dinheiro de cada ligação e de cada assinatura. Tudo o que esse fundo arrecadasse deveria ir para instalações novas, que não foram feitas. Por ordem do Delfim Netto esse fundo era imediatamente roubado para o tal do Fundão, que tinha como objetivo pagar a dívida externa. Ainda assim a Telebrás chegava ao final do ano com 20 bilhões de lucro.
Uma entrevista muito interessante com Virgílio Freire, sobre porque os serviços de telecomunicações são tão ruins no Brasil, no IDEC. Via Conversa Afiada.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Saúde: Privatização, mais um placebo do que uma panacéia
“A visão romântica sobre os serviços privados de saúde está completamente divorciada dos fatos”, disse Anna Marriott, autora do documento, de 52 páginas. “O Banco e outros doadores devem deixar para trás o otimismo cego em relação ao mercado. A atenção universal à saúde somente se consegue com a intervenção do governo nos serviços”, afirmou. O Banco Mundial costuma lamentar o fracasso dos serviços públicos de saúde nos países pobres, apesar de ser em parte responsável por isso, ao condicionar seus empréstimos ao setor estatal a reduções de gastos e ambiciosas reestruturações.
Vejam mais na Revista Fórum
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Blog dos Sites Públicos - Como o Poder Público interage com a sociedade através da internet
Blog especializado em *sites públicos*(gov.br, jus.br e org.br).
Conheça-o AQUI.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Escândalos de burocratas japoneses começam a ser revelados
Por correr atrás de pistas que recebe diariamente em seu celular e bisbilhotar segredos da burocracia todo-poderosa, Nagatsuma, de 48 anos, se tornou bastante conhecido por revelar más condutas oficiais. Ele monopolizou as manchetes de primeira página recentemente ao expor a prática amplamente difundida entre burocratas da elite de usar o dinheiro de contribuintes para pegar táxis à noite para voltar para casa e aceitar bebidas, presentes e até dinheiro vivo de motoristas.
Notícia completa no G1.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Porto Alegre é demais!
1.
Sexta-feira, 12 de outubro de 2007, 9 horas da noite. Parada de ônibus em frente ao Shopping Praia de Belas. A mulher ergue a mão. O táxi-lotação pára.
- Moço, passa na Cavalhada?
- Passa.
A mulher entra. Junta-se a duas outras que já estavam no veículo.
Nova parada. Sobe um jovem de tênis, bermuda, abrigo, a cabeça coberta por um capuz, as mãos nos bolsos. Senta no último banco.
A mulher se assusta. “É assaltante. Vai assaltar”.
Ela está certa.
O rapaz levanta. Vai até o motorista. Exibe o revólver calibre 38. Anuncia:
- Não quero machucar ninguém. Só quero dinheiro, celular e relógios. Vamos lá, rápido.
Pega o dinheiro e o relógio do motorista.
A mulher, à beira de um ataque de nervos, abre a bolsa em busca da carteira para atender a ordem do meliante. Na pressa, o celular cai. O bandido vê.
- Filha da puta! Querendo esconder o celular, sua vaca! Vou te fuder!, diz furioso.
Encosta o cano do revólver na cabeça da mulher. Ela treme. “Vou morrer, ele vai me matar”.
- Calma moço, calma – implora. Caiu sem querer. Toma, pode levar tudo.
Ele leva as bolsas das três mulheres. Desce e sobe na garupa de uma das duas motos que acompanhavam o lotação. O chofer ainda pede:
- Pô, cara, devolve os documentos.
As mulheres declinam a gentileza:
- Deixa pra lá. Fecha a porta e toca esta merda!
***
2.
Bairro Cristal, 35ª Delegacia de Polícia.
A porta está fechada. O chofer bate com os punhos fechados, esmurra, grita pedindo a presença de alguém. Abre-se uma fresta. Um policial com cara de poucos amigos pergunta:
- O que é?
- Fomos assaltadas. Queremos prestar queixa, diz a mulher.
Entram. O homem da lei diz que precisam esperar um pouco, pois está jantando. Há movimento nos fundos do prédio. Risos, vozes.
- Não. Estamos muito nervosas, queremos fazer a ocorrência e ir logo para a casa, diz a mulher.
O homem emite um muxoxo e sai.
- Já volto.
Retorna com um copo plástico cheio cerveja numa das mãos. Na outra um prato com salada de maionese, salsichão e um naco de costela gorda.
Enquanto registra a queixa, chega um homem vindo da rua.
- E aí Peçanha, tudo bem?
- E aí, Waltinho? Chega lá nos fundos, o pessoal tá fazendo churrasco.
- Opa, legal. Quem tá aí?
- A turma toda. As gurias também vieram, a Rose, a Lu, a Martinha...
- Beleza. Tu vai demorar?
- Não. Já tô terminando aqui.
Concluída a tarefa, entre uma garfada, um gole de cerveja e uma batucada no teclado do computador, o servidor público dá uma cópia do Boletim de Ocorrência para cada uma das mulheres:
- Na próxima vez em que saírem à noite andem de táxi. É mais caro, mas é mais seguro - aconselha o servidor público pago para servir e proteger a sociedade.
Displicente, deixa claro que nada será feito para tentar prender o bandido e reaver os pertences roubados.
Nesta noite, pelo menos, não. É noite de festa.
***
(*) Ah, sim, não saiu no jornal.
Afinal, "a dor da gente não sai no jornal" (Luis Reis / Haroldo Barbosa - Chico cantou, muito tempo depois).
Da Toca do Jens.
terça-feira, 31 de julho de 2007
O DNA tucano dos ricos cansadinhos
Os movimentos se dizem apolíticos. Só pode ser resultado de uma ignorância sem limites ter um movimento apolítico de protesto contra o que quer que seja, mas nada de inesperado até aí. Fica mais fácil ter o apoio de grandes empresas e da mídia disfarçando os verdadeiros objetivos, mas o apoio de uma empresa controlada pelo governo do estado de São Paulo pode ajudar a traçar o DNA dos envolvidos. Quem sabe a Sabesp também distribui água mineral em copinhos para o pessoal do MST quando estão em marcha?Pseudo-caos: Os Zés-Ninguém de casaco de pele estão cansados
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Mais uma mentira de Yeda, os pobres pagam a conta
Em campanha, a governadora prometeu melhorar os serviços à população. Ou seja, mais uma mentira. Além do sadismo. Além do horror ao povo típico do PSDB.
Ao mesmo tempo, a governadora pretende anistiar dívidas do ICMS de um pequeno grupo de empresas. É o velho amor à oligarquia e à (c)elite br(o)nca típicos do PSDB.