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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Congressista compara com Auschwitz campo de refugiados sustentado pelos EEUU no Iraque
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segunda-feira, 15 de março de 2010
Morreu Jean Ferrat, o último dos grandes da canção francesa

Laure Brumont
Prolífico e discreto, Jean Ferrat, de 79 anos, compôs e interpretou umas 200 canções, nas quais mesclava textos comprometidos, homenagens ao poeta e novelista Luis Aragon e declarações de amor a Ardèche, sua região adotiva, donde vivia desde há muitos anos.
Nascido em 26 de dezembro de 1930 em Vaucresson (suburbios de Paris) e registrado com o nome de Jean Tenebaum, perdeu à idade de 11 anos seu pai, que era um judeu emigrado da Rússia e deportado a Auschwitz. Ferrat foi salvo graças a militantes comunistas, algo que nunca esqueceu.
Depois da Segunda Guerra mundial abandonou os estudos de bacharelado para ajudar sua familia e conseguiu trabalho como assistente num laboratório de química até 1954, época na qual começou a cantar em cabarés parisienses.
Rapidamente, Jean Ferrat decidiu interpretar textos comprometidos, como "Nuit et Brouillard" (Noite e Neblina, 1963), que fala dos horrores da deportação durante a guerra - uma canção que não foi difundida pelas emissoras - e logo "Potemkin" (1965), à glória dos marinheiros do encouraçado do Mar Negro cujo motim foi o prelúdio da Revolução russa de 1905, também proibida.
Simpatizantte do Partido Comunista sem nunca ter sido membro, Ferrat tomou certa distância em determinado momento do regime soviético.
Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Mensagem encontrada em Auschwitz
Auschwitz era o maior dos campos de concentração estabelecidos na Polonia Nazista durante a II grande guerra. Acredita-se que aproximadamente 1.1 milhões de pessoas, principalmente judeus europeus, foram assassinados no acampamento.
A nota, escrita a lápis em um pedaço de papel áspero, foi enrolada e colocada em um frasco e escondida em um muro de cimento do edifício.
Vejam mais PRAVDA.RU
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Auschwitz, memorial em perigo
Logo a neve vai derreter e a terra descongelará. Os destroços dos galpões de madeira e das câmaras de gás e crematórios serão, mais uma vez, submetidos aos movimentos do solo. É preciso protegê-los para evitar que acabem desmoronando.
É somente um dos trabalhos indispensáveis para a preservação do antigo campo de concentração e de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Em janeiro, o Museu do Estado Auschwitz-Birkenau, que administra os antigos campos, as visitas e as exposições, tornou públicas suas necessidades: 60 milhões de euros para as reformas mais urgentes, 120 milhões para o financiamento total da conservação. Se nada for feito, o local está simplesmente ameaçado de desaparecer.
Texto completo do Le Monde, no UOL Mídia Global.