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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Con una carta abierta, Michael Moore denuncia "un golpe" detrás del plan de salvataje

En el mensaje, que fue subido hoy a su página web, el documentalista afirma que se está cometiendo el mayor robo de la historia de los Estados Unidos. Denuncia que, antes de dejar la Casa Blanca, Bush y sus allegados están saqueando cada dólar que pueden del Tesoro norteamericano.

El documentalista Michael Moore, que en los últimos años no ha ahorrado críticas contra George W. Bush, publicó hoy en su página web una carta sobre la crisis financiera que atraviesa los Estados Unidos en la que denuncia que el plan de salvataje acordado ayer en el Congreso constituye un verdadero "golpe" para saquear el Tesoro norteamericano.

Moore dice que aunque en esta oportunidad no se estén usando armas, están tomando de rehenes a 300 millones de personas, en referencia a la población estadounidense. Y advierte que pese a lo que digan, o a las palabras atemorizadoras que utilicen, su único objetivo es mantener y acrecentar su fortuna.

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domingo, 28 de setembro de 2008

"No se pueden dar 700.000 millones a los bancos y olvidarse del hambre"

Hans-Gert Poettering (Alemania, 1945), ocupa la presidencia del Parlamento Europeo desde principios de 2006. Democristiano militante se muestra escandalizado porque se destinen 700.000 millones de dólares para salvar a los banqueros en lugar de destinarlo a la lucha contra la pobreza. Defiende la economía social de mercado de la UE y apuesta por un sistema bancario más regulado y transparente. Poettering visitará España entre el 2 y el 4 de octubre.

Vejam mais no EL PAÍS (edición impresa - economía)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Congresso americano se nega a dar cheque em branco para Bush combater crise

Washington, 22 set (EFE).- Os líderes democratas do Congresso americano se negaram nesta segunda-feira a dar um cheque em branco para o Governo de George W. Bush realizar um dos maiores resgates financeiros da história do país e propuseram cláusulas para o controle do dinheiro.
Nesta segunda, por meio de um comunicado com o objetivo de marcar o debate público do dia, o presidente Bush insistiu ainda na necessidade de atuar "rapidamente". Ele pediu aos legisladores que não incluam cláusulas sem relação com a crise financeira no projeto de lei discutido no Congresso ou disposições que prejudiquem sua efetividade.
Entretanto, os democratas deixaram claro que não vão assinar um cheque de US$ 700 bilhões, volume do pacote negociado, para que o Governo faça o que quiser.
"Seria algo sem precedentes lhe dar US$ 700 bilhões para, virtualmente, um indivíduo sem nenhum tipo de supervisão, transparência e prestação de contas", declarou o democrata Christopher Dodd, presidente do Comitê de Bancos do Senado, em uma entrevista à rede de TV "CBS".


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