Mostrando postagens com marcador distorção de fatos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador distorção de fatos. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Funcionária da Petrobras desmente "rotina de medo" de matéria do Globo

Antes de tudo, gostaria de deixar bem claro que não estou falando em nome da Petrobras, nem em nome dos organizadores do movimento “Sou Petrobras”, nem em nome de ninguém que aparece nas fotos da matéria. Falo, exclusivamente, em meu nome e escrevo esta carta porque apareço em uma das fotos que ilustram a reportagem publicada no jornal O Globo do dia 15 de fevereiro, intitulada “Nova Rotina de Medo e Tensão”.

Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma ideia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.

Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência. Ameaças de demissão assombram o jornal em que ela trabalha, já tendo vários colegas sendo demitidos[1], a rotina de e-mails com represálias e determinando que tipo de informação deve ser publicada ou escondida devem ser rotina em seu trabalho[2], sempre na intenção de desinformar a população e transmitir só o que interessa, mantendo a população refém de informações mentirosas e distorcidas.


Confira no Jornal GGN uma reprodução de redes sociais. 

sábado, 11 de maio de 2013

Filme alemão sobre Segunda Guerra Mundial choca russos

Focada nos excessos isolados dos militares soviéticos na Alemanha, obra deturpa essência do conflito.  

Filme alemão sobre Segunda Guerra Mundial choca russos
Foto: kinopoisk.ru
O filme “Nossas mães, nossos pais”, exibido pelo canal de televisão alemão ZDF, conta a história de cinco jovens para os quais a Segunda Guerra Mundial se torna um desafio moral e ético, deixando a impressão de que a Alemanha está cansada de arrependimentos e tenta jogar a culpa sobre os outros. O filme basicamente apresenta os soldados soviéticos como estupradores, os poloneses como antissemitas desumanizados e os ucranianos como sádicos.  

A diplomacia russa considerou inaceitável o filme e enviou uma carta ao embaixador da Alemanha dizendo que a “maioria absoluta dos russos que teve a oportunidade de assistir ao filme” o achou inaceitável. Também foram criticadas as tentativas de equiparar as atrocidades cometidas pelas tropas hitlerianas na URSS aos excessos isolados perpetrados por militares soviéticos na Alemanha, os quais foram severamente punidos pelo comando militar soviético. 
 
Vejam mais em GAZETA RUSSA
 

domingo, 6 de março de 2011

The Economist prega guerra contra funcionários públicos

Em um informe publicado dia 8 de janeiro, a revista anunciou a "próxima batalha" liberal: o confronto com os sindicatos do setor público. A tese da revista pode ser resumida em três pontos: os Estados europeus enfrentam déficits públicos abismais; para reduzir o gasto, é preciso reduzir efetivos, salários e sistemas de pensões dos funcionários; os governos ganharão a opinião pública incentivando a denúncia dos “privilégios” (em especial a estabilidade no trabalho) dos “acomodados” do setor público. Em nenhum momento o informe recorda que os déficits públicos são em grande parte consequência das ajudas colossais aos bancos e outros responsáveis pela crise atual. O artigo é de Bernard Cassen.


Vejam mais detalhes em CARTA MAIOR

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Estadão e Folha tentam usar Dilma para apedrejar Lula

Em entrevista ao jornal Washington Post, a presidente eleita Dilma Rousseff foi perguntada sobre a política brasileira em relação ao Irã, e malandramente o jornal introduziu na mesma pergunta a questão "Por que o Brasil apoia um país que permite que as pessoas sejam apedrejadas...?"

Dilma não caiu na armadilha, e deixou claro que existe uma diferença. Ela apoia a política brasileira de buscar a construção da paz no Oriente Médio (ou seja, o caminho do diálogo e não da guerra), e não apoia apedrejamento.

É exatamente a mesma posição adotada pelo governo Lula e pelo Itamaraty. Tanto é que o Presidente ofereceu asilo no Brasil para Sakineh Ashtiani (mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento).


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

RCTV apoia a "Solução Militar" para a saída de Chávez - EL PAÍS amordaça Chavez

RCTV apoia a "Solução Militar" para a saída de Chávez

EL PAÍS amordaça Chavez



Uma vez mais, o periódico EL PAÍS nos obsequia com uma lição de periodismo de qualidade com o Editorial, publicado em 26 de janeiro, Chávez Amordaza. Recordemos que um editorial marca a linha ideológica de um meio periodistico e, neste caso, define claramente a posição que tem esse meio com respeito ao processo venezuelano.

El País faz uma crítica à suspensão temporária de 6 cadeias de televisão na Venezuela. As cadeias American Network, America TV, Momentum, RCTV, Ritmo Son y TV chile, foram suspensas até cumprir a legalidade vigente. Os argumentos de El País coincidem com os que se difundem internacionalmente pelas mídias comerciais.

Começa o Editorial com a afirmação que "O Governo venezuelano cortou definitivamente o sinal do canal de televisão". A suspensão da emissão destes 6 cainais não é definitiva. Não há nenhuma declaração por parte dos responsáveis desta suspensão que indique que seja definitiva, ao contrário, trata-se de uma suspenção temporária. Já foi repetido uma e outra vez por parte da CONATEL, Comissão Nacional de Telecomunicações. e o provedor do cabo de onde esses canais transmitem. Não é, absolutamente, uma suspensão definitiva como diz o artigo.

As cadeias suspensas, que conheciam perfeitamente o marco jurídico que deviam cumprir, devem apresentar-se na CONATEL para sua supervisão, registrar-se como produtora nacional audiovisual, e assim cumprir com os requisitos que marcam a Lei Organica de Telecomunicações, a Lei de Responsabilidade Social no Radio e Televisão e, imediatamente, reiniciariam sua transmissão. É, portanto, uma medida que se ajusta às leis venezuelanas. TV Chile, por exemplo, já está em processo para restabelecer sua emissão.

Vejam mais em REBELIÓN.ORG


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Petrobrax para iniciantes

A manchete da Folha de S.Paulo estampa: "Petrobras gastou R$ 47 bi sem licitação em seis anos". Tiro à queima roupa. Vamos, portanto, à CPI. Quem for brasileiro que siga Arthur Virgílio. Mas, aí, vem o maldito segundo parágrafo: "Amparada por decreto presidencial editado por Fernando Henrique Cardoso em 1998 e em decisões do Supremo Tribunal Federal, a petroleira contratou sem licitação....". Entre 2001 e 2002, no governo FHC, a empresa contratou cerca de R$ 25 bilhões sem licitações, em valores não atualizados. O artigo é de Leandro Fortes, no blog Brasília, eu vi.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Salaciel: o balanço das greves do Dieese e a farsa da 'Folha'

O jornal Folha de S.Paulo, em sua edição do dia 2 de julho, publicou um editorial intitulado “Estatização da greve” que é mais um destes manifestos que vire e mexe aparecem na mídia como libelo conservador. O texto seria histriônico como ficção, mas é pateticamente real.
A farsa aparece já no início do texto. “O Dieese, reputada instituição de estudos e estatísticas sindicais, fez um balanço das greves de 2007 que muito contribui para evidenciar as distorções desse recurso extremo na era Lula. Das 316 paralisações registradas, 161 (51%) ocorreram no setor público”, afirmam as duas primeiras frases.
(...)
O segundo fator, também omitido pela Folha, é o longo período sem reajuste salarial imposto aos trabalhadores do setor público pela “era neoliberal”. Quem tem dificuldade de conviver com a democracia acha que os trabalhadores e o movimento sindical não têm o direito de lutar por seus interesses. Se prevalecesse o conceito defendido pelo jornal ao longo da história, as conquistas trabalhistas não existiriam. A diferença, registrada pelo editorial da Folha, é que estas lutas não são vistas no governo Lula como “baderna” que merecem como única resposta a repressão.

Leiam todo o texto aqui no Vermelho.