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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sem regulação pública, Telefônica é um fracasso generalizado

Apesar de a empresa não assumir, usuários do Speedy, o serviço de internet de banda larga da gigante Telefônica, já contam quatro panes que derrubaram o sistema somente este ano. A história é antiga: desde sua chegada ao Brasil, a empresa espanhola tem estado entre as primeiras posições – e não raro tem sido a grande campeã – de reclamações em diversos órgãos de defesa do consumidor, causando cada vez mais prejuízos aos seus usuários, especialmente na cidade de São Paulo.

Com a quarta falha, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu no dia 22 de julho a Telefônica de vender novas assinaturas de seu serviço de banda larga. A empresa, para voltar a operar normalmente, terá que apresentar à Anatel um plano de investimentos de reestruturação em suas atividades.

Texto completo na comunidade do blog do Luís Nassif.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Compensação a assinantes do Speedy vai custar R$ 24 milhões à Telefônica

Valor que representa o desconto aos 2,29 milhões de assinantes do Speedy não inclui multas contratuais nos serviços prestados a grandes empresas e órgãos de governo, que também foram afetados.

Mais no BR-Linux.

Foi a placa! Laudo do CPqD explica apagão da Telefonica

A Telefônica, em comunicado, disse que enviou nesta sexta-feira à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o laudo com as causas no apagão do Speedy, serviço de banda larga da operadora, no começo de julho.

Continue lendo no BR-Linux.

sábado, 5 de julho de 2008

Telefônica propõe abater em dobro horas sem serviço; entidades recusam

A Telefônica ofereceu hoje às entidades de defesa do consumidor e ao Ministério Público abater da próxima fatura de seus clientes, em dobro, o tempo que o assinante de internet ficou sem o serviço. Com isso, cada conta teria o desconto de 72 horas, já que a Telefônica admite problemas na rede durante 36 horas. Para os clientes corporativos, os contatos serão feitos individualmente de acordo com os respectivos contratos.

As entidades, no entanto, não aprovaram a proposta. O Procon-SP a considerou tímida diante do problema. Uma pane no sistema da Telefônica derrubou a internet e chegou a afetar serviços de registro de boletins de ocorrência, por exemplo.

Maria Inês Dolci, diretora da Pro Teste, uma das entidades que participou da reunião, também recusou a idéia. "O dobro é muito pouco para compensar esse enorme transtorno do consumidor", afirmou.

Texto completo na Folha Online.


Quem paga pela queda da internet? Socialização das perdas

Eu queria saber quem vai pagar pela internet derrubada desde ontem.

Quem vai calcular o tamanho das perdas?

Das vendas que deixaram de ser feitas? Dos contatos que ficaram para mais tarde? Dos produtos que deixaram de ser entregues?

E esses são apenas os prejuízos contabilizáveis, pois os outros, os danos morais, a irritação, a tensão, o estresse, esses são incalculáveis. Eles têm o chamado valor do intangível, como alguns economistas tratam marcas e outros bens assemelhados, não concretos, intocáveis, mas valiosíssimos.

A queda de serviços foi de uma extensão nunca vista --pelo menos, por este escriba, que acompanha o mundo da informática há mais de 15 anos.

Este texto é parte do blog Curto-Circuito - Informática da Folha.