segunda-feira, 15 de julho de 2013
PLEBISCITO: O PATRICIADO E A PLEBE
Elio Gaspari, Eugenio Bucci e Merval Pereira manifestaram-se recentemente contrários à proposta de plebiscito formulada pelo governo Dilma. Para eles, a iniciativa de reformar a estrutura política do país não guarda qualquer aderência com as inquietações recentes expressas nas ruas. Alckmin, Aécio, Ronaldo Caiado, Serra, Larry Rothers (o do New York Times) e Gilmar Mendes, entre outros, pensam assim também.
A palavra plebiscito costuma provocar urticária na sensível epiderme conservadora por conta do recorte político claramente embutido em sua etimologia. A história da palavra marca o encontro de dois termos latinos (plebs e scitum) que podem ser traduzidos como o ‘decreto da plebe', a ordenação social definida por ela, digamos assim. Outro entendimento deriva da junção do latim, plebs scit . E, neste caso, a colisão com a visão histórica do patriciado de todas as épocas é ainda mais inflamável: ‘a plebe sabe', dardeja a etimologia.
Os centuriões da ordem, de todas as ordens, se arrepiam: se a plebe, o estamento intermediário na Roma antiga, sabe, em breve os escravos evocarão também esse direito. A questão crucial em todas as travessias de ciclo histórico é a reforma do poder: 'quem sabe' definir melhor o passo seguinte da sociedade.
Elio Gaspari, nos anos 80, acreditava que quem sabia era o coronel Heitor Ferreira de Aquino. O porta-recados da ditadura, e secretário do general Golbery (segundo na hierarquia da ditadura Geisel), despachava regularmente com o então diretor-adjunto da revista 'Veja'. Não raro, na véspera do fechamento, a voz da secretária ecoava pressurosa pelos corredores da semanal dos Civitas: ‘Eeeliiiooo, o Heitor, o Heitor! E lá ia o atual crítico do plebiscito beber direto na fonte de quem sabia, na sua concepção de sabedoria.
Heitor, uma espécie de faz-tudo de Golbery, de fato sabia. Muito. Um lado da história. Mas não toda ela. Sobretudo, não sabia o lado da rua. O da plebe que a seus olhos, a exemplo do patriciado atual, estava alheia às questões do poder e da estrutura política. Até que em 1983 surgiu o ‘Diretas Já!' e , em 1988, uma Constituinte esticou o perímetro da cidadania a limites até hoje não digeridos pelo patriciado que, pelo visto, rechaça viver a experiência novamente.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
domingo, 28 de agosto de 2011
Dirceu compara revista brasileira a diário inglês fechado por praticar escutas ilegais
– Houve a prática de um crime, no momento em que ele (o repórter Gustavo Nogueira Ribeiro) tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília – afirmou Dirceu ao Correio do Brasil.
Segundo o ministro, a publicação iniciou um “verdadeiro ardil” nesta quarta-feira, quando o jornalista Gustavo Ribeiro se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto em que normalmente se hospeda.
Vejam mais detalhes no CORREIO DO BRASIL
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Nota de esclarecimento da CGU
A Controladoria-Geral da União (CGU), em nota publicada em seu site, responde item a item matéria da edição 2201 da revista Veja. No texto, a Assessoria de Comunicação Social atribui reportagem a “uma reação à carta-resposta (não divulgada pela revista) que o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, enviou-lhe nos últimos dias de 2010, diante da edição de “Retrospectiva” do final do ano passado”.
“Estes esclarecimentos que fazemos agora não serão encaminhados à revista, pela simples razão de que ela se recusa a publicar nossas respostas. Contudo, a CGU se sentiu na obrigação de prestá-los, como já dito no início, em respeito aos seus servidores e à opinião pública em geral,” concluiu.
Vejam no BLOG DO PLANALTO
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Como Veja manipulou dados sobre a Eletrobras para atacar Dilma
Em “Nota de Repúdio” divulgada neste domingo (24), o Diretor de Planejamento e Engenharia da Eletrobras, Valter Luiz Cardeal de Souza. Deu mais uma demonstração do jornalismo vergonhoso praticado pela revista Veja. Foi uma resposta à reportagem da publicação que acusava um suposto favorecimento da empresa ao diretor, que foi sócio da Cardeal Engenharia. “Repudio veementemente todo o seu conteúdo pelas inverdades, distorções dos fatos e má-fé utilizadas no texto, que atentam contra a minha honra e a de meus familiares”, declarou Cardeal, na nota que desmente a reportagem. “Jamais utilizei o cargo que ocupo para beneficiar quem quer que seja. Ressalto ainda que as afirmações contidas na reportagem, que refletem calúnias, difamações e injúrias, e os respectivos danos causados à minha pessoa e aos meus familiares, serão questionados na Justiça”, agrega o diretor, que pede “a publicação desta nota, na íntegra”.
Vejam o texto completo em PATRIA LATINA
sábado, 25 de setembro de 2010
Lave a boca antes de falar na blogosfera, Merval
Vejam o texto completo no blog ÓLEO DO DIABO
terça-feira, 13 de julho de 2010
PREPARANDO FUTUROS LEITORES DE VEJA
terça-feira, 4 de maio de 2010
Deserto de caráter, artigo de José Monserrat Filho
José Monserrat Filho é o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais (Assin) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Artigo enviado pelo autor ao "JC e-mail":
Vejam o texto completo no JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC que contem um dos exemplos do baixíssimo nível da revista conhecida como "sujíssima" da ABRIL.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Corrupção da imprensa: Por que a revista Veja escolhe a versão de um doleiro preso na Operação Satiagraha contra a versão do Ministério Público Federa
Chamou mais atenção quando a revista, confrontando a palavra do Ministério Público Federal com a do doleiro, não titubeou em ficar ao lado do doleiro.
As razões da revista ficar ao lado do doleiro, em vez de se fiar na versão do Ministério Público Federal, só a revista pode explicar ao distinto público.
Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
sexta-feira, 19 de março de 2010
Justiça sentencia Editora Abril por falsificação do contrato de assinatura e má-fé
Vejam com mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
quarta-feira, 17 de março de 2010
Justiça e mídia partidária
O promotor José Carlos Blat, ficou em péssima situação quando fez essa denúncia à Revista Veja, antes sequer de apurar a real situação:
Segundo a revista “Veja”, em 2004, a Bancoop captou no mercado R$ 43 milhões, sendo 85% de fundos de pensão de estatais, alguns deles controlados pelo PT. “Esse dinheiro simplesmente sumiu e muitos prédio sequer foram construídos”, disse o promotor. (confira aqui no G1)
Os R$ 43 milhões não sumiram. Eles foram pagos a quem direito: aos fundos de pensão que aplicaram o dinheiro.
Revista Veja publicou mentira depois da mentira estar comprovada
As infelizes vítimas consumidores e assinantes da revista Veja já podem recorrer ao Procon, por terem recebido produto fora do prazo de validade.
Quando uma revista publica um boato, que já foi comprovadamente desmentido pelos FATOS, está vendendo notícia estragada, com prazo de validade vencido.
Vejam mais detalhes e imagens dos documentos no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
terça-feira, 16 de março de 2010
Operação “Tempestade no Cerrado”: o que fazer?
Vejam o texto completo no blog GRUPO BEATRICE
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
MST desmente mais uma "reporcagem" da revista Veja
12 de janeiro de 2010
NOTA DO MST-PA SOBRE REPORTAGEM DA REVISTA VEJA
1-O MST do Pará esclarece que não tem nenhuma fazenda ocupada no município de Tailândia, como afirma a reportagem da Revista Veja “Predadores da floresta” nesta semana. Não temos nenhuma relação com as atividades nessa área. A Veja continua usando seus tradicionais métodos de mentir e repetir mentiras contra os movimentos sociais para desmoralizá-los, como lhes ensinou seu mestre Joseph Goebbels. A reportagem optou por atacar mais uma vez o MST e abriu mão de informar que o nosso movimento não tem base social nesse município, dando mais um exemplo de falta de respeito aos seus leitores.
Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
sábado, 31 de outubro de 2009
A direita e o ódio mórbido ao sindicalismo
A revista Veja desta semana voltou à carga contra o sindicalismo brasileiro. Depois de atacar a UNE, rotulando seus dirigentes de “juventude hitlerista”, e de satanizar os “bandidos” do MST, ela destila ódio contra as centrais sindicais. Em cinco páginas, ela desqualifica o sindicalismo e o governo Lula, relembrando o bordão fascista da “república sindical”, que ajudou a criar o clima para o golpe militar de 1964. A “reporcagem” evidencia que já passou da hora do sindicalismo deflagrar uma massiva campanha nacional de boicote às assinaturas desta publicação repugnante.
O texto é só adjetivação. A partir de alguns casos isolados, ela generaliza a crítica aos sindicatos, negando a necessidade da ação coletiva dos trabalhadores. Já na abertura, ele acusa: “De olho no dinheiro do imposto sindical, as centrais de trabalhadores contratam capangas armados a R$ 180 por cabeça para invadir territórios rivais e roubar filiados umas das outras. Poucos negócios no Brasil são tão lucrativos quanto montar um sindicato. Na república sindical instalada no país pelo governo petista, conseguir representar uma categoria de trabalhadores virou excelente negócio”.
A luta pelo horário sindical gratuito
Na pauta unitária definida pelas seis centrais sindicais legalizadas do país (CUT, FS, CTB, UGT, NCST e CGTB), que será apresentada na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), uma novidade começa a incomodar os barões da mídia: a do horário sindical gratuito. A coluna Painel da Folha já registrou esta demanda, que se soma a outras nove reivindicações – veja artigo abaixo. O jornal da famíglia Frias, que faz um silêncio sepulcral sobre a intensa preparação da Confecom, mas que já publicou um editorial contra esta iniciativa democrática do governo Lula, parece que não gostou muito desta justa proposta do sindicalismo brasileiro.
Apesar do inevitável terrorismo da ditadura midiática, as centrais estão dispostas a peitar a briga pelo horário sindical gratuito. A idéia foi aprovada por consenso na reunião da semana passada e, inclusive, já começa a ganhar corpo. O deputado federal Vicente de Paula, ex-presidente da CUT, já apresentou projeto de lei com este nobre objetivo. Na sua justificativa, ele alega que “a liberdade de expressão só é plena se houver garantia de acesso igualitário aos meios de comunicação”. Por isso, ele defende o chamado direito de antena. “Trata-se de assegurar espaço na mídia convencional, sobretudo no rádio e na TV, aos legítimos representantes dos interesses da sociedade”.
Vejam os dois textos completos no blog do ALTAMIRO BORGES
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Lina achou a agenda. Nós achamos a ordem bancária de sua viagem a São Paulo
O DEM volta à carga contra a ministra Dilma Rousseff por causa do episódio Lina Vieira. Se a précandidata do PT não se manifestar, o partido vai pedir explicações no Congresso.
Vejam o texto completo no blog Os Amigos do Presidente Lula
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Ceará: cidade de Sobral revoltada com a Veja
Por Redação [Quinta-Feira, 1 de Outubro de 2009 às 11:07hs]
A sessão da última terça-feira, 29, na Assembleia Legislativa do Ceará foi marcada por uma onda de protestos contra uma matéria sobre Sobral, publicada na última edição da revista Veja. Ao criticar a campanha insidiosa de revista contra a cidade, o deputado estadual Lula Morais (PCdoB) chegou a rasgar um exemplar da revista em plena tribuna.
Vejam mais na Revista Fórum
