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sábado, 10 de dezembro de 2011

A DEA "lavava" dinheiro do narco-tráfico no México desde 1984

No governo de Ronald Reagan, legisladores ianques autorizaram operações encobertas no país para identificar infraestrutura financeira e chegar até os "capos" mais importantes do narcotráfico.

Washington. As operações de lavagem de dinheiro da Administração Federal Antidrogas (DEA) foram autorizadas pelo Congresso desde 1984, mas seus detalhes não podem ser discutidos publicamente, reportou o Departamento de Justiça a um comitê legislativo.

Em uma correspondência ao Comitê de Supervisão da Câmara de Representantes, o procurador geral adjunto para assuntos legislativos, Ronald Weich, afirmou que as operações encobertas continuam graças a uma excessão especial do procurador geral. 

Vejam o texto original em LA JORNADA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Narcoguerra, infiltração de agentes da DEA para lavar dinheiro de cartéis continua polêmica

O problema é a infiltração, pela DEA, fora do território norte-americano, ou melhor, no México e sem controle pelas autoridades judiciárias e administrativas daquele país. Afinal, o México é um estado soberano e não um quintal dos EUA.




Confira o texto completo no blog Sem Fronteiras, de Walter F. Maierovitch


Leia também sobre este assunto: - Além de vender armas, governo Obama é acusado de lavar dinheiro do tráfico mexicano (no Opera Mundi)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ameaça de atentado aos EUA revela conexão entre DEA e paramilitares mexicanos


A quatro dias da largada para o Pan, o drama ultrapassou de vez as fronteiras do México e ganhou contornos hollywoodianos.
CS-1 é o codinome de um agente, supostamente apenas informante da DEA (agência dos EUA de combate às drogas) e infiltrado no grupo paramilitar mexicano “Zetas”. CS-1 trabalhou na operação “Coalizão Vermelha” que,  segundo anúncio do governo dos Estados Unidos na terça-feira, 11, impediu um ataque terrorista a Washington.
Disseram o procurador-geral dos EUA, Eric Holder, e o diretor do FBI, Robert Mueller, que os iranianos Manssor Arbabsiar e Gholam Shakuri planejavam usar explosivo C-4 para detonar o embaixador da Arábia Saudita nos EUA, Adel Al-Jubeir.
O anunciado complô foi desbaratado, mas deixou à mostra uma incômoda e ainda obscura conexão entre os “Zetas” e seus paramilitares e a troca de informações entre os serviços secretos dos EUA e México.  Afinal, CS-1 era -supostamente - apenas um informante da agência norte-americana DEA e infiltrado nos “Zetas”. A CS-1 os iranianos teriam oferecido US$ 15 milhões para detonar a embaixada saudita.
Durma-se no México com tal conexão.

Confira o texto completo no blog do Bob Fernandes, no Terra

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mais veloz e mais furioso – a proteção americana a um cartel mexicano

A jornalista independente mexicana Anabel Hernandez, colaboradora da Pública, apresenta, com exclusividade, os documentos do expediente do filho de “El Mayo” Zambada, um dos chefes do Cartel de Sinaloa, que tem ganhando poder no México. A reportagem revela que Vicente Zambada Niebla, o filho, pretende revelar, diante de uma corte federal do distrito de Chicago, nos EUA, que nos últimos seis anos o Cartel de Sinaloa tem operado sob a suposta proteção das autoridades norte-americanas.
O processo judicial contra Vicente Zambada Niebla, filho de “El Mayo” Zambada, na Corte Federal de Distrito para o Distrito Norte de Illinois, abrirá a caixa de Pandora sobre a história dos últimos seis anos do tráfico de drogas do México para os Estados Unidos.
O julgamento que ocorrerá em Chicago, outrora território do capo Al Capone, promete ser explosivo.

Vejam o texto completo em PÚBLICA

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Cartéis da droga em casa

De acordo com a declaração formulada em uma comissão parlamentar em Washington pelo comandante Gomecindo López, integrante da Unidade de Operações Especiais da polícia de El Paso, diversos integrantes de cartéis da droga tem sua residência habitual em território ianque, realizam seus negócios no México e depois voltam a cruzar a fronteira. (Fonte: La Jornada)

Poucas dúvidas parecem restar de que se as autoridades anti-narcóticos dos Estados Unidos, com toda quantidade de recursos que dispõe não efetuarem uma batida efetiva contra o tráfico entre esse país e o México deve ser porque mediam interesses economicos em jôgo. E com toda lógica o diário mexicano assinala que ainda que os corpos policiais disponham de abundante informação sôbre a deliquência organizada, ela não se traduz necessariamente em prisões.

Como antecedente acrescente-se a indulgência em que se beneficiou o Banco Wanchovia uma vez que se descobriu que essa empresa realizou, em coisa de dois anos, operações irregulares de 374 bilhões de dólares que possivelmente constituiram uma colossal operação de lavagem de dinheiro. E a êle se soma o contrabando de armas de fogo com destino a gangs violentas, que em data recente escandalizou a sociedade mexicana.

Assim, enquanto a DEA pronuncia habituais atos de fé contra os narcotraficantes, integrantes dos cartéis pernoitam tranquilamente em território ianque como se estivesse na própria casa. Se por acaso não se trata de uma dupla face do país hospedeiro, que alguém ilumine nossas idéias.


Vejam em CUBADEBATE

sábado, 25 de setembro de 2010

Cem mil vítimas diretas de uma guerra civil não declarada - México, país cemitério

Qualquer, e todos, podem ser assassinados. Os postos de venda de diários e revistas, em distintas cidades do México, jorram sangue començando pelos portais, matizados com alguma modelito desnuda ou semidesnuda.


"Se continuar assim, teremos que ir-nos para outro país", escuta-se dizer a algumas pessoas que acreditam que no entanto o Distrito Federal não foi atingido pela guerra. Ainda que em sua periferia não tenha faltado cadáveres, amontoados uns em cima dos outros, com legendas que advertem que as batalhas recém começaram. Falta muito por matar e pouco donde se proteger, se se observam a militarização crescente e os milhões de pessoas que para salvar o dia a dia devem ir passando a gosto, ou a contragosto, pelas filas dos contendores, ou, enquanto possam caminhar pela margem neutra sem que uma bala nem tão perdida, se os leve para sempre.

O México ficou preso em uma armadilha mortal. Pelas suas terras passam forças do exército e policiais, divididas em bandos que confrontam paramilitares, parapoliciais, quadrilheiros e improvisados; agentes - secretos ou não - da CIA e da DEA; comandos de elite dependentes do governo de Felipe Calderón e as "Companhias da Morte S.A." encarregadas de traficar imigrantes de um lado a outro.


Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Álvaro Uribe Vélez, o "precursor do Narco-Estado"

Álvaro Uribe Vélez, o "precursor do Narco-Estado", como tem sido denominado por um dos mais importantes centros de investigação em matéria de narcotráfico internacional, "The Narco News "http://www.narconews.com) desde que em 1997 e 1998, os agentes de aduanas dos Estados Unidos na California detiveram três naves suspeitas com destino a Colômbia que, descobririam logo os agentes, carregavam um total de 50 toneladas permanganato de potássio, um precursor químico chave, necessário na manufactura de cocaína.

E de acordo com um documento assinado pelo chefe da DEA Donnie R. Marshall em 3 de agosto de 2001, as nave se dirigiam a Medellín, Colômbia, em nome de uma empresa chamada GMP Produtos Químicos. As 50 toneladas do precursor químico destinada a GMP eram suficientes para fabricar 500 toneladas de hidroclorato de cocaína, com um valor na rua de 15 milhões de dólares. O dono da GMP Produtos Químicos, de acordo acordo com o relatório da DEA de 2001, era Pedro Juan Moreno villa, o chefe de campanha e ex-secretário de governo durante o período de Uribe como Governador de Antioquia. De 1995 a 1997, Moreno era o secretario de governo e sua mão direita. Durante esses anos, segundo o então chefe da DEA Marshall, "entre 1994 e 1998, GMP foi o maior importador de permanganato de potássio na Colômbia.

Vejam o texto completo em TERC3RA INFORMACIÓN

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Bolívia: unidade de inteligência substituirá a DEA



La Paz, 5 nov (Prensa Latina) A Bolívia anunciou hoje a criação de uma unidade de inteligência para substituir a Agência Antidroga dos Estados Unidos (DEA), que deverá deixar o país em três meses, acusada de conspirar contra o governo.

Segundo explicou o vice-ministro de Defesa Social, Felipe Cáceres, essa unidade se subordinara à força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN).

Cáceres explicou que a nova entidade se encarregará de proporcionar dados sobre o tráfico de drogas em nível internacional que requer a polícia para cumprir sua tarefa.


Vejam mais na PRENSA LATINA-Agencia Informativa Latinoamericana S.A.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Bolívia pede saída de equipe antidrogas dos EUA do país

A Bolívia notificou os membros da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês) que eles devem deixar o país. Segundo um comunicado tornado público hoje, o prazo para a saída dos funcionários é de três meses. O ministro de Relações Exteriores, David Choquehuanca, informou que um texto com os detalhes da retirada foi entregue ao DEA no sábado.

O presidente boliviano, Evo Morales, anunciou no sábado que estava suspendendo o trabalho do DEA no país. Morales acusou o órgão de incentivar a violência entre os bolivianos, que terminou com 19 mortes, em setembro. "De hoje em diante, todas as atividades do DEA estão suspensas indefinidamente", disse Morales. "Pessoas da DEA apoiaram atividades de um malsucedido golpe de Estado na Bolívia."

LEIA A ÍNTEGRA.