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terça-feira, 9 de julho de 2013

O ódio ganhou as ruas

Cafezinho com Wanderley

Os discursos de ódio foram às ruas

Wanderley Guilherme dos Santos

Os Discursos de Ódio designam insultos contra indivíduos e grupos com o objetivo de provocar o ódio contra eles, e eventual violência, simplesmente porque são quem são. Referem-se às discriminações contra raças, religiões, etnias, gêneros e preferências sexuais. No Ocidente, têm sido os negros, os islâmicos, as mulheres, os judeus e os homo-afetivos as vítimas notórias dos discursos de ódio. Existe legislação no Canadá, na Dinamarca, na Nova Zelândia, na Alemanha e na Inglaterra regulando e punindo criminalmente a publicação e difusão de panfletos, livros, jornais, impressos de qualquer natureza que estimule sentimentos e ações destruidoras da dignidade de terceiros.

Não há coincidência na definição precisa do crime embutido em discursos de ódio nem na extensão e conteúdo das penas. Nos Estados Unidos o debate acadêmico é intenso nos dias atuais, agregando-se às históricas brutalidades contra negros e mulheres os recentes preconceitos e abusos verbais de que tem sido objeto a comunidade islâmica desde a derrubada das torres gêmeas. Uma avaliação dos argumentos contra e a favor de legislação que coíba os discursos de ódio, efetuado por prestigiado jurista pró-legislação, Jeremy Waldron, encontra-se em The harm in hate speech (O dano em discurso de ódio), Harvard University Press, 2012. Sua tradução e circulação ajudariam a entender aspectos emergentes da política brasileira.
Vejam mais em O Cafezinho.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ódio de classe contra o Bolsa Família





Por Fátima Oliveira, no blog Viomundo:

Eu não tinha a dimensão do ódio de classe contra o Bolsa Família. Supunha que era apenas uma birra de conservadores contra o PT e quem criticava o Bolsa Família o fazia por rancor de classe a Lula, ou algo do gênero, jamais por ser contra pobre matar a sua fome com dinheiro público.  

Idiota ingenuidade a minha! A questão não é de autoria, mas de destinatário! Os críticos esquecem que a fome não é um problema pessoal de quem passa fome, mas um problema político. E Lula assumiu que o Brasil tem o dever de cuidar de sua gente quando ela não dá conta e enquanto não dá conta por si mesma. E Dilma honra o compromisso.  

Estou exausta de tanto ouvir que não há mais empregada doméstica, babá, “meninas pra criar”, braços para a lavoura e as lidas das fazendas que não são agronegócios… E que a culpa é do Bolsa Família!  

Vejam mais PATRIA LATINA

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Por que Washington odeia Chávez?

Porque este não está disposto a entregar os vastos recursos naturais da Venezuela às elites corporativas e banqueiras.

No final de novembro, a Venezuela foi golpeada por chuvas torrenciais e inundações que deixaram 35 mortos e cerca de 130.000 desalojados. Se George Bush fosse o presidente no lugar de Hugo Chávez, os desalojados teriam sido levados a ponta de pistola para campos de concentração improvisados - como o Superdomo (em Nova Orleans - como foram depois do furacão Katrina
). Mas essa não é a forma de trabalho do Chávez. O Presidente venezuelano aprovou rapidamente "leis potencializadoras" que lhe davam poderes especiais para levar ajuda de emergência e habitação às vítimas das inundações. Logo em seguida, Chávez saiu do palácio presidencial e o converteu em habitação para 60 pessoas, o que equivale a converter a Casa Branca em um refúgio para indigentes. As vítimas do desastre agora estão bem alimentadas e atendidas até que possam reconstruir suas vidas.


Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG

quarta-feira, 25 de março de 2009

Camisas com agressões a palestinos viram moda entre soldados israelenses


Camisetas estampando agressões a palestinos viraram moda entre os soldados israelenses, segundo uma reportagem do jornal "Ha'aretz". A publicação cita fontes de uma confecção do sul de Tel Aviv, que disse estar sendo muito procurada por militares que pedem camisas com estampas e frases em que os palestinos são atacados.


De acordo com o "Ha'aretz", as imagens mais pedidas mostram crianças mortas, mães chorando sobre os túmulos de seus filhos e mesquitas destruídas por bombas.


Já a frase "Um disparo, dois mortos" é um das que mais acompanham as fotos.

Mais no G1. Já havia sido visto no Animot.