terça-feira, 28 de junho de 2011
Os arquivos da ditadura que os militares brasileiros querem ocultar
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
quinta-feira, 31 de março de 2011
Curió na gaiola
domingo, 12 de dezembro de 2010
Ladrões e assassinos - MPF moveu ação civil contra Tuma, Maluf e legista por ocultação de cadáver
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Médici e Nixon planejaram derrubar Allende e Fidel
O presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon (1913-1994) e o general de turno na ditadura brasileira, Emílio Garrastazu Médici (1905-1985) conspiraram juntos na Casa Branca em dezembro de 1971 pela derrubada do socialismo em Cuba e no Chile de Allende. O relato do encontro está num arquivo secreto da Casa Branca agora desclassificado. O comportamento de Garrastazu adapta-se perfeitamente ao qualificativo: capacho do imperialismo americano.A reunião ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, às 10h de 9 de dezembro de 1971. Do lado brasileiro, só Médici estava presente, deixando o Itamaraty de fora. Sem falar inglês, precisou da ajuda do general Vernon Walters. Agente da CIA (em breve seria nomeado seu vice-diretor), Walters fora adido militar americano no Brasil durante o golpe de 1964, falava bem o português e transitava facilmente nos círculos da direita militar brasileira.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Evo abre archivos de la dictadura
El 5 de mayo pasado, tres mujeres comenzaron una huelga de hambre en la sede de la Asamblea Permanente por los Derechos Humanos (APDH), en la ciudad de La Paz. Su manifestación no fue un suceso mediático, como la huelga encabezada por el presidente Evo Morales a inicios de abril para exigir la aprobación de la ley electoral. Pero la medida de presión instalada por Olga Flores, Martha Montiel y Hortensia de Flores se hizo conocida con el pasar de los días y reavivó una pregunta casi olvidada: ¿Dónde están los 170 desaparecidos de las últimas dictaduras militares de Bolivia? Ayer, el gobierno ordenó a las fuerzas armadas mostrar los documentos sobre lo sucedido en aquellos años. Sin embargo, las huelguistas continuarán sin probar bocado porque consideran que la respuesta de Morales es insuficiente.
Texto completo em Página 12
sábado, 22 de novembro de 2008
Entulho autoritário é usado em ataque virtual a Dilma
A internet foi infestada nesta semana por e-mails trazendo a reprodução de uma ficha policial dos tempos já longínquos em que a atual chefe da Casa Civil da Presidência da República militava na resistência à ditadura militar; Dilma Rousseff era apontada como ''terrorista/assaltante de bancos''.
por Celso Lungaretti*
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domingo, 11 de maio de 2008
Os waimiri-atroaris
(...) A abertura dessa estrada é um dos episódios mais abafados, infames e sinistros da história das Forças Armadas brasileiras no período do regime militar. Encobertos pelo AI-5, os militares brasileiros cometeram um dos maiores genocídios da história mundial, muito pior que o dos armênios pelos turcos ou dos judeus pelos nazistas.
Em 1968, quando começou a revolta dos waimiris-atroaris contra a abertura da BR-174, sua população era estimada em mais de 6.000 pessoas; em 1974, quando as forças armadas terminaram sua campanha de extermínio, eles eram menos de 500. Dessa guerra restaram, pelo lado dos waimiris-atroaris as lendas dos grandes chefes guerreiros Maiká, Maroaga e Comprido (nomes dados pelos brancos, na verdade seus nomes seriam, muito provavelmente, Sapata e Depini) todos mortos pelo exército.
O texto continua no blog do Luis Nassif.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Processo do Exército derruba versão sobre guerrilha
Um processo administrativo de rotina, aberto por um militar interessado em ganhar uma medalha, derruba a versão de que o Exército não tem em seus arquivos documentos secretos sobre as operações contra a guerrilha do Araguaia. Uma série de telegramas e ofícios comprovam também a prisão, o interrogatório e a tortura de militantes do PCdoB que foram capturados vivos e, depois, dados como “desaparecidos”. Desde 1982, quando parentes de guerrilheiros, sobreviventes do movimento armado e pesquisadores pediram na Justiça Federal a entrega dos arquivos para ajudar na localização dos corpos dos “desaparecidos”, o Comando do Exército ou diz que os documentos não existem ou que foram queimados ao final das operações anti-guerrilha, em 1975. Em dezembro de 2004, o então comandante da Força, general Francisco Roberto de Albuquerque, disse que em suas unidades não havia documentos referentes à guerrilha do PCdoB que atuou na divisa dos Estados de Tocantins (na época, Goiás), Pará e Maranhão, de
Outro texto da Videversus, jornalismo de adjetivos.