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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Pode roubar, pode matar (suicidar) que não dá nada. Tá tudo dominado.

"É imprensionante, é surreal eu vir todo dia fazer várias denúncias contra um radialista, que está cometendo um crime 4 a 5 horas por dia, todos os dias, e este crime é de calúnia!Onde estão os dirigentes do PT, que se fingem de avestruz, quando escondem a cabeça embaixo da terra? Não é só aqui, que faço estas denúncias, mandei gravações da rádio Pampa, e nem sei se os CCS do PT, que a maioria é gaúcho, e são uns muros, não deixam seus patrões saberem de nada, escondem tudo! [...] A Rádio, é a Pampa, os radialistas, são 2, o chefe é o pior, Gustavo Victorino! Dia 13 ele disse horrores do CEPERS e disse que a governadora Yeda(PSDB) e o ex-governador Rigôtto(PMDB) não são culpados de nada no episódio Detran e que tudo aconteceu no governo Olívio Dutra(PT)."

Denúncia de Teresinha Carpes em comentário no blog RS Urgente. Leia o restante da denúncia no 1º comentário abaixo.
Nota do editor - Eu já ouvi um programa com um desses sujeitos. É nojento. São absurdamente piores do que o Rogério Mendelski, que hoje também é empregado da rede "pastoril" e chega a ser suave perto desses arremessadores de perdigotos.

terça-feira, 25 de março de 2008

“Imprensa brasileira deveria assumir posição”, diz chefe de redação da Folha Universal

“Imprensa brasileira deveria assumir posição”, diz chefe de redação da Folha Universal

O chefe de redação da Folha Universal, Celso Fonseca, foi o convidado na manhã de terça-feira (25/03) do Comunique-se para estrear o “Papo na Redação” em vídeo em 2008. Fonseca respondeu aos leitores em entrevista mediada pelo presidente do Comunique-se, Rodrigo Azevedo. Falou da linha editorial da Folha Universal, dos detalhes da nova redação em São Paulo, e recebeu o apoio – e também as inquietações – da comunidade jornalística.

Sobre a linha editorial do jornal, Fonseca afirmou que “sabe onde está trabalhando”. Um recado de quem sabe qual veículo chefia. “A gente evita falar de temas polêmicos à Universal”, admitiu, em resposta às perguntas de leitores e do repórter Marcelo Tavela, do Comunique-se, sobre como a Folha Universal trata de temas como o homossexualismo. E alfinetou: “A imprensa brasileira deveria ser honesta e assumir posição.” Fonseca cita como exemplo a imprensa norte-americana que tem uma posição editorial bem marcada, bem como a própria Folha Universal, postura esta que o jornalista defende.

Para Fonseca, o problema no Brasil é que os veículos não assumem uma posição. Considerando os temas mais apropriados (“família” e “ética”) para um jornal como a Folha Universal, distribuído nas igrejas, Fonseca afirma que no semanal tem toda a liberdade para trabalhar. Conta de pautas que conseguiu fazer, como denúncias sobre a retirada de moradores de rua com esguicho d’água em São Paulo e sobre tortura, que não passaria em qualquer outro meio de comunicação. “(A Folha Universal) é o veículo que tenho menos interferência editorial na minha vida”, declarou o jornalista, que tem experiências no Estadão, Jornal da Tarde, Portal Terra, revista Brasileiros, e Diário do Povo, de Campinas, no interior de São Paulo.

Texto completo no Comunique-se.