terça-feira, 19 de janeiro de 2016
O perigoso Haddad e a Paulista
sábado, 31 de outubro de 2015
Produção de poços de petróleo do pré-sal triplicou em menos de três anos
Continue lendo no UOL Economia.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Serra, Lacerda e a Petrobrás
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Serra e Renan querem implodir o pré-sal
Senadores prometem lutar para impedir a votação do projeto de José Serra que revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração do Pré-sal.
Confira na Carta Maior, via Jornal GGN.
sábado, 21 de fevereiro de 2015
A caminho do terror econômico
São medidas que, se forem aceitas pela Justiça, envolvem um caso de terrorismo, que consiste em manipular fatos econômicos para se obter objetivos políticos, gerando efeitos que vão muito além dos cidadãos acusados, prejudicando os trabalhadores e suas famílias, afetando ainda o nível de emprego e o desenvolvimento do país.
Funcionária da Petrobras desmente "rotina de medo" de matéria do Globo
Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma ideia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.
Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência. Ameaças de demissão assombram o jornal em que ela trabalha, já tendo vários colegas sendo demitidos[1], a rotina de e-mails com represálias e determinando que tipo de informação deve ser publicada ou escondida devem ser rotina em seu trabalho[2], sempre na intenção de desinformar a população e transmitir só o que interessa, mantendo a população refém de informações mentirosas e distorcidas.
Confira no Jornal GGN uma reprodução de redes sociais.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Enquanto a Petrobras é massacrada, a Sabesp é convenientemente esquecida
O festival de asneiras em torno dos 88 bilhões de reais da Petrobras
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
A tarefa impossível de calcular as perdas da Petrobras
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
O veneno da edição da entrevista de Venina
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Refinaria Abreu e Lima começa a produzir derivados de petróleo
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Excesso de informação desinforma
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Renovação da frota colocou o Brasil entre as quatro maiores indústrias navais
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Por que a mídia não está procurando Fabio Barbosa para falar da compra da refinaria de Pasadena?
Ele ocupava uma posição privilegiada quando a refinaria de Pasadena foi comprada. Era integrante do Conselho de Administração da empresa.
E é um executivo respeitado.
Isso não é suficiente para ouvi-lo?
Seria, se não fosse uma coisa: Barbosa está dizendo uma coisa que a mídia não quer publicar.
Disse Barbosa: “A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, do qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado.”
Não repercutiu nada esta declaração na mídia tradicional. Ela apareceu no site da Veja. Provavelmente Barbosa recorreu aos filhos de Roberto Civita para que sua versão sobre a compra fosse publicada antes que a informação de que ele a chancelara ganhasse o noticiário em circunstâncias penosas para ele. Raras vezes, e isto é batata, como dizia Nelson Rodrigues, a Veja terá publicado algo tão contrariada.
Leia mais no Diário do Centro do Mundo.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
FECHO DE OURO: O PRÉ-SAL É NOSSO
"O que estamos sancionando é o maior avanço industrializante experimentado na história brasileira com lastro suficiente para elevar o patamar do parque produtivo nacional no século 21" (Presidente Lula, ontem,ao sancionar o novo marco soberano de exploração das reservas do pré-sal; 23/12)
CARTA MAIOR - 23.12.2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
O boicote brasileiro ao pré-sal
Ontem, o Financial Times – mais importante jornal de negócios do planeta – publicou ampla matéria sobre o início da produção do pré-sal.
O jornal estranhou o pouco destaque na mídia e no próprio Blog da Petrobras. Interpretou como cansaço do país pelo excesso de loas ao pré-sal.
(...)
Aí, se estende sobre a maneira como a grande imprensa praticamente ignorou o episódio. Alertou para a "complacência que ameaça o Brasil". Diz que, depois dos sucessos dos últimos anos, "muitos brasileiros dão a impressão que o trabalho já está feito. A colheita do pré-sal já está depositado. Mesmo a descoberta de 4,5 mil milhões de barris no campo de um novo chamado Franco maio foi recebida com indiferença".
Nada a ver com a opinião pública em geral e com a opinião dos especialistas em particular. Mas com um vício recorrente que tirou toda a objetividade de alguns grandes jornais.
O texto completo no blog do Luís Nassif.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O início da produção do pré-sal no Espírito Santo
A produção será iniciada através da conexão do FPSO Capixaba ao poço 6-BFR-1-ESS. O FPSO Capixaba é afretado para a Petrobras pela empresa SBM, e operava anteriormente no Campo de Golfinho. Para aproveitar a oportunidade de antecipação de produção dos Campos de Cachalote e Baleia Franca, foi realizada uma adaptação na planta de processo da plataforma, para viabilizar a instalação no Parque das Baleias.
O poço do pré-sal de Baleia Franca começará a produzir cerca de 13 mil barris de petróleo por dia (bpd) de petróleo leve, estimado em 29 graus API. A previsão é que atinja a capacidade máxima, de 20 mil bpd, ainda este ano.
Mais no blog do Luís Nassif.
O esforço da Folha para derrubar as ações da Petrobrás
A Petrobras vai fazer o maior lançamento de ações da história. Será peça central para cacifar investimentos essenciais para o desenvolvimento do país nas próximas décadas. É importante que o mercado analise os impactos sobre os acionistas e alerte para riscos e oportunidades do investimento.
Mas a campanha sistemática da Folha contra o lançamento – em um período em que a Petrobras é obrigada a manter o silêncio, por imposição da CVM – começa a chamar a atenção.
Pode ser uma forma recorrente de fazer oposição cega. Mas há interpretações - que estão sendo abraçadas por um público especialista cada vez maior - de que possa haver alguma coisa que vai além da política. Ou seja, beneficiar especuladores que comprariam os papéis na baixa.
Confira o texto completo no blog do Luís Nassif.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Dilma e a indústria naval
Segundo Dilma, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma “verdadeira Cruzada” para reativar a indústria naval brasileira, que chegou a empregar 40 mil pessoas em 1979, mas foi “detonada” e caiu para menos de 2 mil empregos em 1998, durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso. Hoje, segundo ela, o setor ocupa 45 mil empregados no país graças aos estímulos federais para a construção de navios e plataformas de exploração de petróleo e gás e para a qualificação profissional.
(...)O restabelecimento da indústria naval brasileira começou a ser gestado no início do mandato de Dilma, então ministra das Minas e Energia, como presidente do conselho de administração da Petrobras. Na cidade gaúcha, a iniciativa do governo já resultou na construção de plataformas de exploração de petróleo e gás e na construção de um estaleiro e um dique seco que deverão ser inaugurados no fim deste mês pelo presidente Lula.
De acordo com a pré-candidata, na campanha eleitoral de 2002 o PSDB provocou uma polêmica “ácida” quando afirmou que o programa do PT era “irresponsável” por propor a reativação da indústria naval. “Diziam que o Brasil faria navios inadequados, não competitivos, e acabaria prejudicando a Petrobras”. Mas agora, segundo ela, o setor corre o risco de sofrer um “acidente de percurso”. “Depende de quem estiver à frente disso”, afirmou, numa alusão a uma eventual vitória do PSDB em outubro.
Segundo Dilma, a aposta do governo no setor, que incluiu o estímulo à descentralização dos novos estaleiros e ao aumento gradual do conteúdo local dos navios e plataformas, significou também a retomada da política de desenvolvimento industrial para o país. “Essa história de que o Brasil não pode ter uma política industrial é uma visão ultrapassada”, disse. Para ela, um eventual novo governo do PT tem condições de fazer “muito mais” porque foi o partido que criou a “base” para o crescimento atual.
Texto completo, do Valor, no blog do Luís Nassif.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Os petroleiros brasileiros começam a ser entregues
É também o primeiro navio petroleiro construído no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em mais de 13 anos. O Promef é um projeto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O petroleiro, que vem sendo considerado uma marco na retomada da indústria naval brasileira, tem 274 metros de comprimento, capacidade de transportar 1 milhão de barris de petróleo e foi encomendado pela Transpetro, empresa de logística e transporte do grupo Petrobras. O custo foi de R$ 300 milhões.
A embarcação será batizada com o nome de João Cândido em homenagem àquele que ficou conhecido como Almirante Negro ao liderar a Revolta da Chibata, movimento iniciado no Rio de Janeiro em 1910, contra a aplicação de castigos físicos a marinheiros. O filho de João Cândido deve participar do evento.
Continua no blog do Luís Nassif.