Mostrando postagens com marcador Dilma Roussef. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma Roussef. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Lula: as classes sociais existem


Alejandro Gómez

No Brasil chegou-se a uma situação que desmente categoricamente a tese do fim das ideologias

Em 5 de abril, logo após a negação por parte do Supremo Tribunal Federal do habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, o juiz Moro ordenou sua detenção. Chega-se assim ao desenlace de uma obra dantesca iniciada há vários anos atrás, com a apertada vitória de Dilma Roussef nas eleições para seu segundo mandato. Chega-se assim a uma situação que desmente categoricamente a tese do fim das ideologias, e que nossas direitas regionais hasteiam ante cada microfone que se lhes apresente.

Eterno retorno da luta de classes

"Querido Lula: as classes sociais existem"[1], começa a breve mas contundente carta que Pepe Mujica, ex-presidente uruguaio, escreveu a Lula nestas horas agitadas, ridículas e trágicas. Ante a onda de restauração conservadora e neoliberal, e o ressurgir da teoria de que não existem esquerdas e nem direitas, e de que os problemas sociais são somente fruto da corrupção ou se reduzem a questões de gestão empresarial, esta afirmação de Mujica se torna essencial e necessária.

O que coloca claramente de manifesto no caso brasileiro é a existência das classes sociais, e a presença de antagonismos irreconciliáveis. O que reflete por trás da campanha encarniçada contra Lula é a aliança das classes dominantes em seguida cortar pela raiz a possibilidade, clara, do retorno ao poder do ex-presidente. Nestes últimos anos viu-se como no Brasil os meios de comunicação monopolizados pela Rede Globo, o setor industrial, o financeiro e o partido militar, cerraram fileiras em torno deste objetivo. A destituição de Dilma e a queda de seu governo, vítima também de numerosos erros internos, não eram o fim deste projeto, mas sim um elo a mais. A meta da direita brasileira sempre foi cassar Lula.

Por que? Porque na figura de Lula se encarna o projeto que começou a reverter a história do país mais injusto e desigual da América Latina, projeto que tirou quase 40 milhões de brasileiros e brasileiras da pobreza, que permitiu processos de mobilidade social, que democratizou o acesso à educação, possibilitando o ingresso pela primeira vez de setores excluídos e historicamente discriminados, às universidades. Como assinala Alejandro Grimson em seu artigo de Anfibia[2], Lula foi o responsável de tirar o Brasil do Mapa da Fome da ONU. 

As classes existem, como encabeça a carta Mujica, talvez com a clareza que outorga toda uma vida de luta e andar por essa rota. E no Brasil, a classe dominante faz sentir seu peso nestas horas ao proclamar em cada ato que o governo do PT foi um acidente na longa história de desigualdade do país irmão, e que esse acidente deve corrigir-se e apagar-se da memória. Os privilégios não podem voltar a serem questionados, a riqueza não pode voltar a ser redistribuída de forma um pouco mais justa (um pouco, porque esses setores nunca perderam recursos nem muito menos); os dominados devem voltar a seu lugar de subalternidade. E neste afã, as classes dominantes brasileiras demonstraram que estão dispostas a tudo, inclusive a tirar de si mesmas o último e gasto disfarce de democratas.


A pergunta pela Democracia

Porque estes momentos do Brasil  levam a perguntar-se pelo conceito de democracia e que é o que define um governo ou classe social como tal. Alcança em chegar ao poder mediante o voto popular? Em manter as "formas" republicanas?  É um estado que uma vez conseguido se mantém no tempo, ou é o acaso da democracia algo distinto, uma prática e que como toda prática deve exercitar-se diariamente, ante cada situação ou ato de governo?

Caracterizar a situação do Brasil pode ajudar a responder estas interrogações. Quem hoje governa não chegou através do voto, mas mediante o recurso "constitucional" de destituir Dilma Roussef via processo judicial político. Mas até ali o institucional, já que o processo se desenvolveu sem provas e sob pressão constante dos meios de comunicação. Temer parece então com um presidente sem legitimidade e sem apoio social. Uma vez conseguido esse primeiro objetivo, se lançou a campanha judicial contra Lula. O poder judicial, uma casta senhorial herdeira de outros tempos históricos, se põe a serviço da perseguição de opositores apenas pelo fato de serem opositores; as provas e os fatos não tem vez nessa encenação. Assim, Lula é condenado num processo sem provas. E encerra a saga o voto e a alegação da juíza Rosa Weber que rechaçou o habeas-corpus, desempatando a votação em 6 a 5. Ali se liquidou a doutrina da presunção de inocência, substituindo-a pela presunção da culpalidade, ao votar por "convicções", esclarecendo que poderia rever sua posição se chegassem provas da inocência do ex-presidente. Assim, não é já a culpalidade a que deve ser demonstrada, mas sim a inocência: todo adversário político é culpado até que se demonstre o contrário, pareceria ser a máxima.

Com esta cadeia de fatos, pode-se questionar a qualidade democrática do governo e das instituições brasileiras. Não alcança com a aparência dos lugares comuns, a "separação" de poderes, a imprensa "livre". Há que se questionar as práticas nas quais essa democracia se desenrola. E neste caso o resultado desse questionamento mostra um sistema opressivo e repressivo, que persegue os opositores através dos meios de comunicação e os juízes, enquanto aplica um brutal ajuste sobre os setores médios e populares, enquanto se ataca o trabalho através da instauração das leis mais retrógradas de toda a região. A Democracia deve ser articulada com práticas democráticas reais e não só de nome.

Pode sustentar-se que este sistema é  o que busca consolidar-se através da perseguição a Lula, cerceando com o cárcere a possibilidade de apresentar-se às eleições. Mas o banimento que se busca é mais amplo, as classes dominantes brasileiras buscam banir através da figura de Lula a imensa população humilde, popular, aos setores subalternos que a princípios do século XXI viram melhoras reais em sua qualidade de vida e em seus espaços de participação e representação; essa experiência é a que se busca banir ao perseguir Lula.

Neste contexto trágico e de extrema complexidade, restar ver qual será a reação dessas classes populares, com suas matizes, diferenças e complexidades. Resta ver que capacidade de articular-se em torno de seus pontos comuns, a sua posição de classe oprimida, poderão desenvolver para fazer frente a uma aliança dominante que aparece como um bloco em proveito de seu objetivo central. Um primeiro vislumbre pode ser percebido nas multidões que começam a se mobilizar não reconhecer, junto a seu líder, um erro injusto, produto de um processo sem provas, que agrega uma ferida a mais à  convalescente democracia brasileira.

----

[1] Evo y Maduro rompen el mutismo regional con apoyos a Lula. (jueves 5 de abril de 2018). Tiempo Argentino: https://www.tiempoar.com.ar/articulo/view/75732/evo-y-maduro-rompen-el-mutismo-regional-con-apoyos-a-lula

[2] GRIMSSON, Alejandro. “La autodestrucción de Brasil”. Revista Anfibia: http://www.revistaanfibia.com/ensayo/la-autodestruccion-de-brasil/


Texto completo en: https://www.lahaine.org/lula-las-clases-sociales-existen

domingo, 29 de setembro de 2013

DILMA NA ONU E A REAÇÃO VIRA-LATA



O discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas ainda repercute, especialmente nas redes sociais. E o que se vê, em boa quantidade, infelizmente, é o complexo de vira-lata arraigado em muita gente, aliado a quem tenta, de uma forma ou de outra, desmerecer a postura de nossa presidenta.
É pertinente levantar que espionagem acontece em todos os países; também o é questionar a espionagem interna, feita por indivíduos – esses dotados de algum poder, empresas e até pelo próprio Estado Brasileiro. Mas esses são problemas de ordem doméstica e, sim, devem ser tratados e resolvidos. Mas daí a negar o papel cumprido por Dilma essa semana é uma pouco demais. 


Vejam mais no blog do CADU AMARAL ou em PATRIA LATINA

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Interagentes: Estudo mostra principais detratores e apoiadores de Dilma nas redes sociais

Levantamento analisou 272.264 citações à presidenta entre os dias 11 e 16 de junho no Facebook e no Twitter
Da Redação
A Interagentes, empresa parceira da Publisher Brasil em análise e monitoramento de redes, divulgou mais um estudo no qual foram analisadas mensagens que fizeram referência à presidenta Dilma Rousseff. A análise considerou as maiores autoridades no Facebook e no Twitter, aqueles perfis ou páginas que têm mais compartilhamentos, e mostra os 10 principais críticos e os 10 que mais apoiam o governo.
Confira a íntegra do estudo abaixo:
DILMA NAS REDES: A DISPUTA POLÍTICA NO CIBERESPAÇO  


Vejam mais na REVISTA FORUM

terça-feira, 25 de junho de 2013

DILMA: UM PLEBISCITO E UMA CONSTITUINTE PARA AMPLIAR A VOZ DA RUA NA DEMOCRACIA. A DIREITA UIVA E RUGE CONTRA A SOBERANIA POPULAR . O QUE ELA QUER? 'ORDEM' E UM NAPOLEÃO DE TOGA.

"O segundo pacto é em torno da construção de uma ampla e profunda reforma política, que amplie a participação popular e amplie os horizontes da cidadania. Esse tema, todos nós sabemos, já entrou e saiu da pauta do país por várias vezes, e é necessário que (...) tenhamos a iniciativa de romper o impasse", disse a Presidenta Dilma Rousseff, nesta 2ª feira, ao propor um Plebiscito para convocar uma Constituinte exclusiva, capaz de realizar uma 'ampla e profunda' reforma política. Um aggiornamento  da democracia brasileira, em sintonia com os anseios sinceros da rua por mais participação e menor influencia do dinheiro grosso no sistema político nacional. A   presidenta Dilma desenhou o escopo de um grande debate nacional, capaz de incorporar as vozes e inquietações das ruas. Cumpre às administrações locais avançarem nessa direção criando contrapartidas de ampliação da democracia ali onde a vida acontece, na gestão das cidades. A sorte de prefeitos e gestões progressistas depende desse desassombro. Trata-se de abrir canais de escuta forte da cidadania. Não canais ornamentais, mas instrumentos relevantes e críveis de poder  sobre o orçamento. O PT tem experiências a resgatar; a disseminação da tecnologia permite, hoje, mais que ontem, submeter a gestão da cidade à soberania dos cidadãos. A Presidenta Dilma respondeu com perspicácia histórica ao clamor das ruas. Disparou na direção certa. A questão que aglutina a fragmentação das bandeiras desordenadas do nosso tempo é o poder. Todo o processo de globalização e financeirização apoia-se na captura da soberania popular pelo dinheiro grosso. Governos se emasculam. O voto se desmoraliza. Os partidos se descarnam. A existência se acinzenta. A mídia conservadora é a torre de vigia desse sequestro. O poder democrático da sociedade sobre ela mesma se esfarela. Ou ele se amplia, ou vence a exaustão caótica. E com ela a bandeira já  sussurrada pela direita e por seus ventríloquos obsequiosos: 'ordem e um Napoleão de toga'. (Leia sobre o significado da Constituinte no blog do Emir e no artigo de Boaventura Santos, ' A grande oportunidade', nesta pág. E também  'A tarefa mais urgente' e 'A resposta é mais democracia' ) 
 
(Carta Maior;3ª feira,25/06/2013)
 

sábado, 22 de junho de 2013

"Não se cura tuberculose por decreto"

Não se cura tuberculose por decreto ao fim de passeatas. Mas as gangues de ladrões e depredadores que desde terça-feira, dia 18 de junho, receberam de presente a mais legítima carona da sociedade – desfiles pacíficos em nome da democracia – estão pouco se lixando.

Os articuladores anônimos dos grupos violentos de direita, neo-nazistas inclusive, e dos radicalóides sociopatas, conhecem muito bem o tempo das políticas, mas não é o que os interessa. Para os atraídos de boa fé para a trapaça reivindicatória, enfim, o discurso da presidente Dilma não trouxe novidade. Investimento em saúde e educação, ensino técnico como nunca visto, transparência na administração, através da lei de acesso à informação, apuração de desvios administrativos, com inédita demissão de ministros, são políticas já em vigor e rotineiras, isto é, não há mais discussão sobre se devem ou não devem ser executadas. São políticas de Estado, compromisso do país. Isso para não enumerar sucessivas inovações na política social que, estupidez que o amanhã julgará, passou a ser impudico mencionar em meios de classe de renda mais elevada.   

Vejam mais no 247

quinta-feira, 20 de junho de 2013

PETIÇAO: EU APOIO A PRESIDENTA DILMA CONTRA A TENTATIVA DE GOLPE DE SETORES DA ELITE BURGUESA DO BRASIL

A presidente Dilma, que foi eleita pelo povo brasileiro, está dando continuidade e aprimorando importantes conquistas nas áreas sociais. A elite burguesa do Brasil está tentando distorcer as reais motivações das manifestações que ocorrem em nosso país desde o início do mês de junho de 2013, manifestações que são apartidárias e reivindicam melhorias nas áreas do transporte coletivo, educação, saúde e segurança a todos os políticos deste país, independente da legenda partidária.

http://www.avaaz.org/po/petition/EU_APOIO_A_PRESIDENTE_DILMA_CONTRA_A_TENTATIVA_
DE_GOLPE_DE_SETORES_DA_ELITE_BURGUESA_DO_BRASIL/?wfEZjeb

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ódio de classe contra o Bolsa Família





Por Fátima Oliveira, no blog Viomundo:

Eu não tinha a dimensão do ódio de classe contra o Bolsa Família. Supunha que era apenas uma birra de conservadores contra o PT e quem criticava o Bolsa Família o fazia por rancor de classe a Lula, ou algo do gênero, jamais por ser contra pobre matar a sua fome com dinheiro público.  

Idiota ingenuidade a minha! A questão não é de autoria, mas de destinatário! Os críticos esquecem que a fome não é um problema pessoal de quem passa fome, mas um problema político. E Lula assumiu que o Brasil tem o dever de cuidar de sua gente quando ela não dá conta e enquanto não dá conta por si mesma. E Dilma honra o compromisso.  

Estou exausta de tanto ouvir que não há mais empregada doméstica, babá, “meninas pra criar”, braços para a lavoura e as lidas das fazendas que não são agronegócios… E que a culpa é do Bolsa Família!  

Vejam mais PATRIA LATINA

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Para os amigos, tudo. Para o adversário político, a força da lei.

Janio de Freitas, escreveu  ontem em sua coluna na Folha "O Tribunal Superior Eleitoral recebeu representação, encaminhada pela vice-procuradora-geral Sandra Cureau, com pedido de multa à presidente da República e ao PT. Os dois estão acusados de propaganda eleitoral antecipada na forma dada a três inserções da propaganda gratuita do partido na TV. 
Ou a procuradora se lembra de fazer pedido semelhante para os programas muito mais explícitos de Aécio Neves / PSDB e Eduardo Campos / PSB, ou não escapará à desconfiança de que agiu por motivação pessoal. Sandra Cureau candidatou-se publicamente à substituição do procurador-geral Roberto Gurgel. Foi preterida por Dilma Rousseff."   
 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

PT, 33 – Lula/Dilma, 10

 Selvino Heck

Sem falso orgulho, mas com suficiente modéstia e responsabilidade, posso dizer que participei dos 33 anos do Partido dos Trabalhadores, do qual sou fundador, e dos 10 anos dos governos Lula e Dilma. 

Orgulho, porque, pela primeira vez na história, é criado um partido popular, das lutas e mobilizações e sociais, de esquerda, de baixo para cima e, pela primeira vez na história, a partir deste partido foram eleitos presidentes da República um operário metalúrgico e sindicalista e uma mulher e ex-presa política.  

Modéstia, porque muitas e muitos participaram e ainda participam desta história, são seus autores e artífices, uma multidão de jovens, mulheres, operários, empregadas domésticas, agricultores, funcionários públicos, motoristas, aposentados.  


Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Globo censura homenagem a Dilma da escola Nenê de Vila Matilde

Durante a transmissão do desfile da escola paulista Nenê de Vila Matilde, a Rede Globo ignorou a ala de homenagem à presidenta Dilma Rousseff. A decisão da emissora gerou protestos pelas redes sociais que, em contrapartida, exigem a imediata regulamentação dos meios de comunicação no Brasil. A Nenê de Vila Matilde foi a primeira a desfilar no segundo dia (9) do carnaval paulista. A escola homenageou as lutas populares.

 Vejam mais no PORTAL VERMELHO

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Os sonhos da oposição

À falta de programa e de candidato, os setores opositores sonham com descalabros que, talvez, lhes deem alguma chance de evitar que Dilma se reeleja em 2014 e o Brasil siga o caminho que vem trilhando, vitoriosamente (nunca nenhuma força, pela via democrática, governou por tanto tempo no Brasil, como o PT).

Como sonhar não é proibido – mesmo que seja com pesadelos para o país e para o povo -, as oposições desejam ardentemente que:

- A recessão internacional afete profundamente a capacidade de crescer da economia brasileira, instaurando, aqui também, os descalabros que o neoliberalismo produz na Europa: recesso, desemprego, endividamento, dependência do FMI, inflação, fuga de capitais.

- Crise social, grandes mobilizações populares contra o governo, repressão, perda de apoio popular do governo. A CUT se divide, um setor sai e se soma aos grupos de ultra-esquerda. 

Vejam mais em Carta Maior (Blog do Emir)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Lula abortou golpe de Demóstenes contra Dilma

LulaSegundo o veículo de comunicação goiano DM, Lula teria abortado um golpe, cuidadosamente articulado pelo senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira, contra o governo da presidenta Dilma Rousseff. Embora o artigo não apresente provas do envolvimento do ex-presidente com a questão, vale a pena lê-lo para conhecer mais dos objetivos do ambicioso senador. Segue abaixo a íntegra do texto.
Lula aborta o golpe
Cai a mais audaz e ambiciosa conspiração política do Brasil
Lula teve visão política para evitar novo golpe da direita
Nos bastidores da Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e o empresário de jogos de azar Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, gestavam uma estratégia que passou ao largo das investigações: pavimentar a candidatura do parlamentar para o Palácio do Planalto em 2014. 

Vejam mais em CORREIO DO BRASIL

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A CUBA QUE DILMA VISITA

Emir Sader
Assim que Fidel e seus companheiros tomaram o poder e o governo dos EUA acentuou suas articulações para tratar de derrubar o novo poder, a grande burguesia cubana e uma parte da classe média alta foram se refugiar em Miami. Bastava esperar que mais um governo rebelde capitulasse diante das pressões norte-americanas ou fosse irremediavelmente derrubado. Afinal, nenhum governo latinoamericano rebelde tinha conseguido sobreviver. Poucos anos antes Getulio Vargas tinha se suicidado e Peron tinha abandonado o governo. Os dois governos da Guatemala que tinham ousado colocar em prática uma reforma agrária contra a United Fruis – hoje reciclada no nome para Chiquita -, sofreram um violento golpe militar. 


Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

*DILMA DESPACHA UM TORPEDO CONTRA A HIPOCRISIA CONSERVADORA :

"Nós começaremos a conversar sobre direitos humanos em Guantánamo.Não é possível usar direitos humanos como uma arma política e ideológica". (Presidenta Dilma, 3ª feira, 31-01,em Havana)


(Carta Maior; 3ª feira; 31/01/ 2012)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dilma defende Palocci e critica politização que interessa ao governo

Depois de um mês sem dar entrevistas e de treze dias do início do 'caso Palocci', presidenta confirma nova postura, sai em defesa do chefe da Casa Civil e condena 'politização'. Mas governo conta com 'politização' para unir aliados e enfrentar inimigos. Sem citar imprensa e oposição, ministro diz que vida fiscal de Palocci recebe tratamento diferente do dispensado à família de José Serra.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dilma proíbe anistia e ameaça vetar código florestal

Presidente mandou duro recado aos deputados federais. Afirmou que se for mantido o privilégio para os desmatadores não aprovará o texto de Aldo Rebelo.

Ou os deputados mudam a proposta de reforma do Código Florestal que acordaram na semana passada ou a presidente Dilma Rousseff vetará o texto. Essa foi a orientação dada pela presidente, que diz não aceitar anistia a desmatadores nem redução das áreas de proteção de vegetação nativa nas propriedades rurais ou nas margens de rios e encostas. O endurecimento de Dilma se dá após a divulgação de que o desmatamento na Amazônia nos meses de março e abril aumentou quase 500% em relação ao ano passado.

Vejam mais detalhes no JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

sexta-feira, 25 de março de 2011

O veneno que o PIG quer injetar em lulistas contra Dilma

O PIG (Partido da Imprensa Golpista) quer envenenar os brasileiros que aprovaram o governo Lula, espalhando boatos de que a presidenta Dilma seria uma "traíra". Para isso mente, deturpa, inventa "fontes ocultas" para publicar coisas ao contrário do que Dilma disse em seus discursos e entrevistas.

Uma pérola é dizer que alguém (uma fonte em off) disse que Dilma "não teria gostado de Lula não ir bater palmas para Obama", e que FHC estaria sendo prestigiado por ter ido bater palmas para o presidente dos EUA.


Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

terça-feira, 22 de março de 2011

Dilma anuncia investimento de R$ 4,5 bilhões para prevenção ao câncer

A presidente Dilma Roussef lança hoje, em Manaus (AM), o Programa de Prevenção ao Câncer de Mama e ao Câncer de Colo de Útero, que compreende investimentos de R$ 4,5 bilhões até 2014. O dinheiro será usado na formação da rede de saúde das mulheres, que oferecerá exames preventivos a todas as mulheres com idade entre 25 e 59 anos.

“Sei, por experiência própria, que o câncer tem maior chance de cura quando é tratado no início”, afirmou Dilma na edição de ontem de seu programa de rádio Café com a Presidenta.


Vejam mais detalhes em BRASILIA CONFIDENCIAL

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Do “poste” à governante encantadora

A mídia que tratou Dilma Rousseff como um poste durante o processo eleitoral enche a nova presidente de elogios, tenta apresentá-la como antagônica a Lula e cobra dela um programa de oposição, que foi fragorosamente derrotado ano passado. Para a imprensa de mercado, Dilma é comprometida com a austeridade e tem que resolver uma pesada herança deixada por Lula, “o gastador”

Um leitor desavisado poderia achar que Lula saiu derrotado das últimas eleições e não que fez a sua sucessora, escolhida pessoalmente. Que Dilma não foi eleita para prosseguir as políticas dos últimos oito anos, principalmente dos quatro últimos, de redução das desigualdades e erradicação da miséria. Estes são os principais compromissos de Dilma, reiterados constantemente e que guiarão o seu governo.

Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Estadão e Folha tentam usar Dilma para apedrejar Lula

Em entrevista ao jornal Washington Post, a presidente eleita Dilma Rousseff foi perguntada sobre a política brasileira em relação ao Irã, e malandramente o jornal introduziu na mesma pergunta a questão "Por que o Brasil apoia um país que permite que as pessoas sejam apedrejadas...?"

Dilma não caiu na armadilha, e deixou claro que existe uma diferença. Ela apoia a política brasileira de buscar a construção da paz no Oriente Médio (ou seja, o caminho do diálogo e não da guerra), e não apoia apedrejamento.

É exatamente a mesma posição adotada pelo governo Lula e pelo Itamaraty. Tanto é que o Presidente ofereceu asilo no Brasil para Sakineh Ashtiani (mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento).


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA