domingo, 29 de setembro de 2013
Conheça o homem que pode ter salvado o mundo de uma guerra atômica
Nas primeiras horas do dia, os sistemas de alerta balístico da União Soviética detectaram mísseis vindo em direção à região. Leituras de dados de computador sugeriam que havia sido lançado um ataque dos Estados Unidos. O protocolo soviético determinava que a atitude a ser tomada em casos como esse seria o lançamento imediato de um ataque nuclear de retaliação.
Mas Stanislav Petrov --cujo trabalho era monitorar lançamentos de mísseis em países inimigos-- decidiu não relatar o ataque a seus superiores, apostando na interpretação de que se tratava de um alerta falso.
O texto da BBC Brasil está disponível no UOL Notícias.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Robô lunar soviético volta a fazer ciência depois de 43 anos
Confira no Inovação Tecnológica.
quinta-feira, 28 de março de 2013
E se Nikita Kruschev e o público soviético não fossem grosseiros?
Harvey Lavan Van Cliburn nasceu em Shreveport, Louisiana, em 1934, e faleceu recentemente, em meados de março, aos 79 anos de idade, em sua casa em Forth Worth (Texas) [1].
Foi um pianista de grande talento, especializado no repertório romântico e no romantismo tardio. Filho de um trabalhador da indústria petrolífera que se estabeleceu em Kilgore, uma localidade texana, quando ele tinha seis anos. Antes, aos três anos, começou a receber lições de piano com sua mãe, Rilda Bee O'Brian, que, por sua vez, "havia recebido aulas nada mais nada menos que de Arthur Friedheim, um dos discípulos prediletos de Fraz Liszt". Aos 12, Harvey Lavan Van Cliburn ganhou um concurso de nível estadual que o permitiu debutar com a orquestra sinfônica de Houston. Aos 17 anos ingressou na escola Juilliard de Nova York, "onde se aprofundou no conhecimento da grande tradição romântica russa com Rosina Lhevinne". Aos 20, já havia ganhado um dos prêmios internacionais mais prestigiosos da época, o Leventritt (que nas três edições prévias havia declarado deserto).
Sua -digamos e sem expressar bem- vitória no primeiro concurso internacional Tchaikowski, celebrado em Moscou, em 1958, o converteu num "herói cultural" ianque. Eram tempos de forte e dura luta política-cultural na muito e muito mesmo quente guerra fria.
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NEBULOSA.DE.ÓRION (tradução livre)
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Fotos da era soviética mostram possível vida em Vênus
As imagens datam dos anos setenta e oitenta do século passado.
Vejam o texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Mundo de luto. Velada em Moscou a dissidente e ativista Yelena Bonner
Yelena Bonner, falecida aos 88 anos de idade, era a mulher símbolo da defesa dos direitos humanos e da transparência dos regimes políticos. Notabilizou-se, desde 1937, pela resistência contra o regime soviético e contra os horrores do Stalinismo.
Continue lendo no blog Sem Fronteiras.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Diplomatas britanicos questionaram Reagan como presidente dos EEUU
Como revelam ditos documentos, a diplomacia britanica mostrou preocupação ante o que denominaram "erros atrozes" cometidos supostamente por Reagan durante sua campanha eleitoral de 1980 à presidência ianque.
Entre eles há a sugestão de Reagan de que os EEUU deveriam responder à invasão soviética do Afeganistão impondo um novo bloqueio a Cuba.
Estes documentos governamentais tornaram-se públicos agora em virtude de uma lei que permite desclassificar documentos secretos guardados nos Arquivos Nacionais após 30 anos de sua emissão.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Feliz aniversário para a nave Sputnik 5, prova de que viagens espaciais podem ser uma gracinha

sexta-feira, 30 de julho de 2010
Photoshop abre túnel do tempo para dimensão fantasma da Segunda Guerra Mundial

domingo, 9 de maio de 2010
Secretário geral do Conselho da Europa adverte contra intenções de tergiversar a história da II Guerra Mundial
Moscou, 9 de maio, RIA Novosti. O Secretário geral do Conselho da Europa, o norueguês Thorbjorn Jagland, declarou hoje que são inadmissiveis as intenções de tergiversar a história da II Guerra Mundial."Não permitirei que tergiversar os resultados da II Guerra Mundial. É indiscutível que seria impossível ganhar a guerra sem o sacrifício do povo soviético", expressou Jagland que cumpre uma visita a Moscou.
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sábado, 11 de outubro de 2008
Uma nova guerra é possível
Os líderes soviéticos que fizeram a abertura econômica e privatizaram o Estado, com a esperança de que iriam compartilhar do condomínio dos países ricos, descobrem agora que foram ingênuos
Quando, no fim de agosto, crescia o temor de nova guerra mundial – com a invasão da Geórgia à Ossétia do Sul, e a resposta russa –, a imprensa internacional apresentou os culpados como se fossem vítimas. A verdade começou a aparecer nos próprios jornais americanos, como o New York Times. O ataque foi ato deliberado, parte do projeto norte-americano de cercar a Rússia pelo sul, já que avançavam seus entendimentos com a República Tcheca e a Polônia, ao noroeste, para a instalação de mísseis de ataque, a que dão o nome de “escudo antimísseis”.
Vejam o texto completo na Revista do Brasil