Mostrando postagens com marcador utopia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador utopia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de março de 2012

Da utopia à revolta, da indignação à revolução

por Miguel Urbano Rodrigues
Este início do século XXI será recordado como uma das épocas mais trágicas e belas da História da Humanidade. Mas as atuais gerações, quando comentam os efeitos da crise mundial que hoje atinge a quase totalidade dos povos e meditam sobre a onda de barbárie que varre o planeta, são empurradas para conclusões pessimistas. O que captam do tempo histórico em movimento é sobretudo o lado mais sombrio. 

Vejam mais em PATRIA LATINA

sábado, 23 de julho de 2011

"Projeto petista encalhou e precisa ser revisto", diz Viana


Como o Brasil se situa no debate sobre Marx? 
Não se situa. O Brasil está vivendo a ditadura da economia, no pior sentido.
Mesmo com o Partido dos Trabalhadores? 
Mesmo com o PT, e sobretudo com o PT. Veja, eu votei na Dilma, entendo que o projeto includente da sociedade é o melhor que tem, mas isso não abstrai a crítica à esquerda. Qual é o sentido de você promover uma inclusão social? Uma inclusão que se dê apenas pelo consumo pode guinar à direita ou à esquerda...
Pode conduzir a uma nova crise? 
A uma crise imensa. Nós não temos, de um lado, aproveitado esse largo período de liberdade para criar uma consciência social, uma participação ativa na vida social, a partir do próprio exemplo da classe dominante.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Dialética da Utopia

Por Mauro Santayana

O documentário de Silvio Tendler Utopia e barbárie é referência necessária ao exame da história contemporânea, ao lado de outros estudos marcantes, como os livros de Chomsky e de Bárbara Tuchman – sem falar nas análises filosóficas mais profundas de Hannah Arendt e dos expoentes da Escola de Frankfurt. Como trabalho cinematográfico, a obra de Tendler se identifica com o clássico Mourir à Madrid, de Frédéric Rossif, de 1963. Mas Silvio nos espicaça com inquietação explícita: até onde a barbárie pode alimentar-se no combate à utopia?

A discussão não é nova, mas muitos procuram evitá-la, nutridos do sumo de justiça e da busca de seus sonhos proféticos. A mais bela e forte das utopias é a do cristianismo, que nos promete a realização do Reino de Deus entre os homens. Sem ela, a vida no Ocidente teria sido insuportável, mas sua associação ao poder temporal, com Constantino e Ambrósio, trouxe o conformismo e a frustração.

Vejam o texto completo no JBONLINE

quarta-feira, 17 de março de 2010

"Utopia e barbárie" chega aos cinemas em abril

Documentário de Silvio Tendler reconstrói o mundo a partir da II Guerra Mundial. O filme, que percorreu 15 países, faz uma revisão nos eventos políticos e econômicos, que desde a metade do século XX elevaram ao risco e até ao desaparecimento dos sonhos de igualdade, de justiça e harmonia, em busca de entender as questões que mobilizam esses dias tumultuados: a utopia e a barbárie. Ao longo de quase duas décadas de trabalho, Silvio Tendler fez uma minuciosa pesquisa e reconstruiu parte da história mundial, através do olhar de diferentes personagens.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

domingo, 12 de julho de 2009

Nazismo e Stalinismo: A Falsa Simetria














Há poucos dias, a Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa aprovou uma resolução que equiparou o Stalisnimo ao Nazismo. Trata-se de um erro grave que parte de uma premissa falsa e, no fim das contas, apenas relativiza o que foi o Nazismo - coincidência ou não, num momento em que ocorre uma ascenção de movimentos de extrema-direita no continente europeu.

O Nazismo é uma ideologia que deve ser banida porque rompe com um patamar mínimo civilizatório conquistado no Iluminismo. Seu objetivo é chegar na Utopia eugênica - na verdade, uma terrível distopia -, onde um Estado tecnocrático comandado por humanos geneticamente superiores - entenda-se, germânicos - mantêm as demais etnias - "raças", na sua concepção - em estado de permanente escravidão, matando, à priori, os grupos irremediavelmente incompatíveis com esse projeto. O fim perseguido pelo Nazismo, portanto, já é um crime em si mesmo e qualquer meio que venha a se empregado para atingi-lo será invariável e igualmente iníquo - e o termo crime aqui está sendo empregado no sentido de atentado a princípio ético fundamental para a convivência humana, portanto, vai além da mera concepção juspositivista.



Vejam o texto completo no blog O Descurvo