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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Universitária dos EUA carrega colchão onde foi estuprada como protesto

Emma Sulkowicz, 21, estudante de artes da Universidade de Columbia, em Nova York, foi estuprada por outro aluno dentro do seu dormitório em agosto de 2012. Inconformada com a postura da faculdade, que inocentou o agressor por 'falta de provas', a jovem resolveu carregar para todos os lados o colchão onde o crime ocorreu.


Confira no UOL Notícias

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Mais uma jovem é enforcada em árvore após estupro na Índia

Uma adolescente foi encontrada enforcada em uma árvore após ter sido vítima de estupro no estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, onde casos semelhantes também foram registrados nos últimos dias, informou nesta quarta-feira (4) a imprensa local.

O corpo da jovem de 15 anos foi encontrado ontem pendurado em uma árvore na região de Mishrikh. Anteriormente, de acordo com fontes policiais em declarações à agência "Ians", o pai da jovem chegou a registrar uma queixa de estupro da filha.

Confira no UOL Notícias

Ainda: 

- Jovem é estuprada, assassinada e tem o rosto desfigurado por ácido.

Menino de 10 anos é estuprado por 8 homens na Índia

Mais um abuso sexual de criança choca a Índia. Dessa vez, um menino de 10 anos foi estuprado por oito homens em Nova Déli, capital do país, informou a agência de notícias Pti.
A polícia de Geeta Colony, onde a denúncia foi registrada, informou que "o menino foi abordado no dia 27 de maio quando estava entrando em uma loja".

Leia mais no UOL Notícias

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Para Exército, família de recruta deveria ter informado sobre retardo mental

O Exército Brasileiro se pronunciou, nesta terça-feira (27), sobre o laudo médico que indicou o "retardo mental moderado" do soldado, de 19 anos, envolvido numa denúncia de violência sexual em um quartel do Exército no município de Santa Maria (RS) em maio deste ano. O jovem, que alega ter sido estuprado por colegas de farda enquanto cumpria pena disciplinar, foi considerado "incapaz para exercer atividades da vida militar em definitivo do ponto de vista psiquiátrico", segundo o médico responsável pelo diagnóstico, Vilmar José Taschetto Seixas. A avaliação foi feita a pedido da família do recruta.
Questionada por Terra Magazine sobre como aprovou o ingresso de um rapaz com deficiência mental, a instituição se limitou a responder, por meio de nota, que as "inspeções de saúde dos conscritos são reguladas pelo Decreto nº 60.822, de 7 de junho de 1967, atualizado pelos Decreto nº 63.078, de 5 de agosto de 1968 e Decreto nº 703, de 22 de dezembro de 1992".


Leia mais no Terra Magazine

Mais sobre o mesmo assunto, neste outro "post", aqui mesmo no Blogoleone.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Recruta que denunciou estupro em quartel tem deficiência mental, diz psiquiatra

O deputado estadual Jeferson Fernandes (PT), apresenta nesta quarta-feira (21), na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, um laudo médico atestando "retardo mental moderado" do soldado, de 19 anos, que alegou ter sido estuprado em um quartel do Exército em Santa Maria (RS). O caso aconteceu em maio passado, quando o recruta cumpria pena disciplinar em um alojamento do Parque Regional de Manutenção.
Em entrevista a Terra Magazine, o parlamentar chamou ainda de "absurda" a postura do Ministério Público Militar (MPM), que concluiu ausência de violência sexual no episódio, que envolveu, além da suposta vítima, quatro colegas de farda dela. O promotor Jorge César de Assis, da Procuradoria da Justiça Militar em Santa Maria, ofereceu denúncia contra os 5, incluindo o recruta que teria sido molestado, por "prática de atos de libidinagem", conduta enquadrada no artigo 235 do Código Penal Militar. Um sexto soldado, que estava de serviço no alojamento, foi denunciado também, já que teria visto parte dos atos e não tomou nenhuma iniciativa.
- É uma atrelamento total ao inquérito (instaurado pelo Exército). O inquérito, por si só, é uma peça parcial. Todo inquérito não ouve, muitas vezes, a tese do ofendido. Ele parte na maioria dos casos de uma opinião que aquela instituição tem sobre o que aconteceu. Eu não me surpreendi que o inquérito não apurasse nos detalhes o estupro. Agora, o Ministério Público, convenhamos. Ele tem plena liberdade de questionar, inclusive, os elementos do inquérito, de pedir novas diligências - criticou o deputado.


Continue lendo no Terra Magazine

Ainda sobre este assunto, leia também: - MPM afirma desconhecer laudo que atesta retardo de recruta.


Sobre este mesmo assunto, o Blogoleone já havia publicado:

15/07/2011: - Para militares, estupro em quartel de Santa Maria, foi "brincadeira" entre colegas;

27/08/2011: - Deputado aponta falhas na apuração de estupro em quartel.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Para militares, estupro em quartel de Santa Maria foi ‘brincadeira’ entre colegas

O relatório apresentado nesta quarta-feira (13) pelo deputado estadual Jeferson Fernandes (PT), sobre o estupro de um jovem soldado em um quartel do Exército em Santa Maria, indica que o inquérito militar trata o caso como uma “luta corporal de brincadeira entre os rapazes”. O inquérito foi prorrogado por mais 30 dias, segue em sigilo e os advogados de defesa do jovem afirmam que não recebem informações oficiais.


(...)


O soldado de 19 anos teria sido abusado sexualmente por outros quatro colegas na noite do dia 17 de maio, enquanto cumpria pena administrativa no Parque Regional de Manutenção de Santa Maria. O jovem ficou internado durante os oito dias seguintes no Hospital de Guarnição do município – em segredo e incomunicável, segundo familiares e advogados da vítima. De acordo com o general Sérgio Westphalen Etchegoyen, um dos responsáveis pelo inquérito militar, o soldado foi mantido isolado e sob guarda para preservar sua própria segurança, já que havia o temor de que tentasse suicídio.




Confira a notícia completa no Sul 21

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Escravas do século XXI

A escravidão não é algo que as "democracias" modernas tenham isolado para muito longe. Na realidade é algo que está mais próximo do que pensamos. Não somente porque cada vez é mais habitual o trabalho assalariado como uma escravidão em troca de dinheiro, mas porque a pobreza e a necessidade são fecundos canteiros para que o sistema sem escrúpulos que é o capitalismo se aproveite para conseguir beneficios a custa da vida, da dignidade, e da liberdade das pessoas.

Os paises do leste europeu são, talvez, o maior exemplo de como o capitalismo transformou a população em mercadorias competitivas no mercado de mão-de-obra, da droga ou da prostituição, obrigado a milhões de pessoas a fugir de seus paises para poder sobreviver, algo que os mafiosos (tão abundantes no capitalismo, alguns mais "legais" que outros) sabem aproveitar muito bem.

Nestes dias foi desmantelada na Espanha, em Vinaroz, uma rede que literalmente "comprava" mulheres romenas para obriga-las a prostituir-se na rodovia N-340, na província de Tarragona. No momento das prisões, o grupo estava lucrando com a exploração sexual de 11 mulheres entre 19 e 38 anos, todas romenas, que haviam chegado a Espanha sob uma falsa aparência de relação sentimenta, com promessas de uma vida melhor na Cataluña.


Vejam mais detalhes em
Un vallekano en Rumania / Un vallekan în România


sábado, 27 de setembro de 2008

Nas Bancas: O aborto dos outros

Por Brunna Rosa [Sexta-Feira, 26 de Setembro de 2008 às 19:53hs]
Embora o aborto seja considerado crime no Brasil, mesmo com todas as conseqüências que isso traz, em duas circunstâncias a legislação brasileira garante o direito
à interrupção da gravidez. No caso de violência sexual (estupro) – desde que consentido pela gestante ou representante legal em caso de incapacidade – ou em situações de risco à vida da mulher. Porém, a desinformação e o preconceito que cercam toda a discussão sobre o aborto acabam impedindo que as pessoas tenham acesso a um serviço que é um direito, além de gerar dúvidas e questionamentos até mesmo nos profissionais envolvidos nesse procedimento.
Em 2005, o Ministério da Saúde reeditou a norma técnica de Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual Contra Mulheres e Adolescentes – a primeira versão
é de 1999 –, e trouxe como principal novidade a não-exigência da apresentação do boletim de ocorrência (BO) pelas vítimas de violência sexual para a realização do aborto legal e o acompanhamento social, psicológico e médico necessários.
A decisão de interromper ou não a gravidez cabe a uma junta médica após ouvir as vítimas e apurar as informações.
A nova norma técnica faz parte de uma estratégia do governo federal de distribuir manuais técnicos e cartilhas a gestores de políticas públicas, médicos e hospitais para orientá-los no atendimento à mulher nesta situação, que também inclui a disponibilidade da “pílula do dia seguinte”. Acompanhando exatamente o cumprimento dessa norma, a diretora Carla Gallo realizou uma longa pesquisa e produziu um documentário sobre mulheres que optaram pela interrupção
da gravidez nesses casos.


Vejam a entrevista na Revista Fórum