Mostrando postagens com marcador empréstimo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empréstimo. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de agosto de 2011

Um calote de 16 trilhões de dólares

Atilio Boron

O debate sobre o possível default dos EEUU eclipsou completamente um escândalo financeiro de proporções inéditas: em um prazo de pouco mais de dois anos e meio, entre 1º de dezembro de 2007 e 21 de julho de 2010, a FED concedeu empréstimos secretos a grandes corporações e empresas do setor financeiro no valor de 16 trilhões de dólares.

A atenção da opinião pública internacional está concentrada no acordo insignificante assinado entre Barack Obama e o Congresso mediante o qual o presidente se compromete a aplicar um duro programa de ajuste fiscal, centrado no corte de gastos sociais (saúde, educação, alimentação) e infraestrutura de 2,5 trilhões de dólares (2.500.000 milhões de dólares) mas preservando, como o exige o Tea Party, o nível atual de gasto militar e sua eventual expansão. Em troca disto, a Casa Branca recebeu a autorização para elevar o endividamento do Estados Unidos até 16,4 trilhões de dólares (isto é, 16.400.000 milhões de dólares), cifra superior em uns dois trilhões de dólares ao PIB desse país. Com isto espera-se -confiando na "magia dos mercados"- superar a crise da dívida pública e reativar a preguiçosa economia ianque. Esta receita já foi implementada a sangue e fogo na América Latina e não funcionou; tampouco o fêz na convulsionada Europa atual. Com este acordo o certo será o agravamento da crise e, em consequência, a acentuação da belicosidade ianque no cenário mundial.

Vejam o texto original em OMAL-Observatorio de Multinacionales en América Latina ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Lula da Silva: "Hoy somos nosotros los que decimos al FMI lo que hay que hacer"

El presidente de Brasil defiende su independencia frente a la institución, que ha pasado de prestar dinero a la economía brasileña a recibir un préstamo de 10.000 millones


El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, ha afirmado hoy que ahora es Brasil el que le dice al Fondo lo que tiene que hacer y no lo contrario. "Ahora pasamos a ser escuchados. Hoy somos nosotros los que estamos diciendo lo que el Fondo Monetario Internacional (FMI) tiene que hacer y no lo contrario, como siempre ocurría", afirmó el jefe de Estado de Brasil en una columna en la que responde cartas de lectores de diarios brasileños.


Vejam mais em EL PAIS.COM

sexta-feira, 20 de junho de 2008


Brasília - Senador Pedro Simon faz vigília no plenário do Senado enquanto aguarda mensagem presidencial que autoriza o estado do Rio Grande do Sul a contrair empréstimo junto ao Banco Mundial no valor de US$ 1,1 bilhão.


Vejam na Agência Brasil.