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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mundo civilizado e democrático bombardeia Líbia com metal radioativo

Bombardeios aéreos da Otan contra a Líbia já ultrapassam 8 mil
A Otan lançou cerca de 3.200 ataques com bombas de urânio empobrecido contra a população civil na Líbia. A denúncia é do enviado especial da Telesur, Rolando Segura. No total, o número de ataques aéreos lançados pela Aliança Atlântica contra a Líbia ultrapassam já os 8.400. Em quase 40% destes foram usadas munições com urânio empobrecido, revelou o jornalista da cadeia de televisão sul-americana em seu perfil do Twitter.

[...] O urânio empobrecido é muito valorizado pelos militares, já que é quase duas vezes mais denso do que o chumbo e aumenta a capacidade de perfuração.

[...] o urânio empobrecido é uma substância radioativa que provoca graves lesões no aparelho renal e digestivo, câncer nos pulmões e ossos, transtornos neuro-degenerativos ou má formação congênita nos seres humanos.

A explosão de uma munição com urânio empobrecido atinge dez mil graus centígrados e liberta poeiras altamente tóxicas e contaminantes capazes de viajar milhares de quilômetros. A dissipação dessas partículas pode durar milhões de anos, por isso os seus efeitos no meio ambiente e nos habitantes das zonas atingidas perpetuam-se por várias gerações. Leia mais no Vermelho.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Usinas nucleares brasileiras guardam a pólvora ao lado da fogueira

A Folha de S. Paulo noticiou no sábado retrasado (19/03):
"Uma opção de projeto da usina nuclear Fukushima 1 transformou o local em uma bomba-relógio dupla e acendeu um sinal amarelo sobre usinas nucleares: a estocagem do combustível usado no mesmo prédio do reator.

...Isso pode gerar uma explosão com efeitos trágicos, já que esse material - uma mistura de urânio, plutônio e outros elementos letais - é 1 milhão de vezes mais radioativo do que o combustível novo".
Só no 13º parágrafo aparecia a informação mais relevante para nós, brasileiros:
"Várias usinas atômicas no mundo adotam o mesmo projeto de Fukushima, de armazenar o combustível gasto no mesmo prédio do reator. Angra 2 e Angra 3 estão entre elas".
Leia mais no blog do

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Radiações perigosas

Tese mostra correlação entre casos de morte por câncer e localização das antenas de telefonia celular

Para evitar exposição prolongada às radiações eletromagnéticas, a engenheira Adilza Condessa Dode usa celular apenas em casos de extrema necessidade. A precaução decorre de estudos que desenvolve há cerca de uma década, com o intuito de descobrir os efeitos físicos, químicos e biológicos da radiofrequência nos seres vivos. Em tese defendida na UFMG, no final de março, Adilza Dode confirma a hipótese de que há correlação entre os casos de óbito por neoplasia e a localização de antenas de telefonia celular, em Belo Horizonte.

Por meio de geoprocessamento, a pesquisadora constata que a região Centro-Sul da capital mineira possui a maior concentração de antenas e a maior taxa de incidência acumulada de mortes por câncer. A menor taxa está na região do Barreiro, que também abriga o menor número de antenas instaladas.

“A poluição causada pelas radiações eletromagnéticas é o maior problema ambiental do século 21”, afirma a engenheira, que, em sua tese, recomenda a adoção, pelo governo brasileiro, do chamado princípio da precaução, aprovado na Conferência Rio-92. Segundo tal premissa, enquanto não houver certeza científica da inexistência de riscos, o lançamento de novo produto ou tecnologia deve ser acompanhado de medidas capazes de prever e evitar possíveis danos à saúde e ao meio ambiente.

Vejam mais no BOLETIM DA UFMG

Faluja,pior que Hiroshima

A informação que me acaba de chegar é demasiado importante para ser deixada de lado, nem um segundo… me ponho pois a elaborar este escrito aceleradamente.

Acabo de ver, na o-Jazeera Arabic, no programa de Ahmad Mansour a entrevista com o Professor Chris Dusby.O Professor Busby é cientista e Diretor de Green Audit, bem como secretário científico do Comité Europeu sobre Riscos Radioativos.
Para conhecer mais dados sobre o Professor Chris Busby e seus trabalhos, digitem em Google “Chris Busby Uranium“.O Professor Busby publicou muitos artigos sobre a radiacão, o urânio e a contaminação em países tais como Líbano, Kosovo, Gaza e, por suposto, Iraq.
Seus últimos trabalhos, são os temas que se ocupou o programa emitido na Al Jazeera, e serão os que eu abordarei nestas linhas:

Faluya é uma cidade proibida. Foi submetida a intenso bombardeios em 2004 com bombas de urânio empobrecido e fósforo branco, e desde então declararam-na zona perigosa, o que significa que nem as autoridades fantoches de Iraque nem as forças invasoras/ocupantes de EEUU permitem que ninguém possa realizar nenhum estudo real do que ali sucede.
Faluya está basicamente sob assédio. É óbvio que os estadunidenses e os iraquianos sabem algo e que tratam do ocultar ao conhecimento público. E aí é o­nde o Professor C. Busby entra em cena.
Mas ele foi/é inflexível na busca da verdade do que ocorreu em Faluya em 2004. Por ser um dos melhores cientistas em seu campo, conseguiu uma pesquisa e passou a dirigir uma investigação em Faluya, cujos resultados preliminares publicar-se-ão em duas semanas, confio…



Vejam o texto completo (em português) em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Armas de uranio, dosis bajas de radiación y malformaciones en bebés

Paul Zimmerman
Global Research

Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández


Los doctores que trabajan en Faluya (Iraq) últimamente vienen informando de un aumento espectacular en el número de bebés con defectos de nacimiento [1]. Una de las posibles causas de esta alarmante situación es la exposición de la población a la radiación provocada por las armas de uranio. La comunidad internacional especializada en protección radioactiva descarta esta valoración como no razonable por las siguientes razones: 1) Porque la dosis de radiación que sufre la población de Iraq es demasiado baja, y 2) Porque no se informó de defectos de nacimiento entre la prole nacida de supervivientes de las bombas atómicas de Hiroshima y Nagasaki. Esta supuesta explicación científica es profundamente inquietante ya que no está al corriente de la actual base de conocimientos. Existen pruebas abundantes que demuestran claramente que hay niveles de radiación en el entorno, considerados seguros por la comunidad para la protección radiactiva, que provocan defectos de nacimiento. A la luz de estos conocimientos, no puede descartarse de forma sumaria la contaminación por uranio como factor de riesgo para los no nacidos.


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

quarta-feira, 25 de março de 2009

França vai indenizar vítimas de testes nucleares


O governo francês anunciou nesta terça-feira que irá indenizar as vítimas de 210 testes nucleares realizados pelo país desde a década de 60 no deserto do Saara e na Polinésia francesa, no Oceano Pacífico.

Segundo o governo, cerca de 150 mil pessoas, entre militares, funcionários do governo e população local, estiveram nos locais dos testes e podem ter sido afetados.

A população da Polinésia Francesa, por exemplo, era de cerca 2 mil pessoas, entre elas, 600 crianças.

O governo disse que pretende analisar caso a caso.

Mais na BBC Brasil.