terça-feira, 1 de outubro de 2013
'Sonegômetro' mostra que calote aos cofres públicos passa de R$ 304 bilhões
quarta-feira, 24 de julho de 2013
País gasta com juros 13 vezes o custo do programa ‘Mais Médicos’
Caberia a ela transferir recursos dos mais ricos para os fundos públicos, destinados a contemplar os mais pobres e o bem comum.
A sonegação praticada pela Globo (R$ 615 milhões) e aquela que teria sido cometida pelo presidente do STF, (Joaquim Barbosa, noticia-se, teria adquirido apartamento de R$ 1 milhão, declarando gasto de R$ 10 reais), são pequenas ilustrações da afronta a esse princípio, facilitadas, no caso, pelo acesso (legal?) a operações em paraísos fiscais
Palavras como ética, transparência, republicanismo, justiça, interesse público soam constrangedoras quando a contraface do emissor é a sonegação.
Vejam mais em CARTA MAIOR
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Por que o embate entre Carlos Dornelles e a Globo é de grande interesse público
Vejam mais no DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
[Vídeo] Brasil: Taxar os ricos (um conto de fadas animado)
Este vídeo de 8 minutos sobre como chegamos a este momento de serviços públicos mal financiados e ampliando a desigualdade econômica.
As coisas vão para baixo numa terra feliz e próspera após os ricos decidirem que não querem pagar mais impostos. Dizem às pessoas que não há alternativa, mas as pessoas não têm assim tanta certeza.
Esta terra tem uma semelhança surpreendente com a nossa terra.
Para mais informações, www.cft.org.
Visto em KAOSENLARED.NET
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Os mecanismos do Fisco italiano contra a sonegação
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Paraísos fiscais, um porto seguro para multimilionários
Seis coisas que devemos saber sobre os 21 trilhões de
dólares que as pessoas mais ricas do mundo escondem em paraísos fiscais.
Ao mesmo tempo em que os governos cortam o gasto público e demitem os
trabalhadores, em prol de uma maior "austeridade" obrigada pela
desaceleração da economia, os super-ricos - menos de 10 milhões de
pessoas - esconderam longe do alcance do arrecadador de impostos uma
quantidade igual às economias japonesa e estadunidense juntas.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Do impostômetro ao sonegômetro
Muitos gostam de sonegar.
Clovis Rossi, na Folha de S. Paulo, destaca: “Um levantamento da Tax Justice Network mostrou que os paraísos fiscais escondem fabulosos US$ 21 trilhões, pilha que equivale à riqueza somada dos Estados Unidos e do Japão, a primeira e a terceira economias do mundo.Ontem, a Folha expôs o lado local: brasileiros depositaram de 1970 até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) nessas contas, nas quais “se pode guardar dinheiro em razoável sigilo, sem ter de responder a muitas perguntas nem pagar imposto”.
A Associação Comercial de São Paulo precisa urgentemente disponibilizar um sonegômetro.
Leia mais no blog do Juremir Machado da Silva.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Impostos e desenvolvimento
Confira o texto que tenta ponderar a questão de carga tributária e desenvolvimento no blog Todos os Fogos o Fogo.
sábado, 9 de julho de 2011
Financiamento da Igreja: o Estado entrega à Igreja 10 bilhões anuais, mais de 1% do PIB
Esta situação é ilegítima e supostamente ilegal, fato que é aceito ou omitido pelos poderes públicos, que poderiam estar cometendo diversos supostos delitos.
Relação aproximada de contribuições diretas do Estado e valorização por isenção de impostos, contabilizados globalmente em milhões de euros (m€)
-Designação via IRPF2010 (para financiamento direto do culto e do clero) 249 m€
-Designação via IRPF-fins sociais (obra social, cooperação, etc.) -mínimo 80 m€
-Isenções tributárias: IBI, patrimônio, obras... etc. 1.000 m€
-Ensino: *Pessoal que dá aulas de religião católica: 700 m€
*Financiamento de centros de ideário católico: 3.900 m€
-Para assistencia sanitária e para obra social: 2.500 m€
-Assistência hospitalar direta (CCAA) 700 m€
-Funcionários capelães (exército, quartéis, hospitais...) 25 m€
-Manutenção patrimônio artístico propriedade igreja católica 500 m€
-Pompas e eventos 2011 (*dados conhecidos visita Papa Madrid) -previsão- 60 m€
-Subvenções e gastos eventos religiosos e associações âmbito local 290 m€
Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET ou uma tradução livre do texto no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
terça-feira, 21 de junho de 2011
Brasil tem carga tributária 'leve' para ricos, diz estudo
Segundo a rede UHY, com sede em Londres, um profissional que recebe até US$ 25 mil por ano - cerca de R$ 3.300 por mês - no Brasil leva, após o pagamento de imposto de renda e previdência, 84% do seu salário para casa.
Já os profissionais que recebem US$ 200 mil por ano - cerca de R$ 26.600 por mês - recebem no final cerca de 74% de seu pagamento.
Entre 20 países pesquisados pela UHY, essa diferença de cerca de 10 pontos percentuais é uma das menores.
Na Holanda, onde um profissional na faixa mais baixa recebe um valor líquido semelhante ao do Brasil após os impostos e encargos (84,3%), os mais ricos levam para casa menos de 55% do salário.
A lógica também se aplica a todos os países do G7, o grupo de países mais industrializados do mundo (EUA, Canadá, Japão, Grã-Bretanha, Alemanha, França e Itália).
Nos EUA, enquanto os mais ricos levam para casa 70% do salário, os profissionais na faixa dos US$ 25 mil anuais deixam apenas um décimo da renda para o governo e a previdência.
Mais na BBC Brasil, reproduzido no UOL Economia.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Aécio Neves é denunciado por ocultar patrimônio e sonegar imposto
Recém alçado a líder máximo da oposição ao governo Dilma Rousseff, senador tucano é acusado por deputados estaduais de Minas Gerais de esconder bens para não pagar Imposto de Renda. Segundo denúncia, salário de R$ 10 mil e patrimônio declarado de R$ 600 mil não explicam viagens ao exterior, festas com celebridades, jantares em restaurantes caros e uso de carrões. Procuradoria Geral da República examina representação para decidir se abre investigação.
André Barrocal
Vejam mais detalhes em CARTA MAIOR
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Corrupção na imprensa: Como Serra transferiu bilhões dos cofres públicos para o PIG desde 1988
José Serra (PSDB) quando era deputado constituinte, em 1987/1988, foi relator da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças, o que equivaleu à última reforma tributária que tivermos.
Por isso Serra é um dos grandes responsáveis pela complicação e injustiças do sistema tributário brasileiro.
Devido a esse trabalho muito mal feito de Serra, todo mundo reclama por uma nova reforma tributária.
Uma das maiores injustiças perpetradas por Serra foi proibir de cobrar impostos de jornais, revistas e sobre o papel usado para impressão, no artigo 150 da Constituição Federal.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Uma bandeira para a esquerda
Continua no blog Miúdo Recruzado. Não deixem de ler os comentários.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Tributação, democracia e distribuição da riqueza no Brasil
A eterna gritaria da classe dominante brasileira contra a elevada carga tributária no país visa manter a pressão para que ninguém se aventure a alterar substancialmente o modelo vigente, que, segundo estudo do Ipea, é um dos maiores obstáculos para a redistribuição da riqueza no Brasil. Todas as iniciativas do governo Lula para impor maior progressividade ao sistema foram derrubadas no Congresso por uma cerrada barreira dos setores conservadores, capitaneada pelo PSDB. O artigo é de Hideyo Saito.
Hideyo Saito (*)
Pesquisa recentemente divulgada pela imprensa indicou que a elevada carga tributária no Brasil é considerada, pelo eleitor de baixa renda, como o maior obstáculo para que ele possa consumir mais. Segundo matéria de O Estado de S. Paulo, 67% de entrevistados desse universo, com renda familiar de até R$ 465, “dizem preferir um presidente que reduza os impostos dos alimentos para que se compre comida mais barata a um que aumente o Bolsa-Família” (1). Ainda de acordo com o jornal, esses entrevistados concordam que o “melhor para a população pobre é que o governo reduza impostos e tenha menos funcionários, com isso o preço dos produtos cai".Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Pochmann, Biava e Kahir revelam impostura do "impostômetro"
Especialistas em finanças públicas contestam ''impostômetro'', a metodologia que a Associação Comercial de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário usam para criticar a carga tributária no Brasil. Segundo a mensuração tributária, o país atingiu nesta segunda-feira (quatro meses e 25 dias após o início do ano) os R$ 400 bilhões de impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros.
Vejam mais no Vermelho
quinta-feira, 1 de maio de 2008
ELIANA TRANCHESI DA DASLU, pode ser condenada a 28 anos de prisão
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sábado, 2 de fevereiro de 2008
Corte na CPMF dos outros é refresco...
Deu no Estadão:
“Impostos 157% maiores
Carga sobre paulistano fica 120% acima da inflação
Marcos Burghi, marcos.burghi@grupoestado.com.br
Cada morador da Capital pagou em média, no ano passado, o equivalente a R$ 1.918,95 em tributos municipais, como Imposto Predial Territorial Urbano(IPTU) e Imposto sobre Serviços(ISS), entre outros, um valor 157,91% maior que os R$ 744,02 registrados em 2000. Os dados são do Impostômetro, painel instalado na região central da Cidade, numa parceria da Associação Comercial do Estado com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) que simula o quanto os contribuintes pagam aos cofres públicos de municípios, Estados e União em impostos, taxas e contribuições. No período, a inflação foi de 72%.“
E no resto do estado de São Paulo?
Bem, confira o resto no Hermenauta...
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Uma boa matéria que ninguém vai ler
Maior parte dos juros da dívida pública vai para 20 mil grupos familiares, revela Ipea
Cilene Figueredo
Brasília - O mercado financeiro está contribuindo para o enriquecimento de um seleto grupo de brasileiros. Segundo o estudo Os Ricos no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 20 mil clãs familiares (grupos compostos por 50 membros de uma mesma família) apropriam-se de 70% dos juros que o governo paga aos detentores de títulos da dívida pública.
Apenas de janeiro a novembro do ano passado, o pagamento dos juros da dívida pública pelo setor público (composto por governo federal, estados, municípios e empresas estatais) consumiu R$ 147,3 bilhões. Em entrevista hoje (29) ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, afirmou que os ganhos no mercado financeiro provocam a transferência de renda para essa parcela da população.
De acordo com o estudo, isso ocorre porque o pagamento dos juros dos títulos da dívida, de forma geral, está atrelado à taxa básica de juros da economia, que está acima da inflação. Dessa forma, conforme o Ipea, há um ganho real dos clãs familiares e o aumento da arrecadação de tributos pelo governo, em última instância, vai para os credores da dívida.
Na opinião de Pochmann, seria interessante retirar esse lucro do mercado financeiro e inseri-lo no investimento produtivo. Segundo ele, isso pode ser feito por meio da redução da taxa de juros, construção de rodovias, construção de hospitais. Para ele, essas famílias teriam retorno financeiro semelhante se investisse o dinheiro no setor produtivo e em obras de infra-estrutura.
Do Blog Entrelinhas.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Carga Tributária não subiu
O que dizem os estudos de Jorge Simino, em resumo, é que a carga tributária brasileira não subiu nos últimos anos, ao contrário do que apregoa a imprensa, como caixa de ressonância das entidades representativas de empresas. A outra constatação de Simino é que a dívida pública brasileira vai diminuir significativamente nos próximos anos, mesmo que o governo continue aumentando seus gastos. Trata-se de um olhar completamente oposto ao que nos habituamos a ler diariamente e a assistir no noticiário televisivo.
O que houve, no primeiro caso, observa o economista, é que as empresas tiveram aumentos explosivos em seus lucros nos últimos cinco anos e a incidência do imposto de renda sobre seus ganhos alcançou dimensões altíssimas. Um dos gráficos publicados pela Época mostra que o lucro líquido das 53 empresas incluídas no índice Bovespa subiu de R$ 47,8 bilhões, em 2002, para o valor estimado de R$ 122,2 bilhões, valores estimados para 2007. Com isto, naturalmente, o Imposto de Renda subiu igualmente, gerando um salto proporcional na arrecadação federal. Não houve, segundo Jorge Simino, qualquer mudança na carga correspondente ao Imposto de Renda e ao ICMS.
Texto completo de Luciano Martins Costa no Observatório da Imprensa.

