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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FHC não tem moral para falar de Amaury porque é réu por fraude na Privataria Tucana

O ex-presidente FHC tenta desqualificar o autor do livro "A Privataria Tucana", o premiado jornalista Amaury Ribeiro Jr., dizendo que ele é indiciado por quebra de sigilo (*). FHC acha que com isso desestimularia os outros a lerem o livro.

Mas o autor do livro não recorre só ao gogó para contar as roubalheiras na privataria de FHC e Serra,  ele usa farta documentação que pode ser facilmente confirmada a autenticidade.

Além disso, se qualquer indiciamento fosse critério para desqualificar uma pessoa, o que dizer do próprio FHC que é réu por fraude no edital de licitação na privataria da Vale? (quem é réu, ainda nao é culpado, mas está numa fase posterior ao indiciamento, quando um juiz já aceitou a denúncia, abrindo processo, por considerá-la suficientemente fundamentada para ir a julgamento).

 Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

CARTA MAIOR - Quarta-feira - 31/08/2011

**livro escrito por executivo do Banco Central alemão culpa muçulmanos pelo' emburrecimento' do país** obra vendeu mais de um milhão de exemplares**STF declara legal a conquista do professorado que prevê 1/3 de atividade extra classe ** produção de uma tonelada de minério de ferro custa US$ 29 ** a mesma tonelada rende US$ 180 dólares** mineradoras pagam apenas 2% de royaltie; estão isentas de ICMS; não arcam com PIS-Cofins e na AM dispõem de dedução no IR ** governo quer elevar percentual de royalties para 4% ** Brasil exportou 311 milhões de toneladas de minério de ferro em 2010** lucro da Vale do Rio Doce foi de US$ 28 bilhões** empresa foi privatizada em 2007  por US$ 3 bi, no governo FHC

(Carta Maior; 4º feira, 31/08/ 2011)
 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Brasil não é um negócio - O mercado quer que a Petrobras seja o que a Vale foi

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse hoje à Agência Reuters que a balança de derivados de petróleo da empresa terá déficit até 2015, em meio à crescente demanda e à limitação na capacidade de refino. Ou seja, que a empresa terá de importar derivados de petróleo para satisfazer o consumo brasileiro.
De outro lado, o que não ficou expresso, é que com nossa crescente produção de óleo bruto, teremos de exportá-lo, sem poder refina-lo aqui.
As pessoas menos informadas dizem: que absurdo, importar derivados e exportar petróleo.
E é mesmo, mas é uma situação da qual não se pode fugir a curto prazo. E que, de quebra, ainda é agravada pela crise do etanol.
Isso é resultado da herança maldita de duas eras que o Brasil atravessou. A que ficou conhecida como “década perdida”, os anos 80 – Governos Figueiredo e Sarney – e o neoliberalismo – Collor e Fernando Henrique .

Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Minério é pior que banana.

Porque a bananeira só da cacho uma vez, mas pode-se plantar outra no lugar da que já deu cacho.

Minério se vai para sempre e só deixa o buraco.

Por isso os países desenvolvidos tratam os produtores de minério como “banana republics”. E os países que não querem ser tratados assim criam mecanismos de proteção que impeçam vender suas riquezas a preço de banana.

Em fevereiro, India deu uma “paulada” na taxas de frete para exportação de seu minério de ferro. Passou-a de 100 rupias (US$ 2,24) por tonelada de minério para 1600 rúpias (US$ 35,88). No final de 2009 já tinha criado uma taxa de 5% sobre as exportações do minério de ferro fino e o aumento de 5% para 10% na alíquota do imposto sobre a exportação do minério granulado. E agora quer passar para 20%.

Os indianos, que não são bobos e conservam boa parte da mineração sob controle estatal – e não “bradescal”.

segunda-feira, 28 de março de 2011

O Roger do Brad na especulação da Vale

Todo mundo sabe que quando um cachorro morde, não adianta reclamar para o cachorro, tem que reclamar para o dono dele.

É por isso que essa história de vilanizar Roger Agnelli na pendenga da Vale S/A, poupando quem manda nele, não fecha.

A lorota a respeito é de que ele teria "se rebelado" contra o Bradesco, ao externar em público as divergências com o governo Dilma (e também com o de Lula), fora dos padrões discretos do Bradesco.

A lorota fica assumida quando saiu a notícia de que "Roger" (como o chama Miriam Leitão) voltará para a diretoria do Bradesco.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

HORA DE COBRAR: VALE PAGA MENOS ROYALTIES QUE A PETROBRAS

O tucano Roger Agnelli, presidente da Vale, está com os dias contados na direção da empresa privatizada por FHC em 1997. Seu mandato termina em março e não será prorrogado. O governo Dilma, através dos fundos de pensão das estatais e do BNDES (sócios da Vale), tem condições de interferir na sucessão. Agnelli travou uma queda de braço com o governo Lula nos últimos anos tornando-se um personagem à altura daquele que foi o mais indecoroso capitulo do processo de privatização realizado pelo PSDB nos anos 90. Vendida quando era a principal estatal brasileira, a Vale rendeu ao Estado a bagatela de R$ 3,3 bi, exatamente a metade do lucro líquido obtido em um único trimestre de 2010 (R$ 6,6 bi entre abril/junho do ano passado). FHC não tremeu a voz ao narrar uma fábula tucana no programa ‘Palavra do Presidente', em 26/11/1996: ‘Vendendo a Vale", justificou, ‘ nosso povo vai ser mais feliz, vai haver mais comida no prato do trabalhador ". Nos últimos anos, Agnelli resistiu aos apelos do Presidente Lula para traduzir ‘a felicidade' prometida por FHC em investimentos que agregassem valor às exportações brasileiras, em vez de simplesmente produzir buracos no país mandando minério bruto para o exterior. Não o fez. Pior que isso, a exemplo de todo o setor de mineração, a Vale paga à sociedade menos royalties do que a Petrobrás: 2% contra 10%. Se reverter o processo de alienação tornou-se difícil, que se obtenha da mineradora, ao menos, uma alíquota dos lucros equivalente à propiciada pela estatal que mais adiciona investimentos à economia. No momento em que o governo da Presidenta Dilma se propõe a erradicar a miséria no país, é hora de cobrar uma contribuição justa de quem há 13 anos usufrui riquezas, sem contrapartida proporcional. Não basta trocar Agnelli, é preciso trocar a lógica da espoliação.


Vejam em CARTA MAIOR

sábado, 19 de junho de 2010

Tribunal decide que Vale tem responsabilidade por danos ambientais

Na ação, o MPF requereu que as empresas removessem todo o óleo que estava sendo derramado no minério e só depois retirassem o navio do porto.

Por TRF 1

A 6ª Turma do TRF da 1ª Região, por unanimidade, confirmou a legitimidade da Companhia Vale do Rio Doce - CVRD para figurar no processo que trata de danos ao meio ambiente causados pelo naufrágio do navio Trade Daring, que afundou na Baía de São Marcos, em São Luís, Maranhão.

O MPF apresentou ação contra a CVRD, a Smit Tak, empresa holandesa contratada pela CVRD, para o trabalho de reflutuação e remoção dos destroços da embarcação - ação conhecida por salvatagem –, e a Milea Maritime, suposta proprietária da embarcação, acusando-as de responsabilidade civil pelo fato de o navio Trade Daring ter afundado em razão de carga excessiva de minérios de ferro e manganês nos porões. Na ação, o MPF requereu que as empresas removessem todo o óleo que estava sendo derramado no minério e só depois retirassem o navio do porto por estarem causando danos ambientais.

Continua a leitura da ECOagência AQUI.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Um réquiem para FHC

O texto do ex-presidente tucano, publicado em vários jornais no domingo, revela um erro de cálculo político sem precedentes. Contrariando seus aliados, que desejavam vê-lo distante da campanha do PSDB para presidente em 2010, FHC trouxe para o próximo pleito a comparação entre as políticas de seu governo e as do governo Lula: a única polarização que a direita não queria. Imaginando-se um estrategista, virou um fardo pesado para as possíveis candidaturas de José Serra e de Aécio Neves. O artigo é de Gilson Caroni Filho.

As palavras são as armas. E foi acreditando em sua capacidade de manejá-las com destreza que Fernando Henrique Cardoso tentou atacar o presidente Lula em seu artigo publicado no jornal O Globo, do último domingo. Em sua vaidade desmedida, imaginava-se escrevendo um texto inaugural, um manifesto histórico capaz de desvendar a cena política, retirando a oposição do estado letárgico em que se encontra. O efeito foi exatamente o contrário.



Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Steinbruch e Brumer entregaram mesmo a Vale a multinacionais

Ninguém escreveu tanto sobre a doação-privatização da Vale quanto este repórter. Vários artigos tiveram o mesmo título, que foi repetido, usado e republicado sem protesto: "Quanto vale a Vale?" Era um título obrigatório numa campanha que não era contra ninguém, tinha como único e exclusivo objetivo a defesa do interesse nacional, a preservação do patrimônio do cidadão brasileiro. Agora, que surgem rumores de entrega dessa mesma Vale a grupos sul-africanos, voltamos ao assunto.

Vejam o texto completo na Tribuna da imprensa online


sexta-feira, 11 de julho de 2008

Ibama multa Vale em mais de R$ 5 mi por madeira ilegal

Vale foi punida devido à venda ilegal de cerca de 9.500 m³ de madeira e pelo depósito ilegal de 612 m³ em toras.


Continue a ler o texto aqui.

sábado, 5 de julho de 2008

Demonizar os movimentos sociais: o povo nega

A Zé Mentira, órgão de embromação do PRBS (Partido da Rede Brasil Sul) filiado ao PIG (Partido da Imprensa Golpista), divulgou nesta segunda-feira, uma pesquisa feita pelo IBOPE, encomendada pela VALE (ex-Vale do Rio Doçe), sobre o que a população (ou sociedade) vê nos movimentos sociais (leia-se aí MST e Via Campesina, é claro).

Sabe-se que, os números podem ser interpretados de maneiras diferentes, assim sendo, vamos ver os resultados e as interpretações que se pode tirar desses números.

Segundo a pesquisa, que pode ser contestada pelo seu encaminhamento, aponta que 45% dos entrevistados associa o MST à violência. Essa é a manchete da matéria: "IBOPE: MST é visto como sinônimo de vilolência".

De qualquer forma, contrariando a matéria, menos da metade acha o movimento violento (45%), mas na Zé Mentira, é ressaltado esse número, de forma a desqualificar o movimento, tachando-o de violênto.

Por outro lado, a matéria não dá destaque ao outro lado dos números onde, a MAIORIA dos pesquisados dizem que, o que define o MST é: A coragem (27%) e reforma agrária (24%). Quer dizer 51% dos entrevistados NÃO associa o movimento com a violência.

Texto completo no blog A Geografia em Tudo. Também um pouco antigo, mas ainda relevante.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Vale reage ao plebiscito popular com mentiras e violência

Empresa investe em publicidade afirmando “preservar o meio-ambiente” e reprime manifestação pacífica em Belo Horizonte.

Conforme a campanha A Vale é Nossa, pela nulidade da venda da Vale do Rio Doce (CVRD), ganha intensidade e se aproxima da semana do plebiscito popular (de 1º a 7 de setembro), a Companhia joga sua fichas na publicidade massiva para se contrapor à campanha.

Em horário nobre na televisão, com a voz da atriz Fernanda Montenegro, a companhia anuncia seu vínculo com o país e com o meio ambiente. Isso apesar de os movimentos sociais denunciarem que os rumos da empresa são decididos, hoje, pelo consórcio Valepar (que tem a presença do banco Bradesco) e pelos acionistas preferenciais (62% deles estrangeiros). A Vale ressalta o seu caráter de preservação do meio ambiente, quando o trabalho de formação para o plebiscito aponta o contrário: a produção da companhia explora a camada vegetal da Amazônia com o objetivo da exportação.

LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA CLICANDO NO TÍTULO DESTA POSTAGEM.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

As neo mentiras contra a boa e velha verdade.

Em todos os países onde o neoliberalismo foi implementado, a arrecadação tributária, ao invés de diminuir, aumentou.

Veja o caso do Brasil: quando Fernando Henrique Cardoso chegou ao poder, nossa carga tributária correspondia a 29% do PIB. Ao sair, oito anos depois, ela tinha subido para 35,5% do PIB. E, com Lula, continuou subindo, chegando hoje a 37% do PIB.

Aí é que está a questão: o Estado extrai mais impostos dos cidadãos, mas não para melhorar os serviços públicos, mas sim para pagar a dívida e seus juros. O Estado é reduzido ao mínimo para o social – saúde, educação, habitação, transporte, trabalho etc. -, mas é aumentado para o capital financeiro.

Vamos tomar o caso das privatizações. Um dos dois principais motivos alegados para a privatização das empresas estatais era o pagamento da dívida pública: com os recursos oriundos da venda destas empresas, reduziríamos a dívida. O que ocorreu de fato?
Leia esta ótima entrevista com o Professor, Mestre, Doutor, Escritor Ivo Lesbaupin no sítio do Azenha.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Reta final de mobilização nos estados para realização de Plebiscito

A menos de um mês para o início da votação do Plebiscito Popular pela nulidade do leilão da Companhia Vale do Rio Doce, que será realizado entre os dias 1º e 7 de setembro, as mobilizações estão se intensificando por todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Só a Secretaria do Comitê Nacional de Campanha já enviou mais de 500 DVDs com o vídeo sobre o leilão da Vale para solicitantes. Em São Paulo, o Comitê estadual chegou a números próximos a esse. Além disso, o vídeo está disponibilizado no site de compartilhamento gratuito de vídeos "Youtube" e pode ser pego por todos os interessados. Cerca de 280 mil jornais também já foram reproduzidos. Esse número pode ser ainda maior, pois a Secretaria Nacional não tem contabilidade sobre as reproduções estaduais.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

A Vale não valia? Muito mais valia.

Mas a maioria desses privatistas convictos, no fundo, no fundo, são uns manés que, quanto muito, são donos do próprio lugar onde moram e olhe lá. Mas defendem, com unhas e dentes, os interesses de meia-dúzia de espertalhões desse país. Também me chama a atenção, nessa turma, é o empenho que fazem para enfunerar o patrimônio público. Os amigos rapinantes desses privatistas compraram a Vale, não porque ela dava lucro e tinha mais produtividade que suas congêneres japonesas. Não, jamais! Como é que nós, esquerdistas totalitários e manipulados, não conseguimos perceber o ato magnânimo desses senhores, que tiraram das costas do povo brasileiro um elefante branco???
Leia mais no Dialógico.

N.E. Num trimestre a Vale deu lucro maior que o preço de "venda"? Ocorreu de certo é que os privatas, que ganharam a Vale dos generosos (com o que não é deles) Serra e FHDôso, plantaram muitos minérios no solo, os minérios então brotaram, cresceram, floresceram, deram frutos, como costuma acontecer aos minérios, ora.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Maioria dos brasileiros quer a Vale de volta

Em pesquisa com 2 mil pessoas, 50,3% disseram ser a favor da retomada da empresa pelo governo, ante 28,2% contrárias à medida. Instituto realizou a sondagem a pedido do DEM, o antigo PFL. Plebiscito popular sobre a Vale acontece em setembro.
Da Agência Carta Maior.