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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Empresa detecta supervírus espião e 'indício de guerra cibernética' 11

A Symantec, uma das principais empresas de segurança da informação do mundo, anunciou no domingo ter descoberto um vírus de computador que pode ter sido desenvolvido para ataques cibernéticos contra servidores de governos.
Batizado de Regin, o vírus é, segundo a Symantec, o mais sofisticado programa invasor já visto. A empresa disse ainda que o Regin foi usado para ataques nos últimos anos contra uma variedade de alvos ao redor do mundo, entre organizações governamentais, empresas e usuários comuns.
Computadores na Rússia, Arábia Saudita, México, Irlanda e Índia foram os mais afetados, ao lado de Irã e Paquistão.
Usuários privados e pequenas empresas corresponderam a 48% dos ataques detectados, à frente de empresas de telecomunicações (28%).


Confira a reportagem da BBC Brasil, reproduzida no UOL

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O worm Stuxnet também tinha um irmão gêmeo maligno

Faz três anos desde a descoberta do worm Stuxnet, mas novas revelações continuam a impressionar a comunidade de segurança cibernética. E a mais recente é bem assustadora: o Stuxnet tinha um irmão gêmeo malígno.
Um relatório detalhado acaba de ser publicado pela Foreing Policy e conta a origem da primeira variação do Stuxnet, uma versão mais sofisticada e potencialmente mais poderosa do worm que infectou instalações nucleares iranianas a partir de 2007.

Leia mais no Gizmodo Brasil

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Síria está em guerra na Internet

O grupo de hackers "Exército Eletrônico Sírio" (EES) quebrou cerca de 50 sites governamentais de Israel, declarou esta sexta-feira, em uma entrevista à Voz da Rússia, um dos líderes do grupo, recusando-se, no entanto, a revelar o seu nome verdadeiro e a sua localização.

"Ultimamente, temos quebrado recursos de Internet do Qatar, Arábia Saudita e Turquia – todos os que atacam o nosso país", disse ele, acrescentando que o ataque aos sites israelenses foi efetuado em resposta ao bombardeio de um centro de investigação em Damasco por parte da Força Aérea israelense.
O EES nega qualquer ligação ao governo sírio. 


Vejam em VOZ DA RÚSSIA

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Obama ordenou criação do vírus Stuxnet, diz NYT


O presidente dos EUA, Barack Obama, ordenou ciberataques ao Irã com o vírusStuxnet, com o objetivo de atrasar o desenvolvimento do programa nuclear do país, de acordo com uma reportagem do jornal The New York Times. 
O veículo, citando fontes anônimas, informou que, nos primeiros dias de sua presidência, Obama acelerou os ataques, como forma de manter os esforços iniciados na administração de George W. Bush. O malware, que por muito tempo era creditado a Israel ou aos EUA, escapou dos computadores iranianos em 2010 e começou a infectar máquinas por toda Internet.

Confira no IDGNow!

A reportagem original do The New York Times (em inglês)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Conheça o “Flame”, o malware espião que está se infiltrando nos computadores iranianos


Um enorme altamente sofisticado malware foi recentemente encontrado infectando sistemas no Irã e alguns outros lugares. Acredita-se que seja parte de uma operação de cyber espionagem em curso, bem coordenada e estatal.
O malware, descoberto pela empresa de anti-vírus com sede na Rússia, Kaspersky Lab, é uma ferramenta de espionagem que tem infectado sistemas no Irã, Libano, Síria, Súdão, os Territórios Ocupados por Israel e outros países no Oriente médio e Norte da África por pelo menos dois anos.
Chamado de “Flame” pela Kaspersky, o código malicioso é bem maior que o Stuxnet – o malware inovador de sabotagem de infraestrutura que acredita-se que tenha feito um estrago no programa nuclear do Irã em 2009 e 2010. Apesar do Flame ter um propósito e uma composição diferente do Stuxnet, e parecer ter sido escrito por um programador diferente, sua complexidade, o alcance geográfico de suas infecções e seu comportamento são fortes indícios de que um Estado-nação esteja por trás dele, ao invés de cyber criminosos comuns – marcando-o como outra ferramenta no crescente arsenal de cyber armamentos.


Leia mais no Gizmodo Brasil

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Stuxnet é apenas uma de cinco "armas" digitais

O malware Stuxnet fez muito barulho no ano passado, ao infectar uma usina nuclear no Irã. Mas suas origens remetem a 2007, conforme pesquisas da Kaspersky Lab. E tem mais: ele não é o único programa malicioso criado como “arma virtual” de sabotagem. Segundo a empresa, a mesma plataforma que serviu de origem para ele também foi utilizada para criar outros quatro malwares, incluindo o Duqu, descoberto em outubro.




Leia mais no Adrenaline

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A internet deve se tornar uma zona não-militarizada


Vejam os fatos.
Primeiramente, os militares de diferentes países estão ocupados criando unidades virtuais exclusivas e “forjando” armas virtuais (por exemplo, EUAÍndiaReino Unido,AlemanhaFrançaUnião EuropeiaOTANChinaCoreia do Sule Coreia do Norte).
Em segundo lugar, casos de espionagem industrial e atos de sabotagem são de conhecimento público (veja as notícias sobre ataques importantes apoiados por estados-nação, como o Stuxnet e o Duqu).
Em terceiro lugar, notícias sobre ataques cuidadosamente planejados estão sendo divulgadas com uma velocidade alarmante (bem, todos temos uma idéia de quem podem ser os vilões por trás deles). Foi até mesmo criado um novo termo para isso: APT (Advanced persistent threat).

Confira a opinião de Eugene Kaspersky (ele mesmo, o dono da fabricante de software anti-vírus) no IDG Now!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O exército dos EE.UU. já tem seu comando cyber-espacial

O artigo off-topic de domingo tem a ver com uma notícia de domingo estamos acompanhando desde o ano passado, quando advertimos que se vinha Skynet: Primeiro foi a força aérea dos EE.UU. a que apresentou suas "cyber-alas" para projetar seu cyber-poder em todo o mundo; agora é a vez do exército dessa superpotência preparando-se para o armagedón digital deixando somente à marinha e ao NSA para que façam o próprio.


Vejam mais detalhes em VIVA LINUX

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Para especialista, guerra cibernética já foi declarada

Países já estão utilizando técnicas de guerra cibernética para lançar ataques uns contra os outros e há necessidade de vigilância contínua para proteger sistemas críticos de computadores, denunciou Iain Lobban, diretor do Government Communications Headquarters (GCHQ), agência britânica de combate a espionagem. Em raro discurso, ele afirmou que sistemas do governo britânico são alvo de 1.000 tentativas mensais de infiltração.

"O ciberespaço é disputado a cada hora, a cada dia, a cada minuto, a cada segundo", disse ele. "A ameaça é real e digna de atenção", completou Lobban, cujo GCHQ, uma grande operação de escuta semelhante à Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, cuida de atividades como decifração de códigos e coleta de informações.


A notícia continua no Convergência Digital.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Referencias bíblicas são encontradas no Stuxnet

Uma investigação do New York Times sustenta que foi descoberto um código dentro do Stuxnet (vírus que está fazendo estragos nos sistemas de produção de energia e fábricas por toda a Ásia) uma referência bíblica que tem mirado Israel como responsável pelo ataque. como responsable del ataque.
Na medida em que aumenta a informação sobre o vírus Stuxnet, que tem atacado instalações industriais no Irã, também aumenta-se a confusão. O New York Times publicou que foi descoberto dentro do código do vírus uma críptica alusão ao Antigo Testamento. Concretamente, a palavra "Myrtus" nomeia um arquivo contido no código. Os experts o interpretam como uma alusão, em hebreu, a Esther.
O livro de Esther relata um complô persa para destruir Israel. Essa citação tanto pode ser interpretada como uma assinatura que implicaria o governo israelense na fabricação do vírus como, pelo contrário, uma intenção de seus reais autores de orientar falsas suspeitas sobre Israel e confundir os investigadores. Outra hipótese é que a palavra se refira ao mirto, um arbusto.

Vejam mais detalhes em URGENTE24

terça-feira, 29 de junho de 2010

A ciberguerra passa ao ataque

O grande teórico da guerra total, o barão Von Clausewitz, escreveu que "o soldado dorme, come, anda, treina e descansa, tudo isso para combater no momento e lugar precisos que o ordenem". Alguns meses atrás, na França, assim com nos Estados Unidos, China, Israel, Grã-Bretanha e Rússia, o soldado se inicializa, carrega sua memória, prepara uma bomba lógica e penetra os computadores zumbis rivais, tudo isso para combater o que chamam a "luta informática ofensiva" que já está em marcha, abertamente , nos Estados maiores.

O exército francês acaba de passar a linha vermelha que separa a defesa do ataque militar no terreno da guerra virtual, considerado por muitos como a mãe dos campos de batalha. Seis laboratorios em todo o país e ao menos uma unidade da fôrça aérea tem recebido autorização para investigar sobre "armas digitais", capazes de levar a cabo uma "luta informática ofensiva" em redes internas da administraão ou os sistemas informaticos vitais para o país.


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A invasão do site do PT e a nova era da comunicação

Numa época de tantas novidades, em que a interação das pessoas tem se dado em grande parte pela Internet, o jogo político também tende ser cada vez mais “virtualizado”. Frequentemente tenho falado - em debates, entrevistas e conversas – sobre os benefícios desta nova era da comunicação, porém toda mudança vem acompanhada de demandas altamente necessárias.

Com a recente invasão do site do PT Nacional, em meio ao boom de ações do Partido nas redes sociais on-line, uma coisa me chamou a atenção: a banalização das relações sociais e políticas na Internet. É o mesmo que alguém chegar e colocar fogo em um comitê, sede de Partido, carros e demais estruturas políticas físicas.

O compromisso do PT e de todos os militantes deve ser o contrário desta política suja que alguns vêem desempenhando na Internet. Em nossa “guerra” virtual não há ataques aos nossos adversários e sim a desmistificação de mentiras e ações desenvolvidas por eles.

A Internet deve ser um local de paz, liberdade, encontros e troca de informações. Estimulamos nossos militantes a se comportarem na WEB 2.0 como nos comportamos em nossa casa, nosso trabalhos etc, ou seja, com educação e politização.

Vejam o texto completo no PORTAL DO PT-PARTIDO DOS TRABALHADORES

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PT pede à Polícia Federal que investigue ataque ao site do partido

por Conceição Lemes

O portal do Partido dos Trabalhadores (PT) foi realmente invadido de domingo para segunda-feira. Mais precisamente às 3h05 do dia 12 de abril. Ele ficou indisponível por mais de 24h. Só voltou à normalidade no começo da noite dessa terça-feira.

“Nós descobrimos no decorrer da segunda-feira, quando usuários do portal começaram a receber a mensagem de que se tratava de um site perigoso e que poderia danificar o computador”, revela André Vargas, deputado federal (PR) e secretário nacional de Comunicação do PT. “Aí, para que não causasse danos aos computadores dos usuários, tiramos o portal do ar e uma equipe técnica começou a fazer uma varredura, para descobrir o que aconteceu.”

Análises realizadas pelo suporte técnico concluiu que o portal sofreu “uma inserção de iframes maliciosos em diversos arquivos com extensão .html e .php”. Um iframe é uma seção de uma página web que carrega o conteúdo de outra página página ou site.

Vejam em VI O MUNDO - O que você não vê na mídia

terça-feira, 13 de abril de 2010

EEUU recrutam jovens da área de informática para fazer a ciberguerra

Os soldados do século XXI (pelo menos parte deles) não sairão das academias militares mas sim das faculdades de informáticas. Não se distinguirão por sua pontaria ou suas qualidades de sobrevivência, senão por dominar as tecnicas para infiltrarem-se nos sistemas digitais do inimigo, ou evitar seus ataques.

É que a ciberguerra não é nenhum roteiro cinematográfico de ficção científica, mas uma realidade que cada vez mais estados dedicam recursos. Porque ao inimigo pode-se combater de muitas formas, e nas sociedades tecnificadas de hoje em dia um dos mais contudentes pode ser um ataque contra seus sistemas digitais.

Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

domingo, 29 de novembro de 2009

Disputa entre Microsoft e Google ameaça livre fluxo de informações na Web

Por enquanto ainda é rumor, mas crescem os indícios de que há mesmo uma conversa em curso entre a Microsoft e o império jornalístico News Corporation, controlado pelo magnata Rupert Murdoch, para tentar obrigar o mecanismo de buscas Google a pagar pela indexação de notícias publicadas na imprensa.

Ao que tudo indica a Microsoft e a NewsCorp decidiram que é hora de encurralar a Google numa jogada de alto risco, cujas conseqüências para a internet vão muito além de uma mera guerra entre três das maiores empresas do mundo digital contemporâneo.


Vejam mais em OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Israel monta equipa para guerra na web

O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel montou uma equipa cuja tarefa é navegar na Internet 24h por dia, disseminando boas notícias sobre Israel. Os seus membros trabalham sob disfarce e fazem tudo para desacreditar os que defendem os direitos humanos e justiça para os palestinianos.
Por Jonathan Cook, em Nazaré

O forte apoio a Israel expressado nas secções de conversa dos sítios web, nos fóruns da Internet, nos blogs, no Twitter e Facebook, pode não ser tudo aquilo que parece.

Foi noticiado que o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel iria estabelecer uma equipa especial e incógnita de trabalhadores cuja tarefa seria navegar na Internet 24h por dia, disseminando boas notícias sobre Israel.

Vejam em Esquerda.Net