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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

México estima que 26 mil desapareceram desde 2006

O governo mexicano estima que 26.122 pessoas desapareceram durante dezembro de 2006 a novembro de 2012, durante o governo do presidente anterior, Felipe Calderón.

A estimativa, divulgada pela secretária de direitos humanos do ministério do Interior, Lia Limon, é muito maior que do que as anteriores feitas pelo governo. A lista inclui mais de 20 mil investigações oficiais em andamento e outros 5.206 casos que ainda estão pendentes.

Na semana passada, a ONG Human Rights Watch disse ter encontrado provas de "desaparecimento envolvendo agentes do Estado".

O grupo diz que 250 desaparecimentos ocorridos durante o governo anterior, do então presidente Felipe Calderón, ocorreram com envolvimento de membros de forças de segurança que estariam ligadas a carteis de drogas.


Confira a notícia da BBC Brasil, no UOL.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

TEQUILA COM PIMENTA. E PÓLVORA.


"O México tem o homem mais rico do mundo (Carlos Slim) e 42% da população na pobreza; o salário mínimo atual é  28% menor, em termos reais, do que há 17 anos, quando sua economia  se fundiu a dos EUA , com o Nafta; nesse caldo de cultura de desigualdade e desesperança, o narcotráfico deita e rola e já fez mais de 50 mil cadáveres desde 2006. O conjunto será administrado nos próximos seis anos por um engomadinho, que, na forma, no conteúdo e no patrocínio midiático lembra muito Fernando Collor de Mello. Peña Nieto é mais o cadeado de um modelo falido --com design renovado-- do que um candidato de carne e osso. Nesse caldo de cultura, a rebelião da juventude mexicana contra a manipulação midiática  reflete  a emergência de uma cidadania que não aceita mais ser tutelada em seu discernimento nem fraudada no seu voto. Direto do México, Eduardo Febbro, ouviu  integrantes desse sopro de ar fresco no viciado sistema político local. O movimento Yosoy 132 criou um canal próprio de TV para cobrir o pleito e discutir temas da campanha com os candidatos e com os eleitores, o canal 131. "O problema central no México não está no fato de que os meios de comunicação e o poder político sejam cúmplices, mas sim que são a mesma coisa", dizem eles.(leia a reportagem nesta pág)."


 
(Carta Maior; 2ª feira/02/07/2012)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Guerra contra o tráfico no México já matou mais de 60 mil pessoas

O combate ao narcotráfico no México já deixou um saldo de 60.402 mortos durante os últimos cinco anos, de acordo com estimativas da revista mexicana Zeta. Conforme apurou a publicação, esse número se refere a 75% do total de assassinatos registrados pelo Sistema Nacional de Informação do México. De dezembro de 2006 a outubro de 2011, foram 80.107 homicídios no país.




Continue lendo no Opera Mundi

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Há sete anos, morria o jornalista Gary Webb, com duas balas na cabeça: um suicídio, disseram

Neste texto publicado em janeiro de 2005, assinalam-se as estranhas circunstâncias sobre a morte de Gary Webb, o jornalista investigativo ianque que denunciou operações de narco-tráfico da CIA realizadas com a cumplicidade de seu agente, o terrorista de origem cubana Luis Posada Carriles: sete anos depois, neste 10 de dezembro, continua o mistério sem esclarecimento.

JEAN-GUY ALLARD / Publicado pela Red Voltaire em 11 de janeiro de 2005 – Desmascarou, como nenhum jornalista havia feito antes, as obscuras maquinações da CIA no mundo da droga e revelou aos ianques como bairros negros do país foram inundados de crack com um incrível cinismo, em meio a um tráfico destinado a abastecer de dinheiro e armas os Contras nicaraguenses. Denunciou o narco-terrorista Luis Posada Carriles e seus cúmplices cubano-ianques envolvidos neste negócio criminoso. E acaba de ser encontrado em sua casa com duas balas na cabeça. Um suicídio, dizem as autoridades judiciais.
   
Vejam o texto original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Narcoguerra, infiltração de agentes da DEA para lavar dinheiro de cartéis continua polêmica

O problema é a infiltração, pela DEA, fora do território norte-americano, ou melhor, no México e sem controle pelas autoridades judiciárias e administrativas daquele país. Afinal, o México é um estado soberano e não um quintal dos EUA.




Confira o texto completo no blog Sem Fronteiras, de Walter F. Maierovitch


Leia também sobre este assunto: - Além de vender armas, governo Obama é acusado de lavar dinheiro do tráfico mexicano (no Opera Mundi)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ex-militares colombianos treinam no cartel dos Zetas no México.

Quatro antigos membros das forças especiais do Exército da Colômbia treinam com Los Zetas, cartel mexicano das drogas que mantém uma cruenta guerra com grupos rivais e com os organismos de segurança do país norte-americano, segundo publicou neste domingo o diário El Tiempo, de Bogotá.

A versão informa que os colombianos são dois capitães e dois sub-oficiais, todos em condição de aposentadoria e que no passado cumpriram penas em quartéis por violação dos direitos humanos.


Vejam o texto original em PATRIA GRANDE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Senador mexicano: EEUU protegeu narcotraficante “El Chapo”; a CIA pretende desestabilizar o país

O senador mexicano Felipe González, presidente da Comissão de Segurança Pública na câmara alta, assegurou ter informações que revelam que autoridades ianques protegem Joaquín Gúzman Loera vulgo "El Chapo".

Também, o legislador federal condenou a presença em território mexicano de agentes da CIA que com o pretexto de ajudar o governo federal na luta contra o narcotráfico querem desestabilizar o país.

"É um assunto muito delicado porque o fato de que estejamos nós com problemas sérios de segurança pública, não implica que tenhamos que por em jogo a soberania do país. Eu ultimamente tenho visto que autoridades ianques não são confiáveis. Temos tido dados de que inclusive o mesmo Chapo esteve protegico por eles sendo que é um dos capos que mais dano está fazendo ao México", afirmou.

Vejam o texto original em CONTRAINJERENCIA e uma tradução livre no blog  NEBULOSA.DE.ÓRION

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Jornalista desvenda as relações entre narcotráfico e governo no México

E o tema não é nada simples. Anabel explica que as relações entre o narcotráfico e o Estado mexicano guardam raízes nos anos 1970. Na época, o governo já tinha acordos tácitos com os chefões da droga. A grande diferença em relação aos dias de hoje, no entanto, é que havia total controle das instituições estatais sobre os cartéis. "O governo era uma autoridade inconteste sobre os traficantes e lhes dizia o que podiam e não podiam fazer. O Estado tinha forças para impor suas regras", conta.

Entretanto, o cenário começou a mudar na década de oitenta, com a introdução da cocaína – sempre ela – no mercado mexicano. "Quando se tratava somente da maconha, os narcotraficantes não tinham tanto poderio", diz Anabel. Não é difícil entender. A maconha é mais difícil de transportar: ocupa mais espaço, pesa mais e tem que ser vendida em grandes quantidades para que ofereça ganhos significativos. Por outro lado, a cocaína é leve e cara. Grandes carregamentos chegam a valer milhões de dólares.

"Os colombianos dos cartéis de Cáli e Medelín se associaram aos traficantes mexicanos para levar cocaína ao mercado norte-americano", explica Anabel Hernández. Os sul-americanos queriam explorar a imensa e desértica fronteira que existe entre México e Estados Unidos, uma vez que as rotas que costumeiramente utilizavam, passando pelo Caribe, eram cada vez mais conhecidas pelas autoridades. "Os traficantes começam a concentrar grande poder econômico no país. A conexão com os colombianos fez com que os cartéis mexicanos tivessem uma visão mais ampla do tráfico, que começou a ser encarado como um grande negócio".

Segundo Anabel, a CIA também desempenhou um importante papel no processo de fortalecimento dos chefões mexicanos da droga nos anos oitenta. Para incrementar o apoio que prestava aos contras – grupo que lutava nas selvas nicaraguenses para derrubar o governo sandinista –, a agência de inteligência estadunidense teria feito um pacto com os traficantes: "Fariam vista grossa ao transporte de droga aos Estados Unidos se os cartéis ajudassem a financiar a contrarrevolução na Nicarágua. Há documentos desclassificados aos quais tive acesso que comprovam esta relação". 





O texto completo está no Opera Mundi

domingo, 19 de junho de 2011

O papel de Wall Street no narcotráfico

A política dos EUA para o México é um pesadelo. Ela minou a soberania mexicana, corrompeu o sistema político e militarizou o país. Obteve também como resultado a morte violenta de milhares de civis, pobres em sua maioria. Mas Washington não está nenhum pouco preocupado com os “danos colaterais”, desde que possa vender mais armas, fortalecer seu regime de livre comércio e lavar mais lucros das drogas em seus grandes bancos. Os principais bancos dos EUA se tornaram sócios financeiros ativos dos cartéis assassinos da droga. A guerra contra as drogas é uma fraude. Ela não tem a ver com proibição, mas sim com controle. O artigo é de Mike Whitney.

domingo, 3 de abril de 2011

Segundo documentos desclassificados, a CIA financiava o narcotráfico mundial (+Vídeo)

A Agência norte-americana de inteligência (CIA, por suas siglas em inglês) ajudava o narcotráfico para recolher recursos para realizar suas operações clandestinas, segundo apontam documentos com selo federal ianque que foram desclassificados.

A história das relações entre a CIA e o narcotráfico começou nos anos 70 e teve ponto culminante nos anos 90.

Mais de 8.000 documentos do governo federal desclassificados pela Ata de Informação Pública revelam detalhes destes controvertidos vínculos. Informes da década de 80 mostram que para se opor à presença militar soviética no Afeganistão, os EE.UU. gastaram mais de 2 bilhões de dólares no financiamento da resistência afegã através dos cartéis de drogas. Os mesmos documentos indicam que a CIA também esteve envolvida com narcotraficantes latinoamericanos.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

terça-feira, 29 de março de 2011

Maioria das armas dos traficantes vem de dentro do País

A CPI das Armas, aberta no início de março na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), pelo deputado Marcelo Freixo (PSol), revisita um tema já investigado pela Câmara dos Deputados, em apuração concluída em 2006. Entre os principais representantes da sociedade civil que auxiliaram os parlamentares estava Antonio Rangel Bandeira, pesquisador do projeto de Controle de Armas da ONG Viva Rio. O sociólogo foi o primeiro a ser ouvido pela CPI fluminense, em sessão na segunda-feira 21. Coube ao acadêmico, autor de uma pesquisa sobre o tráfico de armas no Brasil, situar os deputados sobre os números e principais resoluções obtidas pela pesquisa e a CPI do Congresso.
Bandeira, em entrevista à CartaCapital, detalha os pontos e propostas apresentadas em sua fala na Alerj. Para ele, a Comissão deveria concentrar seus esforços em investigar o tráfico interno de armas, que corresponde a 93% do armamento ilegal do país. Pelo levantamento, 63% destas armas foram vendidas de forma legal antes de entrarem para o mercado negro. “Isso demonstra que não há controle interno. As armas saem dos fabricantes e caem na mão do crime organizado. Quem tem que responder por isso são as autoridades brasileiras de fiscalização. Jogam essa cortina de fumaça para dizer que as armas do narcotráfico vêm de fora.”

Confira a entrevista na CartaCapital, via Luís Nassif

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

"Uribe quer converter Honduras em refúgio de seus ministros e chefes do DAS que fogem da justiça!"

TEGUCIGALPA / 2010-11-24 / Uribe apoia seus ministros e chefes do DAS ao asilarem-se no exterior ante o fato de que a justiça colombiana esteja conseguindo "imputações baseadas em testemunhos com comprovada capacidade de mentir e com claros indícios de estar a serviços dos criminosos"

Seu comunicado de imprensa dramático e desesperado em 8 pontos foi lançado do território hondurenho e não de Bogotá, como este afirmou.

Ao mesmo tempo o comunicado foi enviado ao mundo, pois o ex-presidente colombiano foi condecorado pelo Congresso Nacional em Honduras com a ordem máxima Francisco Morazán, um fato que o promotor hondurenho Jari Dickson Herrera consideroua este repórter como um ato vergonhoso e grosseiro por ser um genocida e carniceiro do povo colombiano.

Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Calderón responsabiliza EUA por violência de drogas no México

O presidente do México, Felipe Calderón, disse em uma entrevista à BBC que os Estados Unidos têm uma "clara responsabilidade" na questão da violência gerada pelo tráfico de drogas no seu país, e que não estão "fazendo a sua parte" para combater esse problema.

Em uma conversa com o jornalista Stephen Sackur no programa de televisão "HARDtalk", Calderón argumentou que o vizinho do norte é o maior comprador de drogas dos cartéis mexicanos e o maior fornecedor de armas para eles.

Só no ano passado, a violência gerada pelo narcotráfico resultou na morte de mais de 7 mil pessoas. Desde 2006, as mortes superam 28 mil.


Vejam mais detalhes no PORTAL VERMELHO

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

The Washington Post: Estados Unidos é o vergonhoso fornecedor de armas para o narcotráfico

Os cartéis de droga mexicanos "tem uma fonte externa de finaciamento e armamento: vergonhosamente, essa fonte é o Estados Unidos", escreveu hoje o diário The Washington Post em um editorial.

O periódico recordou as recentes palavras de Hillary Clinton, que comparou a situação do México com a que viveu a Colômbia há duas décadas, e assegurou que a secretaria de Estado ianque "está certa no sentido de que os cartéis da droga tem chegado a controlar partes desse país".

Nessas partes, "tratam de substituir o Estado, como o presidente mexicano Felipe Calderón disse no mês passado", agregou.

The Washington Post citou também um novo estudo que reflete a "abundância de armas ianques" que chegam às mãos das quadrilhas de narcotraficantes e a "insuficiência dos esforços dos Estados Unidos para parar esse tráfico ilegal".

Vejam mais detalhes em CUBA DEBATE

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Paraguai: perigosas coincidencias

José Antonio Vera (especial para ARGENPRESS.info)

A presença de especialistas ianques em contra-insurgência e no combate ao narcotráfico, que operam legalmente em uns departamentos do centro noroeste do país, não tem motivado nenhum debate público no Paraguai, apesar de constituir um programa de cooperação projetado a longo prazo, similar ao que opera na Colômbia, cuja aplicação atual tem sido declarada inconstitucional pela Corte.

Essa presença no Paraguai não tem requerido também aprovação parlamentar, presumivelmente porque ambos os governos decidiram convalidar discretamente um convênio de cooperação vigente deste outubro de 1961, subscrito pela General Alfredo Strossner e seu colega ianque Dwight David Eisenhower.


Vejam mais em ARGENPRESS.INFO

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

NOVOS "VAZAMENTOS" ATINGEM A CANDIDATURA SERRA

"Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do banco Bradesco, 'vazou' nesta 5º feira informações que atingem de forma letal a candidatura Serra. Aspas para as inconfidencias de Trabuco: I] "O que sentimos, tendo por base nosso relacionamento com 1,4 milhão de empresas, é que o Brasil está crescendo em todos os setores. Não há uma dependência setorial"; II] "...11 milhões de brasileiros vão viajar pela primeira vez de avião nos próximos 12 meses" ; III] "...o Brasil passará nos próximos anos pelo melhor ciclo econômico de sua história; vamos vivenciar, na segunda década do século XXI, aquilo que foi chamado de "sonho americano". Ao longo do dia, de diferentes áreas do governo e da economia, outros vazamentos sacudiriam a combalida higidez da candidatura José Serra, a saber: a] BC interrompe alta dos juros; b] carga tributária declina; c] vendas recordes de automóveis em agosto; d] massa salarial tem aumento real de 32,7% entre 2004 e 2010; e] classes C e D já superam a classe B em poder de consumo; f] setor industrial investe R$ 549 bilhões até 2013; g] definida a capitalização da Petrobras: fatia estatal da empresa deve saltar de 29% para 42% e garantir --à revelia do condomínio midiáticotucano-- a soberania brasileira no pré-sal; h] infraestrutura teve R$ 199 bilhões em investimentos entre 2005 e 2008; terá mais R$ 310 bilhões entre 2010-2013; i] Brasil realiza os três maiores investimentos em geração de energia elétrica do planeta - Jirau e Santo Antônio e Belo Monte; j] otimismo dos brasileiros atinge o maior nível em 9 anos... Visivelmente abalado, no final do dia, o candidato tucano retomaria seu discurso contra as Farcs, contra Moráles, o narcotráfico, o PT..."

(Carta Maior e a insuportável peneira de vazamentos pró-Dilma; 02-09)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Álvaro Uribe Vélez, o "precursor do Narco-Estado"

Álvaro Uribe Vélez, o "precursor do Narco-Estado", como tem sido denominado por um dos mais importantes centros de investigação em matéria de narcotráfico internacional, "The Narco News "http://www.narconews.com) desde que em 1997 e 1998, os agentes de aduanas dos Estados Unidos na California detiveram três naves suspeitas com destino a Colômbia que, descobririam logo os agentes, carregavam um total de 50 toneladas permanganato de potássio, um precursor químico chave, necessário na manufactura de cocaína.

E de acordo com um documento assinado pelo chefe da DEA Donnie R. Marshall em 3 de agosto de 2001, as nave se dirigiam a Medellín, Colômbia, em nome de uma empresa chamada GMP Produtos Químicos. As 50 toneladas do precursor químico destinada a GMP eram suficientes para fabricar 500 toneladas de hidroclorato de cocaína, com um valor na rua de 15 milhões de dólares. O dono da GMP Produtos Químicos, de acordo acordo com o relatório da DEA de 2001, era Pedro Juan Moreno villa, o chefe de campanha e ex-secretário de governo durante o período de Uribe como Governador de Antioquia. De 1995 a 1997, Moreno era o secretario de governo e sua mão direita. Durante esses anos, segundo o então chefe da DEA Marshall, "entre 1994 e 1998, GMP foi o maior importador de permanganato de potássio na Colômbia.

Vejam o texto completo em TERC3RA INFORMACIÓN

quinta-feira, 1 de abril de 2010

México: infância perdida em Ciudad Juárez

México: infância perdida em Ciudad Juárez

No livro organizado por Nashieli Ramírez, crianças contam como é viver em meio ao fogo cruzado do tráfico. O resultado é assustador: mais de 80% temem se tornar a próxima vítima da violência

São crianças de quatro a oito anos. Têm medo de ir ao parque, de brincar do lado de fora ou de ficarem sozinhas em casa. A causa comum de todos esses traumas: o narcotráfico. Em Ciudad Juárez, cidade mexicana abalada pela criminalidade, 85% das crianças considera a rua como o lugar mais perigoso para se estar, conforme revela o livro Un, dos, tres por mi y por todos mis amigos, publicado em março. Testemunhos e desenhos feitos por crianças de Juárez foram reunidos pela Associação Civil Ririki e dão voz a milhares de meninas e meninos que lidam todos os dias com os desafios de se viver em uma das cidades mais perigosas do mundo. Segundo a Secretaria de Defesa Nacional do México, 1.326 menores de 18 anos foram assassinados desde 2006 em episódios relacionados ao narcotráfico em Juárez.

Continua no Operamundi.


Narcotráfico gera recursos à CIA para suas operações de desestabilização e extermínio

Veja este excelente vídeo. Como a CIA introduziu o crack e a cocaína nos Estados Unidos, assim gerava vultosos recursos, com os quais financiar os CONTRAS na Nicarágua... entre outras operações encobertas... (1)

E hoje?

Ninguém tem se perguntado por que o narco número 82 na listas dos narcos mais procurados da DEA é o presidente de uma país, e não conseguem "encontra-lo" (Uribe na presidência da Colômbia)?

Ninguém tem se perguntado com que dinheiro a CIA financia suas multiplas operações de desestabilização e extermínio da reivindicação social? ...Golpe de Estado em Honduras e rápido crescimento da Estrutura paramilitar em Honduras, desestabillização do processo emancipativo na Venezuela. Massacres e extermínio da reivindicação social mediante a ferramenta paramilitar na Colômbia, em Honduras, no Peru, no México; injeção de Maras para a desintegração do tecido social em toda América Central...

Vejam o texto completo do artigo em KAOSENLARED.NET