Mostrando postagens com marcador impostos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador impostos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de outubro de 2013

'Sonegômetro' mostra que calote aos cofres públicos passa de R$ 304 bilhões

O calote aos cofres públicos passou de R$ 304 bilhões, mostra o placar online da sonegação fiscal no Brasil, instalado nesta quarta-feira (25) perto do Congresso Nacional. O placar também pode ser checado pela internet.
Segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), com esse valor daria para construir 10.566.231 postos de saúde equipados.

Confira no UOL Economia

quarta-feira, 24 de julho de 2013

País gasta com juros 13 vezes o custo do programa ‘Mais Médicos’

Em tese, a política fiscal seria o espaço da solidariedade no capitalismo.

Caberia a ela transferir recursos dos mais ricos para os fundos públicos, destinados a contemplar os mais pobres e o bem comum.

A sonegação praticada pela Globo (R$ 615 milhões) e aquela que teria sido cometida pelo presidente do STF, (Joaquim Barbosa, noticia-se, teria adquirido apartamento de R$ 1 milhão, declarando gasto de R$ 10 reais), são pequenas ilustrações da afronta a esse princípio, facilitadas, no caso, pelo acesso (legal?) a operações em paraísos fiscais

Palavras como ética, transparência, republicanismo, justiça, interesse público soam constrangedoras quando a contraface do emissor é a sonegação.  

Vejam mais em CARTA MAIOR

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Por que o embate entre Carlos Dornelles e a Globo é de grande interesse público

A sociedade tem que saber mais sobre as práticas fiscais de corporações como a Globo Carlos Dornelles é um verbete grande no espaço de memórias do site da Globo. Ali ficamos sabendo que Dornelles, gaúcho de Cachoeira do Sul nascido em 1954, fez muitas coisas na Globo. Vou transcrever um trecho para conhecermos melhor Dornelles na Globo segundo a própria Globo: Esteve à frente de importantes coberturas, tais como a do comício no Vale do Anhangabaú pela campanha das Diretas Já, em 1984. (…) Também integrou a equipe mobilizada para a cobertura da doença e, em seguida, do falecimento do então presidente eleito Tancredo Neves. Em abril de 1989, Dornelles foi transferido para o escritório da TV Globo em Londres, onde começou a trabalhar como correspondente. Durante os anos em que esteve na Inglaterra, realizou importantes coberturas jornalísticas sobre a crise do leste europeu. 

Vejam mais no DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

[Vídeo] Brasil: Taxar os ricos (um conto de fadas animado)

Taxar os ricos: Um conto de fadas animado, é narrado por Ed Asner, com animação de Mike Konopacki. Escrito e dirigido por Fred Glass para a Federação de Professores da Califórnia... de São Paulo...do Brasil...do Neoliberalismo... da Globalização...

Este vídeo de 8 minutos sobre como chegamos a este momento de serviços públicos mal financiados e ampliando a desigualdade econômica.
As coisas vão para baixo numa terra feliz e próspera após os ricos decidirem que não querem pagar mais impostos. Dizem às pessoas que não há alternativa, mas as pessoas não têm assim tanta certeza.
Esta terra tem uma semelhança surpreendente com a nossa terra.


Para mais informações, www.cft.org.  

Visto em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Os mecanismos do Fisco italiano contra a sonegação


É possível ter um barco de lazer e declarar renda anual de R$ 50 mil? Sim. Pode-se ter ganho o barco ou tê-lo comprado com patrimônio acumulado. Mas é muito improvável manter esse barco ao longo do tempo com essa renda, sem redução de patrimônio. Há licenças, seguro e manutenção a pagar. Logo, o proprietário possivelmente tem mais renda, não declarada, que permite cobrir essas despesas.
Esse é o raciocínio do Fisco italiano, que implementará, a partir do ano que vem, um sofisticado mecanismo de estimativa de renda, para tentar coibir a sonegação. Estima-se que os italianos soneguem cerca de € 160 bilhões por ano, mais que o bastante para resolver o problema do déficit público.


Continue lendo no blog do Luís Nassif

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Paraísos fiscais, um porto seguro para multimilionários


Seis coisas que devemos saber sobre os 21 trilhões de dólares que as pessoas mais ricas do mundo escondem em paraísos fiscais. Ao mesmo tempo em que os governos cortam o gasto público e demitem os trabalhadores, em prol de uma maior "austeridade" obrigada pela desaceleração da economia, os super-ricos - menos de 10 milhões de pessoas - esconderam longe do alcance do arrecadador de impostos uma quantidade igual às economias japonesa e estadunidense juntas.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Do impostômetro ao sonegômetro

Ricos não gostam de pagar impostos.
Muitos gostam de sonegar.
Clovis Rossi, na Folha de S. Paulo, destaca: “Um levantamento da Tax Justice Network mostrou que os paraísos fiscais escondem fabulosos US$ 21 trilhões, pilha que equivale à riqueza somada dos Estados Unidos e do Japão, a primeira e a terceira economias do mundo.Ontem, a Folha expôs o lado local: brasileiros depositaram de 1970 até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) nessas contas, nas quais “se pode guardar dinheiro em razoável sigilo, sem ter de responder a muitas perguntas nem pagar imposto”.
A Associação Comercial de São Paulo precisa urgentemente disponibilizar um sonegômetro.




Leia mais no blog do Juremir Machado da Silva

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Impostos e desenvolvimento

A tabela que abre o post mostra a carga tributária para um conjunto de países. Notem que os Estados Unidos, com 24% do PIB em impostos, são a nação desenvolvida com o fardo mais leve. Na Europa, o percentual oscila entre 30% e 48%. Na América Latina em geral se situa em torno de 15% - o Brasil não está na tabela, mas é notável exceção, com espantosos 36%, dignos do modelo escandinavo. A China tampouco aparece, e sua carga tributária é controversa, entre 25% e 32%, de acordo com as estimativas.




Confira o texto que tenta ponderar a questão de carga tributária e desenvolvimento no blog Todos os Fogos o Fogo

sábado, 9 de julho de 2011

Financiamento da Igreja: o Estado entrega à Igreja 10 bilhões anuais, mais de 1% do PIB

A Igreja católica espanhola é imensamente rica. Além disso vive em um verdadeiro paraiso fiscal, ao estar livre de impostos e ter a imensa maioria de seus bens e de suas contas totalmente opacos.
Esta situação é ilegítima e supostamente ilegal, fato que é aceito ou omitido pelos poderes públicos, que poderiam estar cometendo diversos supostos delitos.
Relação aproximada de contribuições diretas do Estado e valorização por isenção de impostos, contabilizados globalmente em milhões de euros (m€)
-Designação via IRPF2010 (para financiamento direto do culto e do clero) 249 m€
-Designação via IRPF-fins sociais (obra social, cooperação, etc.) -mínimo 80 m€
-Isenções tributárias: IBI, patrimônio, obras... etc. 1.000 m€
-Ensino: *Pessoal que dá aulas de religião católica: 700 m€
*Financiamento de centros de ideário católico: 3.900 m€
-Para assistencia sanitária e para obra social: 2.500 m€
-Assistência hospitalar direta (CCAA) 700 m€
-Funcionários capelães (exército, quartéis, hospitais...) 25 m€
-Manutenção patrimônio artístico propriedade igreja católica 500 m€
-Pompas e eventos 2011 (*dados conhecidos visita Papa Madrid) -previsão- 60 m€
-Subvenções e gastos eventos religiosos e associações âmbito local 290 m€

Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET ou uma tradução livre do texto no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

terça-feira, 21 de junho de 2011

Brasil tem carga tributária 'leve' para ricos, diz estudo

Um levantamento de uma associação internacional de consultorias indicou que o Brasil tem uma carga tributária considerada leve para as classes mais altas.
Segundo a rede UHY, com sede em Londres, um profissional que recebe até US$ 25 mil por ano - cerca de R$ 3.300 por mês - no Brasil leva, após o pagamento de imposto de renda e previdência, 84% do seu salário para casa.
Já os profissionais que recebem US$ 200 mil por ano - cerca de R$ 26.600 por mês - recebem no final cerca de 74% de seu pagamento.
Entre 20 países pesquisados pela UHY, essa diferença de cerca de 10 pontos percentuais é uma das menores.
Na Holanda, onde um profissional na faixa mais baixa recebe um valor líquido semelhante ao do Brasil após os impostos e encargos (84,3%), os mais ricos levam para casa menos de 55% do salário.
A lógica também se aplica a todos os países do G7, o grupo de países mais industrializados do mundo (EUA, Canadá, Japão, Grã-Bretanha, Alemanha, França e Itália).
Nos EUA, enquanto os mais ricos levam para casa 70% do salário, os profissionais na faixa dos US$ 25 mil anuais deixam apenas um décimo da renda para o governo e a previdência.


Mais na BBC Brasil, reproduzido no UOL Economia

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Aécio Neves é denunciado por ocultar patrimônio e sonegar imposto

Recém alçado a líder máximo da oposição ao governo Dilma Rousseff, senador tucano é acusado por deputados estaduais de Minas Gerais de esconder bens para não pagar Imposto de Renda. Segundo denúncia, salário de R$ 10 mil e patrimônio declarado de R$ 600 mil não explicam viagens ao exterior, festas com celebridades, jantares em restaurantes caros e uso de carrões. Procuradoria Geral da República examina representação para decidir se abre investigação.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Corrupção na imprensa: Como Serra transferiu bilhões dos cofres públicos para o PIG desde 1988

Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 06/07/2010 às 14:43hs

José Serra (PSDB) quando era deputado constituinte, em 1987/1988, foi relator da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças, o que equivaleu à última reforma tributária que tivermos.


Por isso Serra é um dos grandes responsáveis pela complicação e injustiças do sistema tributário brasileiro.

Devido a esse trabalho muito mal feito de Serra, todo mundo reclama por uma nova reforma tributária.


Uma das maiores injustiças perpetradas por Serra foi
proibir de cobrar impostos de jornais, revistas e sobre o papel usado para impressão, no artigo 150 da Constituição Federal.



Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 10 de março de 2010

Uma bandeira para a esquerda

Hoje o IPEA lançou um documento, intitulado “Pobreza, desigualdade e políticas públicas”, que conclui que: “Na década atual, a combinação entre a continuidade da estabilidade monetária, a maior expansão econômica e o reforço das políticas públicas, como a elevação real do salário mínimo, a ampliação do crédito popular, reformulação e alargamento dos programas de transferências de renda aos estratos de menor rendimento, entre outras, se mostrou decisiva para a generalizada melhora social no Brasil”. Note, todas essas causas de diminuição das desigualdades sociais foram ou instituídas ou aprofundas pelo governo Lula. Isso derruba a tese de que o governo do petista é uma mera continuação do governo FHC.

Continua no blog Miúdo Recruzado. Não deixem de ler os comentários.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Tributação, democracia e distribuição da riqueza no Brasil

A eterna gritaria da classe dominante brasileira contra a elevada carga tributária no país visa manter a pressão para que ninguém se aventure a alterar substancialmente o modelo vigente, que, segundo estudo do Ipea, é um dos maiores obstáculos para a redistribuição da riqueza no Brasil. Todas as iniciativas do governo Lula para impor maior progressividade ao sistema foram derrubadas no Congresso por uma cerrada barreira dos setores conservadores, capitaneada pelo PSDB. O artigo é de Hideyo Saito.

Pesquisa recentemente divulgada pela imprensa indicou que a elevada carga tributária no Brasil é considerada, pelo eleitor de baixa renda, como o maior obstáculo para que ele possa consumir mais. Segundo matéria de O Estado de S. Paulo, 67% de entrevistados desse universo, com renda familiar de até R$ 465, “dizem preferir um presidente que reduza os impostos dos alimentos para que se compre comida mais barata a um que aumente o Bolsa-Família” (1). Ainda de acordo com o jornal, esses entrevistados concordam que o “melhor para a população pobre é que o governo reduza impostos e tenha menos funcionários, com isso o preço dos produtos cai".


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pochmann, Biava e Kahir revelam impostura do "impostômetro"

Especialistas em finanças públicas contestam ''impostômetro'', a metodologia que a Associação Comercial de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário usam para criticar a carga tributária no Brasil. Segundo a mensuração tributária, o país atingiu nesta segunda-feira (quatro meses e 25 dias após o início do ano) os R$ 400 bilhões de impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros.

Para Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o cálculo é incorreto pois se baseia na arrecadação bruta e não na arrecadação líquida — naquilo que efetivamente o Estado tributou sem descontar o que restituiu. Segundo o economista, para cada R$ 3 arrecadados, R$ 2 são devolvidos ''imediatamente''.

Vejam mais no Vermelho

quinta-feira, 1 de maio de 2008

ELIANA TRANCHESI DA DASLU, pode ser condenada a 28 anos de prisão

SÃO PAULO - Um mínimo de 28 anos e um máximo de 116 anos de prisão é o que o Ministério Público Federal (MPF) pediu ontem à Justiça como pena para Eliana Tranchesi e Antônio Carlos Piva de Albuquerque, donos da Daslu. Quase três anos depois de a operação Narciso ter sido deflagrada contra um suposto esquema de contrabando, falsificação de documentos e sonegação de impostos, o procurador da República Mateus Baraldi Magnani entregou suas alegações finais da acusação no processo. Mais do que a condenação, ele quer uma pena dura para os réus.
Magnani afirma ainda que a Daslu "praticamente não tinha livros contábeis". "O poder econômico, a projeção social e o poder político talvez tivessem alimentado durante muito tempo a crença na impunidade." Eliana e Albuquerque, que é seu irmão, negaram as acusações durante interrogatório judicial.
blog it

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Corte na CPMF dos outros é refresco...

Deu no Estadão:

Impostos 157% maiores

Carga sobre paulistano fica 120% acima da inflação

Marcos Burghi, marcos.burghi@grupoestado.com.br

Cada morador da Capital pagou em média, no ano passado, o equivalente a R$ 1.918,95 em tributos municipais, como Imposto Predial Territorial Urbano(IPTU) e Imposto sobre Serviços(ISS), entre outros, um valor 157,91% maior que os R$ 744,02 registrados em 2000. Os dados são do Impostômetro, painel instalado na região central da Cidade, numa parceria da Associação Comercial do Estado com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) que simula o quanto os contribuintes pagam aos cofres públicos de municípios, Estados e União em impostos, taxas e contribuições. No período, a inflação foi de 72%.

E no resto do estado de São Paulo?

Bem, confira o resto no Hermenauta...


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Uma boa matéria que ninguém vai ler

Dica do antenado jornalista Ivson Sá no blog Coleguinhas, univ-vos: a matéria abaixo, publicada ontem na Agência Brasil, é na verdade uma excelente pauta para ser desenvolvida pelos jornalões e revistonas, mas certamente será deixada de lado porque não interessa aos jornalões e revistonas ficar chateando os tais 20 mil grupos familiares em questão. Uma conta rápida mostra o seguinte: R$ 145 bilhões divido por 20 mil dá a bagatela de R$ 7 milhões ao ano para cada um desses clãs. Supondo que cada clã tenha realmente os tais 50 membros, em média, cada cabeça estaria recebendo, do governo, R$ 140 mil limpinhos, a cada ano, sem cair da cadeira, sem gerar um mísero emprego.


Maior parte dos juros da dívida pública vai para 20 mil grupos familiares, revela Ipea

Cilene Figueredo

Brasília - O mercado financeiro está contribuindo para o enriquecimento de um seleto grupo de brasileiros. Segundo o estudo Os Ricos no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 20 mil clãs familiares (grupos compostos por 50 membros de uma mesma família) apropriam-se de 70% dos juros que o governo paga aos detentores de títulos da dívida pública.

Apenas de janeiro a novembro do ano passado, o pagamento dos juros da dívida pública pelo setor público (composto por governo federal, estados, municípios e empresas estatais) consumiu R$ 147,3 bilhões. Em entrevista hoje (29) ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, afirmou que os ganhos no mercado financeiro provocam a transferência de renda para essa parcela da população.

De acordo com o estudo, isso ocorre porque o pagamento dos juros dos títulos da dívida, de forma geral, está atrelado à taxa básica de juros da economia, que está acima da inflação. Dessa forma, conforme o Ipea, há um ganho real dos clãs familiares e o aumento da arrecadação de tributos pelo governo, em última instância, vai para os credores da dívida.

Na opinião de Pochmann, seria interessante retirar esse lucro do mercado financeiro e inseri-lo no investimento produtivo. Segundo ele, isso pode ser feito por meio da redução da taxa de juros, construção de rodovias, construção de hospitais. Para ele, essas famílias teriam retorno financeiro semelhante se investisse o dinheiro no setor produtivo e em obras de infra-estrutura.


Do Blog Entrelinhas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Carga Tributária não subiu

O que dizem os estudos de Jorge Simino, em resumo, é que a carga tributária brasileira não subiu nos últimos anos, ao contrário do que apregoa a imprensa, como caixa de ressonância das entidades representativas de empresas. A outra constatação de Simino é que a dívida pública brasileira vai diminuir significativamente nos próximos anos, mesmo que o governo continue aumentando seus gastos. Trata-se de um olhar completamente oposto ao que nos habituamos a ler diariamente e a assistir no noticiário televisivo.

O que houve, no primeiro caso, observa o economista, é que as empresas tiveram aumentos explosivos em seus lucros nos últimos cinco anos e a incidência do imposto de renda sobre seus ganhos alcançou dimensões altíssimas. Um dos gráficos publicados pela Época mostra que o lucro líquido das 53 empresas incluídas no índice Bovespa subiu de R$ 47,8 bilhões, em 2002, para o valor estimado de R$ 122,2 bilhões, valores estimados para 2007. Com isto, naturalmente, o Imposto de Renda subiu igualmente, gerando um salto proporcional na arrecadação federal. Não houve, segundo Jorge Simino, qualquer mudança na carga correspondente ao Imposto de Renda e ao ICMS.


Texto completo de Luciano Martins Costa no Observatório da Imprensa.