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terça-feira, 17 de julho de 2012

Quem são as fontes sírias utilizadas pelas agencias?

Quem são as fontes sírias utilizadas pelas agencias?


O jornalista Charlie Skelton quis saber quem são aqueles que fornecem informação a respeito da situação na Síria às agencias de imprensa e outros meios internacionais. Ele investigou então os assim chamados "especialistas em Síria", "testemunhas presenciais" ou "ativistas pela democracia" ... que aparecem constantemente nas citações dos referidos meios.     



Vejam o texto original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

terça-feira, 24 de maio de 2011

Uribe usou arquivos das FARC para incriminar Chávez e Correa, revela Wikileaks

O governo do ex-presidente colombiano Álvaro Uribe (2002-2010) manipulou informações contidas nos computadores de "Raúl Reyes" -- codinome de um dos líderes das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), assassinado em 2008 --, para vincular o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e o equatoriano, Rafael Correa, à guerrilha, de acordo com despachos vazados pelo Wikileaks.

Uma série de despachos publicados pelo jornal colombiano El Espectador informou que a administração Uribe utilizou "estrategicamente" o material que foi entregue a vários países e "que inclusive conseguiu fundos privados para que um organismo estrangeiro direcionasse às conclusões”. O trecho se refere ao relatório do Instituto de Estudos Estratégicos (IISS) "Dossiê das FARC: os arquivos secretos de Venezuela, Equador e Raúl Reyes", publicado este mês.


Continue lendo no Opera Mundi.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A liberdade de imprensa nos Estados Unidos

Manuel E. Yepe
auto-hermes.ning.com

A colonização informativa do império é praticamente absoluta em todo o mundo porque as informações sobre política interna ianque tem um grande protagonismo nos meios de comunicação mundiais dado que as decisões que se tomam nesse país afetam a toda a comunidade internacional e porque os Estados Unidos são o centro do sistema nervoso do sistema de comunicação mundial e as notícias que alí são geradas tem garantidas sua transmissão por todo o globo.

Isso é explicado pela amplitude no capítulo dedicado aos Estados Unidos no livro "Desinformação: Como as mídias ocultam ao mundo" de Pascual Serrano que comentei anteriormente.

Alguns acontecimentos pontuais, tais como a tragédia humana gerada pelo furacão Katrina, permitem a análise dos fatos essenciais do comportamento das mídias corporativas da imprensa na superpotência. Silenciava-se, por exemplo, que seis semanas após a catástrofe, os brancos ricos puderam voltar a suas casas e o centro comercial tinha água, eletricidade e todas as facilidades, enquanto os bairros dos negros continuavam cheios de escombros e soldados fortemente armados impediam a seus vizinhos instalarem-se nas suas.

Dos negócios da reconstrução de Nova Órleans não se havia falado ainda nas grandes mídias. Só a imprensa progressista mexicana publicou que uma lei que obrigava aos empreiteiros pagar salários equivalentes aos que predominam na região foi suspensa para que empresas com a Halliburton pagassem menos que o salário mínimo a imigrantes mexicanos e centro-americanos atraísdo para os trabalhos de reconstrução em Nova Órleans, enquanto cobravam do governo como se pagassem altos salários.


Vejam mais detalhes em REBELION.ORG

sexta-feira, 5 de março de 2010

Pascual Serrano: "O divórcio entre a realidade e o que as midias apresentam é abismal

Pascual Serrano, periodista, escritor e co-autor do site "Rebelión" da algumas receitas para evitar a desinformação: "Deixe de ver a telenovela, deixe de comprar jornais, deixe de ver a televisão e busque um bom livro".
(...)
P: Um dos aspectos que mais tem seguido o processo informativo dos meios espanhois diz respeito a Cuba e Venezuela. Como é esse processo e a que se deve?
R: Este processo que eu qualificaria de satanização não é uma questão ideológica. Eu o resumiria com uma frase de Vito Corleone que quando matava a alguém dizia "não é nada pessoal, são apenas negocios".

Vejam a entrevista em L`INFORMATIU.COM

sábado, 17 de maio de 2008

Soberania Comunicacional é um Desafio da América Latina

A honestidade informativa não pode guardar relação com a estupidez política.
Não se falta à ética transmitindo a verdade como ela é e não como o público desejaria ou está acostumado a vê-la, lê-la e ouvi-la.
Não é desonesto ter uma visão parcial em favor dos explorados entanto a informação seja veraz. Faz parte da democracia ter uma visão crítica deste sistema e de qualquer outro que regule ou ordene a sociedade.
Não precisamos estar dando prova da nossa honestidade oferecendo duas versões, quando uma delas, geralmente a da oligarquia, está prenhe de mentiras, interesses fraudulentos e é proferida por bandos de delinqüentes que têm se apoderado deste continente faz mais de 500 anos.
Não é possível entender como uma falta de democracia e ataque à liberdade de expressão o retiro das concessões daquelas emissoras que, usando as ondas de domínio público, se dedicam a perpetrar toda a desinformação e ataques à maioria da população em benefício de interesses oligárquicos, racistas, sectários, apátridas e transnacionais.
Continue AQUI.