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sábado, 1 de agosto de 2009

A FOLHA QUER O FIM DA TV BRASIL

Marcelos Salles

Em editorial publicado hoje, a Folha argumenta que a audiência é baixa, que sua criação não foi um ato democrático (porque nasceu de um decreto) e que gasta, por ano, 350 milhões de reais do dinheiro do contribuinte. Por isso, encerra o texto da seguinte forma: “Os vícios de origem e o retumbante fracasso de audiência recomendam que a TV seja fechada – antes que se desperdice mais dinheiro do contribuinte” (veja a íntegra abaixo).

Eu tenho críticas à TV Brasil, mas nenhuma delas tem a ver com a opinião da Folha. Aliás, seria bom a gente perguntar: a quem serve a Folha. No cabeçalho se diz que é um jornal a serviço do Brasil, o que soa como piada pra quem conhece minimamente a história da imprensa do país. Pra não ir muito longe, basta dizer que o jornalão emprestou veículos para a ditadura. Mas talvez isso seja uma questão de ponto de vista: estavam, diria o jornal da “ditabranda”, a serviço do Brasil contra a Comunidade Comunista, que pretendia se instalar no governo federal.



Vejam o texto completo em Direto da Redação

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Cruvinel: o primeiro ano da TV Brasil e os planos para 2009

“Continuo sendo essencialmente jornalista, mas eu acho que estou sendo uma boa executiva”. Dessa maneira a presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Tereza Cruvinel, define a sua atuação à frente do projeto de implantação da TV pública no País. Num longo bate-papo com o Comunique-se, realizado nesta terça-feira (25) na sede da EBC no Rio de Janeiro, Tereza analisa o primeiro ano de funcionamento da empresa e faz previsões para 2009.
Olhando para o ano que passou, Tereza fala dos problemas da implantação de uma nova empresa. Explica a dificuldade de fazer novos programas e os problemas para a ampliação da cobertura. Cita casos polêmicos, como a saída de Orlando Senna e Luiz Lobo.


A entrevista completa está no Vermelho

domingo, 31 de agosto de 2008

Cruvinel, da TV Brasil, acusa Anatel de negligência em SP

A jornalista Tereza Cruvinel, presidente da TV pública federal, acusou na quarta-feira (27) a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de "negligência". Segundo Cruvinel, há quatro meses os transmissores e antenas da TV Brasil estão prontos para serem instalados em São Paulo — mas isso não ocorre porque a Anatel não consegue resolver um problema de interferência do sinal da TV pública numa rede de telefonia móvel.

As licenças da TV Brasil em São Paulo, nos canais 68 (digital) e 69 (analógico), ainda são provisórias. Ao fazer testes de transmissões no canal 69, a TV Brasil detectou que seu sinal causava interferências graves no serviço da Nextel.

"A responsabilidade (pelas interferências) é da Anatel", diz Cruvinel. "A solução aventada pela Anatel seria trocar de canal, o que nos causaria um prejuízo de US$ 400 mil. Não aceitamos. A outra solução foi colocarmos filtros contra interferências. Mas os filtros da Nextel, segundo a Anatel, estão sempre em testes", afirma.


Veja o texto completo no Vermelho

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

67,7% dos brasileiros não sabem nada sobre TV Pública

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15) pela CNT/Sensus mostra que 67,7% dos brasileiros "nunca ouviram falar" da TV Pública do governo federal — que será lançada no dia 2 de dezembro. Somente 21,2% dos entrevistados disseram que já ouviram falar na TV Pública. Outros 9,8% que dizem "ter acompanhado" o assunto.

Leia mais no Vermelho

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Governo do RS apresenta PL de Oscips e funcionários da TVE fazem abaixo-assinado

Enquanto o governo gaúcho deve apresentar hoje (10/10) o projeto de lei do marco institucional das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), funcionários da TVE-RS, que pode ser atingida pela nova legislação, pedem assinaturas da sociedade em um documento que condena a possível transformação do status público da emissora. O abaixo-assinado, direcionado à Assembléia gaúcha e lançado no último domingo (07/10) em Porto Alegre, afirma que os servidores da Fundação Cultural Piratini – que engloba a TVE e a FM Cultura – estão preocupados com os desgastes que vêm sofrendo a rede.

“O orçamento vem sendo reduzido a cada ano e os equipamentos não têm manutenção. Por causa disso, a programação foi afetada e o sinal da TV já não chega a boa parte do interior do Estado do RS”, afirma o documento, que já apresenta mais de 900 assinaturas. No texto, os organizadores lembram que, em maio deste ano, foi lançado um manifesto público para denunciar a precarização do serviço no canal e sugerir alternativas econômicas por meio de mudanças no modelo de gestão.

Em 04/10, o presidente da Fundação Piratini, Luiz Fernando Moraes, afirmou ao Comunique-se que ainda não existe qualquer decisão a respeito do futuro da emissora, mas que a necessidade de mudanças na administração era incontestável. “Não podemos garantir audiência engessados em um modelo de gestão pública, pois na comunicação é preciso constante renovação tecnológica e agilidade. Mesmo que não se trate de uma rede comercial, estamos inseridos em um mercado de comunicação e precisamos ter agilidade compatível com essa atividade”, afirmou Moraes na semana passada, quando anunciou a instalação de um novo equipamento transmissor até o final do ano na TVE. Na ocasião, o presidente da Fundação garantiu que os investimentos extras em infra-estrutura – R$ 1,5 milhão no governo passado e R$ 600 mil em 2007, apenas para aquisição e implantação do maquinário – não tinham relação com as eminentes mudanças políticas.

Novos cenários
Paralelamente aos temores por parte dos funcionários, novos cenários e faixas de horário vão sendo definidos na TVE. Entre as atrações atingidas pela reformulação estão TVE Repórter, Jornal da TVE, Frente a Frente, Radar, Cidadania, TVE em Dia, Contra Plano e Produto Independente. Segundo Moraes, trata-se da execução de uma estratégia de melhoria prevista desde o início de sua gestão, que está funcionando graças à mobilização de todos os funcionários. “Trata-se de um esforço conjunto para qualificar o nosso produto final”, afirma.

Leia abaixo parte do texto do abaixo-assinado, disponível no site www.petitiononline.com/TVE_FM:

"A TVE (canal 7) e a Rádio FM Cultura (107.7), emissoras da Fundação Piratini, vêm sofrendo um período de desgastes que pode culminar na sua extinção. O orçamento vem sendo reduzido a cada ano e os equipamentos não têm manutenção. Por causa disso, a programação foi afetada e o sinal da TV já não chega a boa parte do interior do Estado do RS. Para piorar, há falta de pessoal: não foram chamados todos os aprovados no último concurso, que sequer foi renovado. Devido às más condições de trabalho, muitos profissionais de alta qualificação se demitiram. Preocupados com essa situação, os funcionários lançaram um Manifesto denunciando a precarização do serviço e, principalmente, sugerindo alternativas para viabilizá-las economicamente, propondo uma mudança radical no modelo de gestão em maio de 2007 (...).



Veja o restante do texto no Comunique-se.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

TV Pública: Organizações criticam proposta em manifesto

Importantes entidades da sociedade civil - entre movimentos sociais, centrais sindicais e organizações não-governamentais que lutam pela democratização da comunicação - divulgaram na sexta-feira manifesto com fortes críticas à proposta para o modelo de gestão da nova rede pública de televisão, batizada de TV Brasil. As organizações reivindicam o cumprimento dos princípios da Carta de Brasília - documento final do 1º Fórum de TVs Públicas.
LEIA MAIS NO VERMELHO
Visite também: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Kucinski: A quem interessa um sistema público de rádio e TV?

Kucinski: A quem interessa um sistema público de rádio e TV?
``Na maioria dos países democráticos, os sistemas de maior audiência são públicos. É assim na Alemanha, Itália, Holanda, Dinamarca, Suécia e também no Canadá. No Japão, Israel, Austrália e em muitos outros. A exceção importante entre os países de tradição democrática são os Estados Unidos. Lá, como aqui, os canais de rádio e televisão nasceram como concessões de serviço público, foram seqüestrados por grupos empresariais interessados apenas no lucro e postos a serviço da indústria da propaganda.''