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sábado, 9 de novembro de 2013

Desvendando a espuma: o enigma da classe média brasileira

A minha resposta, então, ao enigma da classe média brasileira aqui colocado, começava a se desvelar: é que boa parte dela é reacionária porque é meritocrática; ou seja, a meritocracia está na base de sua ideologia conservadora. 
Assim, boa parte da classe média é contra as cotas nas universidades, pois a etnia ou a condição social não são critérios de mérito; é contra o bolsa-família, pois ganhar dinheiro sem trabalhar além de um demérito desestimula o esforço produtivo; quer mais prisões e penas mais duras porque meritocracia também significa o contrário, pagar caro pela falta de mérito; reclama do pagamento de impostos porque o dinheiro ganho com o próprio suor não pode ser apropriado por um Governo que não produz, muito menos ser distribuído em serviços para quem não é produtivo e não gera impostos. É contra os políticos porque em uma sociedade racional, a técnica, e não a política, deveria ser a base de todas as decisões: então, deveríamos ter bons gestores e não políticos. Tudo uma questão de mérito.
Mas por que a classe média seria mais meritocrática que as outras? Bem, creio que isto tem a ver com a história das políticas públicas no Brasil. Nós nunca tivemos um verdadeiro Estado do Bem Estar Social por aqui, como o europeu, que forjou uma classe média a partir de políticas de garantias públicas. O nosso Estado no máximo oferecia oportunidades, vagas em universidades públicas no curso de medicina, por exemplo, mas o estudante tinha que enfrentar 90 candidatos por vaga para ingressar. O mesmo vale para a classe média empresarial, para os profissionais liberais, etc. Para estes, a burocracia do Estado foi sempre um empecilho, nunca uma aliada. Mesmo a classe média estatal atual, formada por funcionários públicos, é geralmente concursada, portanto, atingiu sua posição de forma meritocrática. Então, a classe média brasileira se constituiu por mérito próprio, e como não tem patrimônio ou grandes empresas para deixar de herança para que seus filhos vivam de renda ou de lucro, deixa para eles o estudo e uma boa formação profissional, para que possam fazer carreira também por méritos próprios. Acho que isto forjou o ethos meritocrático da nossa classe média. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cubanos chegam e já diagnosticam a doença do Brasil

Eles desembarcaram há apenas quatro dias.

Ainda nem começaram a trabalhar. Mas alguma coisa de essencial já foi diagnosticada entre nós, apenas com a sua presença.

Uma foto estampada na Folha de S. Paulo desta 3ª feira sintetiza a radiografia que essa visita adicionou ao diagnóstico da doença brasileira.

Um médico negro avança altivo pelo corredor polonês que espreme a sua passagem na chegada a Fortaleza, 2ª feira.

O funil do constrangimento é formado por jovens de jaleco da mesma cor alva da pele.

Uivam, vaiam, ofendem o recém-chegado.

Recitam um texto inoculado diuturnamente em sua mente pelas cantanhêdes, os gasparis e assemelhados.

Centuriões de um conservadorismo rasteiro, mas incessante.

Vejam mais no Blog das Frases-CARTA MAIOR

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O fator Joaquim Barbosa em 2014

O que significa a pesquisa do Datafolha que pôs JB na frente.
JB dança o Gangnam Style
JB dança o Gangnam Style

O que significa Joaquim Barbosa como o preferido dos manifestantes de São Paulo segundo um levantamento do Datafolha?

Essencialmente, uma coisa: os protestos do MPL, quando foi realizada a pesquisa, já tinham sido usurpados pela direita.

Ou pela classe média “corrupta, egoísta e reacionária” da já clássica definição da filósofa Marilena Chauí.

Joaquim Barbosa, não há surpresa aí, é o herói dessa classe média.
E é, ao mesmo tempo, um instrumento do 1%, representado pelas grandes empresas de mídia.

Vejam mais no DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A alienação da classe média de esquerda nas críticas ao PNBL

Quem da classe média de esquerda se habilita a desligar sua banda larga PRIVADA à espera de uma conexão estatal, em protesto, para exigir uma banda larga provida apenas pela Telebrás?
Refiro-me a esperar até que a Telebrás chegue a seu domicílio, esperando pelos trâmites no Orçamento da União, aprovação no Congresso, licitações e embargos na justiça, concursos para contração de pessoal na estatal, aumentos de capital e assembléia de acionistas de uma empresa estatal que tem ações em bolsa de valores, etc.
Acho que ninguém que já tem banda-larga PRIVADA está disposto a ficar sem, enquanto isso.
Pois esta mesma classe média de esquerda (que já tem a banda larga privada), está se comportando como alienada em suas críticas, querendo negar ao pobre o que ela já tem e usa. Para o pobre, que no Brasil sempre “tinha que esperar”, ter uma opção agora e já de banda-larga de 1Mbit a R$ 29,80 (ou R$ 35,00 com ICMS) resolve seu problema imediato.

Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO BRASIL

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nós, a classe média (béééééé)

É a luta de classes, estúpido. Não é racismo, nem xenofobia, nem convivência, não é nada disso, é, simplesmente, luta de classes. Criminalizando o marginal você aprende a glorificar o poderoso.

Racismo: reflexo moral do miserável

Leio esta manhã em Kaosenlared ol excelente artigo de Agustín Vega Cortés sôbre a situação do povo cigano atualmente, um povo perseguido e castigado durante séculos por diferentes Estados europeus, e que agora, como bem diz o articulista, parece estar condenado a jogar o papel de "judeus do século XXI" para aqules racistas e xenófobos que fazem da caça e captura do bode expiatório uma forma suprema de política social e econômica (porque, finalmente, é do que se trata: luta de classes).

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

'Desinformação' não serve à democracia, diz Marilena Chauí

Em entrevista exclusiva à Rede Brasil Atual, a professora de filosofia da USP aponta setores ruralistas e classe média urbana como focos de anti-Lula. Ela faz reiteradas críticas à ameaça à liberdade de expressão provocada pela concentração dos meios de comunicação
(...)

Marilena Chauí - Duas coisas são muito importantes com relação ao atual governo. A primeira é que o governo Lula jamais será perdoado por ter enfrentado a questão da desigualdade social. Lula enfrentou a partir da própria figura dele. O fato de você ter um presidente operário, que tem o curso primário (Lula tem o ensino médio completo), significou a ruína da ideologia burguesa. Todos os critérios da ideologia burguesa para ocupar este posto (Presidência da República), que é ser da elite financeira, ter formação universitária, falar línguas estrangeiras, ter desempenho de gourmet... Enfim, foi descomposta uma série de atrativos que compõem a figura que a burguesia compôs para ocupar a Presidência. Ponto por ponto.

"Alguém tinha de vir das classes trabalhadoras para dizer o que precisa fazer no Brasil. Os governos anteriores sequer levavam em conta que isso (desigualdade social) existia." – Marilena Chauí, professora de filosofia da USP

Vejam a entrevista completa em REDE BRASIL ATUAL

domingo, 11 de abril de 2010

Participação da classe C sobe de 45% para 49% da população em 2009

A classe C ampliou sua participação para 49% da população brasileira em 2009, ano marcado pela crise econômica global, ante 45% no ano anterior, chegando a 92,85 milhões de pessoas.

Já as classes A/B subiram de 15% para 16% do total, enquanto as D/E caíram de 40% para 35%, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas, em conjunto com a Ipsos.

Prédios populares já têm serviço de classe média

Segundo o "Observador Brasil 2010", a expansão da classe C chegou a 15 pontos percentuais, considerando os dados desde 2005, quando essa fatia da população representava 34% do total. Naquele ano, as classes A/B respondiam por 15% e as D/E, por 51%. Leia mais no blog Guerrilheiro do entardecer.

sábado, 10 de abril de 2010

Algumas observações sobre bolsa-família

Uma das coisas que me irritam muito é ver gente criticando o bolsa-família enquanto demonstra que não sabe nem do que se trata, como a nova primeira dama de São Paulo fez. Pior, desconhecem tanto a pobreza do país que passam a supor que a vida classe média que têm é igualzinha para pobres/miseráveis.

Detesto o discurso “não gosto de dar o peixe ao invés de ensinar a pescar”. O subtexto é que ensinar a pessoa a trabalhar é mais importante do que mantê-la nutrida e saudável, preparada para aprender qualquer outra atividade. No entanto, quem defende essa lógica são as mesmas pessoas que NÃO ensinam a pescar: querem funcionários de confiança e com experiência, mas não dão oportunidades para primeiro emprego, desrespeitam a legislação trabalhista, contratam gente que mora perto pra economizar na passagem de ônibus...Leia mais no saite de Cynthia Semíramis.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Uma bandeira para a esquerda

Hoje o IPEA lançou um documento, intitulado “Pobreza, desigualdade e políticas públicas”, que conclui que: “Na década atual, a combinação entre a continuidade da estabilidade monetária, a maior expansão econômica e o reforço das políticas públicas, como a elevação real do salário mínimo, a ampliação do crédito popular, reformulação e alargamento dos programas de transferências de renda aos estratos de menor rendimento, entre outras, se mostrou decisiva para a generalizada melhora social no Brasil”. Note, todas essas causas de diminuição das desigualdades sociais foram ou instituídas ou aprofundas pelo governo Lula. Isso derruba a tese de que o governo do petista é uma mera continuação do governo FHC.

Continua no blog Miúdo Recruzado. Não deixem de ler os comentários.

sábado, 7 de novembro de 2009

Caetano Veloso e a Perfeita Imbecilidade Ególatra Caetano em foto dos anos 60 Caetano em foto dos anos 60 “expressão de uma classe média semi-culta

“expressão de uma classe média semi-culta e semi-informada que perambula atrás de biombos para esconder o conservadorismo medular, Caetano Veloso lançou a versão pop do voto de direita em 2010: 'Não posso deixar de votar nela; Marina não é analfabeta como o Lula'.” (Carta Maior com Estadão; 05-11)

Enquanto a irmã Maria Bethania envelhece com dignidade, o mesmo não se pode dizer do seu mano Caetano.
Valter Xéu
Mauro Carrara
Blog do Azenha
Disse o baiano ao jornalão dos Mesquitas, declarando seu voto em Marina Silva:
- Ela é meio preta, é cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem.
A declaração é reveladora. Serve bem a desmascarar esse Caetano ególatra, subproduto pós-moderno de si mesmo, tolo que substituiu o poeta sem lenço e sem documento.
O atual Caetano, aliás, converteu-se numa espécie de Gabeira sem carreira parlamentar.

Vejam mais em PATRIA LATINA

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

dica 029 - Afirmar que não existe racismo no Brasil

Para se tornar um genuíno membro da Classe Média brasileira, você não pode ser racista. Simplesmente porque, na ótica da Classe, o racismo não existe no Brasil. Não existe privilégio para nenhuma raça, tudo se pode conseguir através do esforço e do trabalho, seja a pessoa médio-classista ou negra. Convença-se disso.

Racismo hoje, talvez só nos Estados Unidos. Ali sim já se praticou racismo "do bom", racismo "de raiz", onde qualquer um pode encher um neguinho de porrada ou atear fogo na casa dele quando quiser... Mas hoje, nem lá as coisas são como eram... o presidente deles é negro, então os negros não têm do que reclamar.

Tome cuidado! Essa história de cotas, de segregação racial, de discriminação e tratamento diferenciado não pode afetar sua culta percepção do mundo, a percepção de quem recebeu uma bela educação paga nos melhores colégios católicos. Você dever entender isso como mera coisa de livros de História, coisa que ninguém lembra mais, da época em que trouxeram os negros escravizados da África, situação que logo mudou quando a Princesa Isabel assinou a tal parada, e desde então brancos e negros têm acesso ao que quiserem em igual condição.

Para demonstrar a seus estimados colegas da Classe o quanto você faz por merecer a aceitação no grupo, discuta, sempre que surgir o tema, sobre como os negros simplesmente não querem estar na mesma posição dos brancos (lembre-se de representar uma "indignação analítica contida" quando disser isto). Você causará suspiros de admiração, será ouvido e respeitado por seus pares. Argumente que, se você conseguiu chegar onde chegou, qualquer negro também conseguiria, pois este é um país onde o mérito funciona e é a base de tudo. Diga que você acha estranho, mas talvez, por uma questão de gosto pessoal, eles prefiram jogar capoeira a ir para a Universidade (novamente contenha a indignação de palestrante culto). E dê o veredito: se os negros estão reclamando, botando a culpa nos brancos, querendo cotas, se organizando em grupos culturais, movimentos de ações afirmativas e bandas de música black, eles é que são racistas! (neste ponto, você fica autorizado pela audiência a ignorar a autocontradição).

A dica continua no Classe Média Way of Life.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

La revolución ‘de color’ fracasa en Irán

M K Bhadrakumar
Asia Times Online

Los israelíes son realistas por excelencia. Por eso siempre vale la pena buscar a un homólogo israelí para tomar un buen whiskey en el circuito diplomático. Invariablemente tejerá un hilo de nylon que no se veía a primera vista en el tapiz de una historia sencilla.

Por lo tanto, la primera advertencia de que el proyecto aventurero de hacer una “revolución Twitter” en Irán estaba condenado al fracaso tenía que venir de los israelíes. Combina bien con las indicaciones de que la capacidad del supremo líder Ali Jamenei de controlar una situación política aparentemente explosiva nunca estuvo realmente en duda, no importa hasta qué punto los medios occidentales hayan exagerado cuando propagaron que Teherán estaba ‘sobre el filo de la navaja’.

(...)
Taheri, quien se codea con entusiasmo con las elites políticas árabes y occidentales, ofrece una visión del campo de Mousavi. Recuerda que el hombre que dirigió las prolongadas conversaciones en Argel, que llevaron a la liberación de los rehenes estadounidenses en 1981, Behzad Nabvi, sigue colaborando con Mousavi. También Abbas Kangarioo, quien mantuvo negociaciones secretas con el gobierno de Ronald Reagan en lo que llegó a ser conocido como el acuerdo Irán-Contra. Kangarioo, asesor clave y amigo de Mousavi, también tiene la distinción de haber “desarrollado una red de contactos en círculos de inteligencia y diplomacia en Europa y EE.UU.”


Vejam o texto integral em REBELIÓN

domingo, 31 de maio de 2009

Adiós, clase media, adiós

La recesión golpea con dureza al principal sustento del Estado de bienestar  

Ridiculizada por poetas y libertinos; idolatrada por moralistas; destinataria de los discursos de políticos, papas, popes y cuantos se suben alguna vez a un púlpito en busca de votantes o de adeptos; adulada por anunciantes; recelosa de heterodoxias y huidiza de revoluciones; pilar de familias y comunidades; principal sustento de las Haciendas públicas y garante del Estado de bienestar. La clase media es el verdadero rostro de la sociedad occidental. En un mundo globalizado, en el que hasta en el más mísero país siempre se puede encontrar a alguien con suficientes medios para darse un paseo espacial, sólo la preeminencia de la clase media distingue los Estados llamados desarrollados del resto. Los países dejan de ser pobres no por el puesto que ocupan sus millonarios en el ranking de los más ricos -de ser así, México o la India estarían a la cabeza del mundo dada la fortuna de sus potentados-, sino por la extensión de su clase media.  
 
Vejam mais no EL PAIS.COM

quinta-feira, 2 de abril de 2009

No dia em que a liberdade foi-se embora

"Dê ouro para o bem do Brasil!".
Matronas iam orgulhosamente tirar suas alianças e oferecê-las para os novos redentores da Nação, torcendo para que as câmeras as estivessem focalizando naquele momento solene.
Desde muito cedo eu peguei bronca dessas situações em que a multidão se move segundo uma coreografia traçada por alguém acima dela, com cada pessoa esforçando-se para parecer mais sincera no papel representado... de forma tão exagerada que acaba se mostrando, isto sim, artificial e canastrônica.

Vejam o texto completo no Patria Latina

terça-feira, 17 de março de 2009

SAUDADE DO VELHO JOÃO UBALDO

(...)
Por vezes tentava imaginar como alguém como ele se deixara enredar por uma armação tão chula quanto o golpe, fracassado por sinal, do "mensalão" do bufo Roberto Jefferson? Que os pubianos das leitoras de Danuza Leão ou espectadoras do Arnaldo Jabor se pongan en punta, como diz um amigo portenho, vá lá! "Mas João nunca foi um classe média obliterado" - pensava comigo mesmo.


Vejam o texto completo no Direto da Redação

domingo, 1 de março de 2009

Mobilidade Social: A imprensa ignora o Brasil

Por Luciano Costa Martins, 20/02/2009, Observatório da Imprensa

Já se passou mais de uma semana da divulgação, pela Fundação Getúlio Vargas, da pesquisa sobre a mobilidade social no Brasil. As conclusões são interessantes e deveriam estar inspirando debates muito mais ricos do que tem sido admitido pela imprensa sobre o nosso modelo econômico e as chances brasileiras diante da crise mundial.

Aliás, uma leitura cuidadosa do estudo autoriza a jogar no lixo muita coisa que se tem publicado ultimamente sobre macroeconomia, crise, programas de inclusão social e alguns outros temas muito em voga.

Leitura completa AQUI. Dica do blog Ainda a mosca azul.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Miles de venezolanos que creyeron que Chávez iba a imponer el comunismo llevaron sus ahorros al Stanford Bank y acabaron estafados

Miles de venezolanos, intimidados por las acusaciones de medios privados en torno a que el Presidente era "comunista", prefirieron confiar en un banco extranjero y ahora se lamentan. Otros temen que el gobierno descubra cómo eludieron el control de cambios. Luis Giusti era uno de los promotores de Stanford Bank en Venezuela.


Un artículo de la agencia Thompson-Reuters destaca que "venezolanos de clase media y ricos confiaron su dinero al grupo financiero del tejano Allen Stanford, acusado de un 'fraude masivo', porque creían que sus ahorros estaban más seguros allí que en los bancos del país gobernado por el presidente Hugo Chávez".

Los depósitos de venezolanos en el banco comercial Stanford fueron tan numerosos, que -según investigadores estadounidenses citados por Reuters- "representarían más de una cuarta parte de los 8.000 millones de dólares" invertidos en certificados de depósitos fraudulentos por parte de la estadounidense Stanford con tasas de interés sospechosamente altas. Reuters asegura que los venezolanos han invertido más de 2.000 millones de dólares en sus compañías offshore.

Stanford también está siendo investigada en Estados Unidos por sus posibles conexiones con redes del narcotráfico en México.


Vejam o texto completo na Rebelión

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Brasil é 'exemplo para o mundo' no combate à pobreza, diz jornal dos EUA

O sucesso da Bolsa Família e de outras iniciativas brasileiras no combate à pobreza foi tema de uma longa reportagem publicada nesta quinta-feira, de uma série sobre o país feita esta semana pelo jornal americano The Christian Science Monitor.

"Embora a crise financeira global esteja afetando o Brasil, a economia do país teve uma efervescência nos últimos cinco anos e o padrão de vida dos pobres subiu", disse o jornal, explicando que "inflação mais baixa e acesso mais fácil ao crédito - juntamente com um salário mínimo mais alto - criaram uma nova classe de consumidores que mantiveram a economia em crescimento."

aqui

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

"Classe Média" Tem Mais de 100 Mil Views no YouTube

'Classe media' tem mais de 100 mil views 1 ano depois | no YouTube 15:00 Voltou a circular na web o link para ver no YouTube o video da musica 'Classe Media', critica ao comportamento, as aspiraçoes e as indignaçoes da classe media brasileira, anterior, de maio do ano passado, aqui. Há pouco mais de um ano, tinha menos de 1,300 views. Pincela tambem a midia - "Sou classe media, papagaio de todo telejornal, eu acredito na imparcialidade da revista semanal...". O autor é Max Gonzaga, ele canta com a Banda Marginal, no Festival da TV Cultura. Está agora com quase 108,000 views. Clique na imagem imediatamente abaixo para assistir. 08/08

Do Blue Bus.