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domingo, 14 de novembro de 2010

2017: O BRIC+3 substitui o G-7

Antes de começar
É interessante ver que nas atuais cúpulas do G20 ou melhor dito G19+1 (já que são 19 paises mais o Banco Central Europeu)[1], sete paises emergentes destacam-se pelos seus grandes avanços economicos o qual os tem permitido ser atores importantes na construção de uma nova ordem econômica multipolar. Estes paises emergentes são o BRIC (Brasil, Russia, India e China) mais Turquia, Coréia do sul e Indonésia, a este conjunto de nações nomearemos como BRIC+3. O mundo econômico se dirige para uma nova ordem de onde podemos observar o declive do G-7 político[2] enquanto que o BRIC+3 segue avançando e ocupando os espaços que ostentam os paises membros do G-7 político.
Nestas cúpulas pode-se ressaltar quatro elementos que sustentam a importância da participação das economia emergentes: 1) são credoras dos paises desenvolvidos[3], 2) há uma maior confiança financeira e econômica nestes paises em virtude do manejo responsável de suas políticas fiscais e monetárias durante e depois da crise; ao contrário dos paises desenvolvidos que a partir de suas políticas monetárias e fiscais flexíveis tem provocado a instabilidade do sistema monetário, de commodities e de ativos a nível internacional, y fiscales flexibles han provocado la inestabilidad del sistema monetario, de commodities y de activos a nivel internacional, 3) são o motor do crescimento mundial, 4) as economias emergentes não começaram a crise economica-financeira mundial.

1.-- O grande salto do Brasil
Os dados do FMI nos permite ver que o verdadeiro G-7 em 2009, medido pelo PIB-PPP[4], são os paises que aparecem no quadro 1; esse ano reflete uma estrutura econômica mundial onde aparecem quatro paises do antigo G-7, o fim desta estrutura chega neste ano. em 2010 com prognósticos do Fundo Monetário Internacional (FMI) observamos que a Grã Bretanha desaparece das sete economias mais importantes do mundo medidas em PIB PPP, enquanto que o Brasil daria o grande salto passando da nona posição para a sétima rebaixando as economias da França e Grã Bretanha. Outro dado a ressaltar é que em 2007 a economia brasileira rebaixou a italiana.

Então, temos que de 2007 a 2010 o Brasil se encontra rebaixando a três potencias economicas, a italiana, a francesa e a inglesa.


Vejam mais detalhes (e o quadro mencionado) em ALAI-Agencia Latinoamericana de Informação


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Brasil y China, contra el dólar

El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, desembarca hoy en Pekín con el firme propósito de sellar un pacto estratégico entre Brasil y China que puede consolidar a ambos países como la punta de lanza de las potencias emergentes en el nuevo tablero global. Tras su paso por Arabia Saudí, Lula llega a China rodeado de una comitiva de 200 empresarios brasileños y varios de sus ministros, y repleto de proyectos, unos más realistas que otros, centrados principalmente en los ámbitos financiero, comercial y tecnológico. Se trata de la segunda visita oficial del mandatario brasileño al gigante asiático, y se produce en un momento inmejorable: el mes pasado, China se convirtió en el primer socio comercial de Brasil, desbancando por primera vez a EE UU.

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