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quarta-feira, 3 de julho de 2013

EUA iniciam por Honduras fortalecimento da presença militar na América Central

Para o ano fiscal de 2014, os Estados Unidos preveem uma ligeira diminuição nos fundos destinados para a “luta contra as drogas” no México e na Colômbia, em troca de um aumento para a CARSI (Iniciativa Regional de Segurança para a América Central, por sua sigla em inglês), para a qual o Departamento de Estado solicitou 162 milhões de dólares, ou seja, 26 milhões a mais do que o orçamento de 2012. Apesar de não ser fácil saber exatamente que quantidade de recursos vai chegar a Honduras através de diferentes vias e programas, é lógico pensar que esse país vai gozar de uma atenção privilegiada.


Confira no Opera Mundi.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Proposta de lei de drogas põe Câmara na contramão


Políticos de diversos países, de perfis até mesmo conservadores, vem sugerindo que é tempo de rever a política que sustenta a criminalização dos entorpecentes e que, indiretamente, castiga o próprio usuário que o legislador afirma tutelar.
O STF está prestes a decidir, inclusive, sobre a constitucionalidade da punição do porte de entorpecente apenas para uso pessoal.
E a par de tudo isso, o projeto do deputado Osmar Terra quer aumentar as penas do usuário, estabelecer cadastros, treinar professores para descobrir dependentes e vitaminar a pena do tráfico baseada na natureza do entorpecente –o que tende a incrementar ainda mais a seletividade da punição, por via do crack, negociado nas camadas mais vulneráveis.
Até o projeto do Código Penal, que não tem lá grandes arroubos progressistas, buscou estabelecer diferenças mais seguras entre tráfico e uso, para excluir o usuário do sistema penal.
Mas o projeto na Câmara procura aumentar a tutela sobre o usuário, incorporar professores e médicos no espectro da repressão e manter a ideia da internação compulsória, que só tem servido para propósitos higiênicos-urbanísticos.
O tráfico de entorpecentes é, hoje, a principal causa da hiperprisionalização.

Confira o texto completo no Blog do Marcelo Semer, no Terra Magazine.

terça-feira, 12 de março de 2013

Uruguai defende legalização da maconha perante a ONU

O Uruguai defendeu nesta terça-feira (12), perante a Comissão de Drogas da Organização das Nações Unidas (ONU), o projeto de legalização da maconha que está sendo discutido no país. A delegação uruguaia afirmou que as políticas “proibicionistas” aplicadas nos últimos 50 anos precisam ser revisadas internacionalmente, pois não foram eficazes.



Continue lendo no Sul21.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

México estima que 26 mil desapareceram desde 2006

O governo mexicano estima que 26.122 pessoas desapareceram durante dezembro de 2006 a novembro de 2012, durante o governo do presidente anterior, Felipe Calderón.

A estimativa, divulgada pela secretária de direitos humanos do ministério do Interior, Lia Limon, é muito maior que do que as anteriores feitas pelo governo. A lista inclui mais de 20 mil investigações oficiais em andamento e outros 5.206 casos que ainda estão pendentes.

Na semana passada, a ONG Human Rights Watch disse ter encontrado provas de "desaparecimento envolvendo agentes do Estado".

O grupo diz que 250 desaparecimentos ocorridos durante o governo anterior, do então presidente Felipe Calderón, ocorreram com envolvimento de membros de forças de segurança que estariam ligadas a carteis de drogas.


Confira a notícia da BBC Brasil, no UOL.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Agentes da lei se unem para defender legalização do comércio e do uso de drogas no país

Legalizar a produção, o comércio e o consumo das drogas no país. Esse é o objetivo da filial brasileira da Leap ("Agentes da Lei Contra a Proibição", em português), que reúne juízes, policiais civis, militares, entre outros profissionais de segurança pública. Na visão do grupo, a atual política de combate às drogas "viola a liberdade individual", segundo a presidente da Leap Brasil, Maria Lúcia Karam, e se mostra incapaz de proporcionar "a regulação e o controle" da venda e uso de entorpecentes.


Confira no UOL Notícias

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Miss mexicana de 22 anos morre em tiroteio entre soldados e traficantes

Uma modelo de 22 anos foi morta durante um tiroteio entre soldados e traficantes, no último sábado (24), no Estado mexicano de Sinaloa.
Segundo informações da AP, o corpo de Maria Susana Flores Gamez foi encontrado ao lado de um fuzil AK-47, em uma estrada rural em Mocorito. A polícia ainda não sabe se a jovem usou a arma.

Mais no UOL Notícias

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Guerra contra o tráfico no México já matou mais de 60 mil pessoas

O combate ao narcotráfico no México já deixou um saldo de 60.402 mortos durante os últimos cinco anos, de acordo com estimativas da revista mexicana Zeta. Conforme apurou a publicação, esse número se refere a 75% do total de assassinatos registrados pelo Sistema Nacional de Informação do México. De dezembro de 2006 a outubro de 2011, foram 80.107 homicídios no país.




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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ameaça de atentado aos EUA revela conexão entre DEA e paramilitares mexicanos


A quatro dias da largada para o Pan, o drama ultrapassou de vez as fronteiras do México e ganhou contornos hollywoodianos.
CS-1 é o codinome de um agente, supostamente apenas informante da DEA (agência dos EUA de combate às drogas) e infiltrado no grupo paramilitar mexicano “Zetas”. CS-1 trabalhou na operação “Coalizão Vermelha” que,  segundo anúncio do governo dos Estados Unidos na terça-feira, 11, impediu um ataque terrorista a Washington.
Disseram o procurador-geral dos EUA, Eric Holder, e o diretor do FBI, Robert Mueller, que os iranianos Manssor Arbabsiar e Gholam Shakuri planejavam usar explosivo C-4 para detonar o embaixador da Arábia Saudita nos EUA, Adel Al-Jubeir.
O anunciado complô foi desbaratado, mas deixou à mostra uma incômoda e ainda obscura conexão entre os “Zetas” e seus paramilitares e a troca de informações entre os serviços secretos dos EUA e México.  Afinal, CS-1 era -supostamente - apenas um informante da agência norte-americana DEA e infiltrado nos “Zetas”. A CS-1 os iranianos teriam oferecido US$ 15 milhões para detonar a embaixada saudita.
Durma-se no México com tal conexão.

Confira o texto completo no blog do Bob Fernandes, no Terra