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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pesquisadores buscam aplicações fotônicas do grafeno

O grafeno, que tem sido chamado de “a matéria-prima do século 21”, com enormes aplicações potenciais, já está no rol da pesquisa avançada em andamento no Brasil.

Um exemplo é o Projeto Temático “Grafeno: fotônica e optoeletrônica. Colaboração UPM-NUS”, apoiado pela FAPESP. O projeto, iniciado em abril de 2013 e com duração prevista até março de 2018, faz parte do Programa SPEC (São Paulo Excellence Chairs), que busca estabelecer colaborações entre instituições do Estado de São Paulo e pesquisadores de alto nível radicados no exterior. A colaboração, no caso, foi firmada entre a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e o pesquisador Antonio Hélio de Castro Neto, coordenador do Temático. 

Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

domingo, 21 de abril de 2013

Tecnologia inercial feita no Brasil é exibida em feira internacional

Mesa é essencial para garantir o alto grau de precisão dos sensores inerciais. A principal função da tecnologia inercial é encontrar um caminho ou, pelo menos, ajudar a não perdê-lo


A primeira mesa inercial fabricada no Brasil foi apresentada na edição 2013 da Feira Internacional de Defesa e Segurança (LAAD), ocorrida no Rio de Janeiro. O evento é considerado o maior da América Latina no setor de tecnologia e serviços para defesa e segurança corporativa.

Os equipamentos semelhantes utilizados no país são, em sua maioria, importados de uma empresa da Suíça e, consequentemente, muito caros. A empresa fabricante (Infax) recebeu apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência de fomento vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
 

Visto em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Precisão cirúrgica

Primeiro bisturi ultrassônico desenvolvido no país entra em fase de testes este ano. Esse tipo de dispositivo permite aos médicos realizar incisões tão precisas que sequer fazem sangrar o tecido do paciente.
Por: Henrique Kugler
Publicado em 04/04/2013 | Atualizado em 04/04/2013
Precisão cirúrgica
Protótipo do bisturi ultrassônico desenvolvido pelo Instituto de Física de São Carlos (USP), em parceria com a empresa paulista WEM. (foto: divulgação)
Um abismo tecnológico separa a peixeira do cangaceiro e o bisturi ultrassônico. Enquanto o artefato rudimentar do sertão causa um estrago e tanto ao furar o bucho dos desafetos, esse tipo de bisturi permite aos médicos realizar incisões tão precisas que sequer fazem sangrar o tecido do paciente. Peixeiras, bem, já produzimos aos montes. Mas bisturis ultrassônicos, ainda não. 


Visto em CIÊNCIA HOJE

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Edital destina R$ 6 milhões para periódicos científicos

Inscrições do Edital 68/2010, lançado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vão até 8 de dezembro


Apoiar e incentivar a editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros, em todas as áreas do conhecimento, de forma a contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, são os principais objetivos do edital. Revistas com acesso aberto, divulgadas por meio eletrônico na internet ou de forma impressa e eletrônica simultaneamente serão priorizadas.

Vejam mais detalhes em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Militares brasileiros discutem com representantes de seis países uso da nanotecnologia

Brasília - Fonte de importantes inovações tecnológicas usadas na medicina, vestuário, eletrônica, engenharia de materiais, informática e vários outros setores, a nanotecnologia, no Brasil, ainda é pouco usada para fins militares. Já em outros países, onde essas mesmas inovações ocupam papel de destaque na formulação das estratégias de segurança e defesa, os pesquisadores veem recebendo cada vez mais recursos públicos e privados para desenvolver equipamentos capazes de dar uma vantagem a seus soldados.

Vejam mais na Agência Brasil

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Peculato científico e tecnológico?, artigo de Edinaldo Nelson dos Santos-Silva

"Esquecemo-nos de que a origem do dinheiro é pública, da parcela de imposto de todos os assalariados e não-assalariados do país"

Edinaldo Nelson dos Santos-Silva é pesquisador do Laboratório de Plâncton, CPBA/Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Artigo publicado no blog "Democracia e Transparência em C&T" e enviado pelo autor ao "JC e-mail":
No Brasil, praticamos a cultura de que a coisa pública tem duração efêmera, condicionada à crença prática amplamente difundida, em toda a sociedade, tanto nos níveis socioeconômicos ditos mais altos quanto nos mais baixos, de que o público só é público até o momento em que alguém corra e se aproprie dele, tornando-o assim, a partir deste momento, privado, apesar da propriedade de fato e de direito ser pública.
(...)
No entanto, o que acontece na prática? Tanto o sistema oficial federal de Ciência e Tecnologia, representado pelos ministérios da área e suas agências, como os sistemas estaduais, que também vivem e sobrevivem do dinheiro público, como os próprios pesquisadores do alto dos comitês de avaliação das diversas áreas de pesquisa cultuam a crença de que devemos publicar estes resultados de nossas pesquisas, financiadas integralmente com dinheiro público, em revistas de "alto impacto" ou, em sua versão nacional, "Qualis A".
(...)
No processo de publicação, assinamos papéis onde abrimos mão do direito de propriedade, que a rigor não era nosso, mas público. Ou seja, transferimos indevidamente a propriedade destas informações de pesquisa para grandes corporações privadas, cujo negócio altamente lucrativo é exatamente vender estas informações, informações estas que, para as produzir, as corporações privadas não colocaram um centavo sequer.


Vejam o texto completo no Jornal da Ciência-SBPC

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Ciência e Tecnologia no Brasil: a evolução do financiamento, artigo de Wanderley de Souza

“O início da recomposição real do orçamento de C&T teve início em 2003, com a particularidade importante de aumentar os investimentos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, procurando ampliar a atividade de C&T em todo o país”

Wanderley de Souza é professor titular da UFRJ e diretor de Programas do Inmetro, é membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Nacional de Medicina. Artigo publicado em o “Monitor Mercantil”:


Vejam o texto completo no Jornal da Ciência (SBPC)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A burra opção pelo atraso da ciência, artigo de Odenildo Sena

“[Corte em C&T] significará o ¬trágico comprometimento das metas estabelecidas para a área, com consequências danosas e irreparáveis para o futuro da nação brasileira”


Vejam mais no Jornal da Ciência(SBPC)