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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A nova esposa de FHC e um imóvel de 950 mil reais em Higienópolis

No dia 2 de dezembro do ano passado, a nova esposa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Patrícia Kundrát, 39 anos, firmou a compra de um apartamento de 150 metros de área total localizado no bairro de Higienópolis, na altura do número 700 da Avenida Angélica.
O compromisso foi oficializado no 14º Tabelião de Notas, o Cartório Vanpré, localizado em Pinheiros. E o valor da compra foi de 950 mil reais.
A negociação foi intermediada por uma imobiliária de Higienópolis cujos serviços o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já utilizou em outras ocasiões. Durante o processo de escolha, FHC visitou os apartamentos junto com Patrícia.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Por que Aécio e FHC não sugerem a renúncia de Cunha?

Tudo isto posto, somos ainda obrigados a ouvir a Dupla Dinâmica recomendando a Dilma que renuncie.
Não vou nem dizer que a proposta poderia valer para eles dois, pelo mal que estão fazendo à democracia.
Há um ano eles dois importunam os brasileiros com seu golpismo intolerável.
Mas vou adiante.
Já que falam tanto em renúncia, por que eles não endereçam a pergunta ao maior símbolo da corrupção nacional, Eduardo Cunha, o homem que conseguiu colocar até Jesus em seus trambiques.
Cada dia que passa sem que nada aconteça com Cunha diante das assombrosas revelações suíças é uma bofetada na cara dos brasileiros.
Por que Aécio e FHC não sugerem a ele que renuncie?
Por um único motivo: pertencem ao mesmo grupo, os três.
FHC, Aécio e Cunha representam a plutocracia tentando, mais uma vez, tomar de assalto a democracia.

sábado, 3 de outubro de 2015

Como classificar o silêncio de Aécio e FHC sobre Cunha?

Sabe o silêncio que Cunha fez quando Chico Alencar perguntou a ele na Câmara se tinha mesmo contas na Suíça?
Como poderíamos classificá-lo?
Cínico. Cafajeste. Culpado. Canalha. Indecente. Patético. Debochado.
Bem, é só ir ao dicionário em busca de palavras negativas e você vai ver que cada uma delas caberá ao silêncio de Cunha diante de Chico Alencar.
Você verá, também, que cada um dos adjetivos vale, igualmente, para o silêncio de FHC, Aécio e Serra sobre o escândalo das contas de Cunha na Suíça.
É um silêncio particularmente revelador este dos tucanos porque mostra a natureza da sua pregação anticorrupção.
Como os golpistas de 1954 e 1964, que tanto usaram o “mar de lama” para derrubar governos democraticamente eleitos pelo povo, o que menos interessa aos tucanos hoje é acabar com a corrupção.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O esforço épico de FHC para destruir a estabilidade política


FHC não cansa de dizer, e com alguma razão, que trouxe a estabilidade econômica ao Brasil.
Isso, em si, seria uma razão para a posteridade dar a ele o valor de um grande presidente.
Mas ele, nos últimos tempos, está anulando sua, como os ingleses gostam de dizer, finest hour, o seu melhor momento.
É que ele está sabotando alucinadamente uma estabilidade que é muito mais importante que a econômica – a estabilidade política.
Com uma irresponsabilidade estridente intolerável em um octogenário, FHC comete um crime político ao defender a cassação de 54 milhões de votos.
É uma aberração sua tese de que Dilma deve renunciar. Para quê? Para abrir caminho para Aécio?
A renúncia de Jânio inaugurou um período tenebroso de instabilidade na política brasileira que durou quase trinta anos. Alguém quer ver isso de novo?
FHC repete, décadas depois, o Corvo, Carlos Lacerda, um dos personagens mais sinistros da história brasileira, um homem que se dedicou, a vida toda, a sabotar a democracia nacional.
A regra número 1 de um país civilizado é respeitar as urnas. Fora disso, é o dilúvio.
E o que FHC vem fazendo é isso: desrespeitar as urnas. Acintosamente. Cinicamente. Agarrado a argumentos e pretextos que vão variando de hora em hora, ao sabor das conveniências.

Confira o texto de Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

FHC, os pobres, o voto e a falta de informação

A vantagem de Dilma sobre Aécio no Nordeste tirou do armário a velha conversa do separatismo no Brasil e o melhor do nosso racismo maroto, nosso racismo moleque.
As manifestações são as mais desprezíveis possíveis, mas podem ser resumidas no seguinte: o bolsa família é para miserável burro morto de fome vagabundo vão viver às próprias custas e não encham nosso saco senão não daremos mais nosso dinheiro de impostos para vocês meritocracia.
Fulano escreveu, por exemplo, que “esses nordestinos desgraçados parecem que não sabe [sic] que a culpa da falta de água é da lazarenta da Dilma”. Outro, que “nordestino safado vota em Dilma vamos fazer outro país”.
Quando a coisa parecia não poder piorar, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu sua valiosa contribuição ao debate da, digamos, “qualificação” do voto.
Numa entrevista a Josias de Souza e Mario Magalhães, do Uol, FHC conseguiu classificar os eleitores petistas (43,3 milhões de almas) como uma imensa massa desprovida de discernimento.
“O PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados”, afirmou.

Leia mais no Diário do Centro do Mundo

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mídia e metrô tucano: como servir a Deus sem trair o Diabo?

Nunca a sorte política do PSDB – seus caciques e derivados— dependeu tanto da indulgência da mídia conservadora como agora.

E nunca como agora esse centurião de todas as horas esteve tão frágil para ajudá-los.

A sobrevivência mesmo esfarrapada do PSDB depende dramaticamente da decisão em torno da qual orbitam há dias os proprietários, editorialistas, colunistas, pauteiros e mancheteiros do dispositivo midiático conservador.

Aliviar ou não para um PSDB mergulhado até o nariz no conluio com oligopólios e corrupção no caso das licitações para compra de vagões do metrô, em São Paulo?

A hesitação no ar é tão densa que dá para cortar com uma faca.

Jorros de ambiguidade escorrem dos veículos impressos no café da manhã.


Vejam mais no BLOG DAS FRASES-CARTA MAIOR

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Empresa do espião Snowden foi consultora-mor do governo FHC

A rápida reação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso às denúncias de que os EUA mantiveram uma base de espionagem no país, durante o seu governo, suscita interrogações e recomenda providências.

Dificilmente elas serão contempladas sem uma decisão soberana do Legislativo brasileiro, para instalação de uma CPI que vasculhe o socavão de sigilo e dissimulação no qual o assunto pode morrer.

Entre as inúmeras qualidades do ex-presidente, uma não é o amor à soberania nacional.

Avulta, assim, a marca defensiva da nota emitida por ele no Facebook, dia 8, horas depois de o jornal "O Globo" ter divulgado que, pelo menos até 2002, Brasília sediou uma das estações de espionagem nas quais funcionários da NSA e agentes da CIA trabalharam em conjunto.

Vejam mais em CARTA MAIORspio

terça-feira, 25 de junho de 2013

Oposição não aceita que o povo decida sobre a reforma política

Em resposta às ondas de manifestações populares que tomaram as ruas do país, a presidenta Dilma Rousseff propôs nesta segunda-feira (24) "cinco pactos em favor do Brasil" a governadores e prefeitos. As medidas dizem respeito à responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte público e educação.

A presidenta convocou uma Assembleia Constituinte exclusiva para debater a reforma política. “O Brasil já está maduro para avançar em uma reforma política que amplie participação popular e os horizontes da cidadania”, disse.


Para o ex-governador de São Paulo e candidato duas vezes derrotado à Presidência da República (em 2001 e 2010), José Serra (PSDB), a proposta de um plebiscito que autorize uma Constituinte "é um absurdo". O conservador fez a afirmação durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (24). "É uma proposta sem pé nem cabeça”.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso engrossou o coro oposicionista contrário à consulta popular para a reforma política. "As declarações da presidente são inespecíficas e arriscadas, pois, para alterar a Constituição, ela própria prevê como.", afirmou FHC. 

Visto no PORTAL VERMELHO

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Gilmar Mendes assume o comando da “nova oposição”

Já que as pesquisas e as urnas não têm sido generosas com as velhas siglas para apear o PT do poder, começa-se a armar uma "nova oposição" extrapartidária.

É verdade que o esquema pouco tem de novo, já que há tempos vem atuando de forma organizada este aparato jurídico-midiático-financeiro armado pelos antigos donos  do poder, mas agora já nem se procura disfarçar mais o que antes se tramava no aconchego dos gabinetes fechados e nas colunas dos seus porta-vozes. Nova é apenas a ousadia dos seus mentores e o surrealismo da situação. 

E  quem surge como comandante em chefe deste movimento que agora faz questão de mostrar a sua cara e a sua força? É um ministro do Supremo Tribunal Federal, o ex-advogado-geral  da União Gilmar Mendes, nomeado para o cargo pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que se notabilizou por dar dois "habeas-corpus" a Daniel Dantas e a permitir a  fuga do médico Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de prisão por ter estuprado 58 mulheres.. 

Vejam mais em BALAIO DO KOTSCHO

O PSDB QUER TERMINAR O QUE COMEÇOU


O conservadorismo brasileiro ignorou olimpicamente a desmoralizante refrega sofrida pelos pelotões  do arrocho fiscal nos últimos dias. Dois de seus centuriões (Rogoff & Reinhart), como se sabe, foram flagrados em malfeitos intelectuais por um estudante de economia de 28 anos. O rapaz percebeu que eles deram uns anabolizantes à ponderação de dados que confirmavam suas teses. E ministraram um chá de sumiço aos teimosos números que refutavam as mesmas  premissas. Quente ainda o defunto da fraude intelectual, o Instituto Fernando Henrique Cardoso  convocou um similar para esgrimir o opróbio de uma das pilastras de sua agenda para o Brasil. O partido quer terminar o que começou nos anos 90: o desmonte completo do Estado brasileiro.  Vito Tanzi, ex-FMI, 'amigo' do Brasil desde a crise da dívida externa, desembarcou  aqui para demonstrar, em carne e osso, como a ideologia não muda. Independente dos vexames de seus formuladores.  E por uma razão muito forte: por trás das ideias, melhor dizendo, à frente delas, caminham os interesses. Felizmente há quem discorde deles. E com decibéis intelectuais suficientes para evidenciar que, subjacente à gororoba do contracionismo-expansionista,  defendida pelos Rogoffs, Tanzis e similares locais  existe um déficit. Não propriamente fiscal. Mas de coordenação estatal da economia. Quem explica é o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, em debate com o tucano Edmar Bacha, no jornal Valor.
 (LEIA  MAIS AQUI)
(Carta Maior; 6ª feira-03/05/2013)

quinta-feira, 18 de abril de 2013

JURO E TOMATE: O MOLHO AZEDO DO LAISSEZ-FAIRE

A instabilidade climática que indexou o país ao tomate nas últimas semanas veio para ficar. 
O Brasil é o quinto lugar do planeta mais alvejado por desastres climáticos na última década. O semiárido nordestino vive desde outubro uma das piores secas em meio século. A resposta ortodoxa para eventos climáticos extremos será sempre a mesma: ‘sobe o juro!'. Não importam os custos, nem as causas. A ausência de uma política estatal de estoques de alimentos acentua a vulnerabilidade ao clima desordenado. Tido como um dos cinco maiores celeiros do mundo, o Brasil simplesmente não dispõe dos ditos celeiros para intervir no abastecimento. A rede pública de armazéns  foi privatizada e sucateada nos governos Collor e FHC. Esta semana, quando já galgava o patíbulo do Copom, o governo, finalmente, decidiu espetar armazéns estatais em áreas estratégicas do território nacional. Nas últimas décadas, a supremacia neoliberal colonizou a agenda da segurança alimentar em todo o mundo. Aos livres mercados -‘mais eficientes e ágeis'-  caberia assegurar o suprimento da sociedade. No ápice da escassez e da fome geradas pelo colapso financeiro de 2007/2008,nações e organismos internacionais viram-se desarmados. Onde estavam os estoques? Onde continuam a repousar. Em celeiros das grandes corporações que dominam o  comércio agrícola mundial. A alta do juro nesta 4ª feira condensa essa trama de interesses e engodos, que compõem o molho azedo do laissez-faire. (LEIA MAIS AQUI)
(Carta Maior;5ª feira,18/04/2013)
 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A ‘fabulosa’ fábula do jovem hedonista e seu novo e fiel escudeiro




LULA MIRANDA
Lula MirandaNum mundo longe, muito longe daqui existe uma republiqueta de bananas chamada Nelhures, onde vive um jovem bastante garboso e um tanto farrista
Num mundo longe, muito longe daqui existe uma republiqueta de bananas chamada Nelhures, onde vive um jovem bastante garboso e um tanto farrista que atende pelo nome de Nécio Snows. Neto de um eminente político já falecido, e originário da montanhosa "Terra do Leite", Snows anda espalhando aos quatro ventos, junto aos porta-vozes da Corte, o seu desejo e "vocação" para governar Nelhures. Pura molecagem do jovem Nécio, decerto: é que em verdade o que ele gosta mesmo é de badalar e flanar na maravilhosa cidade praiana do Redentor, onde é visto, quase sempre trôpego, dando generosas gorjetas de 100 dinares aos gentios.


Vejam o texto completo no 247

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A moral de velhas prostitutas

Aos poucos, sem nenhum respeito ou rigor jornalístico, boa parte da mídia passou a tratar Rosemary Noronha como amante do ex-presidente Lula.  


A “namorada” de Lula, a acompanhante de suas viagens internacionais, a versão tupiniquim de Ana Bolena, quiçá a reencarnação de Giselle, a espiã nua que abalou Paris.
Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula 

Como a versão das conversas grampeadas entre ela e Lula foi desmentida pelo Ministério Público Federal, e é pouco provável que o submundo midiático volte a apelar para grampos sem áudio, restou essa nova sanha: acabar com o casamento de Lula e Marisa.

Já que a torcida pelo câncer não vingou e a tentativa de incluí-lo no processo do “mensalão” está, por ora, restrita a umas poucas colunas diárias do golpismo nacional, o jeito foi apelar para a vida privada.  

Vejam mais em CARTA CAPITAL

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Conversando com FHC


É enternecedor o carinho de nossa grande imprensa com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Sempre que o entrevistam, é uma conversa amena. Percebe-se a alegria dos jornalistas em estar na sua presença. 
(...)
Um dia, no entanto, bem que alguém poderia pedir, com toda educação, que falasse.
Que contasse sua experiência como líder do governo Sarney no Congresso, quando viu (só viu?) mais de mil concessões de televisão e rádio fazer parte das negociações em troca de apoio parlamentar.  
Que descrevesse o projeto do PSDB permanecer no poder por 20 anos e como seria posto em prática, quais as alianças e como seria azeitado (sem esquecer a distribuição, sem licitação, de quase 400 concessões de TVs educativas a políticos de sua base).   
Que relembrasse os entendimentos de seu operador com o baixo clero da Câmara para aprovar a emenda da reeleição. Quanto usou de argumentos. E o que teve que fazer para que nenhuma CPI sobre o assunto fosse instalada.   
Que apontasse os critérios que adotou para indicar integrantes dos tribunais superiores e nomear o Procurador-Geral da República. Que explicasse como atravessou 8 anos de relações com o Judiciário em céu de brigadeiro.

O texto de Marcos Coimbra pode ser lido no blog do Luís Nassif

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A PEC da Empresa nacional

Em obediência ao Consenso de Washington, uma das primeiras iniciativas do governo entreguista e antinacional de Fernando Henrique Cardoso foi a de promover, em agosto de 1995 – oito meses depois da posse – a supressão do artigo 170, acima transcrito, e que definia o que se poderia considerar empresa brasileira e empresa nacional.

sábado, 13 de outubro de 2012

Muito obrigado, grande ministro José Dirceu!


Viva o Partido dos Trabalhadores! Viva o Partido Comunista do Brasil! Viva o Brasil!

Fato é que é preciso resistir SEMPRE. Dirceu parece ser o único petista (além de Lula e Dilma e, sabe-se lá, talvez mais alguns da mesma geração histórico-política, impenetravelmente mudos, infelizmente) a ter visão revolucionária clara desse processo. Como Mao Tse Tung aprendeu e ensinou “Só a luta ensina”.

Não vemos nenhum interesse em aprofundar a discussão “sobre” o julgamento, porque nos parece que nenhuma discussão 'jurídica', construída em juridiquês, ajudará o Brasil a entender o que houve e continua a haver.

Mas queremos anotar aqui uma ideia, surgida na nossa roda de conversa: que todos DEVEMOS MUITO ao grande ministro José Dirceu.    
 
Vejam o texto completo no blog GRUPO BEATRICE

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

José Serra, o Niger, se atola nos emails de Daniel Dantas para intervenção na PREVI

Em 2011, a revista Época, das Organizações Globo, abriu fogo contra José Serra (suspeita-se que tenha a ver com a disputa pelo controle do PSDB com Aécio Neves), e publicou essa matéria abaixo:

O consultor, o motorista e Niger

Época obteve os e-mails de Roberto Amaral, consultor do Opportunity, de Daniel Dantas, enviados ao secretário particular de José Serra.

Duas semanas atrás, Época revelou segredos dos e-mails de Roberto Figueiredo Amaral - o ex-diretor da construtora Andrade Gutierrez que trabalhou, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, para o Opportunity, a marca dos fundos de investimento comandados pelo financista Daniel Dantas. As mensagens de Amaral a que ÉPOCA teve acesso foram enviadas entre 2001 e 2002, período em que ele assessorava Dantas na maior disputa societária da história do capitalismo brasileiro: a briga do Opportunity contra fundos de pensão e sócios estrangeiros pelo controle de empresas de telefonia. Elas revelam detalhes de como Amaral trabalhava e de como ele conduzia a defesa dos interesses de seus clientes. Vários dos e-mails eram endereçados aos ajudantes de ordens do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC negou a ÉPOCA tê-los recebido). Um outro personagem também chamou a atenção dos investigadores da Polícia Federal. Eles suspeitam que alguns e-mails eram dirigidos ao secretário particular de José Serra, então candidato à Presidência da República pelo PSDB. 
 
Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Elitismo transparente no artigo de FHC


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FHC
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a principal liderança nacional sem mandato na oposição, continua ativíssimo, o que é ótimo na sustentação do grande debate político nacional. Além de entrevistas, palestras, seminários, etc, quase diários ele ressurge a cada 15 dias com seu artigo nos grandes jornalões, O Globo e O Estado de S.Paulo.

É o caso deste fim de semana em que no Globo e Estadão ele fala que o Brasil montou o arcabouço, já tem as instituições democráticas, mas falta espírito e exercício de cidadania democrática por parte da população brasileira. O ex-presidente FHC dá alvíssaras ao julgamento da AP 470 em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo reconhecendo que esse julgamento "quase parou o país em pleno período eleitoral."

Até parece que a direita, os conservadores - com a mídia à frente - não fizeram de tudo e não pressionaram para que o julgamento se desse na data e forma como ocorre até agora para chegar até o dia da eleição. "A condenação clara e indignada (pelos ministros da Corte) do mau uso da máquina pública revigora a crença na democracia", diz em certo trecho o ex-chefe do Estado brasileiro.

E a compra de votos para a reeleição?  


Vejam mais no blog do ZÉ DIRCEU