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quinta-feira, 16 de maio de 2013
O Sol lança três erupções potentes em menos de 24 horas
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quinta-feira, 28 de março de 2013
Estrelas azuis se formam em jovem constelação visível da Terra
Um grupo de estrelas recém formadas situado na constelação austral da Vela forma esse salpicado de estrelas azuis brilhantes, em imagem divulgada nesta quarta-feira pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). O aglomerado NGC 2547 tem entre 20 e 35 milhões de anos de idade, segundo estimativas de astrônomos - praticamente um bebê, em termos espaciais.
Comparando com o Sol que ainda nem chegou à meia idade e tem 4 bilhões e 600 milhões de anos, corresponde a imaginarmos que se o Sol for uma pessoa de 40 anos de idade, as estrelas brilhantes da imagem são bebês de três meses. Embora o NGC 2547 contenha muitas estrelas quentes que brilham intensamente no azul, um sinal claro da sua juventude, também são visíveis uma ou duas estrelas amarelas ou vermelhas que já evoluíram até se tornarem gigantes vermelhas.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Astrônomos de todo o mundo se reúnem em São Paulo
Novidades da Cosmologia, Gravitação, Física de Astropartículas e áreas relacionadas à Astrofísica Relativística estarão acessíveis durante as palestras abertas ao público do 26th Texas Symposium. Organizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o evento, que reúne na cidade de São Paulo entre 15 e 20 de dezembro os principais cientistas do mundo na área, reservou espaço na extensa programação para palestras especiais dirigidas a estudantes e interessados nos mistérios do Universo.
"Estas palestras, gratuitas e ministradas em português, são orientadas a professores e alunos interessados em ciências, especialmente Física e Astronomia", informa Odylio D. Aguiar, pesquisador do Inpe que preside o comitê científico do Texas Symposium.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Pesquisadores liderados pela USP podem descobrir planetas a 110 anos-luz da Terra
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Um dos projetos mais ambiciosos já liderados por uma equipe brasileira poderá resultar na descoberta de novos planetas, distantes 110 anos-luz da Terra - cada ano-luz equivale a aproximadamente 9,46 trilhões de quilômetros. Conduzida em conjunto com cientistas da Austrália, Alemanha e Estados Unidos, a pesquisa é coordenada por Jorge Meléndez, astrônomo do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP).
Os estudos foram feitos num telescópio localizado no Chile, que mede 3,6 metros e pertence ao European Southern Observatory (ESO). A equipe recebeu o direito de utilizar o equipamento durante 88 noites, um período de tempo considerado extenso pelo cientista. “Que eu saiba, é a primeira vez que um projeto tão longo é aprovado para o Brasil”.
Nos meses de janeiro e março, os cientistas embarcam novamente para o Chile e, se as condições meteorológicas colaborarem, poderão obter os dados que levarão ao anúncio da primeira descoberta de um planeta pela equipe.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
O cosmos tem 'força': demonstrou-se que a misteriosa energia escura existe
A energia escura, a enigmática força cósmica que, supostamente, acelera a expansão do universo, é real, segundo uma equipe de astrônomos anglo-alemã.
Após um estudo de dois anos, cientistas da Universidade de Portsmouth (Reino Unido), e da Universidade LMU de Munique (Alemanha) concluem que a probabilidade da existencia da energia escura é de 99,996%.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
O maior mapa em 3D acerca do enigma da energia escura
Astrônomos ianques reduziram a um modelo interativo os resultados de 12 anos de trabalho.
O maior e mais detalhado mapa tridimensional jamais publicado simula o vôo através das galáxias. Logo estará ao alcance de todos os internautas, mas tem um valor especial para os astrofísicos e muitos deles já o tem em seus computadores.
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domingo, 8 de julho de 2012
O primeiro filamento de matéria escura foi detectado entre dois super-aglomerados de galáxiasO primeiro filamento de matéria escura foi detectado entre dois super-aglomerados de galáxias
O que os pesquisadores tem observado diretamente é uma ponte delgada da matéria escura, um filamento que unia ambos os aglomerados de galáxias através de uma técnica que poderia ajudar os astrofísicos a compreender a estrutura do Universo e determinar o que constitui a substância misteriosa e invisível, a matéria escura. E é que de acordo com o modelo padrão da cosmologia, as estrelas e galáxias visíveis traçam um padrão através do céu conhecido como teia cósmica (cosmic web). A teoria explica o Universo através destas rodovias ou autopistas galácticas unidas por "fios invisíveis" de matéria escura.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Um misterioso arco de luz foi descoberto detrás de um aglomerado de galáxias.
O descobrimento surpreende os astrônomos, porque, segundo eles, tal arco não deveria existir.
Graças ao Telescópio Espacial Hubble, um grupo de astrônomo encontrou um desconcertante arco de luz azul detrás de um grupo de galáxias que se encontra a 10 bilhões de anos luz de distancia. A luz azulada formaria parte de uma galáxia mais distante que, segundo os pesquisadores, não deveria existir.
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domingo, 29 de janeiro de 2012
Visão além do alcance
domingo, 18 de dezembro de 2011
Instituto de Cosmologia Relatividade e Astrofísica lança revista eletrônica de cosmologia e cultura.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
Um asteróide de 400 metros "roçará" a Terra dia 8
Segundo os experts, não há perigo de colisão, no entanto, trata-se de uma distancia muito curta (menor que a órbita da Lua) e por isso a NASA seguirá a trajetória do corpo até que se distancie.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Descoberta do telescópio espacial Kepler - Um planeta com dois sóis já não é ficção científica
Pois é George Lucas, dois pores-do-sol seguidos deixaram de ser uma fantasia do planeta Tatooine, casa de Luke Skywalker, acontece mesmo em Kepler 16, um sistema com duas estrelas e um planeta que giram a cerca de 200 anos-luz de distância da Terra.
A descoberta foi feita graças ao Kepler, o telescópio espacial programado para detectar planetas fora do quintal do Sol. O investigador Laurance Doyle serviu-se dele para olhar para sistemas binários, ou seja, sistemas solares com duas estrelas.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Radiotelescópios em rede
O tema foi debatido por dois dias consecutivos, na sede da Fapesp em São Paulo, durante o Workshop Llama. No evento, encerrado nesta terça-feira (9), representantes da comunidade científica ligada à astronomia defenderam a construção do Long Latin American Millimeter Array (Llama).
Durante o workshop, o professor Jacques Lépine, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), apresentou a palestra "Ciência e Tecnologia com o Llama".
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Asteroide recém-descoberto passa pela Terra
Mais na Scientific American.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Astronomos descobrem o quasar mais longíquo e mais brilhante até o momento
É uma prova a mais sobre o Universo ainda jovem e que nos ajudará a compreender melhor como os buracos negros supermassivos se desenvolveram centenas de milhões de anos depois do Big Bang, assinalou em seu artigo Stephen Warren, autor principal. Considerados os núcleos das galáxias em formação, os quasares tem tanto brilho que funcionam como faróis.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Hubble fotografa uma bolha gigantesca no espaço

O telescópio espacial Hubble captou a imagem de uma espetacular "suntuosidade" espacial em nossa galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães.
O que parece uma gigantesca bolha celestial é na realidade um campo de gás formado após a explosão de uma supernova há quatro séculos.
O fenômeno foi fotografado durante uma série de observações ocorridas entre os anos 2006 e 2010.
A delicada estrutura, fotografada pelo telescópio da NASA e da Agência Espacial Européia (ESA, por sua sigla em inglês), parece flutuar serenamente nas profundezas do espaço, mas esta calma aparente esconde uma grande atividade interior e um passado repleto de violência.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O ceú de Ícaro e de Galileu
Por: João Torres de Mello Neto
A banda brasileira Paralamas do Sucesso, em sua bela canção ‘Tendo a Lua’, argumenta que o céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu. Com duas filhas adolescentes em casa, essa questão, por vezes, adquiria premência nos longos cafés da manhã aos sábados. Supondo a possibilidade de quantificar o quanto de poesia determinado lugar tem, será que aquela afirmação é óbvia?
Como leigo em poesia, nem tenho certeza de que o ‘poético’ possa ser bem definido, mas suponho que todos tenham um sentimento do que é poético.
O céu de Ícaro é o céu dos mitos e do trágico. Ícaro é filho de Dédalo, que, entre outras coisas, como o labirinto do Minotauro, fez asas de penas e cera para voar. Ícaro as foi testar. Desdenhou da recomendação paterna em sua ânsia juvenil de explorar o desconhecido e se aproximou em demasia do Sol. O calor derreteu a cera, e, ao final de sua provocação desmedida, ele se espatifou no mar, morrendo. O final trágico de Ícaro, sua juventude ao se jogar ao Sol, sua insolência parecem-me poéticos.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Termina a missão espacial que havia medido o universo
O satélite "WMAP" observoua luz mais antiga do cosmo, determinousua idade e composição, e confirmou a aceleração da expansão Uma missão espacial de especial relevância na última década por suas contribuições chave para a cosmologia atual chegou ao fim. Após nove anos de observações do universo profundo, a NASA deu por concluidas as operações do WMAP. Ele estava situado a 1,5 milhões de quilometros da Terra e em 8 de setembro passado o satélite r
ecebeu a ordem de ativar seus pequenos propulsores, abandonar sua órbita de serviço e colocar-se em uma outra estacionária definitiva ao redor do Sol, de onde não poderá perturbar outras sondas espaciais. Este potente instrumento científico colheu os últimos dados em 20 de agosto e a equipe ainda está analisando-os. "WMAP abriu uma janela para o universo mais primitivo que dificilmente poderiamos imaginar uma geração antes". Declarou Gary Hinsahw, responsável pela missão. Para continuar essas importantes investigações da radiação de fundo a sonda Planck da Agência Européia do Espaço (ESA) é a sua substituta. (Legendas: 1a. esquerda: Representação da história do cosmo ao longo de 13.700 milhões de anos desde o Big Bang e o satélite 'Wmap'- NASA/WMAP SCIENCE TEAM.
2a.direita: Imagem do universo primitivo elaborada a partir dos dados do observatório 'Wmap' onde podem ser vistas minúsculas variações de temperatura que deram origem aos conjuntos de galaxias posteriores- NASA/WMAP SCIENCE TEAM)
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domingo, 26 de setembro de 2010
Uma força estranha no espaço está obstruindo a viagem de uma nave da NASA
Uma força inexplicável está fazendo com que a sonda Pioneer 10 não possa abandonar o sistema solar, a que é atraída a 25 cm por dia. Originalmente, a sonda se distanciava da terra a um milhão de quilometros por dia.Cientistas tem ficado perplexos por um misterioso fenômeno que tem impedido que a nave se mova ainda mais longe no espaço exterior.
Descrevendo-a como uma força que desafia todas as leis da natureza, os cientistas afirmam que as leis da gravidade deverão ser mudadas eventualmente.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Detector da Estação Espacial investigará suposto antiuniverso
Por Robert Evans
GENEBRA (Reuters) - Um enorme detector de partículas que será montado na Estação Espacial Internacional poderá encontrar evidências de um antiuniverso, frequentemente evocado na ficção científica, afirmaram físicos na quarta-feira.
Em uma entrevista coletiva concedida enquanto o espectrômetro magnético Alpha (AMS, na sigla em inglês), de 8,5 toneladas, era colocado em um avião de carga da Força Aérea dos Estados Unidos no aeroporto de Genebra, eles disseram que o programa de pesquisa de 20 anos de duração trará um enorme avanço para a compreensão do cosmos.
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