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domingo, 25 de março de 2012

Como o sistema ferroviário da Argentina foi saqueado

A rede ferroviária estatal argentina tinha 40.000 km e nela trabalhavam 190.000 empregados. Era a mais extensa da América Latina e, de certo modo, a coluna vertebral de um país. A história do desmonte desse sistema começa nos anos 60, quando montadoras estadunidenses e o Banco Mundial impulsionaram o Plano Larkin para desarmar a rede ferroviária do país, chegando até a reforma do Estado dos anos 90, quando o neoliberal Carlos Menem desmontou o Estado, privatizando todo seu patrimônio. O artigo é de Francisco Luque. 

Vejam em CARTA MAIOR

terça-feira, 12 de abril de 2011

Apoiem os manifestantes Iraquianos na Grande Revolução Iraquiana

Declaração Conjunta emitida pela Comissão Preparatória do dia 9.4.2011
12 de Abril de 2011
Vários Signatários
Fonte: Uruknet | Tradução de F. Macias
Após o sofrimento que durou oito anos, durante o qual as nossas vidas e dignidade foram violadas, os nossos bens e riqueza foram saqueados e a felicidade e o futuro dos nossos filhos roubados pelo fantasma da grande opressão, um período em que o povo iraquiano tem lidado com grande paciência e com a sua conhecida determinação para enfrentar crises; chegou o momento em que a Juventude do Iraque quebrou o silêncio, e decidiu optar por se manifestar, por lutar contra os opressores e corruptos e afirmar muito claramente que a sua paciência tem limites e que os direitos das nações não são para ser perdidos; assim a Grande Revolução da Ira nasceu e entronizou o movimento popular que durou anos.


Vejam o manifesto completo em TRIBUNALIRAQUE-Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque

terça-feira, 25 de maio de 2010

O último que apague a luz

Quanto menos seja a resistência aos "ajustes", mais rapidos e duros estes serão. O capitalismo quer sobreviver, mesmo que seja sob uma forma agônica e terminal.

Como quando nos comunicam uma grave enfermidade, a primeira reação é a negação. Se além disso as sereias nos seguem cantando a fantasia de que não é assim tão grave, mais difícil se torna para o comum dos mortais aceitar um diagnóstico que não deseja encarar. É o que acontece agora. Inclusive aqueles que previram durante décadas sobre o final do capitalismo, não acreditam que este fim tenha chegado. Que isto não é uma crise cíclica daquelas que, mais cedo ou mais tarde, irá sair outra vez, até a próxima. Que já chegou a "luta final", e que cabe a nós, gostemos ou não.

Uma antiga maldição chinesa diz "tomara que vivas tempos interessantes!". E, desgraçadamente, como aqueles que viveram em suas carnes a queda do Império Romano e o saque de Roma, estes tempos são extremamente interessantes.

Já fazem dois anos do colapso do sistema financeiro. Apressadamente, seus executivos correram a saquear os tesouros publicos para escorar os bancos e as grandes corporações financeiras e assegurar que pudessem continuar gerando seus fabulosos lucros. Agora os que estão tecnicamente quebrados são os proprios Estados. Já não resta outro lugar de onde sacar dinheiro senão dos proprios trabalhadores. A não ser que abandonem o sistema capitalista, o que está fora do horizonte de eventos dos donos do mundo e seus lacaios.

Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG

quinta-feira, 8 de abril de 2010

[Video] Memória do saque

Título: Memoria del saqueo

Dirección y guión: Fernando E. Solanas.
Países: Argentina, Francia y Suiza.
Año: 2003.
Duración: 120 min.

Sinopsis: Desde o início da ditadura militar, já fazem vinte e cinco anos, a Argentina e seu povo teve que enfrentar uma de suas piores crises economicas e sociais jamais vivida por um pais em període de paz. A Argentina, um país que fora próspero, teve que enfrentar de formar periódica a todos e a cada um dos traumas estigmatizados pela militância anticapitalista: exorbitantes dividas nacionais, o desalmado ultraliberalismo, a desenfreada corrupção política e financeira e o expólio regular dos bens publicos. Tudo isso, com a ajuda das companhias multinacionais ocidentais e a cumplicidade dos organismos internacionais. A política de terra arrasada, representada por tipos como Carlos Menem, conduziu o país a um incrível cataclismo de fome, enfermidades e sacrifício de vidas humanas: um genocídio social. "Memória do saque" procura revelar os mecanismos que provocaram esta catástrofe.

Esta película é dedicada a todos aqueles que resistem com dignidade e coragem. É inaceitável deixar que um povo vá desaparecendo pouco a pouco na pobreza. Mas todavía é mais inaceitável deixar que a pobreza se estabeleça, quando dito processo já havia sido previsto. E o que é pior ainda, permitir que a pobreza se instale em uma terra tão rica em recursos.


Vejam o original deste texto e o vídeo em LA HAINE.ORG



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Los Estados Unidos catedráticos de invasiones, saqueos, desfalcos y terrorismo.

Ya es hora que todos los pueblos de los paises capitalistas del norte,con su voto y sus luchas sean parte de la salvación de la humanidad y dejen de ser cómplices del desastre.
José Justiniano Lijerón | 24-1-2010 a las 21:29 | 216 lecturas

Todas las acepciones y sinónimos contemplados en cualquiera de nuestros diccionarios del idioma castellano, referentes a las palabras invasión, saqueo, desfalco y terrorismo, nos dan como resultado una interpretación correcta del idioma para atribuir sin lugar a equívocos de ninguna naturaleza, los hechos flagrantes, de ayer y de hoy, de las políticas que imprimen los gobiernos de los Estados Unidos de Norteamérica, en nombre de la “libertad y la prosperidad” a los países y pueblos del mundo que a ellos les viene en ganas.

No es necesario apoyarse ni adjuntar ninguna clase de documentos para sostener que ellos son los mejores catedráticos, en estas cuatro ramas de delitos condenables por el ser humano, que sin ser los más desgraciados son algunos de los cuales en que el sistema capitalista sustenta su modelo de “bienestar y despilfarro” a costa del hambre de las mayorías y de la salud del planeta.

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

terça-feira, 3 de março de 2009

Chinês que arrematou estatuetas de St.Laurent diz que vai dar calote

Um homem que arrematou duas estatuetas de bronze chinesas no leilão da coleção particular do estilista francês Yves Saint Laurent em Paris disse que não pretende pagar pelas peças pois elas seriam propriedade do governo chinês.

As peças, uma cabeça de coelho e uma cabeça de rato, foram leiloadas na semana passada por 15,7 milhões de euros (cerca de R$ 47 milhões) pela Christie's.

As estatuetas do século 18 estavam no centro de uma polêmica envolvendo a Christie's, os donos da coleção e o governo chinês, que vinha pedindo a restituição das peças, saqueadas do Palácio de Verão, em Pequim, em 1860, por soldados britânicos e franceses.

Notícia completa na BBC Brasil.