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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O perigoso Haddad e a Paulista

(...)
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é perigoso. Desconfio que seja até comunista. Adotou medidas terríveis que desencadearam a ira de parte dos paulistanos. Diminuiu a velocidade dos automóveis nas marginais e com isso aumentou a fluência do tráfego e reduziu o número de acidentes. Um paradoxo. Lesou os paulistanos no sagrado direito diário ao engarrafamento. Foi acusado de estar na contramão da história, de ser bicho-grilo, de odiar carros e de representar o bolivarianismo atrasado e ideológico. Liberou paredes para grafiteiros. Foi atacado por estimular o vandalismo. Está lindo. Dificilmente Haddad será reeleito. É visto por muitos como o pior prefeito do mundo.
Há eleitores que preferem opções mais gabaritadas e com experiência administrativa como João Doria e José Luís Datena, que desistiu ao descobrir, só agora, que o PP não é santo.
(...)
É como a Petrobras.
Para uma ala, ponderada, equilibrada e sensata e sem ideologia, a queda dos preços das suas ações nada tem a ver com o preço internacional do petróleo, que despencou. É só uma coincidência.

sábado, 31 de outubro de 2015

Produção de poços de petróleo do pré-sal triplicou em menos de três anos

A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, disse nesta quarta-feira (28) na Offshore Tecnology Conference Brasil (OTC), no Rio de Janeiro, que o tempo de construção dos poços do pré-sal desde 2010 teve uma redução significativa de mais de 50% e destacou a alta produtividade dos poços do pré-sal. A produção triplicou nos últimos 30 meses, com a eficiência operacional da companhia tendo atingido 92,4%, na média dos últimos três anos.

Continue lendo no UOL Economia

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Serra, Lacerda e a Petrobrás


O que não é aceitável é que a corrupção seja utilizada para desmontar a Petrobras e encobrir interesses das grandes petroleiras internacionais. É o caso do projeto de Serra. O mesmo Serra que em telegrama diplomático divulgado pelo WikiLeaks em 2010 prometeu a uma alta-executiva da Chevron –petroleira norte-americana, cujos interesses no pré-sal foram contrariados– que o modelo de partilha seria revisto. Promessa é dívida.
Nem o assunto nem a tática são novos. Aliás, a cada dia que passa os tucanos demonstram seu indisfarçável giro lacerdista. Carlos Lacerda era contra a criação da Petrobras em 1953 e defendia a participação estrangeira na exploração do petróleo. A famosa tática lacerdista de plantar escândalos para colher golpes –que funcionou tão bem no ano seguinte e em 1964– daquela vez falhou.
Agora, Serra a recupera com a PLS 131/15. O que está em jogo é a expansão desregulada do modelo de concessões, que convenhamos não foi interrompido nos governos petistas. Os leilões de campos de petróleo se mantiveram, como no caso emblemático do campo de Libra. Não houve nacionalização do petróleo no Brasil. O que o modelo de partilha fez foi apenas limitar a exploração pelas empresas privadas estrangeiras. E mesmo isso já foi encarado como um ataque ao livre mercado por algumas delas que, sob este argumento, não participaram do leilão.



Confira o texto de Guilherme Boulos, na Folha de São Paulo, disponível em Colagens do Umbigo e da Mosca Azul

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Serra e Renan querem implodir o pré-sal


Senadores prometem lutar para impedir a votação do projeto de José Serra que revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração do Pré-sal.


Confira na Carta Maior, via Jornal GGN.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

A caminho do terror econômico

Determinados acontecimentos históricos tem uma reconhecida capacidade de iludir seus contemporâneos.
O mais recente envolve a multa de R$ 4,47 bilhões que o Ministério Público pretende aplicar contra seis empresas envolvidas na Operação Lava Jato. O MP também pretende impedir que participem de licitações, que recebam benefícios fiscais e juros subsidiados em seus investimentos.
Diante da estatura dessas empresas, entre as maiores do país, estamos falando de propostas que extrapolam o universo jurídico.
São medidas que, se forem aceitas pela Justiça, envolvem um caso de terrorismo, que consiste em manipular fatos econômicos para se obter objetivos políticos, gerando efeitos que vão muito além dos cidadãos acusados, prejudicando os trabalhadores e suas famílias, afetando ainda o nível de emprego e o desenvolvimento do país.

Funcionária da Petrobras desmente "rotina de medo" de matéria do Globo

Antes de tudo, gostaria de deixar bem claro que não estou falando em nome da Petrobras, nem em nome dos organizadores do movimento “Sou Petrobras”, nem em nome de ninguém que aparece nas fotos da matéria. Falo, exclusivamente, em meu nome e escrevo esta carta porque apareço em uma das fotos que ilustram a reportagem publicada no jornal O Globo do dia 15 de fevereiro, intitulada “Nova Rotina de Medo e Tensão”.

Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma ideia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.

Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência. Ameaças de demissão assombram o jornal em que ela trabalha, já tendo vários colegas sendo demitidos[1], a rotina de e-mails com represálias e determinando que tipo de informação deve ser publicada ou escondida devem ser rotina em seu trabalho[2], sempre na intenção de desinformar a população e transmitir só o que interessa, mantendo a população refém de informações mentirosas e distorcidas.


Confira no Jornal GGN uma reprodução de redes sociais. 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Enquanto a Petrobras é massacrada, a Sabesp é convenientemente esquecida

A Petrobras, para os conservadores, deixou de ser uma empresa petrolífera. Ela se transformou no caminho mais curto para ataques a Dilma e ao PT.
É para isso que a Petrobras serve, hoje: é um instrumento para desestabilizar o governo petista.
Os fatos são minuciosamente escolhidos e manipulados.
Companhias gigantes com ações nas bolsas oscilam extraordinariamente de valor, em certas circunstâncias.
O petróleo enfrenta uma situação particularmente complicada: há um excesso de oferta.

O festival de asneiras em torno dos 88 bilhões de reais da Petrobras

Raras vezes tantas tolices foram publicadas e compartilhadas em cima de um número malcompreendido.
Entre no Twitter e digite Petrobras 88 bilhões, e você encontrará uma enxurrada daquilo que de mais imbecil a mente humana pode conceber.
A cifra de 88 bilhões de reais representaria aquilo que foi desviado por corrupção na Petrobras.
Para quem tem o mínimo de familiaridade com números, é um caso parecido com o do homem de oito metros.
Mas poucos tem, e a Folha, origem dos disparates, não está entre estes raros.
Foi a Folha que deu a “informação”. Ela estaria no balanço divulgado pela Petrobras.
Depois, a Folha corrigiu o erro, mas era tarde demais: a asneira já fora transmitida e incorporada por dezenas, centenas, milhares de analfabetos políticos que incluem suspeitos de sempre como Lobão e Danilo Gentilli.
Os 88 bilhões são um cálculo aproximado de ativos supervalorizados.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A tarefa impossível de calcular as perdas da Petrobras

A Petrobras foi submetida a um desafio impossível: estimar as perdas com a corrupção para dar baixa no balanço.
Os vazamentos indiscriminados ventilaram a suspeita de que os desvios poderiam ter ascendido a R$ 20 bilhões. Mas a única coisa de concreto que se tem é a comissão de 3% sobre cada contrato fechado. E quem pagava era o fornecedor, não a Petrobras.
Compare-se a propina com, digamos, uma comissão de vendas.
Do ponto de vista penal, a distinção é total: propina é crime e tem que levar a cadeia quem pagou e quem recebeu.
Do ponto de vista contábil (e do ponto de vista de proporção do contrato) ambas equivalem. Ou seja, o custo de uma propina é similar ao de uma comissão por intermediação comercial.

Continue lendo no Blog do Luís Nassif

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O veneno da edição da entrevista de Venina

A edição é venenosa à sua maneira. A Globo, para se preservar, não grita como a Veja. Só que cuida de despejar sobre sua audiência o mesmo tipo de veneno, apenas mais sutilmente, mas com o mesmo resultado e com a mesma finalidade.
O veneno não estava em Venina. Ela está contando sua história, e cabe averiguar.
A maldade estava na maneira como Venina foi usada.
Dilma, no final, é citada – pela Globo. Numa tentativa de desmoralizá-la, a Globo diz que Dilma afirmou que não existe uma “crise de corrupção”.
No meio de uma entrevista que trata exatamente de corrupção, a frase de Dilma parece o triunfo do cinismo.
Mas o cinismo é da Globo. É mais uma tentativa, como Roberto Marinho fez tantas vezes primeiro contra Getúlio e depois contra Jango, de rotular como corruptos regimes que não garantem a manutenção de mamatas e privilégios a um pequeno grupo.

Confira o texto de Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Refinaria Abreu e Lima começa a produzir derivados de petróleo

A Petrobras começou a produzir derivados de petróleo na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), unidade construída em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), e que é alvo da Operação Lava Jato, que investiga o desvio de dinheiros na estatal. O processamento da primeira carga de petróleo na Unidade de Destilação Atmosférica (UDA) da refinaria gerou gás liquefeito de petróleo (GLP), nafta, diesel e resíduo atmosférico (RAT) – insumo para a unidade de coqueamento retardado.
Os produtos foram armazenados em tanques e esferas na própria Rnest. Também foi produzido gás combustível, que será utilizado na própria Refinaria Abreu e Lima. O principal objetivo da unidade é gerar 26 mil metros cúbicos óleo diesel, para completar a oferta do produto no mercado brasileiro.

Leia mais no Blog do Jamildo.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Excesso de informação desinforma

Eis um exercício interessante para os observadores críticos da imprensa brasileira: diga, de memória, os nomes de cinco acusados no escândalo da Petrobras e explique as suspeitas que pesam sobre cada um deles. Outro desafio: especifique o valor que teria sido desviado da estatal no conjunto de operações abordado pelo inquérito. Mais uma questão: quantos e quais partidos políticos estariam envolvidos no caso, a se considerar o que sai diariamente nos jornais?
Como se pode notar, excesso de informação não significa mais informação. (...)

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Renovação da frota colocou o Brasil entre as quatro maiores indústrias navais

Mais um navio construído no Brasil foi lançado às águas nos últimos dias. Trata-se do Dragão do Mar, um suezmax (para o transporte de óleo cru) de 274 metros de comprimento, 51 de altura, 48 de largura e uma capacidade de transporte de 157 mil toneladas de porte bruto. Apesar da magnitude, a embarcação é extremamente ágil, atendendo, inclusive, as limitações do estreito Canal de Suez.
O navio foi o mais recente a ser lançado ao mar pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), criado em 2004 pelo Governo Federal. Há cerca de um mês atrás, foi a vez do panamax Irmã Dulce, que tem a mesma função dos suezmax, com dimensões menores.

Confira no Jornal GGN

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Por que a mídia não está procurando Fabio Barbosa para falar da compra da refinaria de Pasadena?

Queria entender uma coisa. Por que a mídia não entrevista o presidente da Abril, Fabio Barbosa, sobre o caso Petrobras?
Ele ocupava uma posição privilegiada quando a refinaria de Pasadena foi comprada. Era integrante do Conselho de Administração da empresa.
E é um executivo respeitado.
Isso não é suficiente para ouvi-lo?
Seria, se não fosse uma coisa: Barbosa está dizendo uma coisa que a mídia não quer publicar.
Disse Barbosa: “A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, do qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado.”
Não repercutiu nada esta declaração na mídia tradicional. Ela apareceu no site da Veja. Provavelmente Barbosa recorreu aos filhos de Roberto Civita para que sua versão sobre a compra fosse publicada antes que a informação de que ele a chancelara ganhasse o noticiário em circunstâncias penosas para ele. Raras vezes, e isto é batata, como dizia Nelson Rodrigues, a Veja terá publicado algo tão contrariada.


Leia mais no Diário do Centro do Mundo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FECHO DE OURO: O PRÉ-SAL É NOSSO


"O que estamos sancionando é o maior avanço industrializante experimentado na história brasileira com lastro suficiente para elevar o patamar do parque produtivo nacional no século 21" (Presidente Lula, ontem,ao sancionar o novo marco soberano de exploração das reservas do pré-sal; 23/12)


CARTA MAIOR - 23.12.2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O boicote brasileiro ao pré-sal

Ontem, o Financial Times – mais importante jornal de negócios do planeta – publicou ampla matéria sobre o início da produção do pré-sal.

O jornal estranhou o pouco destaque na mídia e no próprio Blog da Petrobras. Interpretou como cansaço do país pelo excesso de loas ao pré-sal.

(...)

Aí, se estende sobre a maneira como a grande imprensa praticamente ignorou o episódio. Alertou para a "complacência que ameaça o Brasil". Diz que, depois dos sucessos dos últimos anos, "muitos brasileiros dão a impressão que o trabalho já está feito. A colheita do pré-sal já está depositado. Mesmo a descoberta de 4,5 mil milhões de barris no campo de um novo chamado Franco maio foi recebida com indiferença".

Nada a ver com a opinião pública em geral e com a opinião dos especialistas em particular. Mas com um vício recorrente que tirou toda a objetividade de alguns grandes jornais.


O texto completo no blog do Luís Nassif.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O início da produção do pré-sal no Espírito Santo

A Petrobras produz nesta quinta-feira (15/7) o primeiro óleo da camada pré-sal do Campo de Baleia Franca, localizado a cerca de 85 km da cidade de Anchieta (ES), no complexo denominado Parque das Baleias, na Bacia de Campos. As acumulações do pré-sal do Campo de Baleia Franca foram descobertas em dezembro de 2008.

A produção será iniciada através da conexão do FPSO Capixaba ao poço 6-BFR-1-ESS. O FPSO Capixaba é afretado para a Petrobras pela empresa SBM, e operava anteriormente no Campo de Golfinho. Para aproveitar a oportunidade de antecipação de produção dos Campos de Cachalote e Baleia Franca, foi realizada uma adaptação na planta de processo da plataforma, para viabilizar a instalação no Parque das Baleias.

O poço do pré-sal de Baleia Franca começará a produzir cerca de 13 mil barris de petróleo por dia (bpd) de petróleo leve, estimado em 29 graus API. A previsão é que atinja a capacidade máxima, de 20 mil bpd, ainda este ano.


Mais no blog do Luís Nassif.

O esforço da Folha para derrubar as ações da Petrobrás

A Petrobras vai fazer o maior lançamento de ações da história. Será peça central para cacifar investimentos essenciais para o desenvolvimento do país nas próximas décadas. É importante que o mercado analise os impactos sobre os acionistas e alerte para riscos e oportunidades do investimento.

Mas a campanha sistemática da Folha contra o lançamento – em um período em que a Petrobras é obrigada a manter o silêncio, por imposição da CVM – começa a chamar a atenção.

Pode ser uma forma recorrente de fazer oposição cega. Mas há interpretações - que estão sendo abraçadas por um público especialista cada vez maior - de que possa haver alguma coisa que vai além da política. Ou seja, beneficiar especuladores que comprariam os papéis na baixa.


Confira o texto completo no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Dilma e a indústria naval

Segundo Dilma, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma “verdadeira Cruzada” para reativar a indústria naval brasileira, que chegou a empregar 40 mil pessoas em 1979, mas foi “detonada” e caiu para menos de 2 mil empregos em 1998, durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso. Hoje, segundo ela, o setor ocupa 45 mil empregados no país graças aos estímulos federais para a construção de navios e plataformas de exploração de petróleo e gás e para a qualificação profissional.

(...)

O restabelecimento da indústria naval brasileira começou a ser gestado no início do mandato de Dilma, então ministra das Minas e Energia, como presidente do conselho de administração da Petrobras. Na cidade gaúcha, a iniciativa do governo já resultou na construção de plataformas de exploração de petróleo e gás e na construção de um estaleiro e um dique seco que deverão ser inaugurados no fim deste mês pelo presidente Lula.

De acordo com a pré-candidata, na campanha eleitoral de 2002 o PSDB provocou uma polêmica “ácida” quando afirmou que o programa do PT era “irresponsável” por propor a reativação da indústria naval. “Diziam que o Brasil faria navios inadequados, não competitivos, e acabaria prejudicando a Petrobras”. Mas agora, segundo ela, o setor corre o risco de sofrer um “acidente de percurso”. “Depende de quem estiver à frente disso”, afirmou, numa alusão a uma eventual vitória do PSDB em outubro.

Segundo Dilma, a aposta do governo no setor, que incluiu o estímulo à descentralização dos novos estaleiros e ao aumento gradual do conteúdo local dos navios e plataformas, significou também a retomada da política de desenvolvimento industrial para o país. “Essa história de que o Brasil não pode ter uma política industrial é uma visão ultrapassada”, disse. Para ela, um eventual novo governo do PT tem condições de fazer “muito mais” porque foi o partido que criou a “base” para o crescimento atual.


Texto completo, do Valor, no blog do Luís Nassif.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Os petroleiros brasileiros começam a ser entregues

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (7), no Estaleiro Atlântico Sul, no Porto de Suape (PE), do lançamento do primeiro navio petroleiro do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

É também o primeiro navio petroleiro construído no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em mais de 13 anos. O Promef é um projeto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O petroleiro, que vem sendo considerado uma marco na retomada da indústria naval brasileira, tem 274 metros de comprimento, capacidade de transportar 1 milhão de barris de petróleo e foi encomendado pela Transpetro, empresa de logística e transporte do grupo Petrobras. O custo foi de R$ 300 milhões.

A embarcação será batizada com o nome de João Cândido em homenagem àquele que ficou conhecido como Almirante Negro ao liderar a Revolta da Chibata, movimento iniciado no Rio de Janeiro em 1910, contra a aplicação de castigos físicos a marinheiros. O filho de João Cândido deve participar do evento.


Continua no blog do Luís Nassif.