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quinta-feira, 7 de março de 2013

Nós – somente nós – estamos no mapa

Árabes são retratados como inferiores, hostis e ameaçadores em livros didáticos de história e geografia em Israel. É um sinal de que não apenas falta educação para a paz no país, mas também de que os livros usados nas escolas judaicas estão educando ativamente para o ódio. O artigo é da linguista Nurit Peled-Elhanan, professora da Universidade Hebraica de Jerusalém

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Palestinos e israelenses, unidos pela Palestina

As lutas populares palestinas têm contado, ao longo da história, com fieis apoiadores israelenses. São pessoas de todas as idades, profissões, formações, religiões e preferências políticas que defendem os direitos dos palestinos e se colocam radicalmente contra o sionismo e suas políticas de ocupação, colonização, exclusão, militarização, violência e opressão.

Esse apoio aos palestinos já lhes valeram perseguições, detenções, prisões, ferimentos graves, processos na Justiça israelense, ameaças. Alguns foram obrigados a deixar o país, por estar na “lista de inimigos” que o governo sionista atualiza periodicamente, impedindo a seus cidadãos o acesso ao trabalho ou ao estudo.





Continue lendo na Agência Carta Maior

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Entrevista com Ilan Shalif (Anarquistas contra o Muro)

Alasbarricadas entrevista a Ilan Shalif, veterano ativista anarquista israelense. Ele comentará nesta entrevista suas opiniões sobra a situação da Palestina-Israel depois do ataque à Frota da Liberdade, e os últimos acontecimentos que ocorrem naquela região. A situação alí resulta muito interessante para a ação anarquista, já que, como diz o próprio Ilan:

"Ninguém esperaria que os anarquisas pudessem liderar a principal luta da esquerda radical de um país. Em nenhum lugar do mundo os anarquistas enfrentam as forças do Estado de uma forma não violenta, semana após semana, extendendo gradualmente o campo de ação... e ainda assim caminhar livres, inclusive mesmo que nos detenham durante algumas horas ou um dia ou dois. Ninguém esperaria que os fundamentalistas do Hamas apoiariam de público a luta unitária com os anarquistas judeus ateus. Ninguém esperaria a popularidade e a atenção que a mídia presta a umas poucas dezenas de ativistas anarquistas que em menos de 7 anos mudaram o significado da alcunha "anarquista" perante a opinião pública. Ninguém esperaria que a azeitada máquina repressiva israelense tivesse que tratar a atividades dos anarquistas como o mosquito lendário."

Ilan Shalif, 3 de agosto de 2007

Vejam a entrevista em ALASBARRICADAS.ORG

domingo, 27 de junho de 2010

Os mitos midiáticos sobre Israel



Ouça o que tem a dizer o escritor e jornalista belga Michel Collon neste vídeo de 13 minutos.

Collon é autor de um livro recente chamado "Israel, parlons-en!". O autor é um reconhecido analista das estratégias de guerra e de desinformação, que varrem o mundo - do Brasil ao Oriente Médio.

Nesta conjuntura, em que a guerra contra o Irã é uma ameaça concreta, entender o que representa o Estado de Israel no contexto geopolítico internacional é de importânica capital.

O ano de 1979 foi trágico para o imperialismo dos EUA no Irã. A revolução dos aiatolás tira o Irã da hegemonia estadunidense, que fica somente com Israel no tabuleiro geopolítico da região. Pois, é a partir de Israel que o Império tenta alastrar o seu colonialismo. 

terça-feira, 22 de junho de 2010

As opiniões proibidas de Helen

Ela se atreveu a ter uma opinião que refletia a grande e amarga opressão de um povo ocupado, e não do poder ocupante.

A uns meses de seu aniversário de 90 anos, Helen Thomas - periodista, autora e colunista - foi obrigada (deveríamos dizer "convidada"?) a abandonar uma ilustre carreira por atrever-se a expressar sua opinião pessoal.

E a opinião? Que Israel ocupa terras alheias e deveria sair da Palestina. Ao ser perguntada para onde deveriam ir os israelenses, ela, de maneira informal, sugeriu Polônia, Alemanha ou Estados Unidos. Por isso, ela foi triturada pela mídia corporativa, tachada de racista ou anti-semita e, em pouco tempo, acossada e expulsa de larga e distinguida carreira.

Um falastrão, que anteriormente era propagandista de alto nível do regime Bush, comparou o comentário de Thomas com a bem conhecida recomendação de que os negros deveriam regressar à Africa.

Pois aqui está o problema com sua analogia: os africanos não invadiram a América. Tampouco chegaram a explorar, oprimir ou escravizar aos colonos ou os povos originários aqui, e sim o contrário


Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG

domingo, 6 de junho de 2010

Militares israelenses perseguem o barco irlandês "Rachel Corrie" com ativistas de direitos humanos

Tel Aviv, 5 de junio, RIA Novosti. Os militares israelenses, que estão perseguindo o barco irlandês "Rachel Corrie" com ativistas de direitos humanos e ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, se comunicaram por rádio com os tripulantes e os ordenaram mudar de rumo, informou hoje o exército de Israel.

"Rachel Corrie" se nega a faze-lo navegando até a costa do território palestino escoltados por barcos de guerra israelenses. Apesar das publicações da imprensa, os militares israelenses ainda não abordaram o barco que se propõe romper o bloqueio de Israel sobre o território.


Vejam mais em RIA NOVOSTI

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Filme "O coração de Jenin" traz esperança de paz entre palestinos e israelenses

Aos 12 anos, Ahmad Khatib foi baleado por soldados israelenses no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia. Os soldados acharam que a pistola de brinquedo do menino palestino era uma arma real e atiraram. Poucas horas depois, ele morreu em decorrência de graves ferimentos na cabeça e no peito.

Os médicos da Hospital Rambam, em Haifa, confrontaram o pai com uma difícil decisão. Embora seu próprio filho não houvesse sobrevivido, Ismail Khatib tinha a possibilidade de salvar a vida de várias outras crianças através dos órgãos de Ahmad.

A decisão de doar os órgãos de uma criança recém-falecida jamais é simples para um pai ou uma mãe. No caso do palestino Khatib, porém, o dilema era ainda maior. Pois as crianças a serem salvas pelos órgãos de seu filho provinham todas de Israel.

Continue lendo na Deutsche Welle.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Premiê de Israel compara ataques contra palestinos a 'pogrom'

O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, comparou neste domingo a violência usada por colonos judeus contra palestinos em Hebron, na semana passada, à perseguição anti-semita na Europa.

Olmert declarou estar “envergonhado” com as recentes cenas de violência na Cisjordânia e afirmou que elas lembram um “pogrom”, referindo-se às ondas de violência contra judeus na Europa nos séculos 19 e 20.

No final da semana passada, colonos judeus balearam três palestinos e incendiaram casas depois que a polícia os expulsou de um edifício cuja propriedade é alvo de disputas.

bbc

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Palestinos publicam proposta de paz em jornais israelenses


Pela primeira vez na história do conflito entre israelenses e palestinos, a liderança palestina se dirige diretamente ao público israelense, publicando anúncios nos maiores jornais do país com os termos da iniciativa de paz da Liga Árabe.

O anúncio, publicado nos jornais Yediot Ahronot, Maariv e Haaretz, apresenta a proposta de 57 países árabes e muçulmanos, de normalizar suas relações com Israel em troca da retirada dos territórios ocupados durante a Guerra de 1967, a criação de um Estado Palestino e a solução do problema dos refugiados palestinos.

O departamento de negociações da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) assina os anúncios, que ocupam páginas inteiras nos jornais israelenses e são ilustrados com as bandeiras de todos os países árabes e muçulmanos, exceto o Irã.

Continua na BBC Brasil.


terça-feira, 22 de julho de 2008

Abbas é recebido pela primeira vez na presidência do Estado de Israel

O presidente palestino Mahmoud Abbas foi recebido hoje pela primeira vez na presidência do Estado de Israel em Jerusalém, comprovou um correspondente da AFP.

O encontro, de 20 minutos, aconteceu na presença de um dos principais negociadores palestinos Saëb Erakat.


O tapete vermelho foi desenrolado e bandeiras palestinas, hasteadas.


Mais no G1.