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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Bastou a PM não aparecer para o último ato do MPL transcorrer sem problemas

“Que coincidência, não tem polícia não tem violência” é um dos gritos da rua. Mas quando não tem violência, tem notícia? Tem, mas parcial e acanhada.
A grande mídia, sedenta por ridicularizar o MPL e criticar o ‘vandalismo’ paradoxalmente fica órfã quando a manifestação é pacífica e ainda demonstra ser caolha ao ignorar o cenário completo. Na data de ontem, além do ato bifurcado do MPL (prefeitura e palácio do governo como destinos), o MTST também saiu em dois extremos da cidade com mais de 15 mil pessoas em marcha contra o aumento da tarifa dos transportes (5 mil pessoas em Itaquera e mais 10 mil no Capão Redondo).
Com mais de 25 mil pessoas nas ruas, os quatro atos simultâneos foram ‘pacíficos’. E olha que mais uma vez o metrô provocou (depois de longa caminhada desde Pinheiros até o centro da cidade, manifestantes e usuários encontraram a estação República fechada) e ainda assim não ocorreram maiores incidentes.

Continue lendo no Diário do Centro do Mundo

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O perigoso Haddad e a Paulista

(...)
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é perigoso. Desconfio que seja até comunista. Adotou medidas terríveis que desencadearam a ira de parte dos paulistanos. Diminuiu a velocidade dos automóveis nas marginais e com isso aumentou a fluência do tráfego e reduziu o número de acidentes. Um paradoxo. Lesou os paulistanos no sagrado direito diário ao engarrafamento. Foi acusado de estar na contramão da história, de ser bicho-grilo, de odiar carros e de representar o bolivarianismo atrasado e ideológico. Liberou paredes para grafiteiros. Foi atacado por estimular o vandalismo. Está lindo. Dificilmente Haddad será reeleito. É visto por muitos como o pior prefeito do mundo.
Há eleitores que preferem opções mais gabaritadas e com experiência administrativa como João Doria e José Luís Datena, que desistiu ao descobrir, só agora, que o PP não é santo.
(...)
É como a Petrobras.
Para uma ala, ponderada, equilibrada e sensata e sem ideologia, a queda dos preços das suas ações nada tem a ver com o preço internacional do petróleo, que despencou. É só uma coincidência.

domingo, 14 de outubro de 2012

Cerra, Ruçomano & houtras hecatombes

Só por puro masoquismo o eleitor paulistano reelegeria Cerra no segundo turno.
Porquanto Ruçomano – a outra hecatombe alucinógena – foi afastada, graças possivelmente a alguma espécie de iluminação à beira do abismo que acometeu unanimemente todos os candidatos a prefeito em Sampa, fazendo de Ruçomano não só o alvo comum de todos os ataques, como rigorosamente de tiro ao alvo. Mas foi por pouco, dada a votação (tipo 22%) relativamente expressiva da abantesma em pauta. 

Voltando ao Cerra, repito: só por puro masoquismo o eleitor paulista reelegeria o nosso vampirinho de plantão pro segundo turno, configurando algo como “o Retorno do Ressentido”, parafraseando malandramente Lacan, sem contar a Antecipação do Esquecimento (uma vez que já não se trata de Falta de Memória Política), tão comum ao homo otarius paulistano, classe média-média e média-alta, conformado após duas décadas de gestões tucano-demoníacas, cujo julgamento eleitoral vai mixando, sem mais aquela, política, religião & mensalão.   

Vejam mais em CONGRESSO EM FOCO

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Kassab paga propaganda no exterior para Serra. Dinheiro do cofre público

Nota publicada na revista Época revela que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) pagou, com dinheiro da Prefeitura de São Paulo, informe publicitário na revista Foreign Affars, publicação mantida por um grupo privado de Nova Iorque que trata da política externa dos Estados Unidos.

Vejam o texto completo em Os Amigos da Presidente Dilma

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Maquiavel e as eleições em São Paulo

Se Maquiavel estivesse vivo, certamente ficaria estarrecido com os resultados colhidos pelo PT em São Paulo. A vasta dianteira de Kassab sobre Marta naquela que é maior cidade brasileira sugere uma questão ainda sem resposta: o PT tem ou não tem condições de se manter no poder?

Texto completo no Terra Magazine.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Prefeitura de SP expulsa 150 famílias do centro da cidade

A prefeitura de São Paulo dá mais um claro sinal de desprezo para com a população mais pobre. Cerca de 150 famílias foram expulsas de um galpão localizado na região do Belenzinho, no centro da cidade. A ordem foi cumprida nesta quinta-feira, 30, por um oficial de Justiça acompanhado por 40 policiais.




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