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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Triplica em 2013 número de haitianos ilegais que entram pelo Acre

Triplicou em 2013 o número de haitianos que chegaram ilegalmente ao Brasil por Brasileia, no Acre, e tiveram a situação regularizada pela Polícia Federal.
De janeiro até o início de setembro deste ano, o número de haitianos registrados na delegacia da cidade já chega a 6 mil, diz o delegado da PF Carlos Frederico Portella Santos Ribeiro. Em todo o ano de 2012, 2.318 haitianos pediram refúgio ao chegar a Brasileia sem visto.

Confira no G1

terça-feira, 16 de abril de 2013

Explosão migratória gera insatisfação e agita comércio na fronteira do Acre


Sob a sombra de uma árvore numa praça da pequena Brasileia (AC), na fronteira do Brasil com a Bolívia e o Peru, moradores levantavam hipóteses para um misterioso acontecimento do mês anterior: por dois dias seguidos, o cemitério da cidade amanheceu com túmulos violados e dois crânios sumiram dos caixões.
"Só pode ter sido coisa de haitiano", diz o aposentado Osvaldo, referindo-se aos cerca de 1.300 imigrantes da ilha caribenha que vivem na cidade à espera de vistos para ingressar no país. "Eles já estão tão à vontade aqui que começaram até a fazer magia negra, vodu, aquelas coisas que eles fazem lá no país deles".
Embora a polícia avalie que o caso -- tipificado no Código Penal como vilipêndio de cadáver -- foi provavelmente obra de alunos de medicina de Cobija, cidade no lado boliviano da fronteira, a história se somou às queixas de moradores locais contra o crescente número de imigrantes em Brasileia.
Por ora, não há registro de conflitos graves entre habitantes locais e estrangeiros. Mas a solidariedade com que os residentes acolheram as primeiras levas de haitianos, entre o fim de 2010 e início de 2011, tem dado lugar à irritação e até a comportamentos xenofóbicos.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Brasil entra na rota do tráfico de haitianos para países vizinhos

Pela primeira vez a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Acre e a Polícia Federal conseguiram comprovar que o Brasil entrou na rota do tráfico de haitianos para outros países. Nessa semana, em operação conjunta da secretaria e da PF no Aeroporto de Rio Branco, foram detidos um adolescente haitiano de 14 anos e o conterrâneo Inocente Olibrice, maior de idade. Olibrice, que atuava como "coiote", embarcaria com o adolescente para a Guiana Francesa e, em contrapartida, receberia 500 euros pelo tráfico.


Confira no Terra.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Sem emprego, haitianos perambulam por cidades do Acre

Em uma casa que abriga haitianos, o espaço é pequeno; todos os cômodos são aproveitados e estão superlotados. As árvores do quintal servem para amarrar as redes.

Não há comida para todos. Quem ainda tem dinheiro compra o que pode, como arroz e feijão. Uma forma encontrada pelo governo para auxiliá-los é fazer com que cada empresário que busca a mão de obra dos haitianos doe cestas básicas.

A casa está com o fornecimento de energia suspenso por falta de pagamento. O esgoto corre a céu aberto. Não há banheiros suficientes. O banho é tomado ao ar livre. A água escorre pelo quintal, criando um ambiente insalubre.


Confira o texto da BBC no UOL.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Sem comida e energia em abrigo, desespero toma conta de haitianos

A situação de 200 haitianos abrigados precariamente numa casa no município de Brasiléia, a 235 quilômetros de Rio Branco (AC), na fronteira com a Bolívia, se agravou depois que o governo estadual deixou de pagar o aluguel do imóvel e parou de fornecer alimentação.
A casa está sem eletricidade, a comida é insuficiente e as pessoas estão desesperadas, de acordo com relatos de ativistas de defesa dos direitos humanos. A maioria dos haitianos já está com CPF, mas falta oportunidade de trabalho, afetando especialmente as mulheres, algumas esperando bebês há vários meses.
- O desespero dos haitianos está aumentando e espero que possamos evitar tragédias – disse o pesquisador Foster Brown, cientista do Experimento de Grande Escala Biosfera Atmosfera na Amazonia (LBA) e membro do MAP -de Madre de Dios (Peru), Acre (Brasil) e Pando (Bolívia)- uma iniciativa de de direitos humanos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Brasil reduz tropas no Haiti e muda foco de missão

A bordo de um veículo fortificado, um militar brasileiro percorre lentamente uma rua de Croix-des-Bouquets, bairro na periferia da capital haitiana, Porto Príncipe. Ao chegar ao fim da via, engata a marcha a ré e regressa com igual cuidado ao ponto de onde partiu, até erguer o polegar para um colega, sinalizando o cumprimento da missão.

A despeito de qualquer semelhança, a cena não retrata uma patrulha da Minustah (Missão da ONU para a Estabilização no Haiti, cujo braço militar é chefiado pelo Brasil) em alguma região perigosa de Porto Príncipe, mas sim o asfaltamento das ruas que darão acesso ao primeiro hospital permanente de Croix-des-Bouquets, uma das várias obras em curso tocadas pela missão.

À medida que a remoção dos escombros do terremoto de 2010 deixa para trás a fase emergencial e que os níveis de violência se estabilizam no Haiti, a Minustah - estabelecida em 2004 - começa a reduzir seu contingente e a mudar o foco da missão.


 Confira a notícia completa da BBC Brasil no UOL.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Soldado brasileiro morre em acidente no Haiti

Um soldado brasileiro que integrava a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti) morreu na última sexta-feira (30/12), em um acidente de carro em Porto Príncipe, capital do país caribenho. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Defesa, após confirmação de militares que integram o Brabatt 2 (Segundo Batalhão Brasileiro no Haiti).

Diego Mendes dos Santos fazia a segurança de uma viatura que deixava a base do Brabatt 2 quando, segundo informações da unidade, se desequilibrou e caiu do veículo, batendo a cabeça no chão.

Socorrido no hospital militar da ONU (Organização das Nações Unidas), o soldado acabou não resistindo aos ferimentos. De acordo com o batalhão, o militar morreu em decorrência de traumatismo cranioencefálico.




Leia mais no Opera Mundi

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cuba lidera combate ao cólera no Haiti

Desde outubro de 2010, quando uma missão médica cubana detectou o primeiro caso de cólera no Haiti, a doença já atingiu mais de 476 mil pessoas -quase 5% da população- e causou 6.600 mortes, no que a ONU considera ser a maior incidência mundial da moléstia.
A missão cubana tem sido elogiada por permanecer na linha de frente do combate ao cólera, e por realizar um esforço ainda mais amplo para reconstruir o combalido sistema haitiano de saúde.
Paul Farmer, representante-adjunto da ONU no Haiti e cofundador da ONG Parceiros na Saúde, disse que os cubanos ajudaram a mobilizar autoridades dessa área e a reduzir a mortalidade por cólera. Mais do que isso: como o auge das mortes aconteceu em dezembro, e a atenção mundial se dispersou para outros assuntos, "metade das ONGs já foi embora, e os cubanos continuam lá".


Continue lendo nas o texto do The New York Times, reproduzido na Folha de São Paulo, e disponível no Colagens do Umbigo e da Mosca Azul.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Experiência militar brasileira no Haiti contribuiu para a instalação das UPPs no Rio

Em 19 de março de 2004, um telegrama da embaixada norte-americana em Brasília mostrava que o Brasil havia superado as nebulosas circunstâncias da renúncia de Aristide e estava decidido a  aceitar o comando da missão de paz da ONU. No documento, a embaixadora Donna Hrinak começa por saudar o país por já ter enviado sua primeira missão militar de reconhecimento ao Haiti. A essa altura, a aprovação da participação brasileira no Haiti nem havia passado pelo Congresso.

De acordo com uma fonte próxima ao comando do exército, antes mesmo da partida do presidente haitiano, os militares brasileiros já haviam sido contatados pelos militares norte-americanos do Comando do Sul. "O chefe do Comando Sul dos EUA, general Hill, ligou para o  comandante do exército brasileiro (Francisco) Albuquerque perguntando se o Brasil estaria interessado em enviar um contingente mais numeroso de uma possível missão de paz no Haiti e fornecer o comando. Não sei garantir se foi final de 2003 ou início de 2004. Aristide ainda não tinha saído, não. Aí, depois, houve um contato do presidente Chirac com o Lula, esse, público, todo mundo sabe…", diz a mesma fonte sob garantia de sigilo de sua identidade.


Continue lendo no Opera Mundi

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Religiosos racionam comida para haitianos em Manaus

Com a chegada de mais um grupo com 52 haitianos a Manaus, na última terça-feira, as dificuldades para garantir a alimentação dos mais de 1,1 mil refugiados que já estão vivendo sob condições precárias se agravam e obrigam os religiosos que coordenam os oito abrigos da cidade a racionar comida.

E a situação deve ficar ainda mais delicada com a chegada de um novo grupo, no sábado, vindo de Tabatinga, onde mais de 500 haitianos aguardam a emissão do visto de entrada no país para pegar o primeiro barco em direção a Manaus.

Continue lendo em A Crítica

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Outro Wikilicaso

Por Juan Gelman

A “nacionalização” dos cables do Wikileaks, isto é, sua publicação majoritária apenas em jornais dos paises interessados, acaba apagando a dimensão de suas revelações. Os semanários Haïti Liberté e The Nation estão revelando a análise de 1918 documentos sobre a nação caribeña. E oh surpresa: os EE.UU. se preocupam muito com os salários dos trabalhadores haitianos. Surprende menos a forma com que o faz.

O Haití, sabe-se, é o país mais pobre do hemisfério. A renda per capita é uma décima parte da de seus vizinhos do Caribe. Foi uma das colonias mais rentáveis para a Europa e constituiu em boa medida a fonte de riqueda da França no século. Não tem mudado sua sorte, somente seu senhor.

Vejam o texto completo(castelhano) em PÁGINA/12 e uma tradução livre no blog NEBULOSA DE ÓRION

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Políticos e evangélicos ianques cobram até 63.000 por crianças roubadas do Haiti.

PL / MARIELOS MONZON – Após o terremoto que assolou o Haiti foi detido um grupo de 10 ianques, pertencentes à igreja batista do sul, que tentaram retirar desse país 33 órfãos até uma inexistente casa-lar na República Dominicana.

Após comprovar-se que todos as crianças tinham familiares vivos e que se tratava de roubo de menores, os membros do grupo foram encarcerados e manifestaram ser "simplesmente 10 cristãos obedientes ao chamado de Deus".

A vigorosa estrutura das igrejas evangélicas ianques - com o poder político e econômico que as caracteriza - e vários congressistas e senadors que os representam conseguiram que as autoridades haitianas os deixassem em liberdade, e continuaram com a pressão para declarar como caráter urgenge as adoções internacionais no Haiti. Antes da tragédia haviam assinalado que na ilha caribenha havia mais de 400 mil órfãos, ao que a Unicef respondeu que poderia haver 50 mil crianças sem pais.

Uma das principais figuras do movimento para adoção é a senadora democrata por Luisiana, Mary Landrieu, que no meio da polêmica declarou à agência AP que não mudaria sua opinião, a Unicef teria numerosas dificuldades para obter o apoio do Congresso ianque.

Vejam o texto completo (espanhol) em CONTRAINJERENCIA

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ex-presidente Clinton agradece ajuda de Cuba ao Haiti

O ex-presidente ianque William Clinton ressaltou hoje a importância da colaboração de Cuba com o Haiti, país devastado por um terremoto em janeiro de 2010.

O reconhecimento foi transmitido ao chanceler cubano, Bruno Rodríguez, pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, durante uma sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas dedicada à reconstrução do Haiti.

Clinton me encarregou de expressar seu agradecimento a Cuba pelo seu trabalho no Haiti, expressou o chefe de Estado colombiano quando o ministro cubano concluiu sua intervenção perante a sessão do Conselho de Segurança.

O ex-governante ianque, que participou na primeira parte da reunião, ostenta também a responsabilidade de enviado especial da ONU para o Haiti.

Atualmente, o programa de cooperação impulsionado pela ilha caribenha no Haiti conta com 1.117 colaboradores da saúde, 923 dos quais são cubanos e 201 de vários paises graduados em Cuba, incluindo jovens haitianos.

Vejam em CUBADEBATE

sábado, 5 de março de 2011

Brigada médica cubana no Haití alcança recordes mínimos de taxa de mortalidade por cólera

A Brigada Médica cubana tem reduzido a mortalidade da epidemia de cólera a uma taxa de 0,38% nas 67 unidades que tem sob sua responsabilidade no Haiti, ao não constatar mortes pelo mal, pelo quadragésimo quarto dia consecutivo, informou hoje o diário Granma.

Nesta sexta-feira os cooperantes cubanos deram assistência técnica a quase uma centena de pacientes infectados pelo vibrião do cólera, localizando-se a maior ocorrência com 12 casos no hospital comunitário de referência (HCR) de Thomazaeu, convertido em unidade de tratamento do cólera, no departamento Oeste.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Haiti: Os EUA criaram o terremoto do Haiti?

Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti

A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norteamericana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.

Vejam mais detalhes em PRAVDA.RU

Governo do Haiti permite retorno de Aristide ao país

O governo do Haiti autorizou nesta segunda-feira (31/01) o retorno do ex-presidente do país Jean Beltrand Aristide, que está exilado na África do Sul desde 2004, segundo a rede de notícias TeleSur.

Mais cedo, o advogado de Aristide, Ira Kurzban, enviou uma carta para a ministra de Relações Anteriores Marie-Michele Rey solicitando "a emissão imediata de um passaporte diplomático" e que "os planos de seu retorno comecem imediatamente", tendo em vista sua condição de ex-presidente. 





Continue lendo no Opera Mundi

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ex-ditador "Baby Doc" retorna ao Haiti, após 25 anos de exílio na França

Porto Príncipe, 17 jan (EFE).- O ex-presidente do Haiti Jean-Claude Duvalier, conhecido pelo apelido de "Baby Doc", que governou o país entre 1971 e 1986, chegou neste domingo de surpresa a Porto Príncipe, em um voo da companhia Air France procedente de Paris.

Uma multidão recebeu o ex-ditador no aeroporto internacional Toussaint Louverture, onde chegou acompanhado de vários colaboradores pouco depois das 17h30 (horário local, (20h30 de Brasília), e foi amparado na sala diplomática, informaram emissoras locais.

Cerca de três horas após sua chegada deixou o aeroporto, com destino desconhecido, em um veículo oficial com forte escolta de oficiais da Polícia e da Missão das Nações Unidas para a estabilização do Haiti (Minustah).





A notícia, da EFE, continua no UOL

sábado, 15 de janeiro de 2011

WikiLeaks: EUA pediram cabeça de general brasileiro no Haiti

Despachos diplomáticos vazados pelo WikiLeaks revelam que os EUA pediram ao governo brasileiro, em 2005, a substituição do general brasileiro Augusto Heleno Ribeiro Pereira do comando militar da Minustah, a missão da ONU no Haiti.

O pedido era parte de uma tentativa americana de pressionar o Brasil para aumentar a violência contra rebeldes e gangues haitianas.

Em um dos textos, de maio de 2005, o então embaixador dos EUA no Brasil John Danilovich justifica a pressão argumentando uma expansão das ações de gangues, que estariam "perdendo o medo", e uma onda de sequestros em Porto Príncipe.


Vejam mais em PORTAL VERMELHO

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Médicos cubanos deixam o mundo envergonhado

Observadores do terremoto no Haiti poderiam ser perdoados por pensar operações de agências de ajuda internacional e por os deixarem sozinhos na luta contra a devastação que matou 250.000 pessoas e deixou cerca de 1,5 milhões de desabrigados. De fato, trabalhadores da saúde cubanos estão no Haiti desde 1998, quando um forte terremoto atingiu o país. E em meio a fanfarra e publicidade em torno da chegada de ajuda dos EUA e do Reino Unido, centenas de médicos, enfermeiros e terapeutas cubanos chegaram discretamente. A maioria dos países foi embora em dois meses, novamente deixando os cubanos e os Médicos Sem Fronteiras como os principais prestadores de cuidados para a ilha caribenha.
Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente, deixando claro que o Haiti está se esforçando para lidar com a epidemia que já matou centenas de pessoas.
Desde 1998, Cuba treinou 550 médicos haitianos gratuitamente na Escola Latinoamericana de Medicina em Cuba (Elam), um dos programas médicos mais radicais do país. Outros 400 estão sendo treinados na escola, que oferece ensino gratuito - incluindo livros gratuitos e um pouco de dinheiro para gastar - para qualquer pessoa suficientemente qualificada e que não pode pagar para estudar Medicina em seu próprio país.


Confira o texto no blog do Luís Nassif

sábado, 23 de outubro de 2010

Aumenta para 196 o número de mortos por cólera no Haiti

O governo do Haiti confirmou hoje (23) a morte de pelo menos 196 pessoas em decorrência do surto de cólera no país. Mais de 2,5 mil pessoas estão internadas sob suspeita de infecção pela doença, que provoca febre alta, diarreia, vômitos e desidratação. O presidente haitiano, René Preval, informou que são tomadas as providências para que a cólera não ultrapasse as regiões de Artibonite e Plateau Central – no Norte do país.

As informações são da BBC Brasil. As agências humanitárias afirmam, entretanto, que já foram registrados casos da doença fora desse foco central e que ela pode estar chegando à fronteira da República Dominicana. Especialistas dizem que essa é a primeira epidemia de cólera em um século, por isso a população não tem qualquer imunidade contra a bactéria.


Continua na Agência Brasil.