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terça-feira, 2 de julho de 2013

Após 10h, Câmara aprova projeto que baixa tarifa em Porto Alegre

A Câmara de Vereadores de Porto Alegre aprovou com 34 votos favoráveis e um contrário o projeto de lei do Executivo que isenta do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), que incide em 2,5% sobre as tarifas, as empresas de transporte coletivo por ônibus da Capital. Com a isenção, o valor da passagem, fixado em R$ 2,85, baixará para R$ 2,80. A prefeitura deve sancionar o projeto de lei nesta terça. Mais cedo, o Tribunal de Justiça negou liminar que deixaria o preço da passagem em R$ 2,67.

Do início da sessão até o término da votação – já no início da madrugada desta terça-feira – foram mais de dez horas de debates. A grande maioria do tempo foi usado para o debate de 15 emendas, as quais apenas uma foi aprovada, duas retiradas e 12, rejeitadas. 

Dentre as emendas rejeitadas pelos vereadores estava o texto que previa “que futuros reajustes nas tarifas serão condicionados à apresenção à Câmara da tabela de custos, com a descrição e valores de todos os insumos e tributos um mês antes da reunião do Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu), além da realização de audiências públicas antes dos aumentos”. Outra emenda rejeitada foi a que estabelecia “que somente será válido o reajuste se a Prefeitura disponibilizar na Internet a planilha de cálculo tarifário 30 dias antes da apreciação do reajuste pelo Comtu”. 


Vale a visita ao sítio do Correio do Povo, para conferir o que foi rejeitado.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Dilma e a revolução dos coxinhas

Dessa vez eles chegaram bem perto. A estratégia foi genial. Usaram um grupinho político da USP que tinha uma proposta simpática, a defesa do passe livre, e, com ajuda da brutalidade da polícia paulista, transformaram um protesto local no maior delírio coletivo das últimas décadas.

Ainda vai demorar para sabermos a extensão da influência dos grupos “anonymous” na organização virtual das manifestações. Mas as névoas estão começando a se dissipar. Depois do apoio dos Clubes Militares aos “protestos de rua”, as coisas vão ficando mais claras.

É um fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos, e cada vez emerge mais forte. As novas investidas da direita tem se dado através da juventude da classe média. Pega-se uma bandeira ou candidato simpáticos, untados com antigovernissmo, agressividade política, cobertura midiática favorável, um bocado de esquerdismo utópico e infantil, e pronto, eis uma causa capaz de reunir milhares de jovens. A estratégia de usar a juventude, e símbolos da esquerda, para lançar uma candidatura conservadora, é um excelente cavalo de Tróia para dividir e confundir o eleitorado progressista. Em 2008, fizeram com Gabeira, símbolo de rebeldia, nas eleições municipais do Rio de Janeiro. Começou como queridinho dos jovens e terminou, como agora, com apoio do Clube Militar. Dois anos depois, Gabeira seria o candidato-fantoche do PSDB no estado do Rio, disputando uma eleição apenas para dar palanque à José Serra, e hoje o ex-guerrilheiro assina uma coluna udenista no Estadão.


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Dessa vez eles chegaram bem perto. A estratégia foi genial. Usaram um grupinho político da USP que tinha uma proposta simpática, a defesa do passe livre, e, com ajuda da brutalidade da polícia paulista, transformaram um protesto local no maior delírio coletivo das últimas décadas.
Ainda vai demorar para sabermos a extensão da influência dos grupos “anonymous” na organização virtual das manifestações. Mas as névoas estão começando a se dissipar. Depois do apoio dos Clubes Militares aos “protestos de rua”, as coisas vão ficando mais claras.
É um fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos, e cada vez emerge mais forte. As novas investidas da direita tem se dado através da juventude da classe média. Pega-se uma bandeira ou candidato simpáticos, untados com antigovernissmo, agressividade política, cobertura midiática favorável, um bocado de esquerdismo utópico e infantil, e pronto, eis uma causa capaz de reunir milhares de jovens. A estratégia de usar a juventude, e símbolos da esquerda, para lançar uma candidatura conservadora, é um excelente cavalo de Tróia para dividir e confundir o eleitorado progressista. Em 2008, fizeram com Gabeira, símbolo de rebeldia, nas eleições municipais do Rio de Janeiro. Começou como queridinho dos jovens e terminou, como agora, com apoio do Clube Militar. Dois anos depois, Gabeira seria o candidato-fantoche do PSDB no estado do Rio, disputando uma eleição apenas para dar palanque à José Serra, e hoje o ex-guerrilheiro assina uma coluna udenista no Estadão.
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Dessa vez eles chegaram bem perto. A estratégia foi genial. Usaram um grupinho político da USP que tinha uma proposta simpática, a defesa do passe livre, e, com ajuda da brutalidade da polícia paulista, transformaram um protesto local no maior delírio coletivo das últimas décadas.
Ainda vai demorar para sabermos a extensão da influência dos grupos “anonymous” na organização virtual das manifestações. Mas as névoas estão começando a se dissipar. Depois do apoio dos Clubes Militares aos “protestos de rua”, as coisas vão ficando mais claras.
É um fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos, e cada vez emerge mais forte. As novas investidas da direita tem se dado através da juventude da classe média. Pega-se uma bandeira ou candidato simpáticos, untados com antigovernissmo, agressividade política, cobertura midiática favorável, um bocado de esquerdismo utópico e infantil, e pronto, eis uma causa capaz de reunir milhares de jovens. A estratégia de usar a juventude, e símbolos da esquerda, para lançar uma candidatura conservadora, é um excelente cavalo de Tróia para dividir e confundir o eleitorado progressista. Em 2008, fizeram com Gabeira, símbolo de rebeldia, nas eleições municipais do Rio de Janeiro. Começou como queridinho dos jovens e terminou, como agora, com apoio do Clube Militar. Dois anos depois, Gabeira seria o candidato-fantoche do PSDB no estado do Rio, disputando uma eleição apenas para dar palanque à José Serra, e hoje o ex-guerrilheiro assina uma coluna udenista no Estadão.
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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Comportamento de “coxinhas” paulistanos é tema de análise sociológica


(co.xi.nha) Bras. Cul.

sf.
1 Coxa de galinha, que se usa ger.
na preparação de canjas e sopas,
ou como parte do frango à passarinho 

sf.
2 Salgadinho empanado e frito
em forma de coxa de galinha,
com uma porção de sua carne
envoltos em massa de farinha de trigo

[F.: coxa + -inha.]•
manifestação coxinha
Manifestação coxinha
As manifestações que se proliferam Brasil afora deixaram, em São Paulo, marcas muito maiores do que a vitória do Movimento Passe Livre, que conseguiu reduzir em R$ 0,20 o preço da passagem nos transportes públicos. Incluiu mais um significado à palavra “coxinha” e ao verbo “coxiinhar” para, no futuro, ser sintetizada nos dicionários.

Por agora, no calor dos pneus em chamas, entre balas de borracha e gás de pimenta, o cientista social Leonardo Rossatto e o professor de Português Michel Montanha, de Santo André, no ABC paulista, redatores do blog Aleatório, Eventual & Livre, fazem uma “análise sociológica” do significado do termo, aplicado à definição de quem integra “um grupo social específico, que compartilha determinados valores”, segundo o texto. 

Vejam mais em CORREIO DO BRASIL

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Aeromóvel

Veículo que fará o trajeto de cerca de 1km entre a Estação Aeroporto da Trensurb e oAeroporto Internacional Salgado Filho, chegou sábado pela manhã.

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Confira no Fotocorreio do Correio do Povo.

domingo, 25 de março de 2012

Como o sistema ferroviário da Argentina foi saqueado

A rede ferroviária estatal argentina tinha 40.000 km e nela trabalhavam 190.000 empregados. Era a mais extensa da América Latina e, de certo modo, a coluna vertebral de um país. A história do desmonte desse sistema começa nos anos 60, quando montadoras estadunidenses e o Banco Mundial impulsionaram o Plano Larkin para desarmar a rede ferroviária do país, chegando até a reforma do Estado dos anos 90, quando o neoliberal Carlos Menem desmontou o Estado, privatizando todo seu patrimônio. O artigo é de Francisco Luque. 

Vejam em CARTA MAIOR

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Trens de levitação magnética aparecerão em Pequim até 2012


Os trens de levitação magnética (Maglev) aparecerão em Pequim até 2012, anunciaram hoje as autoridades urbanas citadas pela mídia.

A ferrovia S1 de dez quilometros de extensão começará a ser construída em dezembro próximo e unirá os distritos de Pingyuan e Shiguan situados a oeste de Pequim.

Vejam mais detalhes em RIA NOVOSTI

terça-feira, 26 de outubro de 2010

China inaugura trem-bala de 356 km/h que ligará duas cidades em 45 minutos

Um trem-bala capaz de atingir 356 km/h foi inaugurado, nesta terça-feira, na China. O coletivo ligará as cidades de Xangai e Hangzhou sob um percurso de 202 km. A criação do trem é tida como parte da maior onda de obras ferroviárias no mundo.

A velocidade de 356km/h é ideal para reduzir o tempo da viagem entre as duas cidades, de 1h20m para 45 minutos. O plano chinês é de, até 2012, construir 13 mil quilômetros de ferrovias velozes. Desta forma, até 2020, o governo conseguirá atender mais de 90% da população.


Vejam mais detalhes em JORNAL DO BRASIL

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ônibus anfíbio anda bem, sofre problemas, mas está bem agora



O "amfibus", construído na Holanda e usado na Escócia, voltou a ser testado hoje, depois de ter ficado de castigo por ativar um airbag sem necessidade. Pelo vídeo da BBC, ele parece só um daqueles ônibus escolares amarelos que se vê nos EUA — só que ele anda na água.

Mais no Gizmodo Brasil. Lá também está disponível um vídeo do ônibus.

Marcadores: "transporte coletivo", "ônibus"

quinta-feira, 10 de setembro de 2009