A Assembleia-geral das Nações Unidas aprovou, por 174 votos a favor, seis contra e seis abstenções, uma resolução que apela a Israel para abrir seu programa nuclear a inspeções da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) e a aderir “o mais rápido possível” ao TNP (Tratado de Não Proliferação Nuclear).
A resolução não obriga Israel a cumpri-la, mas reflete a opinião da comunidade internacional e tem peso político.
Israel se recusa a confirmar ou negar a posse de armas nucleares, embora haja consenso internacional de que o país as tenha. Por isso, recusa-se a assinar o TNP, ao lado de outros três países que produzem esses artefatos: Índia, Paquistão e Coreia do Norte. Israel justifica a não assinatura do tratado dizendo que seria necessário um tratado de paz geral no Oriente Médio antes de se estabelecer uma zona livre de armas nucleares.
Os EUA votaram contra a resolução, mas apoiaram dois parágrafos: o apoio à aderência universal do TNP e a convocação aos países que não aderiram ainda ao tratado para “fazê-lo o mais rápido possível”.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sábado, 4 de setembro de 2010
Qual é o mistério em uma fábrica de bombas nucleares da Califórnia?
Os vizinhos da área sequer conhecem o movimento secreto de armas nucleares que se leva a cabo nessa base e nem estão conscientes do grave perigo que os ameaça.Antes de entrar no caso da fábrica, vejamos algumas questões que incidem neste assunto.
1-. O que permite e proibe o Tratado de Não Proliferação Nuclear
Em primeiro de julio de 1968, delegados de 189 paises assinaram, em Nova York, o Tratado de Não Proliferação Nuclear, conhecido por sua sigla em inglês, NPT - Nuclear Non-Proliferation Treaty - , ainda que este não tenha entrado em vigor até 5 de março de 1970. Dos assinantes, somente cinco paises possuiam bombas nucleares: União Soviética, Estados Unidos, França, Grã Bretanha e China.
A partir de então, outros paises as tem fabricado: Israel, India, Paquistão e Coréia do Norte.
Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET
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