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quinta-feira, 16 de julho de 2015

“Nunca vi uma vergonha tamanha na história do Congresso”, diz Randolfe

Embora tenham sidos aprovados diversos requerimentos para a quebra de sigilos bancários de empresários poderosos, a CPI do HSBC resolveu voltar atrás. Isso despertou a fúria do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que diz estar avaliando seu futuro na CPI e a própria existência do grupo. Mesmo depois de o Supremo Tribunal Federal ter dado sinal verde para as quebras, os senadores resolveram não fazê-lo.
“O que aconteceu foi o sepultamento de uma CPI da forma mais escandalosa que poderia ser vista”, diz Randolfe. “Só pode ser isso, num jogo de compadres reveem a quebra de sigilo anterior. Ou seja, não querem investigar, querem o sepultamento da comissão”, critica ele. “Nunca vi uma vergonha tamanha na história do Congresso Nacional”, acrescentou o senador.

Confira no IG (via DCM). 

Como a elite que frequenta Davos afundou a economia mundial

"Davos Man é um personagem que ganha milhões de dólares, passa toda a sua vida voando em aviões privados e dormindo em hotéis cinco estrelas. Uma pessoas que realmente deixa de pertencer a um país, uma espécie de cidadão global, mas cidadão muito privilegiado, não? Creio que Paulo Lemman, ao ser o principal acionista de empresas como Heinz e Burger King, é um exemplo desse arquétipo de Davos Man.
Há um capitulo no livro sobre um povoado na Suíça, próximo a Davos, com 15 mil habitantes e 30 mil empresas registradas, muitas delas são sedes corporativas de multinacionais. Lá encontrei a sede do Burger King, uma oficina pequena, com quatro mesas, três empregados. Por que? Porque não pagam impostos. 
Paulo Lemman pode ser uma pessoa com muita compaixão, é um filantropo, que também é outra característica do arquétipo de Davos. Mas essa filantropia de fazer doações para que brasileiros possam ir a universidades de elite, como Harvard, faz parte da ideia de 'eu tenho um dever, tenho que devolver algo para a sociedade'. Mas por que não mudam a política tributária de suas empresas para pagar impostos? Isso é um pouco da hipocrisia de Davos."

Confira no Jornal GGN

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Como o processo de sonegação da Globo sumiu da Receita e sobreviveu no submundo do crime

No dia 2 de julho do ano passado, um grupo de blogueiros, com o Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé e o Mega Cidadania à frente, foi ao Ministério Público Federal no Rio de Janeiro e entregou uma representação com 25 páginas do processo da Receita Federal em que os donos da TV Globo são responsabilizados pela prática de crime contra a ordem tributária.
O procurador recebeu os documentos e encaminhou para a Polícia Federal, que abriu inquérito. “Tinha grande esperança de que o crime fosse, finalmente, apurado, em razão da independência do Ministério Público”, diz Alexandre César Costa Teixeira, autor do blog Mega Cidadania.
No último 7 de outubro, dois dias depois do primeiro turno das eleições, o inquérito foi arquivado, por decisão do delegado Luiz Menezes, da Delegacia Fazendária da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. A decisão teve endosso do Ministério Público e foi acatada pela 8ª Vara Federal Criminal do Estado.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Será por isto que a cúpula do PSDB fez reunião de urgência anteontem?

O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão. 

Saiba mais detalhes da sordidez no Simonleonidas's blog

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Os suiços que lavam mais branco

Os bancos suíços insistem que nunca colaboraram com evasão de divisas nem com lavagem de dinheiro, ao contrário do que denuncia a Justiça brasileira. Mas, em entrevista exclusiva ao Estado, Claudine Spiero, uma das acusadas de crimes financeiros e de ser doleira - presa em 2007 na operação Kaspar 2, da Policia Federal -, revela como o banco Credit Suisse trabalhava no País e admite pela primeira vez que foi contratada pelo próprio banco durante nove anos.

Claudine garante que, pelo que viu das operações, “não há dúvida” de que o Credit Suisse colaborou com a evasão de recursos. (...)

Continue lendo no Luís Nassif.

Ainda sobre o assunto, é possível ler reprodução de reportagem sobre investigação da Polícia Federal sobre a Merrill Lynch no Brasil, no Ainda a Mosca Azul.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Presidente de Rusia promulga ley contra doble imposición y evasión fiscal con Brasil


Moscú, 6 de enero, RIA Novosti. El presidente de Rusia, Dmitri Medvédev, promulgó la ley contra la doble imposición y evasión fiscal con Brasil, informó hoy el Kremlin.

La mencionada ley fue aprobada por la Duma el pasado 24 de diciembre y ratificada por el Consejo de la Federación o Senado el 29 de diciembre, indicó un comunicado del servicio de prensa de la presidencia de Rusia.

La ley aplicable a personas y entidades jurídicas, evita la doble imposición sobre la renta y capitales, contiene mecanismos para evitar la evasión de impuestos y permite a las entidades fiscales de ambos países intercambiar información relacionada con los contribuyentes.

El pasado domingo, el Kremlin informó sobre al promulgación de una ley análoga entre Rusia y Venezuela.

Según el ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia, las relaciones con América Latina en todos los ámbitos, es uno de los elementos prioritarios de su política exterior.


Conforme RIA NOVOSTI