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domingo, 11 de março de 2012

Como a Grécia foi enganada pelo Goldman Sachs

Goldman Sachs enganou os gregos duas vezes
 e estes vão trabalhar para pagar a dívida ao banco até 2037. 
 
Pela primeira vez, dois dos protagonistas do lado do governo de Atenas dão a sua versão deste negócio ruinoso e confessam que não sabiam o que estavam a assinar num contrato repleto de cláusulas complexas. O objectivo do negócio proposto pelo Goldman Sachs - o banco onde trabalhava o actual primeiro-ministro grego Lucas Papademos - era camuflar o endividamento da Grécia em 2% do PIB, através duma complexa troca de dívida emitida em ienes e dólares por euros. Ao usar uma taxa de câmbio que não traduzia o valor de mercado do euro. a Goldman Sachs tornou-se credora de 2,8 mil milhões de euros. E no próprio dia em que o acordo era assinado, em junho de 2001, a fatura já tinha aumentado 600 milhões.

Vejam o texto completo em ESQUERDA.NET

O grande "calote financeiro" dos EEUU para ser o dono do mundo

Todos os enredos são bons para os EEUU na hora de consolidar a governança global. A Reserva Federal (Fed) recorre a "práticas ilegais" de impressão de dinheiro e transferencias de "bônus falsificados", o que evidencia que a "máfia financeira internacional" nunca para de manipular as moedas mundiais para conseguir seus objetivos geopolíticos segundo experts e fontes próximas às agencias de inteligência citadas pelo portal russo tpp-inform.ru. 

O volume de lavagem de dinheiro alcança os 15 trilhões de dólares, segundo revelou o empresário britânico James de Blackheath, que tornou pública a história. Essas transações financeiras fraudulentas, afirma o portal russo, estão dirigidas para mudar radicalmente a ordem mundial e a preservar uma posição dominante das empresas transnacionais nas novas condições históricas.  
Vejam o texto original em RT ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Está difícil ser jovem nos EUA

Na última semana, milhares de americanos se reuniram em Nova York para protestar contra a especulação financeira e a escalada do desemprego nos Estados Unidos. Pelo menos 700 pessoas foram presas, ajudando a alastrar o movimento para cidades como Boston, Chicago, Los Angeles e São Francisco. A maioria era jovem, e tinha lá bons motivos para indignar-se.



Pela primeira vez na história, as dívidas estudantis contraídas nos Estados Unidos superaram as dívidas dos americanos com cartões de crédito. A previsão é de que ela alcance US$ 1 trilhão ainda este ano, levando bancos e fundos de investimento a emitirem alertas de um novo risco de default. O medo é de calote, e desta vez por parte da juventude americana.
Segundo contas feitas pelo New York Times, é como se cada americano que precisou de empréstimo para pagar um bacharelado universitário devesse, em média, 24 mil dólares. Dívida demais para uma juventude arrochada pelo desemprego, que contrai empréstimos para estudar mas não consegue trabalho para pagá-los.


Continue lendo na CartaCapital. 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O dólar tem seus dias contados

Por Samuel Jaberg, de Swissinfo.ch

Adaptação de Fernando Hirschy

A moeda americana se transformou na maior bolha especulativa da História e está condenada a uma forte queda. Os ataques contra o euro são apenas uma cortina de fumaça para esconder a falência da economia americana, defende a jornalista suíça Myret Zaki em seu último livro, O Fim do Dólar.

“A queda do dólar se prepara. É inevitável. O principal risco no mundo atualmente é uma crise da dívida pública americana. A maior economia mundial não passa de uma grande ilusão. Para produzir 14 trilhões de renda nacional (PIB), os Estados Unidos geraram uma dívida de mais de 50 trilhões que custa 4 trilhões de juros por ano.” O tom está dado. Ao longo das 223 páginas de seu novo livro, Myret Zaki, editora-adjunta da revista Bilan, Zaki faz uma acusação impiedosa contra o dólar e a economia americana, que considera “tecnicamente falida”. A jornalista se tornou, nos últimos anos, uma das mais famosas escritoras de economia da Suíça. Em seus últimos livros, ela abordou também a situação desastrosa do banco suíço UBS nos Estados Unidos e a guerra comercial no mercado da evasão fiscal. Na entrevista a seguir, Myret Zaki defende a tese de que o ataque contra o euro serve para desviar a atenção sobre a gravidade do caso americano.


Vejam mais detalhes da entrevista em VIA POLÍTICA

sexta-feira, 18 de março de 2011

LEAP prevê colapso global do mercado de títulos do Tesouro dos EUA

(Chico Villela) O Laboratório Europeu de Antecipação Política –LEAP 2020 acaba de lançar seu boletim número 53, em que prevê a aceleração do colapso do mercado de títulos do Tesouro dos EUA a partir do segundo semestre deste ano. O LEAP há tempos vem antecipando eventos-chave econômicos, políticos e sociais mundiais com elevada margem de acerto.

A questão reside tanto na iminente venda de grandes lotes quanto na redução da capacidade de compra dos grandes detentores da dívida em títulos dos EUA, da ordem de 4,4 trilhões de dólares. China (20%), Reino Unido,Japão e países produtores de petróleo do Golfo Pérsico detêm a maior parte dos títulos.

Vejam o texto completo em NOVAE



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Secretário do Tesouro adverte que os Estados Unidos estão à beira da quebra


E se este termo é pouco claro ou preciso para detalhar a situação, o purificamos nada menos com as palavras de Timothy Geithner, o Secretario do Tesouro: “Os Estados Unidos estão à beira da insolvência".

Com essas palavras, Timothy Geithner, pediu ao Congreso dos Estados Unidos a urgencia de elevar o teto da dívida, atualmente situado em 14.300.000 millones de dólares 14.300.000.000.000). É que os Estados Unidos se encontram a centímetros desse teto, e necessita de uma nova injeção de liquidez que o permita enfrentar cara a cara os fatos. O mundo se ve diferente quando se tem realmente dinheiro nos bolsos e quando não. Isto é o qu faz com que os Estados Unidos enfrente a mais dura encruzilhada de sua história. Um acidente do qual ninguém sairá tal como chegou.


Vejam mais em CUBADEBATE

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Porque os EUA devem bilhões de dólares ao Haiti

Bill Quigley

Porque é que os EUA devem bilhões de dólares ao Haiti? Colin Powell, antigo secretário de Estado dos EUA, definiu a sua política externa como a "regra do Pottery Barn". Ou seja – "quem parte, paga".
Durante 200 anos os EUA fizeram tudo para "partir" o Haiti. Estamos em dívida para com o Haiti. Não é uma questão de caridade. Estamos em dívida para com o Haiti por uma questão de justiça. Indenizações. E não apenas os 100 milhões de dólares prometidos pelo presidente Obama – isso são trocos. Os EUA devem ao Haiti bilhões de dólares – com Bs maiúsculos.

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Equador determina pagamento de parcela de dívida com o BNDES

REUTERS

QUITO - O Equador autorizou o pagamento de uma parcela de 28,1 milhões de dólares de uma dívida com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), informou nesta segunda o presidente do Banco Central equatoriano.


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