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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Arizona enfrenta boicote por causa de lei de imigração

Políticos de San Francisco, Los Angeles e Washington organizam um boicote ao governo e a algumas empresas do Arizona por causa da polêmica lei aprovada na sexta-feira passada que autoriza a polícia a interrogar imigrantes sobre a sua situação legal no país.

O grupo ativista Care2 lançou na internet o site “Boycott Arizona!” (Boicote o Arizona!), que promove o boicote ao governo do Estado e a empresas que apoiem políticos do Estado.

Vários grupos de defesa dos direitos humanos e o próprio presidente Barack Obama pediram que o Departamento de Justiça reavalie a validade da lei.


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Marcadores: "Arizona"

terça-feira, 27 de abril de 2010

Mendigo ‘herói’ esfaqueado morre após ser ignorado por pedestres em NY

Um mendigo que foi esfaqueado após tentar ajudar uma mulher em uma discussão acabou morrendo na rua, ignorado pelos transeuntes, segundo imagens captadas por câmeras de segurança de um prédio nos arredores.

O incidente ocorreu no bairro de Queens, em Nova York. De acordo com a polícia, pelo menos 25 pessoas passaram pelo pedinte esfaqueado, o imigrante guatemalteco Hugo Alfredo Tale-Yax, de 31 anos, enquanto ele sangrava em uma calçada do bairro.

Segundo a imprensa americana, a polícia agora procura a mulher envolvida na discussão, pois acredita que ela não sabe que o mendigo foi esfaqueado e que ela provavelmente pode identificar o assassino. Os dois pareciam estar discutindo quando o imigrante interferiu tentando ajudá-la.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Premiê britânico endurece discurso contra imigração ilegal


Com a proximidade das eleições parlamentares na Grã-Bretanha – que ainda não foram convocadas, mas estão previstas para maio -, o primeiro-ministro, Gordon Brown, intensificou nesta quarta-feira o tom do seu discurso sobre imigração afirmando que futuros imigrantes ilegais "não são bem-vindos" no país.

A expectativa é de que o Partido Trabalhista de Brown enfrente nas eleições o desafio de superar, em algumas regiões britânicas, a força do Partido Nacional Britânico (BNP, na sigla em inglês), de extrema direita, que coloca o combate à imigração como uma de suas principais bandeiras.

Continua na BBC Brasil.


sábado, 9 de janeiro de 2010

Mais um imigrante é ferido por arma de fogo no sul da Itália

Segundo a Polícia, o imigrante foi atingido por vários tiros de chumbinho disparados de um veículo em um terreno do município de Gioia Touro, próximo a Rosarno.

O imigrante, que se soma ao outros dois feridos ontem por armas de fogo, foi levado para um hospital com ferimentos nas pernas e um braço. Mas, apesar disso, seu estado de saúde não é grave.

A Carabinieri (Polícia Militar) investiga os casos, que parecem ser resultantes de uma espécie de da "caça ao imigrante", como a imprensa do país definiu os distúrbios em Rosarno.

Confira a notícia da EFE, no UOL.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Polícia fecha acampamento de imigrantes na França

Ativistas formaram uma corrente humana no início das operações, nesta terça-feira de manhã.

Imagens aéreas de TV mostram policiais se movimentando pelo acampamento e calmamente levando para fora uma fila de imigrantes.

Outras imagens mostram policiais em confronto com manifestantes. O comandante da polícia de Calais, Pierre de Bousquet de Florian, disse à imprensa que a operação foi um sucesso.

Segundo ele, 146 adultos e 132 auto-declarados menores foram detidos. Entre eles, não havia nenhuma mulher.

Os adultos foram levados para a prisão e os menores para centros especiais de detenção.

O governo francês afirma que todos os moradores vão ter a chance de pedir asilo ou retorno voluntário assistido.

A notícia completa na BBC Brasil.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O gosto amargo do sorvete da esquina na Alemanha

"Tatiana é uma jovem catarinense, descendente de italianos, que trabalha numa sorveteria de um shopping em Koblenz. Ela e o marido dividem com mais três casais a moradia fornecida pelo empregador: uma quitinete com três divisórias, banheiro e cozinha comuns. O contrato escrito é para trabalhar 8 horas diárias e 36 semanais, mas na realidade trabalha 12 horas diárias e 72 horas semanais. Afirma que esta é a única forma de fazer um pé-de-meia e construir uma casa no Brasil. Afinal, com sua profissão, trabalhando para uma empresa do ramo de alimentos em Florianópolis, não alcançava 1 mil reais de salário mensal.

Com os colegas de trabalho, Tatiana decorou algumas frases feitas, indispensáveis para atender os clientes alemães. Trabalha de pé e corre de um lado para outro servindo mesas; o salário que recebe é o mesmo que um alemão receberia para trabalhar 8 horas diárias e 36 semanais. Com ironia compara os alemães com os brasileiros: "será que ninguém vê que começa sua jornada as 8 horas e encerra às 20 horas?" "As autoridades não sabem o que está acontecendo?". Mas logo se arrepende e revela um sentimento de culpa: "se o patrão não cumpre a lei, é 'cúmplice' dele porque aceita essa situação".

O texto completo no Terra Magazine.

Apesar da crise, imigrantes não querem voltar, indica pesquisa


Apesar de fortemente afetados pela crise econômica global que atingiu de maneira intensa os países desenvolvidos, a maioria dos imigrantes econômicos abrigados nesses países preferiu permanecer a voltar aos seus locais de origem, segundo indica uma pesquisa preparada com exclusividade para o Serviço Mundial da BBC.

O estudo, feito pela organização americana Migration Policy Institute (MPI), também indica que a crise reduziu o fluxo de migrantes em busca de melhores condições pelo mundo.

Continua na BBC Brasil.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Itália: médicos podem denunciar imigrantes ilegais

O Senado italiano aprovou uma emenda da Liga Norte para permitir que os médicos denunciem à Justiça os imigrantes ilegais que recorrem aos serviços públicos de saúde. A nova Lei de Segurança, concebida pelo governo, contém ainda outros aspectos gravosos, apesar de alguns deles terem sido travados pela maioria do Senado, como a norma que permitia manter imigrantes presos por 18 meses até serem expulsos. A emenda proposta pela Liga Norte e aprovada pelo Senado italiano com 156 votos a favor e 132 contra, anula a norma que impedia os médicos de denunciarem imigrantes ilegais que recorram aos serviços públicos de saúde.


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