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domingo, 19 de julho de 2015

Para que serve a Veja?

Por projetar atletas como as irmãs Luana e Lohaynny é que o Pan é tão importante. Afinal é hora de adquirir mais experiência e confiança para o que vem pela frente: as Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016, a primeira realizada no Brasil. Mas não é assim que pensa a revista semanal Veja.
Em sua mais recente edição, a publicação estampou na capa a seguinte pergunta: Para que serve um Pan? No texto, desmerece a competição com argumentos conhecidos, como a de que alguns países, como os Estados Unidos e até o Brasil, não enviaram seus principais atletas para o Canadá, já que alguns são deslocados para competições específicas de seus esportes simultâneas ao evento. 
Veja lembra que atletas como o nadador Michael Phelps nunca participaram de um Pan, mas se esquece de outros nomes importantes que foram e são expressivos nas marcas dos Jogos. O nadador brasileiro Thiago Pereira não só está em Toronto como pode se tornar o maior medalhista de toda história dos Pan-Americanos.
Ao tentar desmerecer o Pan, Veja lança comparações descabidas com a NBA (liga de basquete profissional americana que inclui um time canadense) e aposta que o que ficará na memória será apenas a apresentação do Cirque du Soleil na abertura.

Veja ignora assim os esforços de todos os 590 atletas brasileiros enviados ao Pan, 314 homens e 276 mulheres que compõem nossa melhor geração olímpica. Despreza também casos impressionantes de superação muitas vezes escondidos pela euforia das vitórias.

Confira no R7

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Melancólico fim da revista “Veja”, de Mino a Barbosa

Uma das histórias mais tristes e patéticas da história da imprensa brasileira está sendo protagonizada neste momento pela revista semanal "Veja", carro-chefe da  Editora Abril, que já foi uma das maiores publicações semanais do mundo.
Criada e comandada nos primeiros dos seus 47 anos de vida, pelo grande jornalista Mino Carta, hoje ela agoniza nas mãos de dois herdeiros de Victor Civita, que não são do ramo, e de um banqueiro incompetente, que vão acabar quebrando a "Veja" e a Editora Abril inteira do alto de sua onipotência, que é do tamanho de sua incompetência.
Para se ter uma ideia da política editorial que levou a esta derrocada, vou contar uma história que ouvi de Eduardo Campos, em 2012, quando ele foi convidado por Roberto Civita, então dono da Abril, para conhecer a editora.

Confira no Balaio do Kotscho, via Jornal GGN.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Uma mostra do jornalismo ideológico da Veja



A revista Veja não faz jornalismo.
Faz propaganda ideológica.
Eis a prova dos nove feita pelo jornalista Augusto Bissón: quando FHC trouxe médicos cubanos, eles foram tratados como doutores bem-vindos.Agora, podem colocar em risco a saúde da população.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

PLEBISCITO: O PATRICIADO E A PLEBE

 
Elio Gaspari,  Eugenio Bucci e Merval Pereira manifestaram-se recentemente  contrários à proposta de plebiscito formulada pelo governo Dilma. Para eles, a iniciativa de reformar a estrutura política do país não guarda qualquer aderência com as inquietações recentes expressas nas ruas. Alckmin, Aécio, Ronaldo Caiado, Serra, Larry Rothers (o do New York Times) e Gilmar Mendes, entre outros, pensam assim também. 


 A palavra plebiscito costuma provocar urticária na sensível epiderme conservadora por conta do recorte político claramente embutido em sua etimologia. A história da palavra marca o encontro de dois termos latinos (plebs e scitum) que podem ser traduzidos como o ‘decreto da plebe', a ordenação social definida por ela, digamos assim. Outro entendimento deriva da  junção do latim, plebs scit .  E, neste caso, a colisão com a visão histórica do patriciado de todas as épocas é ainda mais inflamável: ‘a plebe sabe', dardeja a etimologia. 

 Os centuriões da ordem, de todas as ordens, se arrepiam: se a plebe, o estamento intermediário na Roma antiga, sabe, em breve  os escravos evocarão também esse direito. A questão crucial em todas as travessias de ciclo histórico é a reforma do poder: 'quem sabe' definir melhor o passo seguinte da sociedade.  

Elio Gaspari, nos anos 80, acreditava que quem sabia era o coronel  Heitor Ferreira de Aquino. O porta-recados da ditadura, e secretário do general Golbery (segundo na hierarquia da ditadura Geisel), despachava regularmente com o então diretor-adjunto da revista 'Veja'. Não raro, na véspera do fechamento, a voz da secretária  ecoava pressurosa  pelos corredores da semanal dos Civitas: ‘Eeeliiiooo, o Heitor, o Heitor!  E lá ia o atual crítico do plebiscito beber  direto na fonte de quem sabia, na sua concepção de sabedoria.  

 Heitor, uma espécie de faz-tudo de Golbery, de fato sabia. Muito. Um lado da história. Mas não toda ela. Sobretudo, não sabia o lado da rua. O da plebe que a seus olhos, a exemplo do patriciado atual,  estava alheia às questões do poder e da estrutura política. Até que em 1983 surgiu o ‘Diretas Já!' e , em 1988, uma Constituinte esticou o perímetro da cidadania a limites até hoje não digeridos pelo patriciado que, pelo visto, rechaça viver a experiência novamente. 

 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Davis Sena Filho
DAVIS SENA FILHO 
O pasquim Veja é uma vergonha para o jornalismo e para quem o exerce. Baseia-se, propositalmente, em um jornalismo meramente declaratório e em off, porque a intenção é criar uma atmosfera para derrubar um governo trabalhista


Todo mundo sabe, até os ímpios, os brucutus, os perversos e os patifes que a revista Veja, a Última Flor do Fáscio, é um pasquim de péssima qualidade editorial, e, por sê-lo, não é levado a sério, porque se fosse o povo brasileiro acreditaria nela, o que não é o caso, porque ninguém, a não ser a parte da classe média pequena Mussolini, a mesmíssima que, por meio do DNA, ainda usa vassouras janistas, realiza, de forma ridícula e total falta de senso, as marchas contra a "corrupção", que reúnem meia dúzia de gatos pingados convocados pelas redes sociais, bem como se transformam, de maneira permanente, em viúvas de Carlos Lacerda, político de extrema direita, golpista, e, lamentavelmente, conhecido pela alcunha de Corvo.

Vejam mais no 247

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Morre Roberto Civita, presidente do conselho de administração do Grupo Abril

Morreu às 21h41 deste domingo, em São Paulo, aos 76 anos, o empresário Roberto Civita, devido à falência de múltiplos órgãos. Civita estava internado no Hospital Sírio-Libanês há três meses para a correção de um aneurisma abdominal. O velório acontece nesta segunda-feira, das 11h às 17h, no Crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, São Paulo.

(...)

Ele assumiu a presidência do Grupo Abril em 1990, após a morte de seu pai, e, sob seu comando, diversificou os negócios da empresa, tornando-a um dos maiores conglomerados de comunicação da América Latina, com atuação nas áreas de mídia (revistas, conteúdo e serviços online, TV segmentada, e-commerce e database marketing), educação (livros didáticos e sistemas de ensino), gráfica, distribuição e logística. Atualmente, o Grupo Abril emprega mais de nove mil funcionários e em 2012 sua receita líquida foi de R$ 2,98 bilhões.


Confira o necrológio completo, da Agência Estadão, no Correio do Povo

sábado, 18 de maio de 2013

Veja usa carro de líder do PSDB no Acre...

...para rondar a casa do governador Tião Viana; equipe da Veja se encontra em Rio Branco para acompanhar a Operação G-7, que deteve o diretor da Secretaria de Saúde do Acre, Tiago Viana das Neves Paiva, que é sobrinho do governador; "Não fiquei surpreso com essa relação promíscua. A revista Veja há muito tempo deixou de fazer jornalismo. Faz panfletagem tucana para atingir governos do PT", disse o secretádio de Comunicação do governo, Leonildo Rosas.

Vejam mais em 247 

domingo, 21 de abril de 2013

Altamiro Borges: O luxuoso banheiro de Joaquim Barbosa

Durante o midiático julgamento do chamado “mensalão do PT”, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), virou o novo herói dos falsos moralistas – que lembram os golpistas da velha UDN. Nas vésperas das eleições municipais, por motivos óbvios, ele foi a principal estrela da TV Globo.  

Vejam mais no PORTAL VERMELHO

terça-feira, 12 de março de 2013

‘Época’ e ‘Veja’ entre facciosismo e demonização

As duas revistas semanais brasileiras com maior circulação – Veja (13/3) e Época (11/3) – coincidiram em dedicar a capa ao antichavismo, embora se trate de reportagens diferentes. Na Veja, insulto, desprezo, panfletarismo truculento (“Chávez, a herança sombria”; “A maldição da múmia”). Na Época, um tom mais comedido, apuração menos superficial, embora o título da reportagem, no interior da revista, seja uma patacoada verbal metafórica: “À sombra de um corpo embalsamado”.
Em ambas, uma foto semelhante na capa: só a metade direita do rosto de Chávez visível.  Em ambas, a mesma finalidade: apresentar os anos Chávez como uma espécie de catástrofe que se abateu sobre a Venezuela, o presidente como um tirano, o povo como massa ignara. Em ambas, ausência total de background histórico.


Continue lendo no Observatório da Imprensa.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Policarpo Jr é processado criminalmente por Alfredo Nascimento e PCdoB

O senador Alfredo Nascimento (PR-AM) está processando os jornalistas da revista Veja, Policarpo Júnior, Rodrigo Rangel, Hugo Marques e Daniel Pereira. Trata-se de queixa-crime por Difamação, Injúria e Calúnia. A ação é penal, portanto é possível levar à condenação de até 3 anos e 6 meses de detenção, além de multa. 


Vejam mais (inclusive docs. do TJDFT) no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Os canhões midiáticos atiram contra Lula

Brasilia – Últimas notícias, extra, extra! “Lula viaja para a Europa, fugindo das denúncias de corrupção que o têm preocupado”; “Revelações do empresário Marcos Valério confirmam a vinculação de Lula com o mensalão”; “Golpeado pelas denúncias, o ex-presidente ameaça voltar a ser candidato”; “Lula ataca a imprensa”.

As manchetes acima são dos canais de televisão, sites da internet e alguns jornais brasileiros, nos últimos quinze dias.

Como se sabe, noticiar não é informar: a narração dos dias que correm, especialmente aquela divulgada em tempo real, busca, por definição, impactar o telespectador, mesmo que o preço a pagar seja mutilar os fatos e escamotear dados indispensáveis para que o público saiba o que está ocorrendo.

Contar de maneira anômala os acontecimentos é característico do espetáculo midiático global, nem sempre responde a motivações ideológicas. O que o distingue, no caso brasileiro, é a deformação seletiva sobre praticamente tudo o que diz respeito a Lula. O ex governante e líder do Partido dos Trabalhadores (PT) é um personagem crucial no panorama político do país e o dirigente brasileiro de maior estatura mundial – sua influência externa só se equipara à de Dilma Rousseff – e aquilo que se conta/inventa sobre ele, aqui em Brasília, às vezes sofre uma segunda distorção, ao chegar aos jornais de Washington, Buenos Aires ou Madri.

Vejam mais em CARTA MAIOR

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Diz o noticiário que o ex-senador Gilberto Miranda estaria indiciado na operação da Polícia Federal por conseguir um parecer favorável para ocupar uma ilha, sob licença do Patrimônio da União. 

Mas a operação da PF não se chama "Ilha da Fantasia", e sim "Porto Seguro", porque está associada a pareceres fraudulentos ou "acelerados" do interesse de empresas que exploram terminais portuários. 

Em decorrência da Operação, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) exonerou Ênio Soares Dias, chefe de gabinete da agência, e determinou o afastamento, com abertura de sindicância interna, do procurador-geral do órgão, Glauco Alves Cardoso Moreira, e do ouvidor Jailson Santos Soares.  

Vejam mais em BRASIL ATUAL

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Por que é certo indiciar Policarpo

Tiremos o excesso das palavras que têm varrido as discussões políticas, jurídicas e ideológicas no Brasil. Somos, subitamente, a pátria dos “quadrilheiros”. Policarpo está longe de se enquadrar, tecnicamente, nesta categoria, e disso estou certo. Não vararia madrugada em redação se recebesse de Cachoeira mais que dossiês.
Mas, por ter se tornado tão próximo de Cachoeira, ele acabou se deixando usar por um grupo no qual o interesse público era provavelmente a última coisa que importava. Logo, havia um envenenamento, já na origem, nas informações que ele recebia e publicava. Que Policarpo não se tenha dado conta do pântano em que pescava denúncias não depõe a favor de sua capacidade de observar, mas miopia não é crime.
Minha convicção é que ele não terá dificuldades, perante a justiça tão louvada pela mídia por sua atuação no Mensalão, em provar que fez apenas jornalismo com Cachoeira – ainda que mau jornalismo.
Mas é necessário que Policarpo enfrente o mesmo percurso de outros envolvidos neste caso. Ele deve à sociedade, e ao jornalismo, explicações.
Teria sido infame não arrolá-lo. Isso teria reforçado a ideia de que jornalista é uma categoria à parte, acima do bem e do mal, acima da lei.


Confira o texto completo no Observatório da Imprensa

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Por que a Veja quer Barbosa na presidência do STF?

Historicamente, o pleito não apresenta surpresas. Pela tradição da casa, é eleito sempre o ministro mais antigo que ainda não ocupou o cargo. A bola da vez é Barbosa, que tomou posse em 2003, na sequência de Cezar Peluzo, que se aposentou por idade em 3/9, e de Ayres Britto, que se aposentará pelo mesmo critério em 18/11. Mas o nome de Barbosa está longe de ser consenso entre os colegas. Às vésperas da votação, o juiz recebeu um entusiasmado apoio da revista Veja. O artigo é de Najla Passos.

Associação de historiadores repudia “matéria” de Veja sobre Eric Hobsbawm

Eric Hobsbawm: um dos maiores intelectuais do século XX

Na última segunda-feira, dia 1 de outubro, faleceu o historiador inglês Eric Hobsbawm. Intelectual marxista, foi responsável por vasta obra a respeito da formação do capitalismo, do nascimento da classe operária, das culturas do mundo contemporâneo, bem como das perspectivas para o pensamento de esquerda no século XXI. Hobsbawm, com uma obra dotada de rigor, criatividade e profundo conhecimento empírico dos temas que tratava, formou gerações de intelectuais.

Ao lado de E. P. Thompson e Christopher Hill liderou a geração de historiadores marxistas ingleses que superaram o doutrinarismo e a ortodoxia dominantes quando do apogeu do stalinismo. Deu voz aos homens e mulheres que sequer sabiam escrever. Que sequer imaginavam que, em suas greves, motins ou mesmo festas que organizavam, estavam a fazer História. Entendeu assim, o cotidiano e as estratégias de vida daqueles milhares que viveram as agruras do desenvolvimento capitalista.


Vejam mais em CORREIO DA CIDADANIA

terça-feira, 18 de setembro de 2012

GOLPISMO AGE COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ



"Carlinhos Cachoeira e seu ubíquo braço-direito, o araponga Dadá, não estão mais à solta para emprestar  artes e ofício às reportagens' e 'denúncias'  programadas por 'Veja'. Quase não se nota. Se o plantel perdeu talento específico, o engajamento na meliancia  política ganhou em arrojo e sofreguidão. A constelação de colunistas que orbita em torno daquilo que  'Veja' excreta arregaçou mangas e redobra esforços. A afinação do jogral não deixa dúvida sobre o alvo mais cobiçado. O troféu da vez é Lula, não a pessoa, mas o símbolo de uma barragem que reordenou a política brasileira abrindo espaço às águas do campo popular. O conservadorismo  age como se não houvesse amanhã. A crise econômica não destruiu o governo do PT e o país retoma o crescimento neste 4º trimestre. Então,  é agora ou nunca. Com a ajuda das togas que atiçam o linchamento contra o partido no STF, a mídia demotucana arranca uma escalada preventiva vertiginosa." (LEIA MAIS AQUI)
(Carta Maior; 3ª feira/18/09/2012)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A guerra da Veja contra o retorno de Lula

Do ponto de vista político, a pauta da Veja, já devidamente abraçada pela oposição ao governo federal, parece ter um objetivo claramente definido. No momento em que Lula começa a voltar aos palanques, nas campanhas das eleições municipais, e em que o STF começará a julgar os réus do chamado “núcleo político do mensalão”, a tentativa é de colar uma coisa na outra. Colunistas políticos repercutiram amplamente supostas declarações de Marcos Valério. "Nada impede que uma denúncia seja feita contra Lula mais adiante", sugeriu Merval Pereira, de O Globo.

sábado, 11 de agosto de 2012

Escutas da PF comprovam ligação entre Cachoeira e diretor da revista Veja em Brasília

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) preparou um relatório com informações da Polícia Federal que ligam diretamente Policarpo Jr., diretor da revista Veja em Brasília, ao bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. As informações são da revista Carta Capital. 

O relatório da Polícia Federal flagrou o bicheiro em contato direto com o jornalista para a realização de um grampo no telefone do deputado Jovair Arantes. O objetivo era conseguir informações privilegiadas da relação entre o parlamentar e dirigentes da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Para realizar a escuta ilegal, o contraventor destacou "Neguinho", como é conhecido o delegado da PF Deuselino Valadares, que foi preso durante a Operação Monte Carlo por ser considerado informante da quadrilha de Cachoeira.


Leia mais no R7.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Documentos do MP/MG afogam os tucanos

O colega Amaury Ribeiro Jr foi quem afinou o clã do Cerra na Privataria.

Até quando ele será inimputável ?

Agora, Amaury e Rogério Correia, deputado estadual do PT de MG, acabam com serviço de afogamento dos tucanos na abertura dos trabalhos que absolverão Dirceu no STF.

Em telefonema de Wembley para Nemo Horizonte, Amaury chamou a atenção para:

. Cerra (2 turnos), Aécio e Alckmin conquistam a medalha de ouro: são dos que mais receberam;

. Os empresários confessam que moldaram a mão dos tucanos;

. Dimas Toledo e cria dos Neves, desde Aécio Cunha, pai de Aécio. 


Leiam mais (e vejam os documentos) em CONVERSA AFIADA